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	<title>PL a favor das facções &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Projeto de Lei (PL) A FAVOR DAS FACÇÕES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 11:33:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Derrite enfraquece polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Derrite relator]]></category>
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		<category><![CDATA[PL a favor das facções]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia derite e facções]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto exclui Polícia Federal e Ministério Público Federal do combate ao crime O parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) sobre o Projeto de Lei (PL) Antifacção distorce completamente o sentido do texto original e acaba por favorecer o crime organizado, ao retirar da Polícia Federal e da Justiça Federal várias de suas atribuições nesse campo. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-7a3fe3743097c08df764f87fe9d6fb88">Texto exclui Polícia Federal e Ministério Público Federal do combate ao crime</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) sobre o Projeto de Lei (PL) Antifacção distorce completamente o sentido do texto original e acaba por favorecer o crime organizado, ao retirar da Polícia Federal e da Justiça Federal várias de suas atribuições nesse campo. Essa interpretação é compartilhada por vários especialistas e políticos que analisaram as mudanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Derrite, que teve o parecer acolhido pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem o apoio dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, e Cláudio Castro (PL), do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais mudanças introduzidas no PL é retirar a PF do combate às facções, algo que vai na contramão do discurso de Tarcísio e Castro, que dizem querer combater o crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todos os processos que estão no âmbito da Justiça Federal teriam que passar para a Justiça estadual. Isso realmente é um salvo conduto às organizações criminosas. Eu não sei o que está por trás, vai blindar o crime organizado no país”, declarou a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, a jornalistas da GloboNews.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF emitiu nota contra a mudança proposta por Derrite. “Essa alteração afronta o processo de investigação policial e pode favorecer interesses locais eventualmente vinculados a organizações criminosas, crimes de corrupção e desvios de recursos públicos, entre outras ilicitudes”, diz o texto. “Pelas regras propostas no relatório em discussão, grandes operações, como a Tank e Quasar, estariam sob ameaça de não ocorrerem ou de terem seus efeitos severamente limitados”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao ICL Notícias, <strong>o secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo</strong>, reclamou que o texto que estão querendo levar à votação é desconhecido da sociedade. “Ele não passou por ninguém. A sociedade civil não discutiu se quer que isso seja considerado terrorismo. Juntaram um projeto que reformava a Lei das Organizações Criminosas e ele não mexe mais na Lei das Organizações Criminosas”, lamenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Colocaram uma série de hipóteses equiparando ações de facções a terrorismo. E o pior: vários dos mecanismos que nós tínhamos, principalmente as medidas cautelares, intervenção em pessoa jurídica, criação de pessoa jurídica fictícia, ele separa e diz que é só para esses casos”, critica Sarrubbo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“A lei não promove a integração. Promove a desintegração”</strong>, afirmou sobre o substitutivo o<strong> promotor Lincoln Gakiya</strong>, que há anos vive sob escolta de seguranças por causa das ameaças do PCC (Primeiro Comando da Capital) .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informou a jornalista Andréia Sadi em seu blog, no site G1, depois da chuva de críticas Derrite, alterou o papel da PF em seu parecer sobre o projeto. Pela nova redação, no entanto, a PF atuará apenas “em caráter cooperativo” com as polícias estaduais, “sempre que os fatos investigados envolverem matérias de sua competência constitucional ou legal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autor do projeto original, o deputado Danilo Forte (União Brasil-CE) diverge do relator, Guilherme Derrite, sobre condicionar a atuação da PF contra o crime organizado ao pedido do governo estadual ao Ministério da Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, os casos envolvendo enfrentamento a organizações criminosas deveriam ser federalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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