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	<title>Queda nos Preços &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Queda nos Preços &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Preço dos alimentos vai baixar nos próximos 60 dias, diz ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 08:07:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Simone Tebet]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Governo adotou medidas certas, na medida certa”, afirmou Simone Tebet Os preços dos alimentos devem baixar já nos próximos 60 dias, graças às medidas que vêm sendo adotadas pelo governo federal. A afirmação foi feita pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, durante o programa Bom Dia, Ministra, produzido pela Empresa Brasil de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e254fbb85d9f4bd3f6ade0dd70597cc2">&#8220;Governo adotou medidas certas, na medida certa”, afirmou Simone Tebet</h4>



<p>Os preços dos alimentos devem baixar já nos próximos 60 dias, graças às medidas que vêm sendo adotadas pelo governo federal. A afirmação foi feita pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Simone Tebet, durante o programa Bom Dia, Ministra, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>



<p>De acordo com Tebet, a alta de preços se deve a fatores como mudanças climáticas e quebras de safra, inclusive em outros países produtores.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/bdm_simone-tebet_mcamgo_abr_25032025-4.webp" alt="" class="wp-image-60609" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/bdm_simone-tebet_mcamgo_abr_25032025-4.webp 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/bdm_simone-tebet_mcamgo_abr_25032025-4-300x225.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/bdm_simone-tebet_mcamgo_abr_25032025-4-150x113.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/bdm_simone-tebet_mcamgo_abr_25032025-4-768x576.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/bdm_simone-tebet_mcamgo_abr_25032025-4-600x450.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/bdm_simone-tebet_mcamgo_abr_25032025-4-20x15.webp 20w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>



<p>“Os alimentos que mais subiram são aqueles produtos que são mais caros para o coração ou para o paladar do povo brasileiro, que é o ovo, o café”, disse Tebet. Mas na safra do ano que vem teremos alívio. O agronegócio brasileiro esse ano vem muito forte e dará, inclusive, sustentabilidade ao nosso PIB. Ouso dizer que vamos crescer acima das projeções que nós mesmos estamos fazendo, porque teremos uma safra muito forte que vai ajudar no crescimento, na geração de emprego e renda e no barateamento dos alimentos”, argumentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Medidas</h4>



<p>Segundo a ministra, o governo tem adotado “as medidas certas, na medida certa”, para, no futuro, conseguir baixar o preço dos alimentos.</p>



<p>“Seria muito perigoso segurar o preço agora para, depois de seis meses ou um ano, o preço explodir”, complementou ao garantir que “em 60 dias, os preços começam a cair no supermercado”.</p>



<p>Entre as medidas elogiadas pela ministra estão algumas implementadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, visando a desburocratização de regras de comercialização de alguns produtos, como ovo, entre diferentes unidades federativas, sem a necessidade de um selo nacional. Bastaria, segundo a ministra, a apresentação, por exemplo, de um selo local.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estados</h4>



<p>Simone Tebet diz que os estados podem e devem colaborar para viabilizar uma queda no preço dos alimentos.</p>



<p>“Alguns estados não têm isenção de imposto dos ICMS na cesta básica. Tudo bem que não possa fazer pelo ano inteiro, porque isso impacta nas contas deles. Mas nada impede de darem [por um período específico] essa isenção, apertando o cinto. É o que a gente faz, aqui, com os gastos públicos. Com ajustes, cortes de supérfluos, combate a erros e fraudes. É conter do lado que não não precisa, para ter do lado que precisa”, acrescentou.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="&#x1f534; Bom Dia, Ministra I Simone Tebet" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/IFBZ0TBuSKw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Petrobras reduz preço da gasolina e aumenta o do diesel</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/petrobras-reduz-preco-da-gasolina-e-aumenta-o-do-diesel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 09:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Diesel]]></category>
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		<category><![CDATA[Queda nos Preços]]></category>
		<category><![CDATA[Redução]]></category>
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					<description><![CDATA[Reajustes passam a valer a partir do próximo sábado, 21/10 A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (19) um novo reajuste no preço dos combustíveis vendidos para as distribuidoras. As mudanças começam a valer a partir de sábado (21). O preço médio de venda da gasolina vai ser de R$ 2,81 por litro, uma redução de R$ [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Reajustes passam a valer a partir do próximo sábado, 21/10</h4>



<p>A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (19) um novo reajuste no preço dos combustíveis vendidos para as distribuidoras. As mudanças começam a valer a partir de sábado (21). O preço médio de venda da gasolina vai ser de R$ 2,81 por litro, uma redução de R$ 0,12 por litro. Como existe uma mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro na composição da gasolina comercializada aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 2,05 a cada litro vendido na bomba.</p>



<p>O preço médio de venda do diesel para as distribuidoras vai ser de R$ 4,05 por litro, um aumento de R$ 0,25 por litro. Como é obrigatória a mistura de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel vendido aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 3,56 a cada litro vendido na bomba.</p>



<p>Na variação acumulada no ano dos preços de venda da gasolina A e do diesel A para as distribuidoras, há uma redução de R$ 0,27 por litro de gasolina e de R$ 0,44 por litro de diesel.</p>



<p>“A estratégia comercial que adotamos na Petrobras nesta gestão tem se mostrado bem-sucedida, sobretudo no sentido de tornar a Petrobras competitiva no mercado e evitar o repasse de volatilidade para o consumidor. Uma prova disto é que ao longo deste ano, mesmo com o valor do brent mais alto que no ano passado, os preços dos nossos produtos acumulam quedas, muito diferente do que aconteceu ao longo de 2022”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.</p>



<p>A Petrobras afirma que os reajustes na gasolina e no diesel podem ser explicados por movimentos distintos no mercado e na estratégia comercial da estatal. No caso da gasolina, há o fim do período de maior demanda global, com maior disponibilidade e desvalorização do produto frente ao petróleo. No caso do diesel, a demanda global se mantém, com expectativa de alta sazonal, o que faz o produto ter maior valorização frente ao petróleo. A companhia também reforçou que procura evitar o repasse da volatilidade do mercado internacional e da taxa de câmbio para a sociedade brasileira, mas que também preserva um ambiente competitivo nos termos da legislação vigente.</p>
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		<title>Preço da carne pode fechar 2023 com maior queda desde início do Plano Real</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/preco-da-carne-pode-fechar-2023-com-maior-queda-desde-inicio-do-plano-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 08:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo)]]></category>
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					<description><![CDATA[Carnes encerrarão o ano de 2023 com a maior queda acumulada desde o início do Plano Real, em 1994, como parte de um esforço para combater a hiperinflação no Brasil Os preços da carne no Brasil podem encerrar o ano de 2023 com uma queda acumulada de mais de 10% no IPCA (Índice Nacional de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Carnes encerrarão o ano de 2023 com a maior queda acumulada desde o início do Plano Real, em 1994, como parte de um esforço para combater a hiperinflação no Brasil</h4>



<p>Os preços da carne no Brasil podem encerrar o ano de 2023 com uma queda acumulada de mais de 10% no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), de acordo com <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/10/apos-disparada-preco-da-carne-pode-fechar-2023-com-maior-queda-desde-inicio-do-plano-real.shtml">reportagem</a> do jornal Folha de S. Paulo. Embora uma redução anual desse porte seja incomum na série histórica do índice, ela não será suficiente para compensar o aumento substancial dos preços da carne nos anos anteriores, que impactaram o consumo no país, destaca.</p>



<p>Até setembro de 2023, as carnes registraram uma deflação de 11,06% no acumulado de 12 meses do IPCA, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Projeções do banco Santander Brasil apontam que a redução deve chegar a 11,35% até dezembro, enquanto a LCA Consultores prevê uma deflação de 10,75% para o mesmo período.</p>



<p>Apesar das diferenças nas projeções, ambas indicam que as carnes provavelmente encerrarão o ano de 2023 com a maior queda acumulada desde o início do Plano Real, que entrou em vigor em julho de 1994, como parte de um esforço para combater a hiperinflação no Brasil.</p>



<p>De acordo com os economistas, a queda dos preços da carne em 2023 está relacionada à expansão da oferta no mercado interno. Segundo o IBGE, o abate de bovinos no país aumentou 12,6% em relação ao mesmo período de 2022 e 13,4% em relação ao primeiro trimestre de 2023, totalizando 8,36 milhões de cabeças abatidas no segundo trimestre. Além disso, a redução nos preços dos insumos usados na produção, como a ração, contribuiu para a queda de preços nas carnes.</p>



<p>Em 2019, por exemplo, as carnes encerraram o ano com uma alta acumulada de 32,4% no IPCA, devido ao aumento das exportações. A pressão nos custos de produção continuou nos primeiros anos da pandemia, resultando em uma inflação nas carnes de 17,97% em 2020 e 8,45% em 2021. Em 2022, o aumento desacelerou para 1,84%.</p>



<p>Na análise mensal, os preços das carnes vêm registrando quedas no IPCA desde janeiro de 2023, totalizando nove meses consecutivos de deflação, até setembro, quando a queda foi de 2,1%. Especialistas preveem a possibilidade de uma nova redução em outubro, mas projetam um aumento nos preços em novembro e dezembro, períodos em que a demanda por produtos de carne costuma aumentar.</p>
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