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	<title>Proventos &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Pensionista não é obrigada a devolver valor recebido de boa-fé por erro do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 08:33:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Acórdão]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é razoável supor que uma pensionista tenha conhecimento exato do valor dos proventos a serem recebidos e que, por isso, seja obrigado a identificar o pagamento em excesso e avisar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Não é razoável supor que uma pensionista tenha conhecimento exato do valor dos proventos a serem recebidos [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-dd5d4657579aa8568fd6c6bc2b4893ac">Não é razoável supor que uma pensionista tenha conhecimento exato do valor dos proventos a serem recebidos e que, por isso, seja obrigado a identificar o pagamento em excesso e avisar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não é razoável supor que uma pensionista tenha conhecimento exato do valor dos proventos a serem recebidos e que, por isso, seja obrigado a identificar o pagamento em excesso e avisar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o entendimento do juízo da 1ª Câmara Cìvel do Tribunal de Justiça de Minas Gerais para negar provimento a recurso do INSS contra decisão que desobrigou uma pensionista de ressarcir o erário por valor pago a mais em seu benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso concreto, a diferença a mais paga pelo INSS foi de cerca de 10%. O relator, desembargador Márcio Idalmo Santos Miranda, explicou que o valor indevido só foi pago por erro do INSS e que a pensionista não poderia ser obrigada a identificar o pagamento a mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Também não consta, do caderno probatório, qualquer elemento que ateste sua má-fé – o que representava ônus dos Apelantes – pelo que, em tais condições, desmerece reforma a sentença recorrida no ponto em que determinou a abstenção de descontos por parte dos Recorrentes, com a restituição dos valores cobrados da Recorrida”, resumiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INSS chegou a apresentar embargos contra o acórdão que foi negado pela mesma 1ª Câmara Cível do TJ-MG. O pensionista foi representado pelos advogados Mário Sebastião Souto Júnior e Bruno Amaral Faria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2023/12/ACORDAO-1.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo 1.0000.21.174382-8/003</strong></p>
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