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	<title>PIB aumenta 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Ipea revisa para cima crescimento do PIB e aposta em 3,3% para 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 11:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento da economia 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Em relatório, equipe responsável aponta como fatores positivos o impacto menor do que o esperado das enchentes no RS sobre a economia e o aumento na massa salarial O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou para cima o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024. Anteriormente projetado em 2,2%, agora o índice esperado [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Em relatório, equipe responsável aponta como fatores positivos o impacto menor do que o esperado das enchentes no RS sobre a economia e o aumento na massa salarial</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou para cima o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024. Anteriormente projetado em 2,2%, agora o índice esperado é de 3,3%. Para 2025, a estimativa também foi alterada, passando de 2,3% para 2,4%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O resultado registrado pelo PIB no segundo trimestre de 2024, com avanço de 1,4% em relação ao primeiro trimestre de 2024 (isto é, na margem) e de 3,3% em relação ao segundo trimestre de 2023 (isto é, na comparação interanual), se mostrou significativamente maior do que havíamos previsto”, apontam Claudio Roberto Amitrano,&nbsp;Mônica Mora Y Araujo e&nbsp;Claudio Hamilton Matos dos Santos, na Carta de Conjuntura, do Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac)&nbsp;do Ipea.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, eles observam que “os dados surpreenderam também as expectativas do mercado, cuja mediana mostra­va um avanço esperado de 0,9% na margem”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os aspectos apontados para a revisão no quadro previsto, o Ipea destaca o impacto menor do que o esperado dos efeitos das enchentes no Rio Grande do Sul sobre a economia. Segundo eles, a catástrofe gerou, na seara econômica, apenas “volatilidade ao longo do segundo trimestre – com quedas acentuadas em maio seguidas de fortes crescimentos em junho”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, lista um conjunto de outros fatores que influenciam a economia. O primeiro é “a redução das exportações líquidas, com as importações crescendo mais rapidamente do que as expor­tações após um 2023 atípico por conta de recordes na produção agropecuária e extrativa mineral”, anota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto positivo salientado pelos pesquisadores foi o crescimento da massa salarial ampliada, “puxada por um mercado de trabalho aquecido e por aumentos nos gastos com benefícios de previdência e assistência social pagos pelo governo – com rebatimentos sobre o desempenho do consumo das famílias”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro aspecto que incide na economia é o “baixo dinamismo na margem da produção agropecuária, após um 2023 de produção recorde e problemas climáticos”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento chama atenção, ainda, para o consumo das admi­nistrações públicas, puxado pelos gastos de estados e, principalmente, municípios respondendo ao aumento da tributação, seja por meio de repasses da União ou pelo crescimento do ICMS e do ISS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao concluir, aborda a recuperação da Formação Bruta de Capital Fixo. A FBCF é, segundo o próprio Ipea, a operação do Sistema de Contas Nacionais (SCN) que registra a ampliação da capacidade produtiva futura de uma economia por meio de investimentos correntes em ativos fixos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora nenhum dos referidos vetores esteja imune a choques negativos em um trimestre ou outro, tomados em conjunto, eles deixavam claro já em junho, tanto para o Grupo de Conjuntura do Ipea quanto para a maior parte dos analistas, que a economia deveria crescer significativamente em 2024, puxada pela demanda interna, e a despeito das notícias negativas vindas do Sul”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os analistas, “à luz dos referidos dados não faz mais sentido, portanto, supor que a economia crescerá 2,20% em 2024, de modo que o Grupo de Conjuntura do Ipea optou por rever a previsão do crescimento do PIB em 2024 para 3,30%, mesmo com o anúncio pelo Copom do Banco Central do Brasil (BCB) do aumento da taxa Selic para 10,75% no dia 18 de setembro deste ano”.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Juros e inflação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto aos juros e à expectativa com relação à inflação, a Carta afirma que “embora o novo ciclo de alta da taxa de juros recém-iniciado no Brasil tenha efeitos contracionistas claros, há bons motivos para achar que possa ser curto, servindo principalmente para alinhar as expectativas”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste cenário, continua, “a perspectiva de crescente diferencial de juros praticados no Brasil e nos Estados Unidos acalmaria o mercado de câmbio, aliviando com isso pressões inflacionárias, e a economia desaqueceria para o patamar de 2,4% de crescimento anual ao longo de 2025”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando esse quadro, a piora das condições climáticas e as expectativas de reversão da queda da inflação de serviços verificada ao longo de 2023 e do primeiro semestre deste ano “levaram o grupo a aumentar a expectativa de inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2024 para 4,4%, número esse que, no cenário de referência supracitado, cairia para 3,9% em 2025”.&nbsp;</p>
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