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	<title>Protocolo Não é Não &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Protocolo Não é Não &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Governo planeja ações de proteção às mulheres durante o carnaval</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-planeja-acoes-de-protecao-as-mulheres-durante-o-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 09:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assédio e importunação sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil sem Misoginia]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2024]]></category>
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		<category><![CDATA[Protocolo Não é Não]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa ocorre no âmbito da campanha Brasil sem Misoginia, com implementação do protocolo Não é Não Os ministérios do Turismo e das Mulheres estão planejando uma série de medidas para garantir ao público feminino neste carnaval mais segurança, principalmente contra práticas de assédio e importunação sexual. A iniciativa ocorre no âmbito da campanha Brasil sem [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fea69524769a0309fa8097f9d6a729a2">Iniciativa ocorre no âmbito da campanha Brasil sem Misoginia, com implementação do protocolo Não é Não</h4>



<p>Os ministérios do Turismo e das Mulheres estão planejando uma série de medidas para garantir ao público feminino neste carnaval mais segurança, principalmente contra práticas de assédio e importunação sexual. A iniciativa ocorre no âmbito da campanha Brasil sem Misoginia para o Carnaval.</p>



<p>Uma das frentes de ação é a de implementar, durante o período carnavalesco, o protocolo Não é Não, sancionado em dezembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p>As medidas contarão com a colaboração de estabelecimentos do setor de turismo, que vão desde hospedagem (hotéis e pousadas) à alimentação (bares e restaurantes), passando por transporte e casas noturnas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Protocolo</h4>



<p>O protocolo Não é Não foi criado para prevenir o constrangimento e a violência contra as mulheres em ambientes nos quais sejam vendidas bebidas alcoólicas, como casas noturnas, boates e casas de espetáculos musicais em locais fechados ou shows.</p>



<p>A Lei 14.786, que instituiu o protocolo, detalha alguns dos direitos das mulheres nesses ambientes, e deveres do estabelecimento. Entre eles está o de as mulheres serem imediatamente afastadas e protegidas do agressor e de serem acompanhadas por pessoas de sua escolha tanto enquanto estiverem no estabelecimento como para se dirigirem até seu transporte, caso queiram deixar o local. Estabelece também que caberá à mulher definir se sofreu “constrangimento ou violência”.</p>



<p>A nova legislação, no entanto, “não se aplica a cultos nem a outros eventos realizados em locais de natureza religiosa”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Apoio</h4>



<p>Em nota, o Ministério das Mulheres informou que o tema tem sido pauta de reuniões entre a ministra Cida Gonçalves e o ministro do Turismo, Celso Sabino, com a participação de representantes do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur) e da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), que já manifestaram apoio à iniciativa.</p>



<p>“É no carnaval que muitas mulheres são vítimas de abuso e outras violências. Com essa campanha, queremos tornar o carnaval e outras festas nacionais mais seguras para mulheres e meninas”, explicou a ministra Cida Gonçalves ao lembrar que, no Brasil, 45% das mulheres já tiveram o corpo tocado sem consentimento em local público.</p>



<p>“O Brasil é reconhecido como um país de grande hospitalidade, mas não podemos permitir que essa característica seja confundida com a liberdade ou disponibilidade que muitos turistas, infelizmente, ainda acreditam que as nossas brasileiras têm”, acrescentou o ministro do Turismo.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Protocolo “Não é Não” previne violência contra mulher – 11/01/24" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/6VJ6TjJ8if8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Governo sanciona lei que protege mulheres de violência em bares e shows</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-sanciona-lei-que-protege-mulheres-de-violencia-em-bares-e-shows/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2023 05:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Central de Atendimento à Mulher – o Ligue 180]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[lei 14.786]]></category>
		<category><![CDATA[Local Seguro Para Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Não é Não - Mulheres Seguras]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolo Não é Não]]></category>
		<category><![CDATA[violência praticada contra mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Lei não se aplica a cultos nem outros eventos de natureza religiosa O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria o protocolo Não é Não, mecanismo de combate ao constrangimento e à violência praticada contra mulheres em ambientes como casas noturnas, boates, bares, restaurantes, espetáculos musicais e demais locais fechados ou [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-bb99b7a25384c5009cef0410e232f2ef">Lei não se aplica a cultos nem outros eventos de natureza religiosa</h4>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria o protocolo <strong>Não é Não</strong>, mecanismo de combate ao constrangimento e à violência praticada contra mulheres em ambientes como casas noturnas, boates, bares, restaurantes, espetáculos musicais e demais locais fechados ou shows onde haja venda de bebidas alcoólicas.</p>



<p>A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/L14786.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/L14786.htm">lei 14.786</a>, no entanto, “não se aplica a cultos nem a outros eventos realizados em locais de natureza religiosa”.</p>



<p>A nova legislação detalha alguns dos direitos das mulheres nesses ambientes, e deveres do estabelecimento. Entre eles está o de as mulheres serem imediatamente afastadas e protegidas do agressor, e de serem acompanhadas por pessoa de sua escolha tanto enquanto estiver no estabelecimento como para se dirigirem até seu transporte, caso queiram deixar o local. Estabelece também que caberá à mulher definir se sofreu “constrangimento ou violência”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estabelecimentos</h4>



<p>Com relação aos deveres dos estabelecimentos, está o de assegurar que haja, na equipe de funcionários, pelo menos uma pessoa qualificada para atender ao protocolo “<strong>Não é Não</strong>”; e manter em locais visíveis informação sobre a forma de acionar o protocolo, bem como os telefones da Polícia Militar e da <strong>Central de Atendimento à Mulher – o Ligue 180</strong>.</p>



<p>Também caberá ao estabelecimento certificar-se com a vítima se ela está passando por situação de constrangimento (qualquer insistência física ou verbal por ela sofrida, após manifestada discordância com a interação) e, se for o caso, adotar medidas para preservar a dignidade e a integridade física e psicológica da mulher.</p>



<p>Havendo indícios de violência (situações em que o uso da força tenha como resultado lesão, morte ou dano), o estabelecimento deverá proteger a mulher, afastá-la do agressor, colaborar para a identificação de possíveis testemunhas, acionar autoridades de segurança e isolar o local onde haja vestígios da violência. Caso haja sistema de câmeras de segurança, garantir acesso das autoridades policiais.</p>



<p>O projeto prevê campanhas educativas sobre o protocolo e institui um selo a ser entregue às empresas que cumprirem as medidas, de forma a identificá-las como locais seguros para mulheres.</p>



<p>O poder público manterá e divulgará a lista <strong>Local Seguro Para Mulheres</strong> com as empresas que possuírem o selo <strong>Não é Não &#8211; Mulheres Seguras</strong>. A nova lei entrará em vigor no prazo de 180 dias.</p>
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		<title>Câmara aprova protocolo para coibir violência contra mulher em boates</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/camara-aprova-protocolo-para-coibir-violencia-contra-mulher-em-boates/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 09:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[Protocolo Não é Não]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta agora segue para o Senado A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (1/8) um projeto de lei que cria o Protocolo Não É Não. A medida visa prevenir o assédio e a violência contra mulheres em ambientes onde se vendem bebidas alcoólicas, como bares e casas noturnas. A proposta agora segue para o Senado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Proposta agora segue para o Senado</h4>



<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (1/8) um projeto de lei que cria o <strong>Protocolo Não É Não</strong>. A medida visa prevenir o assédio e a violência contra mulheres em ambientes onde se vendem bebidas alcoólicas, como bares e casas noturnas. A proposta agora segue para o Senado.</p>



<p>O texto, de autoria da deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) em parceria com outros 26 parlamentares, determina que os estabelecimentos devem proteger a mulher e prestar assistência em casos de violência e constrangimento, além de afastar a vítima do agressor e, se necessário, expulsá-lo do ambiente. Para isso, os locais precisam monitorar situações de alerta.</p>



<p>O projeto também determina que ao menos um funcionário do local deverá estar qualificado para atender ao protocolo. Também estabelece que deve haver, em lugar visível, a informação de como acioná-lo e os contatos da Polícia Militar e do Ligue 180, que é a Central de Atendimento à Mulher.</p>



<p>A deputada Maria do Rosário destacou a importância de medidas de proteção e apoio às mulheres.</p>



<p>“Não há como ser um protocolo facultativo porque não é facultativo estar diante da violência e não agir. É um imperativo ético, um imperativo da obrigação, da responsabilidade”, destacou.</p>



<p>A parlamentar citou o caso de uma jovem que foi estuprada em Belo Horizonte, no último fim de semana, após ser deixada alcoolizada e desacordada na porta de casa por um motorista de aplicativo.</p>



<p>“Ontem [domingo], mais uma vez, nós ficamos chocados com uma cena de uma menina colocada na porta da casa, retirada da porta de casa, adormecida, desacordada, estuprada. [A aprovação desse protocolo] é para que essas situações não aconteçam”, acrescentou Maria do Rosário.</p>



<p>A relatora do projeto, deputada Renata Abreu (Podemos-SP), também comemorou a aprovação.</p>



<p>“[É] mais uma vitória para todas nós mulheres que representamos mais de 52% da sociedade. Para tentarmos criar políticas que evitem essa cultura de estupro tão presente no nosso país e nós possamos criar uma cultura de proteção à mulher”, disse.</p>



<p>O protocolo Não É Não foi inspirado na iniciativa No Callem, que existe na cidade espanhola de Barcelona. O No Callem foi aplicado no caso que levou à prisão do jogador de futebol Daniel Alves, acusado de estuprar uma mulher em uma boate catalã em dezembro do ano passado.</p>
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