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	<title>professora &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TST determina que Caixa reintegre bancária que também é professora</title>
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				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
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<p>A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou constitucional a acumula&ccedil;&atilde;o de cargos p&uacute;blicos de uma t&eacute;cnica banc&aacute;ria da Caixa Econ&ocirc;mica Federal que &eacute; professora da rede de ensino do Mato Grosso. Os ministros tamb&eacute;m determinaram sua reintegra&ccedil;&atilde;o ao quadro de empregados da Caixa, uma vez que, durante a tramita&ccedil;&atilde;o do processo, ela foi demitida por ac&uacute;mulo ilegal de fun&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Ap&oacute;s a Caixa comunic&aacute;-la sobre seu entendimento quanto &agrave; ilegalidade do desempenho dos dois cargos ao mesmo tempo e avis&aacute;-la de que, se n&atilde;o optasse por um deles, seria demitida por justa causa, a banc&aacute;ria ingressou com a&ccedil;&atilde;o na 2&ordf; Vara do Trabalho de Rondon&oacute;polis (MT). No processo, pleiteou que a acumula&ccedil;&atilde;o fosse declarada leg&iacute;tima, com base no artigo 37, inciso XVI, al&iacute;nea &lsquo;b&#39;, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, que permite, no servi&ccedil;o p&uacute;blico, o exerc&iacute;cio conjunto de um cargo de professor com outro de natureza t&eacute;cnica ou cient&iacute;fica, desde que os hor&aacute;rios n&atilde;o sejam conflitantes.</p>
<p>O ju&iacute;zo de primeiro grau acatou o pedido por entender que o cargo de t&eacute;cnico banc&aacute;rio exige conhecimentos t&eacute;cnicos e espec&iacute;ficos sobre procedimentos financeiros. O Tribunal Regional do Trabalho da 23&ordf; Regi&atilde;o (MT), por&eacute;m, reformou a senten&ccedil;a, acolhendo o argumento da Caixa de que o n&iacute;vel de conhecimento exigido para a realiza&ccedil;&atilde;o das atividades n&atilde;o demandava nenhuma especialidade.</p>
<p>O relator do recurso da trabalhadora ao TST, ministro Mauricio Godinho Delgado, votou pelo provimento do recurso, por entender que a fun&ccedil;&atilde;o desempenhada por ela na CEF exige conhecimentos especializados e, desse modo, a acumula&ccedil;&atilde;o com o cargo de professora estadual &eacute; constitucional. Segundo o ministro, a ressalva sobre a proibi&ccedil;&atilde;o de acumular cargos p&uacute;blicos que consta da Constitui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode ser &quot;gravemente restringida&quot; para desestimular a promo&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o, &quot;que &eacute; direito de todos e dever do Estado e da fam&iacute;lia&quot;.</p>
<p><strong>Reintegra&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>Diante da informa&ccedil;&atilde;o de que a Caixa demitiu a t&eacute;cnica banc&aacute;ria ap&oacute;s o ajuizamento da a&ccedil;&atilde;o, Godinho Delgado determinou sua reintegra&ccedil;&atilde;o e o pagamento de todos os sal&aacute;rios relativos ao per&iacute;odo do afastamento. A decis&atilde;o teve base no artigo 462 do C&oacute;digo de Processo Civil, que permite ao magistrado considerar, no julgamento, os fatos que aconteceram depois de iniciado o processo. &nbsp;</p>
<p>&nbsp;A decis&atilde;o, un&acirc;nime, j&aacute; transitou em julgado.</p>
<p>Fonte: TST</p>
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