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	<title>princípio da primazia da realidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>princípio da primazia da realidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Juíza condena banco a enquadrar analista de relacionamento como bancário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 07:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Bancário]]></category>
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		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Autor da ação comprovou que desempenhava funções de bancário Esse foi o fundamento adotado pela juíza Mariana Nascimento Ferreira, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, para condenar o NuBank a pagar a diferença de piso salarial da categoria dos bancários e dos reajustes previstos nas normas coletivas a um ex-funcionário que foi registrado [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-534b13f41243b357666a94f511263092">Autor da ação comprovou que desempenhava funções de bancário</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Esse foi o fundamento adotado pela juíza Mariana Nascimento Ferreira, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, para condenar o NuBank a pagar a diferença de piso salarial da categoria dos bancários e dos reajustes previstos nas normas coletivas a um ex-funcionário que foi registrado em outra função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso concreto, o autor alega que foi contratado pela Nu Pagamentos S.A — uma unidade de negócio do grupo financeiro —, mas que realizava atividades de outra empresa do grupo, a Nu Financeira S/A — Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o autor, durante todo o período em que trabalhou na empresa exercia atividades inerentes aos produtos do grupo como concessão de crédito, negociação de faturas em atraso, empréstimos e investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reclamada, por sua vez, defendeu que o trabalhador exercia a função de analista de relacionamento com o cliente e que sob qualquer ângulo, a Nu Pagamentos e a Nu Brasil Serviços não são bancos ou instituições financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a magistrada explicou que o enquadramento sindical, nos termos do artigo 511, §2º, da CLT, é feito a partir da definição das atividades preponderantes do empregador, salvo quanto aos profissionais de categoria profissional diferenciada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O art. 17, da Lei nº 4.595/64, a seu turno, determina que se enquadram como instituições financeiras as pessoas jurídicas cuja atividade principal ou acessória seja a coleta, intermediação ou aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros”, escreveu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza também pontuou que os depoimentos das testemunhas do autor corroboram a tese de que as empresas do grupo econômico atuam em conjunto como um verdadeiro empregador único.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“De consequência, condeno as reclamadas ao pagamento dos benefícios inerentes à categoria, a se saber, do auxílio-refeição, auxílio cesta alimentação, décima terceira cesta alimentação, PLR e vale-cultura, conforme valores e períodos previstos nas CCTs dos bancários acostadas”, resumiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a magistrada deu prazo de cinco dias após o trânsito em julgado e intimação, para que a empresa faça a anotação correta no contrato de trabalho do reclamante sob pena de multa revertida ao trabalhador.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Documento_4dd2f68-3-3.pdf">Clique aqui para ler a decisão</a></h6>



<h6 class="wp-block-heading">Processo 1000977-83.2023.5.02.0067</h6>
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