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	<title>Prevenção &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Prevenção &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Governo lança pacto nacional contra feminicídio; entenda</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-lanca-pacto-nacional-contra-feminicidio-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 07:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Eloá Cristina Pimentel]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Nacional de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres (PNAINFO)]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, que será lançado nesta semana. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio nesta quarta-feira (4/2). Lula ponderou que a ação ocorre porque é um “compromisso de toda a sociedade”. O presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-90fc6e422259d74e16c60d6cfa16e6f4">Presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, que será lançado nesta semana.</h4>



<p>O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará o Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio nesta quarta-feira (4/2). Lula ponderou que a ação ocorre porque é um <em>“compromisso de toda a sociedade”</em>.</p>



<p>O presidente escreveu, nas redes sociais, que os homens deveriam aderir às ações contra violência de gênero, <em>“assumindo a responsabilidade”</em>:</p>



<p><em>“Essa não é uma batalha só das mulheres, mas um compromisso de toda a sociedade. Nós, homens, temos que nos somar e nos comprometer de verdade com essa luta. E assumir a responsabilidade de acabar com a violência contra as mulheres”</em>, escreveu o presidente Lula nas redes sociais, neste domingo (1/2).</p>



<p>Lula deve assinar o pacto junto a outras autoridades dos Três Poderes no Palácio do Planalto, cujo documento apresenta medidas de combate à violência de gênero, de acordo com a ministra da secretaria de relações institucionais, Gleisi Hoffmann, na última quarta-feira (28/1).</p>



<p><em>“Outra coisa importante também, que vai envolver o Legislativo, que vai envolver o Judiciário, é a assinatura do Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio. Nós vamos fazer no dia 4 de fevereiro uma assinatura de um pacto, como nós fizemos um pacto em defesa da democracia, em um pacto pela transformação ecológica”</em>, afirmou a ministra a jornalistas na última quarta (28/2). <em>“Os Três Poderes vão assinar, é um compromisso de colocarmos ações e práticas que efetivamente façam o enfrentamento ao feminicídio. Nós estamos indo para esse enfrentamento, e isso tem preocupado muito a sociedade”</em>, continuou.</p>



<p>O Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio foi instituído em 2023 pelo governo. Das 27 unidades federativas, apenas 8 estados ainda não aderiram ao pacto.</p>



<p>O pacto é lançado quase um mês depois de Lula instituir o Dia Nacional de Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio, a ser lembrado anualmente em 17 de outubro, publicado no Diário Oficial da União (DOU). A data homenageia postumamente Eloá Pimentel, morta na data em 2008.</p>



<p>O dia foi escolhido por marcar a morte de Eloá Cristina Pimentel, assassinada em 17 de outubro de 2008, em Santo André (SP), em um caso que se tornou símbolo da violência de gênero no país.</p>



<p>A norma foi sancionada pelo presidente Lula e assinada também pelas ministras Márcia Lopes (Mulheres), Macaé Evaristo (Direitos Humanos e da Cidadania) e Margareth Menezes (Cultura).</p>



<p>Além da criação da data simbólica, o governo também sancionou a alteração da legislação que instituiu a Política Nacional de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres (PNAINFO), por meio da Lei nº 15.336. A nova norma estabelece que, a cada dois anos, o poder público deverá divulgar, em meio eletrônico, um relatório nacional unificado com dados sobre a violência contra mulheres, com base no Registro Unificado de Informações.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Feminicídio</h4>



<p>O feminicídio, definido como o assassinato de mulheres por razões relacionadas ao gênero, segue como um dos crimes mais graves enfrentados pelo Brasil, que ocupa atualmente o 5º lugar no ranking mundial de casos.</p>



<p>Apesar dos avanços institucionais, os números de feminicídio seguem elevados. O Brasil registrou 1.459 vítimas em 2024, aumento de 0,69% em relação a 2023, de acordo com dados do Mapa da Segurança Pública 2025. Isso equivale a quatro mulheres assassinadas por dia em razão de gênero. Entre 2015 e 2024, foram 11,6 mil casos registrados no país.</p>



<p>O levantamento aponta ainda que, embora os homicídios de mulheres tenham recuado 8,78% em 2024, o total permanece alto: 2.422 mulheres assassinadas, cerca de sete por dia. Os dados sobre estupro também são considerados críticos, com 71.834 vítimas em 2024, o equivalente a 196 mulheres violentadas por dia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção ao feminicídio</h4>



<p>Nos últimos anos, o governo federal ampliou uma série de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e de gênero. Em 2025, foi criado o Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar), ferramenta que padroniza o registro de informações de vítimas no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).</p>



<p>Houve, ainda, o programa Antes que Aconteça, voltado ao financiamento de ações preventivas e ao fortalecimento da rede de proteção às mulheres. Na segurança pública, o Ministério da Justiça (MJ-SP) lançou, também, o Programa Nacional das Salas Lilás, que estabelece diretrizes para o acolhimento humanizado e especializado de mulheres e meninas vítimas de violência em delegacias, fóruns e outras instituições do sistema de Justiça.</p>



<p>Em 2024, uma portaria do Ministério da Justiça determinou que 10% dos repasses obrigatórios do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) aos estados e ao Distrito Federal sejam destinados exclusivamente a políticas de enfrentamento à violência contra a mulher.</p>
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		<item>
		<title>‘Abuso sexual infantil deixa marcas para a vida inteira’, alertam especialistas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/abuso-sexual-infantil-deixa-marcas-para-a-vida-inteira-alertam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 07:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso sexual infantil]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[Exploração]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças, educadoras explicaram a importância de políticas de prevenção A cada hora, mais de duas crianças ou adolescentes são vítimas de abuso sexual no Brasil, segundo dados do Disque 100 e do Ministério da Saúde. Apesar de alarmante, esse número pode ser ainda maior, já que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-3e4bb4ff366e717033a58abdf2cc8e01">No Dia Nacional de Combate à Violência Sexual contra Crianças, educadoras explicaram a importância de políticas de prevenção</h4>



<p>A cada hora, mais de duas crianças ou adolescentes são vítimas de abuso sexual no Brasil, segundo dados do Disque 100 e do Ministério da Saúde. Apesar de alarmante, esse número pode ser ainda maior, já que muitos casos não chegam ao conhecimento das autoridades.</p>



<p>No domingo, 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, especialistas reforçaram que enfrentar esse problema exige conscientização, acolhimento e, principalmente, prevenção.</p>



<p>A psicóloga Neusa Maria, que é co-fundadora do projeto <a href="https://www.eumeprotejo.com/" data-type="link" data-id="https://www.eumeprotejo.com/">Eu Me Protejo</a>, alerta: “O abuso sexual causa danos profundos que podem se estender por toda a vida. Muitas vezes desencadeia doenças psíquicas como transtorno de estresse pós-traumático, depressão e ansiedade. Ele também pode elevar o risco de dependência química e até criar comportamentos violentos futuramente”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Abuso disfarçado de afeto</h4>



<p>O abuso sexual na infância quase sempre ocorre num contexto de confiança e afeto, o que dificulta a percepção e denúncia pela criança. Segundo o relatório Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil, 85,1% dos autores de crimes de assédio contra uma criança são pessoas conhecidas da vítima.</p>



<p>“O que acontece é que, muitas vezes, a criança nem se dá conta de que aquilo é uma violência sexual, porque não vem, necessariamente, acompanhada de agressão física. No caso da violência intrafamiliar, ela costuma vir disfarçada de carinho e amor. A criança não entende como abuso algo que o adulto, que deveria protegê-la, está fazendo”, alerta Neusa Maria.</p>



<p>Mesmo assim, o silêncio persiste, alimentado pelo tabu social. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que apenas 8,5% desses crimes são denunciados às autoridades policiais e entram nos sistemas oficiais de registro. “A escola, a família e a sociedade raramente falam abertamente sobre violência sexual infantil. Isso facilita a naturalização e o aumento dos casos. Muitas vezes, só nos sensibilizamos quando uma tragédia acontece, como a morte de uma criança vítima de abuso”, lamenta a psicóloga.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção começa cedo</h4>



<p>A educação para prevenir o abuso sexual infantil ainda é falha no Brasil. Poucas famílias e escolas públicas têm acesso a materiais acessíveis e de qualidade que orientem crianças e responsáveis a identificar sinais de abuso e saber como agir.</p>



<p>Para a jornalista Patrícia Almeida, também fundadora do Eu Me Protejo, é fundamental ensinar desde cedo que as crianças têm direito sobre o próprio corpo. “Tem que começar lá na pré-escola. Desde que a criança nasce, você já vai ensinando consentimento.Quando aprendem isso, elas ganham voz e coragem para denunciar”, afirma.</p>



<p>Ela criou a organização quando percebeu que um conteúdo que fez para sua filha com síndrome de Down sobre como defender seu corpo estava ganhando popularidade entre especialistas: “Usamos materiais educativos, vídeos e cartilhas com linguagem simples e imagens que facilitam o entendimento para crianças, mesmo aquelas com deficiência. Nosso objetivo é que elas reconheçam situações de abuso e saibam que podem falar sobre isso”, explica.</p>



<p>O projeto, portanto, surgiu com o propósito de atuar nos espaços da sociedade que elas identificaram insuficiências na educação e proteção da infância. Para Patrícia, “não é só uma responsabilidade da família ensinar as crianças a se protegerem. Isso tem que estar na escola”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sinais de abuso</h4>



<p>Reconhecer mudanças no comportamento das crianças pode ser fundamental para interromper o ciclo da violência. Entre os principais sinais de alerta estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Isolamento repentino</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Agressividade incomum</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Distúrbios no sono</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Automutilação</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Medo de estar com determinados adultos</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regressão no comportamento (como voltar a urinar na cama)</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Quem mais sofre</h4>



<p>A violência sexual não atinge todas as crianças igualmente: crianças negras e com deficiência estão em maior risco. A pobreza também amplia a vulnerabilidade, especialmente em casos de mãe solo, que precisam deixar seus filhos com terceiros para trabalhar.</p>



<p>Os dados confirmam esse cenário: Em 2023, quase 90% das vítimas de violência sexual infantil eram do sexo feminino, e 52,8% eram negras. A faixa etária mais atingida é a de 10 a 14 anos, mas o registro de casos de menores de 4 anos aumentou em quase 25% em 2023.</p>



<p>Em crianças com deficiência, a comunicação muitas vezes é diferente. Com isso, é preciso observar alterações no olhar e no comportamento.</p>



<p>A psicóloga Neusa Maria relembra um caso emblemático: durante uma palestra em um abrigo para crianças com deficiência, uma adolescente com paralisia cerebral conseguiu relatar um abuso apenas com movimentos dos olhos. “Isso mostra a importância da atenção e da escuta sensível para proteger essas crianças.” Semanas depois, descobriram que a jovem estava grávida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acolhimento e rede de proteção</h4>



<p>Apesar dos esforços coletivos, a rede pública ainda é insuficiente para garantir acolhimento e atendimento adequados. “Falta uma articulação integrada entre saúde, assistência social, justiça e educação para dar seguimento às denúncias”, afirma Patrícia.</p>



<p>Existe uma lacuna nos protocolos de como agir nesses casos. Muitas vezes, a ocorrência de um assédio contra uma criança é jogada de um lado para o outro, passando por diversas instituições, sem receber o apoio correto ou uma solução. Órgãos como o Conselho Tutelar, Delegacias Especializadas, Ministério Público, escolas e UBSs não têm sistemas claros de comunicação e as informações acabam se perdendo ou não chegando a uma denúncia e investigação eficaz.</p>



<p>“Quanto mais canais de denúncia e quanto mais pessoas informadas, mais notificações teremos — e com mais estatísticas, mais políticas públicas”, ressalta a jornalista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Canais oficiais de denúncia</h4>



<p>Além do trabalho fundamental realizado por institutos como o Eu Me Protejo, que atuam na prevenção e orientação sobre o abuso sexual infantil, existem diversos canais oficiais destinados a receber denúncias e garantir proteção às vítimas.</p>



<p>O Disque 100 é a Central de Direitos Humanos do Governo Federal, com atendimento gratuito, anônimo e disponível 24 horas por dia para receber denúncias de violação dos direitos humanos, incluindo violência sexual contra crianças e adolescentes.</p>



<p>Os Conselhos Tutelares, presentes em todos os municípios, são órgãos responsáveis por zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes. Podem ser acionados diretamente pela população em casos de suspeita ou confirmação de abuso.</p>



<p>As Delegacias da Mulher (DEAMs) são especializadas no atendimento a vítimas de violência contra mulheres e crianças, oferecendo suporte e abrindo inquéritos policiais para investigação e responsabilização dos agressores.</p>



<p>O Aplicativo Proteja Brasil, desenvolvido em parceria pela UNICEF e o Ministério dos Direitos Humanos, permite que qualquer pessoa faça denúncias diretamente pelo celular, de forma prática, rápida e segura, facilitando o acesso aos órgãos competentes.</p>



<p>Em situações de emergência, a Polícia Militar (190) deve ser acionada para garantir a segurança da vítima e o pronto atendimento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>‘Surto de virose’: infectologista explica sintomas, prevenção e cuidados</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/surto-de-virose-infectologista-explica-sintomas-prevencao-e-cuidados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 08:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[falta de saneamento]]></category>
		<category><![CDATA[Norovirus 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Norovírus tem capacidade de causar grandes surtos porque contamina a água com facilidade Nos últimos meses, multiplicaram-se os relatos de casos identificados pelos médicos como viroses. Sintomas como febre, diarreia, vômito, dor de cabeça, cansaço, dor muscular, dor de garganta e tosse passaram a ser queixas comuns em unidades de saúde de todo o país. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8990b87df0f53d0fdd3529cbecfeca4a">Norovírus tem capacidade de causar grandes surtos porque contamina a água com facilidade</h4>



<p>Nos últimos meses, multiplicaram-se os relatos de casos identificados pelos médicos como viroses. Sintomas como febre, diarreia, vômito, dor de cabeça, cansaço, dor muscular, dor de garganta e tosse passaram a ser queixas comuns em unidades de saúde de todo o país.</p>



<p>No início do ano, um surto de virose, ligado ao “norovírus”, causou a proliferação de contaminados no litoral de São Paulo. Além desse, outros inúmeros vírus comuns nesta época do ano seguem provocando doenças como dengue, chikungunya, zika, Rotavírus, dentre outras.</p>



<p>O <a href="https://iclnoticias.com.br/" data-type="link" data-id="https://iclnoticias.com.br/">ICL Notícias</a> conversou com o médico infectologista Alberto Chebabo, Diretor Médico do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. Alberto falou sobre a prevenção e os cuidados que devem ser tomados contra as viroses.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Proliferação das viroses</h4>



<p>“No verão, a gente normalmente tem o aumento de algumas doenças respiratórias e o vírus respiratório começa a aparecer agora nesse início de outono também. O rinovírus, que causa o resfriado, é bastante comum nessa época. Há outros vírus respiratórios, além das doenças mais comuns no verão, como as arboviroses, a dengue, chikungunya, zika, são viroses que circulam concomitantemente nessa época do ano.</p>



<p>Também há as viroses que acometem o trato intestinal, como por exemplo, o rotavírus, com quadro de diarreia, relacionado à questão da falta de saneamento”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Norovírus</h4>



<p>“O norovírus é um vírus de transmissão hídrica, principalmente. Ou seja, é transmitido pela água. Em locais onde você tem um saneamento não tão adequado, você pode ter contaminação dos mananciais de água ou de regiões em que as pessoas se banham com praias e rios, e as pessoas ao entrarem em contato com essa água, acabam engolindo ou entrando em contato através das mucosas e se contaminando.</p>



<p>O norovírus tem essa capacidade de causar grandes surtos porque ele contamina a água com muita facilidade e a partir da infecção, há um risco de transmissão de pessoa a pessoa. O norovírus não tem uma sensibilidade muito bem definida em relação ao verão ou inverno. Inclusive nos Estados Unidos, a maior parte dos surtos acontecem no inverno. Está muito mais relacionado a essa desestruturação da rede de distribuição de água e tratamento de esgoto, e principalmente uma aglomeração maior de pessoas em uma determinada cidade, em uma determinada região, com um maior risco de infecção e surtos.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prevenção</h4>



<p>“Principalmente no caso dessas viroses que causam diarreia, gastroenterite, é se alimentar adequadamente, evitar comer alimentos que não estejam conservados adequadamente. Evitar comer alimentos que estejam expostos ou que sejam manipulados por mais de uma pessoa. Evitar se expor em áreas contaminadas, ver as condições de balneabilidade das praias ou dos locais, dos rios, lagoas, onde as pessoas vão se banhar para entender se aquela praia, aquele local tem condições de balneabilidade adequada, se não tem contaminação por esgoto, porque essas são as principais fontes de contaminação.</p>



<p>Obviamente, sempre higienizar bem as mãos antes de tocar no alimento, lavar bem as mãos para não se contaminar e não contaminar. Para aquelas pessoas que já estão doentes é fazer uma boa higienização do banheiro e das mãos sempre que for ao banheiro porque existe o risco de transmissão intradomiciliar dessas viroses gastrointestinais”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cuidados</h4>



<p>“A primeira coisa é se hidratar bastante, beber bastante líquido, inclusive com um soro caseiro ou esses soros que a gente compra na farmácia de reidratação para se manter hidratado. Se a pessoa tiver com vômitos que não permitam ela se hidratar, ela deve buscar imediatamente atendimento médico para evitar o risco de desidratação, de ter uma complicação relacionada com a doença.</p>



<p>Aqueles que são mais frágeis, os idosos e as crianças muito pequenas, se começarem a apresentar um quadro de diarreia, febre, vômitos, devem buscar imediatamente atendimento porque precisam ser avaliados, pois essas pessoas têm um risco de complicação. Principalmente os idosos devem buscar atendimento médico para serem avaliados e ter algum tipo de acompanhamento médico durante o quadro infeccioso.</p>



<p>Em casos de febre, utilizar antitérmicos para controlar a temperatura. Mas, o mais importante de tudo é a hidratação oral”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério das Mulheres lança guia sobre prevenção a feminicídios</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ministerio-das-mulheres-lanca-guia-sobre-prevencao-a-feminicidios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 07:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[erradicação]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[ONU Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[violência de gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[Pasta busca mais diálogo com homens para erradicar violência de gênero O Ministério das Mulheres está divulgando uma cartilha do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, produzida em parceria com a ONU Mulheres, com o objetivo de prevenir todas as formas de violência de gênero, discriminação e misoginia contra meninas e mulheres, por meio da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4bc329a5decdb5b2084d469f60b0ac5a">Pasta busca mais diálogo com homens para erradicar violência de gênero</h4>



<p>O <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/mulheres/pt-br">Ministério das Mulheres</a> está divulgando uma cartilha do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, produzida em parceria com a <a href="https://www.onumulheres.org.br/" data-type="link" data-id="https://www.onumulheres.org.br/">ONU Mulheres</a>, com o objetivo de prevenir todas as formas de violência de gênero, discriminação e misoginia contra meninas e mulheres, por meio da implementação de ações governamentais em diferentes setores.</p>



<p>Dividido em quatro partes, o guia mostra o cenário da violência contra as mulheres no Brasil, relatando o histórico das políticas de enfrentamento ao problema e traz explicações sobre estereótipos de gênero, empoderamento e características da violência baseada em gênero.</p>



<p>A cartilha também identifica e explica quais os tipos mais frequentes de violência contra mulheres, quais são as características primárias e secundárias das agressões baseadas em gênero e quais as diferenças entre os tipos de feminicídio.</p>



<p>O guia <a href="https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&amp;q=minist%C3%A9rio+das+mulheres" data-type="link" data-id="https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&amp;q=minist%C3%A9rio+das+mulheres">pode ser baixado no site</a> do Ministério das Mulheres.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Laço Branco</h4>



<p>Na última sexta-feira (6/12), foi celebrado o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Instituída no país pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11489.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11489.htm">Lei nº 11.489/2007</a>, a data é conhecida como Campanha do Laço Braço e faz parte da jornada dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, e destaca que o engajamento dos homens é um passo fundamental rumo à erradicação da violência de gênero.</p>



<p>O Ministério das Mulheres tem buscado mais diálogo com os homens por meio da mobilização nacional permanente pelo Feminicídio Zero, que busca conscientizar e engajar os diversos setores da sociedade brasileira no compromisso de por fim a todas as formas de violência contra as mulheres. Entre os principais parceiros da ação estão os clubes de futebol, visto que os registros de ameaça contra mulheres aumentaram 23,7% nos dias em que um dos times da cidade joga, segundo pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>



<p>Em novembro deste ano, <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2024/novembro/ministerio-das-mulheres-e-cbf-firmam-parceria-pelo-feminicidio-zero-e-protocolo-nao-e-nao" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2024/novembro/ministerio-das-mulheres-e-cbf-firmam-parceria-pelo-feminicidio-zero-e-protocolo-nao-e-nao">o Ministério das Mulheres e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) assinaram a Carta-Compromisso pelo Feminicídio Zero</a> formalizando a adesão da entidade à mobilização nacional, e o Acordo de Cooperação Técnica para a implementação do Protocolo Não é Não em arenas esportivas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novembro Azul é uma campanha de conscientização sobre a prevenção de câncer de próstata</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/novembro-azul-e-uma-campanha-de-conscientizacao-sobre-a-prevencao-de-cancer-de-prostata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Nov 2024 07:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[dosagem de antígeno prostático específico (PSA)]]></category>
		<category><![CDATA[Fundacentro]]></category>
		<category><![CDATA[Novembro Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[71 mil casos novos de câncer de próstata estão previstos para o triênio 2023-2025 no Brasil Novembro Azul é uma campanha realizada no mundo inteiro durante todo o mês de novembro, visando conscientizar os homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. O câncer é um fator de saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1275a2fde95aacc8460e8e4e0484bda4">71 mil casos novos de câncer de próstata estão previstos para o triênio 2023-2025 no Brasil</h4>



<p>Novembro Azul é uma campanha realizada no mundo inteiro durante todo o mês de novembro, visando conscientizar os homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata.</p>



<p>O câncer é um fator de saúde pública mundial. De acordo com especialistas, o Sistema de Informação sobre Mortalidade e dos Registros de Câncer de Base Populacional estima que, para o <a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/estimativa-2023.pdf" data-type="link" data-id="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/estimativa-2023.pdf">triênio 2023-2025</a>, são esperados 704 mil casos novos de câncer no Brasil. O câncer de próstata é um dos mais incidentes, com 71.730 mil casos novos, correspondendo a um risco estimado de 67,86 casos a cada 100 mil homens.</p>



<p>A sua detecção é feita por meio de exame de toque retal (exame de próstata). Os especialistas comentam que o exame é importante para detectar precocemente o aparecimento da doença, bem como problemas na próstata. Outro exame é a dosagem de antígeno prostático específico (PSA) feita por meio da coleta de sangue para medir os níveis de PSA, uma substância produzida pela próstata. Mas ressaltam que é importante que o médico observe, mesmo com os níveis elevados do PSA, a existência de outras condições benignas na próstata.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estudos</h4>



<p>Existem estudos que explicam que o câncer de próstata pode estar relacionado ao trabalho, tais como trabalho em turnos, fundição de metais não ferrosos, aplicação de agrotóxicos, herbicidas orgânicos, inseticidas, produção de borrachas, bombeiros e outros.</p>



<p>É imprescindível que os homens conversem com seus médicos sobre o risco de câncer de próstata, principalmente se existem fatores de risco, como histórico familiar da doença.</p>



<p>A <a href="https://www.gov.br/fundacentro/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/fundacentro/pt-br">Fundacentro</a>, por sua vez, exerce um papel fundamental de pesquisa na área de segurança e saúde no trabalho – fomentando estudos que possibilitem a prevenção de doenças, acidentes e mortes nos ambientes de trabalho. A biblioteca da instituição disponibiliza uma série de conteúdos técnico-científicos em SST, acesse o <a href="https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/centrais-de-conteudo/biblioteca/publicacoes-institucionais" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/centrais-de-conteudo/biblioteca/publicacoes-institucionais">acervo</a> de forma gratuita e também a <a href="https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/centrais-de-conteudo/rbso" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/centrais-de-conteudo/rbso">Revista Brasileira de Saúde Ocupacional &#8211; RBSO</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Outubro Rosa reforça a importância do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/outubro-rosa-reforca-a-importancia-do-diagnostico-precoce-no-combate-ao-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 07:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[exames de rotina]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, Brasil deve registrar 73.600 novos casos de câncer de mama neste ano Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, conhecido como Outubro Rosa. A campanha tem como objetivo alertar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, além de promover [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-71f141d7211dbbf454eb63ea99608028">De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, Brasil deve registrar 73.600 novos casos de câncer de mama neste ano</h4>



<p>Outubro é o mês de conscientização sobre o câncer de mama, conhecido como Outubro Rosa. A campanha tem como objetivo alertar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, além de promover maior acesso aos serviços de saúde. Em 2024, o câncer de mama permanece como o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil, com uma estimativa de 73.600 novos casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). No estado de São Paulo, a previsão é de 20.470 novos diagnósticos. Esses números trazem alerta e reforçam a relevância da conscientização e da prevenção da doença.</p>



<p>Em entrevista, a oncologista Solange Sanches, liderança do Centro de Referência em Tumores da Mama do A.C.Camargo Cancer Center, respondeu dúvidas frequentes sobre a doença:</p>



<h4 class="wp-block-heading">A partir de que idade as mulheres devem começar a fazer exames de rotina?</h4>



<p>As mulheres podem ser acometidas pelo câncer de mama em qualquer idade. Para o diagnóstico precoce, o rastreamento do câncer de mama, por meio da mamografia, é indicado a partir dos 40 anos. A medicina no Brasil vive um momento de identificar lesões pequenas, que não são encontradas em exame clínico. Para mulheres mais jovens, com histórico familiar de câncer, é importante consultar um especialista para avaliar a necessidade de exames específicos. Fazer rastreamento para diagnóstico precoce é muito importante.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O autoexame da mama é suficiente para detectar o câncer?</h4>



<p>O autoexame é uma excelente técnica de autoconhecimento, muito importante para a mulher conhecer o próprio corpo. No entanto, ele não é suficiente para o diagnóstico do câncer de mama. É preciso realizar métodos de rastreamento como exames de imagem, que incluem mamografia, ultrassom e, eventualmente, ressonância. Esses procedimentos detectam lesões menores que não podem ser palpadas pela paciente. O autoexame não deve ser deixado de lado, mas ele não pode ser considerado o método do diagnóstico para câncer de mama.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Todo nódulo na mama é câncer?</h4>



<p>Nem todo nódulo é câncer, mas todo nódulo deve ser avaliado por um médico. Exames como mamografia ou ultrassom podem ajudar a determinar se o nódulo é benigno ou maligno. Em alguns casos, imagens não conseguem classificar como cancerígeno ou não. Procedimentos como punção ou biópsia determinam o resultado definitivo da lesão. Saber se um nódulo é benigno ou maligno vai depender da velocidade de crescimento, alterações de imagens e todas essas características devem ser vistas rapidamente por um médico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quais são os principais fatores de risco para o câncer de mama?</h4>



<p>Os principais fatores de risco incluem ser mulher. A gente não pode esquecer que homens também podem ter câncer de mama embora ocorra em uma proporção muito menor. Outros fatores como familiares de câncer – com ênfase no de mama – obesidade, consumo de álcool, uso de hormônios (pílulas anticoncepcionais) e fatores genéticos podem aumentar a predisposição à doença. O estilo de vida como, por exemplo, alimentação saudável e atividade física também ajudam a reduzir o risco.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O medo e o preconceito prejudicam a prevenção do câncer de mama?</h4>



<p>Sim. O medo e a falta de informação podem atrasar o diagnóstico e prejudicar as chances de cura. O câncer, com o de mama, quando diagnosticado precocemente, tem altas taxas de cura. É importante combater o medo com informação e realizar exames preventivos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como funciona o tratamento do câncer de mama?</h4>



<p>O câncer de mama tem pelo menos quatro subtipos diferentes. Para cada um deles, há um tratamento personalizado de acordo com as características da doença e do paciente. As formas de tratamento incluem cirurgia, radioterapia e, em alguns casos, quimioterapia. Novas terapias, como bloqueio hormonal e imunoterapia, também podem ser utilizadas no combate à doença.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como o apoio emocional influencia a recuperação?</h4>



<p>O apoio psicológico e emocional é fundamental para enfrentar qualquer tipo de câncer. Um bom estado emocional ajuda na recuperação e melhora a qualidade de vida durante o tratamento. É importante que o paciente participe ativamente das decisões sobre seu tratamento e que haja amparo de familiares e amigos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O sistema de saúde do Brasil tem estrutura para atender pacientes com câncer?</h4>



<p>O Brasil enfrenta uma grande disparidade no acesso ao tratamento de câncer de mama, especialmente no sistema público. A lei determina que o tratamento deve ser iniciado em até 60 dias após o diagnóstico, mas muitas pacientes enfrentam dificuldades nesse processo, como a realização de exames e biópsias, o que pode atrasar o início do tratamento. Há esforços para melhorar esse tempo, mas é essencial que a sociedade se mobilize e exija que essas diretrizes sejam cumpridas. No sistema privado, o acesso é geralmente mais rápido, embora ainda existam obstáculos. A chave para enfrentar essas dificuldades é a informação: quanto mais cedo o tratamento é iniciado, melhores são os resultados físicos e emocionais.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="&#x1f397; O que você precisa saber sobre o câncer de mama?" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/-gQEhhd7LIs?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Outubro Rosa: Santander oferece exames de mama e outros sem coparticipação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/outubro-rosa-santander-oferece-exames-de-mama-e-outros-sem-coparticipacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 08:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Bancárias]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de Mama]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Outubro Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 O banco Santander entrou na campanha Outubro Rosa – que visa prevenir o câncer de mama – e está oferecendo este mês a funcionárias do banco e também das empresas coligadas, assim como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990</h4>



<p>O banco <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/santander-noticias/">Santander</a> entrou na campanha Outubro Rosa – que visa prevenir o câncer de mama – e está oferecendo este mês a funcionárias do banco e também das empresas coligadas, assim como a suas dependentes no plano de saúde, exames preventivos sem a cobrança da coparticipação. Os exames são: ultrassonografia de mamas, mamografia, papanicolau, colposcopia, ultrassonografia transvaginal e vulvoscopia.</p>



<p>A campanha Outubro Rosa é de prevenção ao câncer de mama, porém, muitas entidades e organizações têm aproveitado o mês para promover ações de prevenção a outros tipos de câncer que acometem as mulheres, como o de colo do útero, de ovário e até mesmo os mais raros: do endométrio e o de vulva. Por isso que a iniciativa do Santander também abarca outros exames e não apenas os de mama.</p>



<p>“É muito importante que as bancárias aproveitem o período para realizar esses exames, que são fundamentais na prevenção de tumores malignos e na promoção da saúde da mulher. A ciência já comprovou que é mais fácil curar o câncer quando ele é descoberto logo no início. Por isso é fundamental que as trabalhadoras, suas filhas e demais dependentes realizem esses exames com a periodicidade adequada. Se ainda não fizeram, que aproveitem o Outubro Rosa para fazê-lo”, destaca Wanessa de Queiroz, coordenadora da COE Santander.</p>



<p>Segundo dados divulgados pelo governo federal, o câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. A doença também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, sendo as maiores taxas de incidência e mortalidade nas regiões sudeste e sul do país. Para o Brasil, foram estimados 73.610 casos novos de câncer de mama em 2023, com um risco estimado de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres.</p>



<p>O Outubro Rosa no Santander também prevê palestras educativas sobre saúde da mulher: no dia 10, às 8h, um bate-papo on line sobre “Autocuidado da mulher: como corpo e mente estão conectados”; e rodas de conversa presenciais com o tema “Outubro Rosa e Novembro Azul”, nos dias 24 (na Tools Piracicaba) e 26 (na F1rst).</p>
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		<item>
		<title>Infartos em mulheres jovens estão aumentando. Como evitar?</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/infartos-em-mulheres-jovens-estao-aumentando-como-evitar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 09:16:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Infarto]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa aponta que casos de infarto têm aumentado cada vez mais entre mulheres jovens nas últimas décadas. Médico dá dicas de cuidados Também conhecido como ataque cardíaco, o infarto é caracterizado pelo bloqueio do fluxo sanguíneo que vai para o coração. Diante da falta de oxigênio, as células do órgão começam a morrer, e o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Pesquisa aponta que casos de infarto têm aumentado cada vez mais entre mulheres jovens nas últimas décadas. Médico dá dicas de cuidados</h4>



<p>Também conhecido como ataque cardíaco, o infarto é caracterizado pelo bloqueio do fluxo sanguíneo que vai para o coração. Diante da falta de oxigênio, as células do órgão começam a morrer, e o funcionamento do coração é afetado.</p>



<p>Se há anos o problema era associado principalmente a homens, idosos e com sobrepeso, o cenário vem mudando. De acordo com um levantamento divulgado em 19 de julho pela Global Burden of Diseases (GBD) em parceria com sociedades médicas brasileiras, as mulheres jovens têm se tornado vítimas cada vez mais comuns de infarto.</p>



<p>O número de casos de ataque cardíaco entre brasileiras de 15 a 49 anos saltou de 7,1 mil casos em cada 100 mil habitantes em 1990 para 11,6 mil casos em 2019. Em quase três décadas, o aumento foi de 62%.</p>



<p>O levantamento, que conta com a participação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), alerta para o aumento da mortalidade de mulheres mais jovens em decorrência de doenças cardiovasculares. “Um terço das brasileiras morrem de doença cardiovascular e a maioria, por infarto”, destaca.</p>



<p>O cardiologista Marcelo Pinho observa que o aumento do número de casos de ataque cardíaco entre mulheres pode ser explicado pela negligência de cuidados, maus hábitos e pelo fato que elas sofrem maior pressão profissional e pessoal. “Os fatores resultam em níveis de estresse cada vez mais elevados”, explica o especialista.</p>



<p>Os principais sintomas de um infarto são dor no peito; dor que se espalha para as costas, mandíbula ou braço esquerdo; náusea; vômito; suor frio; falta de ar; cansaço inexplicável; desconforto no peito e arritmia.</p>



<p>Pinho destaca cinco cuidados de rotina para evitar doenças cardiovasculares como o infarto. Confira:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Alimentação balanceada</h4>



<p>Optar por uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras é fundamental. Além disso, evitar o consumo excessivo de açúcares, gorduras saturadas e sódio é crucial para manter o coração saudável.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Atividade física regular</h4>



<p>A prática regular de exercícios físicos ajuda a fortalecer o coração e a melhorar a circulação sanguínea. Caminhadas, corridas, dança e outras atividades regulares são excelentes opções para evitar ataques cardíacos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gestão do estresse</h4>



<p>“Encontre maneiras de lidar com o estresse, seja com meditação, ioga ou simplesmente fazendo pausas regulares para relaxar. Isso pode ser vital para a saúde cardíaca”, recomenda Pinho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Consultas médicas periódicas</h4>



<p>Realizar check-ups regulares com um profissional de saúde pode identificar fatores de risco precocemente e permitir intervenções preventivas individualizadas. Afinal, cada organismo possui particularidades diferentes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal</h4>



<p>Buscar um equilíbrio saudável entre as responsabilidades profissionais e pessoais é essencial para reduzir o estresse, que é um dos fatores de risco para o infarto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>28 de fevereiro é Dia Mundial de Combate às LER/Dort</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/28-de-fevereiro-e-dia-mundial-de-combate-as-ler-dort/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 20:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[DORT]]></category>
		<category><![CDATA[Esforço]]></category>
		<category><![CDATA[LER]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>
		<category><![CDATA[lesão por esforço repetititvo]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A LER/Dort pode atingir qualquer pessoa que execute determinado movimento repetidamente, como digitar, usar o celular, limpar a casa, escrever na lousa, carregar peso, tricotar, jogar videogame e muito mais. O dia 28 de fevereiro foi escolhido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) &#8211; agência multilateral da Organização das Nações Unidas (ONU), especializada nas questões do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">A LER/Dort pode atingir qualquer pessoa que execute determinado movimento repetidamente, como digitar, usar o celular, limpar a casa, escrever na lousa, carregar peso, tricotar, jogar videogame e muito mais. </h4>



<p>O dia 28 de fevereiro foi escolhido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) &#8211; agência multilateral da Organização das Nações Unidas (ONU), especializada nas questões do trabalho, especialmente no que se refere ao cumprimento das normas internacionais &#8211; como o <strong>Dia Mundial de Combate às Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort)</strong>. A data chama atenção para duas doenças que têm relação direta com o trabalho e que atingem milhões de brasileiros.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que é LER/Dort?</strong></h4>



<p>O ambiente de trabalho e o trabalho em si, quando algumas precauções não são tomadas, podem propiciar alguns problemas, como a LER. Essa sigla significa Lesões por Esforços Repetitivos e está inclusa em um grupo de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort).</p>



<p>Apesar de ser menos conhecido do que a LER, o termo Dort foi introduzido para substituí-lo, pois existem outras sobrecargas – envolvendo postura inadequada, excesso de força, entre outros – que também são nocivas ao trabalhador. Tais sobrecargas causam outros sintomas e podem não apresentar lesões evidentes.</p>



<p>Os distúrbios mais frequentes são as tendinites (principalmente na região do ombro, cotovelo e punho), as lombalgias (ou seja, dores na região lombar) e as mialgias (dores musculares em vários locais do corpo).</p>



<p>Os Dort são passíveis de acometer pessoas em qualquer tipo de trabalho que seja executado de forma inadequada ou que não respeite os limites do corpo. A constituição física também é um fator de risco. Os Dort precisam ser investigados cuidadosamente, pois podem ser resultado de condições relacionadas ao trabalho somado a condições extra laborais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ler/Dort e a categoria bancária</h4>



<p>De acordo com dados divulgados pela Contraf, entre 2012 e 2016, 89% de todos os acidentes reconhecidos pelo INSS para bancários e financiários eram transtornos mentais e Ler/Dort, sendo que 45% eram LER/Dort, 44% eram transtornos mentais e 11% outros acidentes. Entre 2017 e 2021, 90% dos acidentes reconhecidos foram também de LER/Dort e transtornos mentais (46% Ler/Dort, 44% transtornos mentais e 10% outros acidentes).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>LER desde a antiguidade</strong></h4>



<p>Sinais de osteofitose marginal em ossos de punhos e joelhos foram identificados em múmias de populações pré-hispânicas, que permaneciam de joelhos por tempo prolongado, executando movimentos de flexão e extensão dos membros superiores na atividade de moer grãos. Em 1700, o médico italiano Bernardino Ramazzini descreveu afecções músculo-esqueléticas entre os notários, escribas e secretários de princípes, atribuindo-as a três fatores  básicos: vida sedentária, movimento contínuo e repetitivo da mão e atenção mental para não manchar os livros. Esses sintomas não lhe parecem familiares? </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Diagnóstico</strong></h4>



<p>Para o diagnóstico de Dort, seja ele uma Lesão por Esforços Repetitivos ou outro distúrbio, o especialista pode solicitar histórico clínico detalhado, relato de comportamento de hábitos relevantes, histórico pessoal e familiar, exame físico e exames complementares, como o Raio X, a Ultrassonografia, a Ressonância Magnética e a Tomografia Computadorizada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quais os sintomas?</strong></h4>



<p>A LER/Dort pode atingir qualquer pessoa que execute determinado movimento repetidamente, como digitar, usar o celular, limpar a casa, escrever na lousa, carregar peso, tricotar, jogar videogame e muito mais. Dentre os principais sinais e sintomas de LER/Dort estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor localizada, especialmente nos membros superiores e dedos;</li>



<li>Dificuldade de movimentação;</li>



<li>Fraqueza, cansaço, peso, dormência, formigamento, sensação de diminuição, perda ou aumento de temperatura e sensibilidade;</li>



<li>Redução na amplitude do movimento;</li>



<li>Dificuldades para o uso dos membros, particularmente das mãos, e, mais raramente, sinais flogísticos e áreas de hipotrofia ou atrofia.</li>
</ul>



<p>Estes sintomas podem ser exacerbados ao realizar determinados movimentos, mas também é importante observar quanto tempo duram, quais atividades o agravam, qual a sua intensidade, e se há sinais de melhora com o repouso, nos feriados, fins de semana, férias, ou não. </p>



<p>Normalmente os sintomas iniciam de forma leve e pioram apenas nos momentos de pico de produção, no final do dia, ou no final da semana, mas se o tratamento não for iniciado e se não forem tomadas medidas de prevenção, existe uma piora do quadro e os sintomas se tornam mais intensos e a atividade profissional fica prejudicada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento</strong></h4>



<p>A demora em tratar do problema pode trazer um problema ainda maior, exigindo, em alguns casos, fisioterapia e intervenção cirúrgica.&nbsp;Muitas vezes, inclusive, é preciso recorrer a uma avaliação multidisciplinar para identificar a situação corretamente.&nbsp;</p>



<p>Para tratar é necessário realizar sessões de fisioterapia, pode ser indicado o uso de medicamentos, em certos casos pode ser necessária cirurgia, e a troca do posto de trabalho pode ser uma opção para que a cura seja alcançada. Normalmente a primeira opção é tomar um remédio anti-inflamatório para combater a dor e o desconforto nos primeiros dias, e aconselha-se a reabilitação através da fisioterapia, onde podem ser usados equipamentos de eletroterapia para combater a dor aguda, técnicas manuais e exercícios corretivos podem ser indicados para fortalecer/alongar os músculos de acordo com a necessidade de cada pessoa.&nbsp;</p>



<p>Na fisioterapia também são dadas recomendações para o dia a dia, com movimentos que devem ser evitados, opções de alongamentos e o que pode fazer em casa para se sentir melhor. Uma boa estratégia caseira é colocar uma compressa de gelo sobre a articulação dolorida, deixando atuar por 15-20 minutos.</p>



<p>O tratamento em caso de LER/Dort é lento e não é linear, havendo períodos de grande melhora ou de estagnação, e por isso é preciso ter paciência e cuidar da saúde mental durante esse período para evitar o quadro depressivo. Atividades como caminhada ao ar livre, corrida, exercícios como o método Pilates ou hidroginástica são boas opções.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como prevenir</strong></h4>



<p id="toc2">O combate à LER/Dort, no entanto, é uma via de mão dupla: além da correção do ambiente, da adoção de medidas preventivas e de novas formas e ferramentas de trabalho por parte da empresa, as ações individuais também fazem a diferença. Por isso, para evitar essas condições, é importante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manter sempre uma postura apropriada durante o horário de trabalho, com as costas eretas e bem apoiadas no encosto da cadeira;</li>



<li>Fazer pausas e alongamentos a cada 60 minutos;</li>



<li>Respeitar os limites do corpo;</li>



<li>Utilizar apoios ergonômicos para os punhos e pés durante a utilização do computador;</li>



<li>Manter o monitor na altura dos olhos para não ter que forçar o pescoço para baixo;</li>



<li>Utilizar cintas e outros acessórios de proteção fornecidos pela empresa ao executar tarefas que exigem força física;</li>



<li>Praticar exercícios físicos regularmente;</li>



<li>Manter um estilo de vida saudável.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça 7 sinais que podem indicar DEPRESSÃO</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/conheca-7-sinais-que-podem-indicar-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atividades Sexuais]]></category>
		<category><![CDATA[Distúrbio]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios Físicos]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[Distúrbio caracterizado por depressão persistente ou perda de interesse em atividades, prejudicando significativamente o dia a dia. A depressão é uma doença que gera sintomas como choro fácil, falta de energia e alterações no peso por exemplo, podendo ser difícil de ser identificada pelo paciente, porque os sintomas podem estar presentes noutras doenças ou serem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Distúrbio caracterizado por depressão persistente ou perda de interesse em atividades, prejudicando significativamente o dia a dia.</p>
<p>A depressão é uma doença que gera sintomas como choro fácil, falta de energia e alterações no peso por exemplo, podendo ser difícil de ser identificada pelo paciente, porque os sintomas podem estar presentes noutras doenças ou serem apenas sinais de tristeza sem se tratar de uma doença com necessidade de tratamento específico.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/o-que-e-assedio-moral-7949" target="_blank"># O que é assédio moral?</a></em></p>
<p> </p>
<p>Porém, a depressão provoca sintomas que estão presente por mais de 2 semanas e é uma doença que no caso de não se fazer tratamento vai piorando, podendo em casos graves, levar ao suicídio.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Os 7 principais sinais que podem indicar depressão incluem</strong></span></p>
<p><img decoding="async" title="Conheça 7 sinais que podem indicar DEPRESSÃO" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2018/09/8116-1536746346.jpg" alt="Conheça 7 sinais que podem indicar DEPRESSÃO" /></p>
<p><span style="color: #808080;">Tristeza excessiva;</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;">Falta de energia;</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;">Irritabilidade fácil ou apatia;</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;">Mal-estar geral, principalmente aperto no tórax;</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;">Alterações no apetite, que pode levar ao aumento ou perda de apetite;</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;">Alterações do sono, como insônia ou muito sono;</span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: #808080;">Perda de interesse por atividades que eram interessantes.</span></p>
<p> </p>
<p>Geralmente, estes sinais de depressão surgem durante períodos de grandes alterações na vida dos indivíduos, como adolescência, gravidez ou perda de alguém próximo. Se está emagrecendo sem querer, Conheça as doenças que podem causar perda de peso.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Sintomas físicos de depressão</strong></span></p>
<p>Geralmente, os sintomas físicos de depressão incluem choro constante, exagerado para a causa, dor de cabeça constante, que surge logo no inicio do dia, dores em todo o corpo mesmo depois de descansar, prisão de ventre, aperto no peito, que causa a sensação de bolo na garganta e falta de ar.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/setembro-amarelo-a-relacao-entre-trabalho-e-suicidio" target="_blank"># Setembro Amarelo: A relação entre trabalho e suicídio</a></em></p>
<p> </p>
<p>Além disso, pode ocorrer fraqueza, principalmente nas pernas, diminuição da líbido, aumento da vontade de comer, que pode levar ao aumento de peso ou perda de peso. Também pode ocorrer alterações nos padrões de sono, podendo levar a mais sonolência ou dificuldade dem dormir, o que potencia a irritabilidade.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Sintomas psicológicos da depressão</strong></span></p>
<p>Os principais sintomas psicológicos da depressão incluem baixa auto-estima, manifestada por sentimentos de inutilidade, de culta e incapacidade de realizar as tarefas do dia-a-dia.</p>
<p> </p>
<p>A tristeza profunda pode causar dificuldade de concentração e tomar decisões, o que prejudica o trabalho e a aprendizagem na escola.</p>
<p> </p>
<p>Estes sintomas podem ser difíceis de identificar e, por isso, o indivíduo deve consultar um psicólogo ou psiquiatra para avaliar a situação e iniciar o tratamento adequado, que muitas vezes recorre ao uso de antidepressivos. Conheça alguns dos antidepressivos mais usados em Remédios para Tratar a Depressão.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Diferença entre o cérebro normal e com depressão</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Através de uma tomografia computadorizada que é um exame recomendado pelo psiquiatra é possível observar que o cérebro de uma pessoa com depressão apresenta menor atividade.</p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" title="Conheça 7 sinais que podem indicar DEPRESSÃO" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2018/09/8116-1536746414.jpg" alt="Conheça 7 sinais que podem indicar DEPRESSÃO" /></p>
<p> </p>
<p>Porém, a atividade cerebral pode ser melhorada com alimentação indicada pelo nutricionista, terapia psicológica, com a prática regular de exercício físico e de atividade sexual que é um antidepressivo natural.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p>Fonte: Tua Saúde<br />Escrito por: Arthur Frazão</p>
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