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	<title>Protesto contra Milei &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Centrais sindicais fazem protesto massivo contra Milei na Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2023 11:42:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dezenas de milhares de trabalhadores participaram do terceiro protesto contra decretos de Milei que atacam direitos e destroem o Estado na Argentina Centrais sindicais, movimentos sociais e organizações de esquerda realizaram um grande protesto nesta quarta-feira (27) em Buenos Aires, capital da Argentina. Os trabalhadores atenderam à convocação da Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-128b1327df0639b67364828e97c98f80">Dezenas de milhares de trabalhadores participaram do terceiro protesto contra decretos de Milei que atacam direitos e destroem o Estado na Argentina</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Centrais sindicais, movimentos sociais e organizações de esquerda realizaram um grande protesto nesta quarta-feira (27) em Buenos Aires, capital da Argentina. Os trabalhadores atenderam à convocação da Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior central sindical do país. Também participaram a Central de Trabalhadores da Argentina (CTA), a Central dos Trabalhadores da Argentina Autônoma (CTAA) e a Associação de Trabalhadores do Estado (ATE). Eles protestam contra o&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/mundo/pacote-de-milei-virtualmente-cancela-estado-argentino-e-populacao-ja-ocupa-ruas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Decreto de Necessidade e Urgência&nbsp;</a>(DNU), que desregulamenta a economia, abre caminho para privatizações e ataca os direitos dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais especificamente, o protesto também é reação a outro decreto do presidente ultradireitista Javier Milei, publicado ontem, que determina a não renovação do contrato de servidores públicos incorporados ao longo de 2023.&nbsp;A medida deve&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/mundo/decreto-de-milei-extingue-empregos-de-7-mil-funcionarios-publicos-argentinos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">extinguir cerca de 7 mil postos</a>&nbsp;de trabalho no estado argentino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhadores marcharam em direção ao Palácio&nbsp;da Justiça, na Praça dos&nbsp;Tribunais, região central da capital. Eles apoiam ações judiciais que contestam a constitucionalidade dos decretos de Milei. Um manifesto intitulado “Somos trabalhadores, não somos a casta” denunciou a “feroz reforma trabalhista regressiva” presente no DNU. O documento que as medidas contidas no decreto são “arbitrárias, anticonstitucionais e lesivas a um vasto número de direitos civis, comerciais e sociais”. Dentre outras propostas, Milei quer facilitar demissões, reduzindo indenizações trabalhistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, Héctor Daer e Pablo Moyano, dirigentes da CGT, disseram que é preciso derrotar o DNU “na política, na Justiça e nas ruas”. Além disso, anunciaram que o comitê central da CGT vai se reunir nesta quinta (28) para definir um “plano de luta” que pode incluir uma greve geral. Seria a primeira greve geral desde 29 de maio de 2019, quando os trabalhadores protestaram contra medidas do então presidente Mauricio Macri (2015-2019).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Repressão e ameaças</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que tomou posse, em 10 de dezembro, este é o terceiro protesto contra Milei. Novamente o governo ativou um protocolo de ordem público&nbsp;que prevê a detenção e corte de benefícios sociais de manifestantes que bloquearem as vias. A ordem do Ministério da Segurança é para que os manifestantes marchem pelas calçadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À tarde, durante a dispersão do protesto, ao menos seis pessoas foram detidas. Isso porque um grupo de manifestantes tentou interromper o fluxo de trânsito na Avenida Corrientes, uma das vias mais importante de Buenos Aires. Os policiais reprimiram os manifestantes e entraram em choque com o grupo. Em meio aos empurrões, um ônibus chocou-se com uma viatura de polícia, e um agente de segurança acabou atropelado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Polícia de Buenos Aires, &nbsp;quatro pessoas foram detidas por “por atentado e resistência à autoridade”. Fontes da CTAA disseram que um dos detidos é Martín Brunás, militante da organização e secretario de imprensa do partido Unidad Popular&nbsp;(UP).</p>



<h4 class="wp-block-heading">“Marcha é o primeiro passo, porque governo não vai parar”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O líder do Polo Obrero Eduardo “Chiquito” Belliboni, que também participou do protesto, afirmou que a marcha desta quarta contra o DNU é apenas “o primeiro passo”. “Vamos para a greve geral e um plano de lutas nacional, porque o governo avança e não vai parar”, afirmou à agência estatal de notícias&nbsp;<em><a href="https://www.telam.com.ar/notas/202312/650667-cgt-marcha-dnu-milei.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Télam</a></em>. Além disso, o líder piqueteiro disse que o Milei causou mais danos em três semanas do que outros governos em dez anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite de ontem (terça), em entrevista ao <a href="https://www.lanacion.com.ar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">jornal <em>La Nación</em></a>, a primeira desde a posse, Milei defendeu a aprovação do DNU. Passando por cima das instituições, ele declarou que <a href="https://www.redebrasilatual.com.br/mundo/provincia-de-buenos-aires-pede-a-justica-que-decrete-a-nulidade-das-medidas-de-milei/">convocaria um plebiscito</a> se os congressistas não aprovarem seu megadecreto de desregulamentação da economia e do Estado.</p>
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