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	<title>Procon e aposentados itaú &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Procon é acionado contra Itaú para garantir plano de saúde a aposentados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 11:27:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comissão de aposentados e deputado Luiz Claudio Marcolino cobram do banco respeito ao direito à saúde e apontam impactos financeiros das mudanças A Comissão dos Aposentados do Itaú/Unibanco, com o apoio do deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT), reuniu-se na quarta-feira (16) com representantes do Procon-SP para denunciar os prejuízos causados pelas mudanças no plano [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Comissão de aposentados e deputado Luiz Claudio Marcolino cobram do banco respeito ao direito à saúde e apontam impactos financeiros das mudanças</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão dos Aposentados do Itaú/Unibanco, com o apoio do deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT), reuniu-se na quarta-feira (16) com representantes do Procon-SP para denunciar os prejuízos causados pelas mudanças no plano de saúde dos aposentados do banco. A reunião teve como objetivo buscar caminhos para garantir esse direito fundamental a quem dedicou anos de trabalho à instituição financeira.<br><br>A iniciativa do parlamentar soma-se à mobilização permanente dos aposentados, com apoio do movimento sindical, que vem pressionando o Itaú a retomar a oferta do convênio médico nos mesmos moldes garantidos quando os trabalhadores estavam na ativa.<br><br>Durante a reunião, os representantes dos aposentados formalizaram a denúncia e apresentaram os impactos concretos das alterações no plano. Pelo Procon-SP, participaram Carina Minc (assessora-chefe e diretora executiva), Álvaro B. Camilo (diretor de atendimento) e Luiz Orsati Filho (diretor executivo).<br><br>Apesar de se apoiar na legislação atual para negar o plano nos mesmos termos, o Itaú ignora que a reforma trabalhista de 2017 estabeleceu que acordos e convenções coletivas têm prevalência sobre a lei em temas trabalhistas. Ou seja, o banco pode – e deve – negociar uma solução com os representantes dos aposentados.<br><br><strong>Entenda o caso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o fim do período de manutenção da contribuição patronal ao plano de saúde, antes garantido pela Convenção Coletiva de Trabalho, os aposentados foram obrigados a migrar para planos individuais, com custo integral e sem qualquer subsídio da empresa.<br><br>O valor do novo plano chega a R$ 1.929 por pessoa – podendo ultrapassar R$ 4 mil no caso de um casal – o que tornou o convênio inviável para muitos aposentados. Desde então, eles vêm se mobilizando por uma solução justa, com o apoio do movimento sindical.<br><br>Desde outubro, a situação está sendo discutida em um processo mediado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Em 3 de dezembro, houve uma negociação com participação dos aposentados, representantes do banco e do MPT, mas, até agora, sem avanços significativos.<br><br>Frente ao impasse, aposentados, com o apoio dos sindicatos, intensificaram os protestos e têm promovido audiências públicas nas Assembleias Legislativas de São Paulo e do Rio de Janeiro, para dar visibilidade ao tema e reforçar a pressão por uma solução.</p>
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