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	<title>Pix contestação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Pix contestação &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Nova regra do Pix amplia prazo para contestar golpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[golpe no pix]]></category>
		<category><![CDATA[Pix contestação]]></category>
		<category><![CDATA[Pix prazo de constestação]]></category>
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					<description><![CDATA[Questionamento de devolução pelo MED passa de 30 para 80 dias Uma nova regra do Pix amplia, a partir desta terça-feira (1º), de 30 para 80 dias o prazo para contestar uma devolução realizada pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED) quando houver suspeita de fraude.&#160;A mudança foi estabelecida pelo Banco Central e busca proteger principalmente [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Questionamento de devolução pelo MED passa de 30 para 80 dias</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma nova regra do Pix amplia, a partir desta terça-feira (1º), de 30 para 80 dias o prazo para contestar uma devolução realizada pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED) quando houver suspeita de fraude.</strong>&nbsp;A mudança foi estabelecida pelo Banco Central e busca proteger principalmente comerciantes, prestadores de serviço e pequenos negócios vítimas de golpes que usam o próprio sistema de segurança do Pix.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O novo prazo vale para quem recebeu um Pix de forma legítima, mas teve o dinheiro devolvido posteriormente por causa de uma contestação considerada fraudulenta.</strong>&nbsp;A contagem começa na data da devolução feita pelo MED.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O prazo para quem enviou um Pix e foi vítima de fraude continua sendo de 80 dias, contados a partir da transação original.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Dois prazos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com a mudança, há duas situações distintas em que o prazo é de 80 dias:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; Vítima que enviou o Pix: tem até 80 dias a partir da transferência para pedir o MED;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; Recebedor que sofreu devolução indevida: tem até 80 dias a partir da devolução para contestá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alteração está prevista na&nbsp;<a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Instru%C3%A7%C3%A3o%20Normativa%20BCB&amp;numero=766" target="_blank" rel="noopener"><strong>Instrução Normativa BCB 766</strong></a>, que atualizou o Manual Operacional do Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT), integrante das regras do Pix.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Golpe contra lojistas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A mudança mira uma fraude que explora o mecanismo de proteção do Pix.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O golpista pode fazer um pagamento para uma loja ou prestador de serviço e, depois, alegar que transferiu o dinheiro por engano. Ele pede que o comerciante devolva o valor por uma nova transferência, muitas vezes para uma chave diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois, o criminoso aciona o MED no próprio banco e afirma que o pagamento original foi resultado de fraude. Se a contestação for aceita e houver saldo disponível, o valor pode ser devolvido pelo banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, o comerciante pode acabar perdendo dinheiro duas vezes: primeiro ao fazer uma nova transferência e depois com a devolução do Pix original.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por isso, a recomendação é utilizar a função de devolução vinculada à própria transação no aplicativo do banco, em vez de fazer um novo Pix para uma chave informada pela outra pessoa.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O MED foi criado para facilitar a recuperação de valores em casos de fraude, golpe, crime ou falha operacional. O mecanismo, porém, não serve para cancelar qualquer Pix.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não estão incluídos casos como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; arrependimento de uma compra;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; erro de valor cometido pelo próprio usuário;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; erro na escolha da chave Pix;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; simples desacordo comercial sem indício de fraude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao identificar uma fraude, o usuário deve procurar o banco e solicitar a abertura do MED. As instituições analisam o caso e, no fluxo de fraude, têm até sete dias para verificar se há indícios de irregularidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a fraude for confirmada, a devolução depende da existência de recursos disponíveis nas contas envolvidas e pode ser total ou parcial.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>MED 2.0</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação do prazo ocorre em meio à implantação do chamado MED 2.0, versão mais robusta do mecanismo de devolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde fevereiro de 2026,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/novas-regras-de-seguranca-do-pix-entram-em-vigor-veja-mudancas" target="_blank" rel="noopener"><strong>o sistema permite&nbsp;</strong></a>rastrear o caminho percorrido pelo dinheiro depois que ele é transferido para outras contas. Antes, a recuperação ficava mais concentrada na conta que havia recebido originalmente os recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O novo modelo pode aumentar as chances de bloqueio e recuperação mesmo quando o dinheiro é movimentado entre diferentes contas.&nbsp;</strong>A devolução, entretanto, não é garantida: se os recursos já tiverem sido sacados, transferidos novamente ou não houver saldo disponível, a recuperação pode ser prejudicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma etapa adicional de comunicação entre as instituições, inicialmente prevista para agosto, foi adiada para 26 de outubro. Segundo o Banco Central, a alteração não muda o funcionamento do rastreamento já disponível.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Se cair no golpe</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quem perceber que foi vítima de fraude deve procurar o banco o mais rápido possível, mesmo que ainda esteja dentro do prazo de 80 dias. A rapidez aumenta a possibilidade de encontrar recursos disponíveis para bloqueio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante guardar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; comprovante da transferência;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; conversas e mensagens;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; anúncios ou documentos relacionados à negociação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; dados da conta que recebeu o dinheiro;</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp; &nbsp; outros registros que possam comprovar a fraude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do caso, também é recomendável registrar um boletim de ocorrência.</p>
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