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	<title>Plano contra Tarifaço &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Plano contra Tarifaço &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Saiba quais são as medidas do Plano Brasil Soberano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda a indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil Soberano]]></category>
		<category><![CDATA[Plano contra Tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida vai socorrer empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA O governo federal anunciou quarta-feira (13) a medida provisória (MP) que reúne medidas de apoio às empresas, aos exportadores e trabalhadores afetados pelas sobretaxas impostas pelos Estados Unidos contra os produtos brasileiros. Chamada de Plano Brasil Soberano,&#160;a&#160;MP foi publicada dia 13/08, em&#160;edição extra do&#160;Diário Oficial da União.&#160; De acordo com a [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2ee80e32790d88fc7f2c64b87cf2afc2">Medida vai socorrer empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA</h4>



<p></p>



<p>O governo federal anunciou quarta-feira (13) a medida provisória (MP) que <strong>reúne medidas de apoio às empresas, aos exportadores e trabalhadores afetados pelas sobretaxas impostas pelos Estados Unidos</strong> contra os produtos brasileiros.</p>



<p><strong>Chamada de Plano Brasil Soberano</strong>,&nbsp;<strong>a&nbsp;MP foi publicada dia 13/08, em&nbsp;<a href="https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=600&amp;pagina=1&amp;data=13/08/2025&amp;totalArquivos=3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edição extra do<em>&nbsp;Diário Oficial da União</em></a></strong>.&nbsp;</p>



<p>De acordo com a Presidência da&nbsp;República,&nbsp;<strong>o plano tem&nbsp;três eixos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>fortalecimento do setor produtivo;</strong></li>



<li><strong>proteção aos trabalhadores; e</strong></li>



<li><strong>diplomacia comercial e multilateralismo</strong>.</li>
</ul>



<p>Entre as principais medidas previstas&nbsp;estão&nbsp;linhas de crédito.&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/governo-anuncia-r-30-bi-em-credito-para-setores-afetados-por-tarifaco" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Apenas do Fundo Garantidor de Exportações serão R$ 30 bilhões</strong></a>, conforme anunciado pelo&nbsp;presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p>Os recursos serão usados como&nbsp;funding&nbsp;para a concessão de crédito com taxas acessíveis e, também, para ampliar as linhas de financiamento às exportações.</p>



<p>A MP define quem terá prioridade&nbsp;para a obter os&nbsp;créditos.&nbsp;<strong>Empresas mais afetadas terão preferência, levando em conta a dependência do faturamento em relação às exportações para os EUA; tipo de produto; e o porte de empres</strong>a.</p>



<p>No caso das&nbsp;<strong>pequenas e médias empresas, elas também poderão recorrer a fundos garantidores para acessar o crédito</strong>.</p>



<p>O governo ressalta que<strong>&nbsp;o acesso às linhas estará condicionado à manutenção dos&nbsp;empregos</strong>.</p>



<p>Estão previstos, também, aportes de R$ 4,5 bilhões em fundos garantidores; e R$ 5 bilhões em crédito pelo novo Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários (Novo Reintegra).</p>



<h4 class="wp-block-heading">&gt;&gt; Veja medidas do Plano Brasil Soberano:&nbsp;</h4>



<p><strong>Fundos</strong></p>



<p>No caso dos fundos garantidores,&nbsp;<strong>estão previstos&nbsp;aportes adicionais de R$ 1,5 bilhão no Fundo Garantidor do Comércio Exterior (FGCE); de R$ 2 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e R$ 1 bilhão no Fundo de Garantia de Operações (FGO), do Banco do Brasil, voltados prioritariamente para&nbsp;pequenos e médios exportadore</strong>s.</p>



<p><strong>Suspensão e adiamento&nbsp;de tributos&nbsp;</strong></p>



<p>Outra medida é a&nbsp;<strong>suspensão de pagamento de tributos para empresas exportadoras</strong>; e o&nbsp;<strong>aumento do percentual de restituição de tributos federais</strong>, a empresas afetadas, via Novo Reintegra – Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários. Trata-se de&nbsp;um incentivo fiscal que permite às empresas recuperar parte dos impostos indiretos incidentes sobre a cadeia produtiva dos&nbsp;produtos exportados.</p>



<p>O&nbsp;<strong>Reintegra devolve, aos exportadores brasileiros, parte dos tributos pagos ao longo da cadeia produtiva</strong>, na forma de crédito tributário. Dessa forma, ajuda as empresas a reduzirem custos e melhorar a competitividade no mercado externo.</p>



<p>De acordo com o governo, atualmente, empresas de grande e médio porte (de industrializados) têm alíquota de 0,1%. As micro e pequenas têm retorno de aproximadamente 3% da alíquota, por meio do programa Acredita Exportação.&nbsp;</p>



<p>“A medida aumenta em até 3 pontos percentuais o benefício para empresas cujas exportações de produtos industrializados foram prejudicadas por medidas tarifárias unilaterais. Ou seja, para continuarem competitivas no mercado norte-americano, grandes e médias empresas passam a contar com até 3,1% de alíquota, e as micro e pequenas, com até 6%”, complementou.</p>



<p>A equipe econômica estima que o impacto do Reintegra seja de até R$ 5 bilhões ao longo do prazo previsto, que vai até dezembro de 2026.</p>



<p>A MP autoriza a<strong>&nbsp;Receita Federal a adiar por dois meses a cobrança de impostos para as empresas mais impactadas&nbsp;pelo tarifaço</strong>.</p>



<p><strong>Compras públicas</strong></p>



<p><strong>Órgãos públicos ainda terão facilidade para as&nbsp;compras de alimentos para escolas e&nbsp;hospitais</strong>. A medida é uma&nbsp;forma de apoio a produtores rurais e agroindústrias que tenham deixado de exportar por causa da taxação.</p>



<p>“De forma extraordinária, por ato infralegal, União, estados e municípios poderão fazer compras para seus programas de alimentação (para merenda escolar, hospitais etc) por meio de procedimento simplificado e média de preço de mercado, garantidos a transparência e o controle dos processos”, detalha o Planalto.</p>



<p>A&nbsp;<strong>medida vale “apenas para produtos afetados pelas sobretaxas unilaterais”</strong>.</p>



<p><strong>Sistema de exportação</strong></p>



<p>A fim de facilitar a exportação, a MP&nbsp;<strong>amplia&nbsp;as regras da garantia à exportação, instrumento que protege o exportador contra riscos como inadimplência ou cancelamento de contratos</strong>.</p>



<p>A ação&nbsp;tem&nbsp;foco em “empresas exportadoras de média e alta intensidade tecnológica e investimentos produtivos em economia verde”.</p>



<p>Além disso, o plano permitirá que bancos e seguradoras utilizem essa garantia em mais tipos de operações; e prevê mecanismos de compartilhamento de risco entre governo e setor privado, “utilizando o Fundo Garantidor do Comércio Exterior (FGCE) como mecanismo de primeiras perdas, aumentando o acesso a crédito e reduzindo custos”.</p>



<p><strong>Drawback</strong></p>



<p>O governo irá também&nbsp;<strong>prorrogar&nbsp;prazos do regime de drawback</strong>, recurso que<strong>&nbsp;possibilita a suspensão de tributos incidentes sobre insumos importados para utilização em produto exportado</strong>.</p>



<p>O prazo para que as empresas consigam exportar as mercadorias que tiveram insumos beneficiados pelo regime será prorrogado.</p>



<p>“Esses produtos poderão ser exportados para os EUA ou para outros destinos. Com isso, elas não terão que pagar multa e juros se não conseguirem exportar aos EUA no prazo originalmente previsto”, justifica.</p>



<p>Segundo a MP, a medida vale para as empresas que contrataram exportações para o mercado dos Estados Unidos, com entrega até o final de 2025.&nbsp;</p>



<p>“Dos US$ 40 bilhões exportados em 2024 para os Estados Unidos, US$ 10,5 bilhões foram realizados via regime de drawback”, informou o governo.</p>



<p>A prorrogação, conforme o governo, não tem impacto fiscal, apenas posterga o prazo para cumprimento dos compromissos de exportação assumidos.</p>



<p><strong>Proteção ao trabalhador</strong></p>



<p>Com o objetivo de evitar&nbsp;demissões em razão do tarifaço,&nbsp;o Plano Brasil Soberano<strong>&nbsp;cria a Câmara Nacional de Acompanhamento do Emprego para monitorar o nível de emprego nas empresas e nas cadeias produtivas</strong>.</p>



<p>Por meio dela, terá condições de fiscalizar obrigações, benefícios e acordos trabalhistas, além de propor ações voltadas à preservação e manutenção dos postos de trabalho.</p>



<p>A MP prevê que essa câmara funcionará em nível nacional e regional, via Câmaras Regionais nas Superintendências Regionais do Trabalho.</p>



<p>A câmara irá&nbsp;acompanhar diagnósticos, estudos e informações relativas ao nível de emprego nas empresas e subsetores afetados.&nbsp;E&nbsp;vão monitorar obrigações, benefícios e repercussões nas folhas de pagamento decorrentes de acordos para preservar empregos e mitigar os efeitos das tarifas.</p>



<p>Ela vai também fiscalizar o cumprimento das obrigações acordadas e a manutenção dos empregos por meio da Inspeção do Trabalho, bem como&nbsp;promover negociação coletiva e mediação de conflitos para manter o emprego.</p>



<p><strong>Diplomacia comercial e multilateralismo</strong></p>



<p>Do ponto de vista do comércio internacional, visando<strong>&nbsp;ampliar e diversificar mercados, o plano busca reduzir a dependência das exportações brasileiras&nbsp;aos Estados Unidos</strong>.</p>



<p>Nesse sentido, mantém a estratégia brasileira de avançar nas negociações de acordos que abrem novas oportunidades para empresas nacionais.</p>



<p>Foi o caso das negociações já concluídas com a União Europeia e com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA). Estão ainda em negociação acordos com Emirados Árabes Unidos e Canadá; e diálogos têm avançado com Índia e Vietnã.</p>



<p><strong>Objetivo</strong></p>



<p>O governo federal realizou&nbsp;39 reuniões com cerca de 400 representantes de empresas e/ou entidades privadas, federações de indústrias, governadores e segmentos como manufatura, agro, tecnologia, mineração, big techs, indústria da saúde, alimentação, calçadista, moveleira, entre outros, bem como empresas norte-americanas para elaborar o plano.</p>



<p>“Com o Plano Brasil Soberano, o governo federal não está apenas reagindo a uma ameaça imediata: está reconstruindo e fortalecendo o sistema nacional de financiamento e seguro à exportação, para que o país seja mais competitivo e menos vulnerável a esse tipo de medida no futuro”, afirma texto do Planalto.</p>
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