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	<title>processo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>processo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Banco é multado em R$ 50 mil por descumprimento reiterado de decisões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 07:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização por dano moral]]></category>
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		<category><![CDATA[processo]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituição financeira deve pagar multa de R$ 50 mil porque se recusou a cumprir decisões judiciais O juiz Alexandre Afonso Knakiewicz, do Juizado Especial Cível de Toledo (PR), condenou um banco ao pagamento de multa de R$ 50 mil por descumprimento de decisões judiciais. As sanções foram impostas no âmbito de uma ação declaratória de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Instituição financeira deve pagar multa de R$ 50 mil porque se recusou a cumprir decisões judiciais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz Alexandre Afonso Knakiewicz, do Juizado Especial Cível de Toledo (PR), condenou um banco ao pagamento de multa de R$ 50 mil por descumprimento de decisões judiciais. As sanções foram impostas no âmbito de uma ação declaratória de inexistência de débito com pedido de indenização por dano moral movida por uma consumidora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher contestou na Justiça a inclusão de seu nome em um cadastro de inadimplentes por uma compra que não fez. Segundo o processo, ao perceber que seu cartão de crédito havia sido usado para uma compra de mais de R$ 5 mil, ela entrou em contato com a equipe de suporte do banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de reportar a fraude, atendentes informaram que o problema seria resolvido em até cinco dias. O valor da compra chegou a ser retirado da fatura do cartão da autora, mas, dias depois, voltou a ser cobrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco argumentou que a responsabilidade pela análise de contestações de compras por cartão de crédito é dos estabelecimentos. Disse que autorizou o pagamento e a cobrança da autora porque o credor da compra questionada não constatou indícios de fraude na transação. Alegou, ainda, que não estariam configurados conduta ilícita e nexo causal capazes de gerar dano à consumidora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em projeto de sentença posteriormente homologado, a juíza leiga Marcelle de Lima Cordeiro entendeu que ficou provado que a compra não foi feita pela titular do cartão. Ela determinou, então, a inexigibilidade da cobrança e condenou o réu a indenizá-la em R$ 3 mil. A exclusão do nome da autora de cadastros de inadimplentes já havia sido determinada por meio de liminar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recusa abusiva</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão transitou em julgado sem que o banco tenha apresentado recursos. A instituição indenizou a consumidora, mas voltou a cobrar a dívida e não tirou o nome da autora do cadastros de devedores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ante os descumprimentos da sentença pela instituição financeira, Knakiewicz estabeleceu multas de R$ 10 mil por cada novo ato de cobrança e de R$ 20 mil caso o nome da autora não fosse excluído de cadastros de inadimplentes em até 15 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passados quase dois meses, além de manter o cadastro da autora como devedora, o banco cobrou dela o valor considerado inexigível em três ocasiões. Com a soma pelos quatro descumprimentos, a multa cobrada chegou a R$ 50 mil.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Decisao-PR-Banco-Multado-em-50-Mil-por-Descumprimento-de-Determinacao.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Decisao-PR-Banco-Multado-em-50-Mil-por-Descumprimento-de-Determinacao.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo <a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Decisao-PR-Banco-Multado-em-50-Mil-por-Descumprimento-de-Determinacao.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Decisao-PR-Banco-Multado-em-50-Mil-por-Descumprimento-de-Determinacao.pdf">0012297-90.2023.8.16.0170</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco manipula jurisprudência e é condenado por litigância de má-fé</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-manipula-jurisprudencia-e-e-condenado-por-litigancia-de-ma-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 07:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[embargos de declaração]]></category>
		<category><![CDATA[escritório de advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[honorários advocatícios]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[litigância de má-fé]]></category>
		<category><![CDATA[Mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
		<category><![CDATA[Omissão de informação]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituição financeira alegou que sentença original teria extrapolado pedidos e analisado preliminares, o que não ocorreu A 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve uma sentença que condenou um banco a pagar multa de 1% sobre o valor da causa (que corresponde a apenas R$ 100) por litigância de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Instituição financeira alegou que sentença original teria extrapolado pedidos e analisado preliminares, o que não ocorreu</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve uma sentença que condenou um <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> a pagar multa de 1% sobre o valor da causa (que corresponde a apenas R$ 100) por litigância de má-fé depois de apresentar embargos que apontavam trechos inexistentes na decisão original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> também manipulou a jurisprudência ao omitir trecho de ementa do Superior Tribunal de Justiça que era desfavorável às suas pretensões no caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o escritório Galera Mari e Advogados Associados cobrava honorários advocatícios de serviços prestados ao <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> em outros dois processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença foi desfavorável, e o banco apresentou embargos de declaração alegando que a decisão extrapolou o pedido da banca autora, ao flexibilizar os termos do contrato, e cometeu erro material ao rejeitar uma preliminar de ilegitimidade passiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">instituição financeira</a> ainda apontou um precedente do Superior Tribunal de Justiça (<a href="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?termo=AREsp+1.720.988&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;chkordem=DESC&amp;chkMorto=MORTO" data-type="link" data-id="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?termo=AREsp+1.720.988&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;chkordem=DESC&amp;chkMorto=MORTO">AREsp 1.720.988</a>) que condiciona o recebimento de honorários à vitória do antigo cliente nas demandas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No julgamento dos embargos, a juíza Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo afirmou que “os fundamentos da sentença coadunam com a causa de pedir”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também indicou que a sentença original não analisou quaisquer preliminares, pois todas elas foram discutidas na decisão saneadora — na qual se confirma que o processo está em ordem e que a fase probatória pode começar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Embargos infinitos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“O embargante tem interposto embargos de declaração de todas as sentenças prolatadas advindas da relação com o embargado, insistindo em apontar trechos que não existem na sentença, apesar de este Juízo apontar, em todos, que não existem os trechos”, assinalou Zanolo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> “extrapola os limites da boa-fé processual” ao apontar afirmações “que não constam da sentença”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada ainda notou que o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> omitiu, de forma deliberada, a parte final da ementa do caso do STJ, que não favorecia suas alegações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último item do precedente dizia que, se parte significativa da remuneração do escritório estiver condicionada ao êxito, a revogação do mandato durante o processo deve autorizar a banca a apurar a proporção de honorários devidos pelo trabalho desempenhado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi levado ao TJ-MT, mas todos os pedidos foram rejeitados e a sentença foi mantida. O tribunal também negou um pedido de recurso especial ao STJ.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/10/sentenca-multa-litigancia-de-ma-fe-banco-embargos-trechos-inexistentes-decisao.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/10/sentenca-multa-litigancia-de-ma-fe-banco-embargos-trechos-inexistentes-decisao.pdf">Clique aqui para ler a sentença</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1030059-76.2022.8.11.0041</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Negociações com a Caixa são retomadas dia 26/5</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/negociacoes-com-a-caixa-sao-retomadas-dia-26-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Contratações]]></category>
		<category><![CDATA[jornada excessiva]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento sindical realiza uma nova rodada de negocia&#231;&#227;o da mesa permanente com a Caixa Econ&#244;mica Federal, no dia 26 de maio, a partir das 9h30, em Bras&#237;lia. Na ocasi&#227;o, os representantes dos trabalhadores v&#227;o cobrar mais uma vez o aceleramento no processo das contrata&#231;&#245;es, como forma de combater a precariza&#231;&#227;o das condi&#231;&#245;es de trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>O movimento sindical realiza uma nova rodada de negocia&ccedil;&atilde;o da mesa permanente com a Caixa Econ&ocirc;mica Federal, no dia 26 de maio, a partir das 9h30, em Bras&iacute;lia. Na ocasi&atilde;o, os representantes dos trabalhadores v&atilde;o cobrar mais uma vez o aceleramento no processo das contrata&ccedil;&otilde;es, como forma de combater a precariza&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho no banco.</p>
<p>De acordo com informa&ccedil;&otilde;es da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional das Associa&ccedil;&otilde;es do Pessoal da Caixa Econ&ocirc;mica Federal (Fenae), a Caixa n&atilde;o tem contratado e a expectativa &eacute; de que sa&iacute;am mais de 3 mil empregados com o Plano de Apoio &agrave; Aposentadoria (PAA).</p>
<p>Essa ser&aacute; a segunda reuni&atilde;o de 2015. A primeira aconteceu no dia 31 de mar&ccedil;o, quando foram debatidos pontos como contrata&ccedil;&otilde;es, processos seletivos, promo&ccedil;&atilde;o por m&eacute;rito, descumprimento de jornada e n&atilde;o-pagamento de horas extras, entre outros.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Processo por jornada excessiva</strong></span></p>
<p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT) ingressou com a&ccedil;&atilde;o de execu&ccedil;&atilde;o contra a Caixa por jornada excessiva. O processo requer a regulariza&ccedil;&atilde;o do controle de ponto em todas as ag&ecirc;ncias do banco no interior de S&atilde;o Paulo, dentro de 120 dias a partir da data determinada pela Justi&ccedil;a, sob pena de multa di&aacute;ria de R$ 50 mil. A medida pretende evitar fraude no registro da quantidade de horas trabalhadas pelos funcion&aacute;rios da empresa. A a&ccedil;&atilde;o tramita na 1&ordf; Vara do Trabalho de Araraquara (SP).</p>
<p>O banco foi acionado porque manteve a irregularidade, apesar de ter sido multado em R$ 500 mil por descumprir termo de ajustamento de conduta (TAC), assinado para acabar com a carga hor&aacute;ria di&aacute;ria de mais de 12 horas e com casos de horas extras n&atilde;o registradas. No TAC, firmado em 2003, a Caixa se comprometeu a registrar o hor&aacute;rio efetivamente trabalhado dos funcion&aacute;rios, proibindo que as chefias fizessem altera&ccedil;&otilde;es na anota&ccedil;&atilde;o de jornada.&nbsp;</p>
<p>Ap&oacute;s o recebimento de uma den&uacute;ncia, o MPT intimou o banco a comprovar a anota&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica de jornada, determinada pela Portaria n&ordm; 1.510/2009, do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE). Gra&ccedil;as &agrave; den&uacute;ncia, o MPT descobriu a exist&ecirc;ncia de um relat&oacute;rio de auditoria interna do pr&oacute;prio banco, realizada em 2012, cuja exist&ecirc;ncia a CEF n&atilde;o havia informado ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico.</p>
<p>De acordo com a auditoria interna da Caixa, as anota&ccedil;&otilde;es realizadas no sistema eletr&ocirc;nico Sipon n&atilde;o ocorrem de forma fidedigna h&aacute; muitos anos, inclusive com a supress&atilde;o de horas trabalhadas. O relat&oacute;rio apontava inclusive casos de funcion&aacute;rios trabalhando durante o per&iacute;odo de f&eacute;rias, sem anota&ccedil;&atilde;o do tempo de trabalho, e de per&iacute;odos do ano em que 70% da jornada era adulterada, sem o registro de horas extras.</p>
<p>&quot;O sistema utilizado pela empresa &eacute; simplesmente falho e n&atilde;o proporciona qualquer garantia de registro fidedigno de jornada. O interesse da Caixa est&aacute; bem claro: extrair mais trabalho sem remunerar proporcionalmente os empregados. Isso &eacute; feito todos os dias pelo banco&quot;, destaca procurador Rafael de Ara&uacute;jo Gomes, &agrave; frente do caso.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Doa&ccedil;&atilde;o</strong></span></p>
<p>Inicialmente a multa calculada pelo descumprimento era de R$ 4 milh&otilde;es. Mas em setembro de 2014 houve um acordo entre as partes, que reduziu o valor para R$ 500 mil., j&aacute; pago em favor de entidades beneficentes e &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos escolhidos pelo MPT.</p>
<p>Fonte: Contraf, Fenae e MPT</p>
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