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	<title>queda &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>queda &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Juros caem pela terceira vez seguida e chegam a 14,25% ao ano</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/juros-caem-pela-terceira-vez-seguida-e-chegam-a-1425-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 06:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central (BC)]]></category>
		<category><![CDATA[Copom (Comitê de Política Monetária)]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Selic (juros básicos da economia)]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco Central reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, mas evitou indicar se fará novos cortes nos próximos meses. O Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu na quarta-feira (17/6) a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual pela terceira vez seguida, de 14,5% para 14,25% ao ano, apesar do cenário [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fc700fee733ad25bf67ffc4f192e765f">Banco Central reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, mas evitou indicar se fará novos cortes nos próximos meses.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu na quarta-feira (17/6) a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual pela terceira vez seguida, de 14,5% para 14,25% ao ano, apesar do cenário mais desafiador para a inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do colegiado do Banco Central foi tomada de forma unânime pelo presidente Gabriel Galípolo e por mais seis diretores do colegiado, que está com dois desfalques. Das oito reuniões do ano, quatro já foram realizadas com quórum reduzido. O próximo encontro está previsto para 4 e 5 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No comunicado, o comitê manteve a indefinição sobre os próximos passos ao afirmar que a magnitude total do ciclo de queda de juros “será estabelecida à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comitê iniciou o processo de flexibilização de juros em março, quando a Selic estava em 15% ao ano. Desde então, foram dois cortes na mesma dose, de 0,25 ponto percentual. Em abril, o Copom indicou que pretendia continuar o ciclo de “calibração” da taxa básica, mas evitou se comprometer antecipadamente com o ritmo e a extensão dos ajustes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para esta quarta, a expectativa majoritária do mercado financeiro era de outra redução de 0,25 ponto na Selic, a 14,25% ao ano. Das 34 instituições consultadas pela agência Bloomberg, somente três apostavam na manutenção de juros no patamar de 14,5% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença entre os juros dos Estados Unidos e do Brasil está em 10,5 pontos percentuais. Mais cedo, o Fed (Federal Reserve, o banco central americano) decidiu manter os juros na faixa entre 3,5% e 3,75% na primeira reunião liderada por Kevin Warsh, mesmo com a pressão do presidente Donald Trump por uma drástica redução da taxa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, com o acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã para reabrir o estreito de Hormuz, o preço do petróleo chegou a ficar abaixo de US$ 80 pela primeira vez desde março. Apesar da perspectiva mais favorável, o cenário ainda é de instabilidade. Segundo Trump, os bombardeios no Oriente Médio podem ser retomados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das tensões no campo geopolítico, as últimas semanas foram marcadas por forte estresse nos juros futuros e por piora nas expectativas de inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário de referência do Copom, a estimativa de inflação para este ano subiu de 4,6% para 5,2%. Para 2027, a projeção subiu de 3,5% para 3,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido aos efeitos defasados da política de juros sobre a economia, o comitê tinha na mira nesta quarta a inflação esperada para o último trimestre de 2027. No entanto, o colegiado do BC disse no comunicado ter optado por uma trajetória alternativa, com uma condução dos juros mais suave, buscando garantir a convergência da inflação à meta no primeiro trimestre de 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse período já passaria a ser o alvo oficial do Copom nas decisões tomadas a partir da próxima reunião, em agosto. O comitê sugeriu que, se mantivesse os juros em patamar necessário para levar à inflação à meta ao término de 2027, eles acabariam derrubando o índice para um patamar abaixo do alvo no primeiro trimestre de 2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom ponderou que a avaliação projetada em seus modelos está sujeita a incertezas acima das usuais. “Essas incertezas se somam ao cenário de choques de oferta, o que fundamenta a graduação, ao menos parcial, de seus efeitos sobre a dinâmica futura de preços”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A meta central do BC é 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. No atual modelo, de avaliação contínua, o objetivo é considerado descumprido quando a inflação acumulada permanece durante seis meses seguidos fora deste intervalo, que vai de 1,5% (piso) a 4,5% (teto).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na semana passada, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostrou que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acelerou a 4,72% no acumulado de 12 meses até maio e ultrapassou o teto da meta de inflação perseguida pelo BC, o que não ocorria desde outubro do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme os dados do último boletim Focus, as projeções para o IPCA se afastaram em relação à meta, inclusive para prazos mais longos. Para este ano, a estimativa atingiu 5,3%. A projeção de inflação para 2027 chegou a 4,10% e, para 2028, subiu a 3,68%.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Cesta básica cai em todas as capitais do país no 2º semestre de 2025</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cesta-basica-cai-em-todas-as-capitais-do-pais-no-2o-semestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 07:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Cesta Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados foram divulgados nesta terça-feira (20/1) pelo Dieese. O preço da cesta básica de alimentos caiu em todas as 27 capitais brasileiras no acumulado do último semestre de 2025. As quedas oscilaram entre -9,08%, em Boa Vista (RR,) e -1,56%, em Belo Horizonte (MG). Os dados, divulgados nesta terça-feira (20), são do Departamento Intersindical de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f6f7655c3cdc5782be70c27687e055ed">Dados foram divulgados nesta terça-feira (20/1) pelo Dieese.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O preço da cesta básica de alimentos caiu em todas as 27 capitais brasileiras no acumulado do último semestre de 2025. As quedas oscilaram entre -9,08%, em Boa Vista (RR,) e -1,56%, em Belo Horizonte (MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados, divulgados nesta terça-feira (20), são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde julho de 2025, a pesquisa engloba todas as 27 capitais do país. Anteriormente, o levantamento era feito apenas em 17.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve a redução de -9,08% no valor da cesta básica no último semestre do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho de 2025, para R$ 652,1,4 em dezembro – R$ 60,69 menor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda capital com maior queda no período foi Manaus (AM), com diminuição de -8,12% no preço da cesta, de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos. Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar em diminuição do preço do conjunto de alimentos essenciais: queda de -7,90%, passando de R$ 738,09, em julho, para R$ 677, em dezembro, R$ 61,09 mais barata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As capitais que tiveram menores baixas foram Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de -1,56%, -2,10% e -2,16%, respectivamente, no acumulado do período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por regiões, Boa Vista (RR) lidera o cenário de baixa de preços não só nacionalmente, mas também no Norte, assim como Fortaleza (CE), ocupa não somente o terceiro lugar geral, mas também é campeã no Nordeste do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Centro-Oeste, Brasília (DF), é a recordista em declínio de preço da cesta no período, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis (SC), que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos de julho a dezembro do ano passado..</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, o resultado dos últimos seis meses de 2025 demonstram que a política agrícola do Brasil está no caminho certo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos comemorando porque essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o governo federal vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele destacou os planos Safra dos últimos três anos, tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Já são três anos que ambos têm valores recordes, não faltando recursos para o financiamento agrícola, e com juros subsidiados”.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego recua para 5,4%, menor taxa desde 2012</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-recua-para-54-menor-taxa-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 06:50:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde. A taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em outubro de 2025 caiu para 5,4%, repetindo a menor taxa da série histórica, que teve início em 2012. Frente ao trimestre móvel de maio a junho (5,6%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparada ao trimestre encerrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ab3b49f820c6347389e75653ba014abb">Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego do trimestre móvel encerrado em outubro de 2025 caiu para 5,4%, repetindo a menor taxa da série histórica, que teve início em 2012. Frente ao trimestre móvel de maio a junho (5,6%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparada ao trimestre encerrado em outubro de 2024 (6,2%), o indicador caiu 0,7 p.p. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (28) pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No trimestre, a população desocupada caiu para seu menor contingente desde o início da pesquisa, em 2012: 5,910 milhões, recuando nas duas comparações: -3,4% (menos 207 mil pessoas) no trimestre e -11,8% (menos 788 mil pessoas) no ano. O total de trabalhadores do país ficou estável, em 102,5 milhões, ainda em patamar recorde, enquanto o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) ficou em 58,8%. Já o número de empregados com carteira assinada renovou seu recorde, chegando a 39,182 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa composta de subutilização manteve-se em 13,9%, a menor da série histórica da Pnad Contínua. Os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,572 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A força de trabalho potencial recuou para 5,2 milhões, menor número desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015. Durante a pandemia, no trimestre de maio a julho de 2020, esse indicador havia chegado ao seu auge: 13,8 milhões. Já a população desalentada chegou em 2,647 milhões, depois de ter atingido seu maior valor (5,829 milhões) no trimestre de janeiro a março de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, “o elevado contingente de pessoas ocupadas nos últimos trimestres contribui para a redução da pressão por busca por ocupação e, como resultado, a taxa de desocupação segue em redução, alcançando nesse trimestre o menor valor da série histórica”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">No trimestre, grupamentos da Construção e da Administração pública crescem, mas Outros serviços recuam</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a população ocupada do país tenha ficado estatisticamente estável frente ao trimestre móvel anterior, dois dos dez grupamentos de atividade investigados pela PNAD Contínua mostraram crescimento no período: Construção (2,6%, ou mais 192 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,3%, ou mais 252 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Outros serviços (2,8%, ou menos 156 mil pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2024, a ocupação aumentou em dois grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (3,9%, ou mais 223 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,8%, ou mais 711 mil pessoas). Houve redução nos seguintes grupamentos: Outros serviços (3,6%, ou menos 203 mil pessoas) e Serviços domésticos (5,7%, ou menos 336 mil pessoas).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Informalidade fica estável e número de trabalhadores com carteira renova recorde</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No trimestre encerrado em outubro, a taxa de informalidade foi de 37,8% da população ocupada, ou o equivalente a 38,7 milhões de trabalhadores informais, repetindo os 37,8% do trimestre móvel anterior. No entanto, esta taxa ficou abaixo dos 38,9% (ou 40,3 milhões de trabalhadores informais) do trimestre encerrado em outubro de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada manteve o recorde, chegando aos 39,182 milhões e mostrando estabilidade no trimestre. Na comparação anual, esse contingente cresceu 2,4% (mais 927 mil pessoas). Já o número de empregados no setor público (12,9 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 2,4% (mais 298 mil pessoas) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo lado da informalidade, o número de empregados sem carteira no setor privado (13,6 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 3,9% (menos 550 mil pessoas) no ano. Já o número de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também ficou estável no trimestre e cresceu 3,1% (mais 771 mil pessoas) no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde: R$ 357,3 bilhões</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A massa de rendimento médio real bateu novo recorde, chegando a R$ 357,3 bilhões com estabilidade no trimestre e alta de 5,0% (mais R$ 16,9 bilhões) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi recorde, ficando estatisticamente estável no trimestre e crescendo 3,9% no ano. Na comparação trimestral, apenas uma categoria de ocupação teve aumento no rendimento: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,9%, ou mais R$ 190). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre de agosto a outubro de 2024, houve aumento nas categorias: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (6,2%, ou mais R$ 129), Construção (5,4%, ou mais R$ 143), Alojamento e alimentação (5,7%, ou mais R$ 126), Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (5,2%, ou mais R$ 251), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,5%, ou mais R$ 164) e Serviços domésticos (5,0%, ou mais R$ 64). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana Beringuy observa que “a manutenção do elevado contingente de trabalhadores, associado à estabilidade do rendimento, permite os valores recordes da massa de rendimento”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais sobre a pesquisa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitorar a força de trabalho do país. Sua amostra corresponde a 211 mil domicílios, distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal, que são visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na coleta da pesquisa, integrados à rede de mais de 500 agências do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta presencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consulte os resultados da PNAD Contínua Mensal no <a href="https://sidra.ibge.gov.br/home/pnadcm" data-type="link" data-id="https://sidra.ibge.gov.br/home/pnadcm">Sidra</a>. Sua próxima divulgação, referente ao trimestre encerrado em novembro, será em 30 de dezembro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego segue em seu menor patamar desde 2012</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-segue-em-seu-menor-patamar-desde-2012/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 09:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[menor patamar]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxa apurada pelo IBGE fica em 5,6% no trimestre encerrado em setembro; população desocupada atingiu menor contingente desde 2012. A taxa de desemprego repetiu a menor média da série histórica iniciada em 2012 ao encerrar o trimestre fechado em setembro em 5,6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Frente ao trimestre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a5c7ff75c838f8ebde1174fff15cabf7">Taxa apurada pelo IBGE fica em 5,6% no trimestre encerrado em setembro; população desocupada atingiu menor contingente desde 2012.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego repetiu a menor média da série histórica iniciada em 2012 ao encerrar o trimestre fechado em setembro em 5,6%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre móvel de abril a junho (5,8%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparado ao trimestre encerrado em setembro de 2024 (6,4%), o indicador caiu 0,8 p.p.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, 6,045 milhões de pessoas estão desocupadas, o menor contingente apurado pela pesquisa desde 2012 e em queda de -3,3% (menos 209 mil pessoas) no trimestre e -11,8% (menos 809 mil pessoas) no ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O total de trabalhadores do país fiou estável, em 102,4 milhões, enquanto o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) ficou em 58,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada renovou seu recorde, chegando aos 39,229 milhões e mostrando estabilidade no trimestre. Na comparação anual, o contingente cresceu 2,7% (mais 1,0 milhão de pessoas). Já o número de empregados no setor público (12,8 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 2,4% (mais 299 mil pessoas) no ano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Subutilização tem menor percentual da série histórica</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o IBGE, a taxa composta de subutilização caiu para 13,9%, a menor da série histórica da PNAD Contínua, enquanto os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,535 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os trabalhadores informais, o total de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 4% (menos 569 mil pessoas) no ano. Já o número de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também ficou estável no trimestre e cresceu 4,1% (mais 1 milhão) no ano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Financiamento com recursos do FGTS cai mais de 80% com mudanças de regras</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/financiamento-com-recursos-do-fgts-cai-mais-de-80-com-mudancas-de-regras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 06:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[compra de imóveis antigos]]></category>
		<category><![CDATA[concessão de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento de imóveis]]></category>
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		<category><![CDATA[Minha Vida (MCMV)]]></category>
		<category><![CDATA[presidente Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[No Minha Casa, Minha Vida (MCMV), houve queda de 85% na concessão de crédito para compra de imóveis antigos A mudança recente nas regras de financiamento de imóveis usados com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) fez com que desabasse a concessão de crédito para essa finalidade nos últimos meses. Dados [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-46e3717b16609a0b417f82b16e12dfff">No Minha Casa, Minha Vida (MCMV), houve queda de 85% na concessão de crédito para compra de imóveis antigos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança recente nas regras de financiamento de imóveis usados com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) fez com que desabasse a concessão de crédito para essa finalidade nos últimos meses. Dados da Caixa Econômica Federal mostram, por exemplo, que no Minha Casa, Minha Vida (MCMV) a queda foi de 85% nos últimos dois meses. Para os cotistas do fundo que ganham mais de R$ 8 mil, o recuo é de 98% entre maio e outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, houve alterações nas regras de financiamento de imóveis usados para priorizar o de novos lançamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelas regras do Minha Casa, Minha Vida, famílias com renda mensal de até R$ 8 mil podem comprar imóveis de até R$ 350 mil. Quem tem conta no FGTS e ultrapassa o teto do MCMV, pode optar pela modalidade Pró-Cotista, que financia casas ou apartamentos de até R$ 1,5 milhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da Caixa, principal operadora do programa habitacional, mostram que a fatia de usados ainda é significativa este ano. O financiamento de usados pelo MCMV soma R$ 21,1 bilhões até outubro, ou 27,4% do total de crédito contratado com o banco (R$ 77,1 bilhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, em agosto, o percentual era de 31,2%, quando o governo decidiu apertar ainda mais as condições para compra dos imóveis mais antigos dentro do programa. Naquele mês, as concessões para compra de usados alcançaram R$ 2,8 bilhões, o maior valor desde o início de 2023. Foram 18 mil unidades habitacionais financiadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outubro, as concessões somaram R$ 423 milhões (3.114 unidades) — um recuo ante agosto de 85%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Pró-Cotista, voltado para a classe média alta, a redução foi ainda mais significativa. De maio a outubro, o financiamento passou de R$ 263 milhões para R$ 5 milhões no período — redução de 98%. Em unidades, foi de 1.023 para apenas 29.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sucesso do MCMV impulsionou uso do FGTS</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mudou as regras do Minha Casa, Minha Vida. Além do nome do programa, que passou a se chamar Casa Verde e Amarela, Bolsonaro passou a permitir a aquisição de imóveis usados dentro do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando assumiu o governo, em janeiro de 2023, o presidente Lula manteve a regra, com ampliação do subsídio (desconto a fundo perdido dado no valor de entrada e na taxa de juros). A ideia era dar vazão aos 11,4 milhões de unidades habitacionais vagas, segundo o Censo de 2022, e combater o déficit habitacional no país, estimado em 6,2 milhões de moradias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Ministério das Cidades mostram que, em 2023, as moradias usadas representaram 29,32% de tudo que foi financiado com recursos do FGTS, mais do que o dobro de 2022 (13,25%). Em 2021, no auge da pandemia de Covid-19, a participação tinha sido de apenas 6,25%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/11/25/casa-propria-saiba-por-que-desabou-o-credito-para-comprar-imovel-usado.ghtml" data-type="link" data-id="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/11/25/casa-propria-saiba-por-que-desabou-o-credito-para-comprar-imovel-usado.ghtml">reportagem</a> do jornal “O Globo”, houve preferência maior pelos imóveis mais antigos. No Pró-Cotista – ou seja, a classe média alta fora do limite do programa -, a fatia no ano passado foi de 65,41%. Enquanto na faixa 3 do MCMV (voltada para renda familiar entre R$ 4,4 mil a R$ 8 mil), foi de 38,72%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sinal amarelo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O sucesso estrondoso fez com que, em 2023, o Ministério das Cidades, responsável pelo MCMV, endurecesse aos poucos as regras. A avaliação era de que a situação estava desbalanceada, com a aquisição de usados tomando muito espaço dentro do orçamento do FGTS, o que também desagradou às construtoras, focadas nos novos lançamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o governo adotou mais medidas para privilegiar o acesso a usados às classes mais baixas, restringindo as condições para quem ganha mais de R$ 4,4 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, na faixa 3 do programa, a entrada mínima para compra de usados é de 50% para quem mora no Sul e Sudeste e 30% nas demais regiões. Além disso, o valor máximo do imóvel usado que pode ser financiado caiu de R$ 350 mil para R$ 270 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo ainda limitou o orçamento do fundo para compra de moradias antigas a R$ 13,3 bilhões. No Pró-Cotista, só podem financiar usados rendas inferiores a R$ 12 mil e com um valor de entrada mínimo de 50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que, em outubro, a Caixa Econômica Federal também mudou as regras do financiamento para imóveis de até R$ 1,5 milhão a partir de 1º de novembro, dentro das regras do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que financia imóveis com recursos da caderneta de poupança.</p>



<h4 class="wp-block-heading">As mudanças nos sistemas de financiamento ficarão da seguinte forma:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>SAC (Sistema de Amortização Constante):</strong> por esse sistema, em que a prestação cai ao longo do tempo, a entrada subirá de 20% para 30% do valor do imóvel.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Price:</strong> com parcelas fixas, o valor da entrada aumentará de 30% para 50% por esse sistema.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O FGTS é usado como funding. Ou seja, o dinheiro depositado pelas empresas fica no fundo e é usado como forma de financiar a casa própria a juros mais baixos do que no mercado tradicional. Para a classe média, o financiamento é feito com funding da poupança.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai para 6,8% no trimestre encerrado em julho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-para-68-no-trimestre-encerrado-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 07:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de desocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[É a menor taxa para um trimestre fechado em julho desde 2012 A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, ficou em 6,8% no trimestre encerrado em julho deste ano, abaixo dos 7,9% do mesmo período em 2023. O indicador também foi inferior ao observado no trimestre encerrado em abril deste ano (7,5%). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-a6e2282311d75e120dbf6cefca5e3dda">É a menor taxa para um trimestre fechado em julho desde 2012</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, ficou em 6,8% no trimestre encerrado em julho deste ano, abaixo dos 7,9% do mesmo período em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O indicador também foi inferior ao observado no trimestre encerrado em abril deste ano (7,5%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, essa é a menor taxa para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Emprego</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população desocupada, isto é, aquela que está buscando emprego, mas não consegue, ficou em 7,4 milhões de pessoas, o menor patamar para o período na série histórica. A desocupação caiu 9,5% em relação ao trimestre encerrado em abril (menos 783 mil desempregados) e 12,8% na comparação com julho de 2023 (menos 1,1 milhão de pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a população ocupada atingiu 102 milhões de pessoas, o maior contingente para o período desde 2012, apresentando altas de 1,2% no trimestre (mais 1,2 milhão de trabalhadores) e 2,7% no ano (mais 2,7 milhões de pessoas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real de todos os trabalhos (R$ 3.206) ficou estável no trimestre e cresceu 4,8% no ano, enquanto a massa de rendimento real habitual (R$ 322,4 bilhões) cresceu 1,9% (mais R$ 6 bilhões) no trimestre e 7,9% (mais R$ 27,5 bilhões) no ano.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IBGE registra queda de desemprego em 15 estados no 2º trimestre de 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ibge-registra-queda-de-desemprego-em-15-estados-no-2o-trimestre-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 08:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brancos]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[Pretos]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6b76c207822ffdab891eff643c777789">Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A última <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)</a> Contínua Trimestral do <a href="https://www.ibge.gov.br/" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/">IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)</a>, divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo trimestre de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Federal e outros 11 estados mantiveram a taxa de desemprego estável. Esses dados são em comparação com o 1º trimestre de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiveram queda na taxa de desemprego:</strong> Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Pará, Ceará, Maranhão, Espírito Santo, Acre, Tocantins, Alagoas, Amazonas, Piauí e Bahia;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiveram estabilidade:</strong> Pernambuco, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amapá, Paraíba, Roraima, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O local qua apresentou a maior índice de desemprego foi o estado de Pernambuco (11,5%), seguido pela Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%), enquanto Santa Catarina (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Rondônia (3,3%), apresentaram a menor taxa de desemprego do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a lista onde é possível observar a variação do índice de desemprego nos estados entre o 1º e o 2º trimestre de 2024:</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="736" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp" alt="" class="wp-image-56483" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp 736w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-216x300.webp 216w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-108x150.webp 108w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-768x1068.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-600x835.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-20x28.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04.webp 1000w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação entre o 1º e 2° trimestre de 2024 — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quando comparada com o 2º trimestre de 2023, é possível observar que houveram 15 quedas, apesar de 2 altas estatisticamente altas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima e Rondônia foram as UFs que cresceram em pessoas desocupadas. Por outro lado Goiás, Pará, Maranhão, São Paulo, Alagoas, Rio de Janeiro, Amazonas, Paraíba, Espírito Santo, Acre, Piauí, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Amapá mostram uma queda, enquanto os demais estados permaneceram iguais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja na tabela:</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp" alt="" class="wp-image-56482" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp 800w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-234x300.webp 234w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-117x150.webp 117w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-768x983.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-600x768.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-20x26.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06.webp 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação do 2° trimestre de 2024 com o mesmo período do ano anterior — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Desemprego nas regiões e no Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados coletados pelo IBGE, a taxa de desocupação nas refiões brasileiras soi a seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Norte:</strong> queda de 8,2% para 6,9%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nordeste:</strong> queda de 11,1% para 9,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Centro-Oeste:</strong> queda de 6,1% para 5,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sudeste:</strong> queda de 7,6% para 6,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sul:</strong> queda de 4,9% para 4,7%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o desemprego no Brasil foi de 6,9% no fechameto do 2º trimestre. Quando comparado ao trimestre anterior –encerrado em março–, é possível observar a queda de 1 ponto percentual na taxa de desemprego, quer era 7,9%. O mesmo trimestre em 2023, tinha o índice de desocupação de 8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse resultado é o melhor para um trimestre encerrado em julho, desde 2014, quando a taxa também foi de 6,9%. Na série comparável, é a menor taxa desde o quarto trimestre de 2014 (6,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a queda no número de desempregados foi de 12,5% contra o trimestre anterior, o que significa que cerca de 7,5 milhões de pessoas foram impactadas. Quando comparado com o 2º trimestre de 2023, o recuo aumenta ainda mais, indo para 12,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, acredita que os bons números de 2023 se deve a menor influência da recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia de Covid. Em 2024, o avnaço está mais relacionado ao aquecimento da economia brasileira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sexo e etnia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os números mostram que mulherem ocupam um percentual maior que os homens no índicie de pessoas desempregadas, apesar da taxa de desemprego ter caído para ambos os sexos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de mulheres:</strong> de 9,8% para 8,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de homens:</strong> de 6,5% para 5,6%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse trimestre o nível de ocupação das mulheres chegou a 48,1%, o maior índice já alcançado desde 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divisão feita por raça, mostra que pretos e pardos seguem abaixo no índice</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Brancos:</strong> 6,2% para 5,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pretos:</strong> 9,7% para 8,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pardos:</strong> 9,1% para 7,8%.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento em alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre anterios, o rendimento real habitual aumentou, passando de R$ 3.158 para R$ 3.214. No ano anterior, era de R$ 3.037.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Na divisão por sexo:</strong> os homens registram renda média real de R$ 3.424, enquanto as mulheres têm renda, em média, de R$ 2.696;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por estados, apenas quatro tiveram aumento do rendimento médio real no trimestre</strong>: Rondônia (8,7%), Pernambuco (8,5%), Ceará (7,2%) e Rio Grande do Sul (5%). Todos os demais tiveram estabilidade;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Contra o mesmo trimestre de 2023, 10 estados tiveram alta:</strong> Rio Grande do Norte (19,8%), Bahia (15,9%), Rondônia (13,3%), Maranhão (9,2%), Rio Grande do Sul (8,9%), Minas Gerais (7,5%), Paraná (6,7%), Mato Grosso (6,3%), São Paulo (6%) e Santa Catarina (5,5%). Todos os demais tiveram estabilidade.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai a 7,1%, menor nível desde 2014</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-a-71-menor-nivel-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2024 10:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice no trimestre encerrado em maio representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8% A taxa de desocupação no trimestre encerrado em maio ficou em 7,1%, alcançando o menor patamar para o período desde 2014. O índice de desemprego representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-bd6b9b2eb6bde43223dfb66ede9f7a9b">Índice no trimestre encerrado em maio representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8%</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desocupação no trimestre encerrado em maio ficou em 7,1%, alcançando o menor patamar para o período desde 2014. O índice de desemprego representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8%. Além disso, fica abaixo do nível registrado no mesmo período de 2023, quando era 8,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se comparados com todos os trimestres da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, iniciada em 2012, o indicador é o menor desde o período de três meses encerrado em janeiro de 2015. Na época, a taxa de desemprego ficou em 6,9%. O menor índice já registrado foi 6,6% no fim de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados de desemprego foram divulgados nesta sexta-feira (28/6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento aponta que, em maio, a população desocupada – pessoas com 14 anos ou mais de idade que não tinham trabalho e procuravam emprego – era de 7,8 milhões. Isso representa uma diminuição de 751 mil pessoas em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2024 e de 1,2 milhão em comparação ao trimestre encerrado em maio de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pnad apura todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ocupados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população ocupada chegou a 101,3 milhões de pessoas, um recorde da série histórica do IBGE. Esse contingente é 1,1 milhão superior ao do trimestre encerrado em fevereiro e 2,9 milhões acima do registrado no mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, “o crescimento contínuo da população ocupada tem sido impulsionado pela expansão dos empregados, tanto no segmento formal como informal. Isso mostra que diversas atividades econômicas vêm registrando tendência de aumento de seus contingentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ilustrar a avaliação, o número de empregados com carteira assinada (38,3 milhões) foi recorde. “Esse recorde não acontece de uma hora para outra. É fruto de expansões a cada trimestre”, diz Adriana Beringuy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contingente de empregados sem carteira também foi o maior já registrado (13,7 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na passagem de três meses, se destacaram na criação de vagas os grupamentos de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (4,4%, ou mais 776 mil pessoas). Apresentaram redução os setores de transporte, armazenagem e correio (2,5%, ou menos 146 mil pessoas). Os demais grupamentos não tiveram variações significativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recorde na massa salarial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio dos trabalhadores no trimestre encerrado em maio ficou em R$ 3.181, estável em relação ao trimestre anterior (R$ 3.161) e 5,6% maior na comparação anual. Esse valor é o mais alto já registrado para um trimestre encerrado em maio. Quando a comparação é geral, é o maior desde o outubro de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em 2020 havia rendimento elevado, mas com perda de população ocupada”, explica Adriana, se referindo ao período em que a economia sofria efeitos da pandemia, que forçaram o corte de postos de trabalho de menor remuneração e informais, principalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A massa de rendimentos, que é o total de renda que os trabalhadores recebem, atingiu o recorde de R$ 317,9 bilhões. Esse valor funciona como um combustível para movimentar a economia, seja com consumo ou poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade foi 38,6% da população ocupada, o que representa 39,1 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior o índice era de 38,7 % e, um ano atrás, de 38,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse grupamento informal inclui, principalmente, empregados sem carteira, empregador e trabalhador por conta própria sem CNPJ.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contribuição para a previdência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE sobre desemprego revelou que o país alcançou recorde no número de trabalhadores com contribuição para a previdência social. Foram 66,171 milhões no trimestre encerrado em maio. Esse volume tem crescido seguidamente desde o início de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado representa que 65,3% dos trabalhadores contribuíram para a previdência no trimestre terminado em maio. O maior patamar registrado foi 66% no início de 2016.</p>
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		<title>Teto de juros do consignado do INSS cairá para 1,66% ao mês</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/teto-de-juros-do-consignado-do-inss-caira-para-166-ao-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 08:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)]]></category>
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		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida foi aprovada por Conselho Nacional de Previdência Social Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pagarão menos nas futuras operações de crédito consignado. Por 14 votos a 1, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) aprovou nesta segunda-feira (27) o novo limite de juros de 1,66% ao mês para essas [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f9e453068f64660cd7ba8e400a267e5e">Medida foi aprovada por Conselho Nacional de Previdência Social</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pagarão menos nas futuras operações de crédito consignado. Por 14 votos a 1, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) aprovou nesta segunda-feira (27) o novo limite de juros de 1,66% ao mês para essas operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo teto é 0,02 ponto percentual menor que o limite atual, de 1,68% ao mês, nível que vigora desde abril. O teto dos juros para o cartão de crédito consignado caiu de 2,49% para 2,46% ao mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Propostas pelo próprio governo, as medidas entram em vigor 5 dias após a instrução normativa ser publicada no Diário Oficial da União, o que ocorrerá nos próximos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A justificativa para a redução foi o corte de 0,25 ponto percentual na Taxa Selic (juros básicos da economia). No início de maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu os juros básicos de 10,75% para 10,5% ao ano. Desde agosto do ano passado, quando começaram os cortes na Selic, o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, disse que a pasta acompanhará o movimento e proporá reduções no teto do consignado à medida que os juros baixarem. As mudanças têm de ser aprovadas pelo CNPS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como nas últimas reuniões, os bancos têm votado contra a medida, alegando descompasso entre os juros do consignado e a realidade do mercado financeiro. As instituições financeiras votaram pela manutenção das taxas atuais, considerando a diminuição do corte da taxa de juros pelo Copom, o atraso no início da redução da taxa de juros nos Estados Unidos e possíveis consequências econômicas das enchentes no Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o novo teto, os bancos oficiais terão de reduzir as taxas para o consignado do INSS para continuarem a emprestar pela modalidade. Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), o Banco do Nordeste cobra 1,74% ao mês e o Banco do Brasil, 1,71% ao mês. O Banco da Amazônia cobra 1,69% ao mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como estão acima do teto atual, essas taxas na prática significam que as instituições suspenderam a oferta desse tipo de crédito. Entre os bancos federais, apenas a Caixa cobra dentro do limite atual, com taxa de 1,68% ao mês, mas a instituição terá de reduzir a taxa para enquadrar-se no novo teto.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Impasse</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O limite dos juros do crédito consignado do INSS foi objeto de embates no ano passado. Em março de 2023, o CNPS reduziu o teto para 1,7% ao ano. A decisão opôs os ministérios da Previdência Social e da Fazenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os bancos suspenderam a oferta, alegando que a medida provocava desequilíbrios nas instituições financeiras. Sob protesto das centrais sindicais, o Banco do Brasil e a Caixa também deixaram de conceder os empréstimos porque o teto de 1,7% ao mês era inferior ao cobrado pelas instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão coube ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que arbitrou o impasse e, no fim de março do ano passado, decidiu pelo teto de 1,97% ao mês. O Ministério da Previdência defendia teto de 1,87% ao mês, equivalente ao cobrado pela Caixa Econômica Federal antes da suspensão do crédito consignado para os aposentados e pensionistas. A Fazenda defendia um limite de 1,99% ao mês, que permitia ao Banco do Brasil, que cobrava taxa de 1,95% ao mês, retomar a concessão de empréstimos.</p>
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		<title>Desemprego para o trimestre é o menor desde 2014</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-para-o-trimestre-e-o-menor-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2024 06:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aumento na renda]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Domiciliares do IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[Desocupação no Brasil é de 7,9%. Número revela aumento de pessoas em busca de trabalho, baixo desemprego para o período e aumento na renda O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou (30/04) os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua). Os dados são relativos ao trimestre entre janeiro e março [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b0420b64e2d2027eceab73ce79ec1a68">Desocupação no Brasil é de 7,9%. Número revela aumento de pessoas em busca de trabalho, baixo desemprego para o período e aumento na renda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou (30/04) os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua). Os dados são relativos ao trimestre entre janeiro e março de 2024. Segundo os números apresentados, a taxa de desocupação no Brasil alcançou 7,9%, representando um aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, encerrado em dezembro de 2023. No entanto, essa taxa ainda se encontra abaixo dos 8,8% registrados no mesmo período de 2023. Esta é a menor taxa de desemprego para o período desde 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da desocupação teve impulso no crescimento no número de pessoas em busca de trabalho. Isso revela o bom momento da economia brasileira. Isso porque representa um acréscimo de 6,7% em relação ao trimestre anterior, totalizando 542 mil pessoas a mais na população desocupada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desemprego em baixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator que contribuiu para o aumento da taxa de desocupação foi a redução na população ocupada do país, que apresentou um declínio de 0,8% em comparação com o trimestre anterior. No entanto, esse contingente ainda se encontra 2,4% acima do número de trabalhadores registrado pela PNAD Contínua no primeiro trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, explicou que “o aumento da taxa de desocupação foi ocasionado pela redução na ocupação. Esse panorama caracteriza um movimento sazonal da força de trabalho no primeiro trimestre de cada ano, com perdas na ocupação em relação ao trimestre anterior”. Ela também observou que, apesar do aumento na comparação trimestral, essa taxa de desocupação foi a menor já registrada para um trimestre encerrado em março desde 2014, quando chegou a 7,2%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento do trabalho em alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das oscilações na taxa de desemprego, o rendimento médio das pessoas ocupadas continuou em ascensão, alcançando R$ 3.123,00 no trimestre, o que representa um aumento de 1,5% em relação ao trimestre anterior e de 4,0% na comparação anual. Entre os diferentes setores de atividade, observou-se um aumento no rendimento em segmentos como transporte, armazenagem e correio (4,3%); outros serviços (6,7%); e serviços domésticos (2,1%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com o primeiro trimestre de 2023, houve altas significativas nos rendimentos da indústria (7,5%); comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%); transporte, armazenagem e correio (7,1%); e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,6%). No entanto, a massa de rendimentos dos trabalhadores permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, devido à redução da população ocupada.</p>
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