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	<title>previsão de expansão da economia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>previsão de expansão da economia &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mercado eleva para 2,46% projeção de expansão da economia em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 15:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) é crescimento de 1,85% A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,43% para 2,46%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fbd33f0051f85a52fe69186df7821702">Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) é crescimento de 1,85%</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,43% para 2,46%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/mercado-eleva-para-246-projecao-de-expansao-da-economia-em-2024/">Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) é crescimento de 1,85%</a>. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro também projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, superando as projeções, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/economia-brasileira-cresce-29-em-2023" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>economia brasileira cresceu 2,9%</strong></a>, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,33 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,30.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inflação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta edição do Focus, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – em 2024 subiu de 4,25% para 4,26%. Para 2025, a projeção da inflação ficou em 3,92%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2025, entrará em vigor o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/bc-descumprira-meta-se-inflacao-ficar-fora-do-alvo-por-seis-meses" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sistema de meta contínua</strong></a>, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, puxado principalmente pelo preço da gasolina, passagens de avião e energia elétrica, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-08/inflacao-oficial-sobe-para-038-em-julho-puxada-pela-gasolina" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>inflação do país</strong></a>&nbsp;foi 0,38% , após ter registrado 0,21% em junho. De acordo com o IBGE, em 12 meses, o IPCA acumula 4,5%, no limite superior da meta de inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inflação de agosto será divulgada na próxima segunda-feira (9).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Taxa de juros</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-07/copom-mantem-juros-basicos-em-105-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>taxa básica de juros</strong></a>, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Diante de um ambiente externo adverso e do aumento das incertezas econômicas, na última reunião no fim de julho, o BC decidiu pela manutenção da Selic, pela segunda vez seguida, após um ciclo de sete reduções que foi de agosto de 2023 a maio de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à&nbsp;alta no&nbsp;preço&nbsp;de alimentos, energia e&nbsp;combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete reuniões seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do início do ciclo de alta, em março de 2021, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. O índice ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A próxima reunião do Copom está marcada para 17 e 18 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 no patamar que está hoje, em 10,5% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 10% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
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