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	<title>Primeira Turma do Supremo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Primeira Turma do Supremo &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>STF transmitirá ao vivo depoimentos de Bolsonaro e outros réus da trama golpista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 08:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira Turma do Supremo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tentativa de Golpe de Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[Supremo inicia nova fase do julgamento com depoimentos dos oito denunciados do Núcleo 1 O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta terça-feira (3/6) a transmissão ao vivo dos interrogatórios dos oito réus na ação penal sobre uma trama golpista que teria atuado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder, mesmo após derrota na [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5231966c63bdbb63ddd4add28d0ef6c8">Supremo inicia nova fase do julgamento com depoimentos dos oito denunciados do Núcleo 1</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> confirmou nesta terça-feira (3/6) a transmissão ao vivo dos interrogatórios dos oito réus na ação penal sobre uma trama golpista que teria atuado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder, mesmo após derrota na tentativa de reeleição em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os depoimentos estão marcados para ocorrer entre os dias 9 e 13 de junho, na sala de sessões da Primeira Turma do Supremo, colegiado responsável pelo julgamento do caso. Todos os réus foram intimados para comparecer ao local às 14h da próxima segunda (9/6), incluindo o próprio Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por limitação de espaço, o acesso à imprensa foi reduzido a um número restrito de profissionais credenciados. Em caso de interesse, advogados e o público em geral podem solicitar acesso para acompanhar presencialmente. Para isso, é preciso enviar nome completo e CPF para o e-mail cerimonial@stf.jus.br até 12h de sexta (6), com o assunto “AP 2668”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a regra nos processos criminais é que o interrogatório de réus seja um ato público. Ainda que não seja comum a transmissão ao vivo do procedimento, em outras ações penais o Supremo já autorizou a presença de jornalistas e interessados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os interrogatórios deverão passar na <a href="https://www.youtube.com/@RadioeTVJustica" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/@RadioeTVJustica">TV Justiça</a> e no canal oficial do <a href="https://www.youtube.com/@STF_oficial" data-type="link" data-id="https://www.youtube.com/@STF_oficial">Supremo</a> no YouTube. As sessões estão convocadas para os seguintes horários, até que se encerrem todos os interrogatórios: 9/06 às 14h; 10/6 às 9h; 11/6 às 8h; 12/6 às 9h; e 13/6 às 9h.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Réus</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os oito réus na ação penal sobre o núcleo “crucial” da trama golpista, composto pelos líderes do suposto complô, deverão ser ouvidos na seguinte ordem: primeiro o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator da trama golpista; e depois os demais em ordem alfabética:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Deputado federal <strong>Alexandre Ramagem</strong> (PL-RJ), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Almirante <strong>Almir Garnier</strong>, ex-comandante da Marinha</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Anderson Torres</strong>, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>General reformado do Exército <strong>Augusto Heleno</strong>, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI)</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Jair Bolsonaro</strong>, ex-presidente da República</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>General reformado do Exército <strong>Paulo Sérgio Nogueira</strong>, ex-ministro da Defesa</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>General reformado do Exército <strong>Walter Braga Netto</strong>, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil e candidato a vice na chapa de Bolsonaro em 2022 (falará por videoconferência por estar preso preventivamente desde dezembro de 2024).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Todos foram acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) dos mesmos cinco crimes: organização criminosa armada; tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado por violência e grave ameaça; deterioração de patrimônio tombado da União. Somadas, as punições podem chegar a 40 anos de prisão, pena máxima no Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Direito ao silêncio</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pelas regras constitucionais e penais, nenhum réu é obrigado a responder a nenhuma pergunta, e o silêncio não pode ser interpretado como confissão ou considerado como prejuízo à defesa. É possível responder apenas às questões dos advogados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo intimado, o réu pode pedir dispensa do interrogatório, ou ainda não comparecer. O procedimento, porém, é a oportunidade para o réu ser ouvido diretamente sobre os crimes imputados, dando sua versão na presença do juiz responsável, no caso, o ministro Alexandre de Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Código de Processo Penal (CPP) prevê ainda algumas perguntas que devem ser feitas a todo réu. Por exemplo:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se a acusação é verdadeira;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se não for, porque acredita que foi feita e se sabe quem é o verdadeiro autor do suposto crime;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se tem algo a falar contra alguma das testemunhas ou provas.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Onde estava quando o crime foi cometido;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se teve conhecimento dos atos ilegais enquanto eram praticados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Poderão ser feitas perguntas ainda sobre os detalhes dos fatos investigados, as provas e qualquer pormenor que possa ajudar a esclarecer a denúncia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os interrogatórios ocorrem depois de Moraes ter presidido, nesta segunda (2), a última audiência da fase de oitiva das testemunhas de acusação e defesa na ação penal. Ao todo, foram ouvidas 52 pessoas, de acusação e defesa, além de mais duas que apresentaram manifestações por escrito. Não sendo obrigadas a falar, outras 28 foram dispensadas pelas defesas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Próximos passos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do interrogatório dos réus na próxima semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e os advogados poderão pedir mais providências e depoimentos, à luz do que tenha sido dito pelas testemunhas e réus. Para isso, em geral, é necessário que tenham surgido novos fatos que justifiquem as medidas adicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso não haja novidades a serem apuradas, a tendência é que o relator abra prazo para as alegações finais das partes, em que devem ser apresentadas as últimas alegações, tanto de acusação como das defesas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recebidas essas últimas manifestações, Moraes deverá preparar seu voto sobre a condenação ou a absolvição dos réus e em seguida liberar a ação penal para julgamento também pelos demais quatro ministros que compõem a Primeira Turma do Supremo &#8211; Cristiano Zanin, Luiz Fux, Flávio Dino e Cármen Lúcia.</p>
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