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	<title>Previsão de aumento do PIB &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Previsão de aumento do PIB &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Mercado eleva previsão para expansão da economia em 2025</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/mercado-eleva-previsao-para-expansao-da-economia-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 12:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[economia 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Expansão da Economia 2026]]></category>
		<category><![CDATA[PIB 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Previsão de aumento do PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Expectativa para o PIB sobe de 1,97% para 1,98% A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia em 2025 foi elevada de 1,97% para 1,98%, de acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (14), em Brasília. A pesquisa é realizada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-844e0196e3d7e4f454415dba1fb4dc81"> Expectativa para o PIB sobe de 1,97% para 1,98%</h4>



<p></p>



<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia em 2025 foi elevada de 1,97% para 1,98%, de acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (14), em Brasília. A pesquisa é realizada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</strong></p>



<p>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país – também subiu &#8211; de 1,6% para 1,61%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/economia-brasileira-cresce-34-em-2024-maior-alta-desde-2021" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%</strong></a>. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>



<p><strong>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,90 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,97.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Inflação</h4>



<p><strong>A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – para 2025 foi mantida em 5,65% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção da inflação ficou em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,79%, respectivamente</strong>.</p>



<p>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/inflacao-desacelera-e-fecha-marco-em-056-pressionada-por-alimentos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Em março, a inflação fechou em 0,56%</strong></a>, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos.</p>



<p>Apesar dessa pressão, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; perdeu força em relação a fevereiro, quando marcou 1,31%. No acumulado em 12 meses, o IPCA soma 5,48%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Juros básicos</h4>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1425-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano</strong></a>.</p>



<p><strong>A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</strong></p>



<p>Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o BC, a inflação cheia e os núcleos &#8211; medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia &#8211; continuam em alta. O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo.</p>



<p><strong>Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso.</strong>&nbsp;Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em um ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de janeiro.</p>



<p><strong>Até dezembro próximo, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</strong></p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
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