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	<title>PIB 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>PIB 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Economia cresce 0,9% no terceiro trimestre de 2024, diz IBGE</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/economia-cresce-09-no-terceiro-trimestre-de-2024-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[PIB 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Serviços e indústria puxaram o resultado do PIB A economia cresceu 0,9% na passagem do segundo para o terceiro trimestre do ano, empurrada pela indústria e pelo setor de serviços, na 13ª expansão consecutiva. Em relação ao terceiro trimestre de 2023, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-abf2c4de11fb5f25be3f39b58b805f6f">Serviços e indústria puxaram o resultado do PIB</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A economia cresceu 0,9% na passagem do segundo para o terceiro trimestre do ano, empurrada pela indústria e pelo setor de serviços, na 13ª expansão consecutiva. Em relação ao terceiro trimestre de 2023, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) apresentou alta de 4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de quatro trimestres, o crescimento da economia do país soma 3,1%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB chega a R$ 3 trilhões de reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um recorte setorial, os serviços e a indústria cresceram 0,9% e 0,6% respectivamente, na passagem do segundo para o terceiro trimestre. Já a agropecuária foi o único setor que registrou queda, de 0,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os resultados divulgados, o PIB e o setor de serviços renovam patamares recordes. Por outro lado, a indústria se encontra 4,7% abaixo do pico, alcançado no 3º trimestre de 2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta de 0,9% no trimestre ficou abaixo do crescimento de 1,4% apurado na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2024.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Emprego e renda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, atribui o resultado positivo do trimestre a fatores relacionados a emprego e renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente continua com vários efeitos positivos, como o mercado de trabalho, a inflação está acima da meta, mas não está em níveis altíssimos, e o governo continua com a política de transferência de renda”, enumera, lembrando que a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-11/taxa-de-desemprego-atinge-menor-patamar-desde-2012" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>taxa de desocupação</strong></a>&nbsp;atingiu patamares mínimos historicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Palis pondera que a desaceleração frente o crescimento apurado no segundo trimestre (1,4% para 0,9%) não é ainda impacto do aumento, em setembro, da&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2024-09/bc-aumenta-selic-em-025-e-juros-passam-para-1075-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>taxa básica de juros</strong></a>, por parte do Comitê de Política Monetária (Copom), passando de 10,5% para 10,75% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Demora um tempo para ter um efeito maior sobre a atividade economia. O terceiro trimestre não tem tanto esse impacto, apesar de o juro estar em um patamar elevado”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acrescenta que a base de comparação é alta, o que faz com que aumentos sejam menos expressivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas atividades de serviços – setor com maior participação no PIB &#8211; as altas ficaram por conta de Informação e comunicação (2,1%); outras atividades de serviços (1,7%); atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%); atividades imobiliárias (1%); comércio (0,8%); transporte, armazenagem e correio (0,6%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na indústria, houve alta de 1,3% nas indústrias de transformação &#8211; seguimento que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria. Em contrapartida, caíram&nbsp;construção (-1,7%); eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,4%) e indústrias extrativas (-0,3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os técnicos do IBGE calcularam que o investimento no terceiro trimestre, chamado de formação bruta de capital fixo, cresceu 2,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Os consumos das famílias (1,5%) e do governo (0,8%) também tiveram expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações apresentaram queda de 0,6%, enquanto as importações cresceram 1%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Altas seguidas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com o terceiro trimestre de 2023, a alta de 4% é a 15ª seguida. Na base comparativa, os serviços&nbsp;tiveram&nbsp;novamente&nbsp;maior expansão, de 4,1%, com destaque para a alta de informação e comunicação (7,8%) e outras atividades de serviços (6,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria cresceu 3,6%, com destaque para construção (5,7%) e indústrias de transformação (4,2%), que foi influenciada, principalmente, pela fabricação de veículos automotores; outros equipamentos de transporte; móveis e produtos químicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agropecuária recuou 0,8%. De acordo com o comunicado do IBGE, “alguns produtos, cujas safras são significativas no terceiro trimestre, apresentaram queda na estimativa de produção anual e perda de produtividade, como cana (-1,2%), milho (-11,9%) e laranja (-14,9%)”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O instituto contextualiza que esses recuos apagaram o bom desemprenho de culturas como algodão (14,5%), trigo (5,3%) e café (0,3%), que também possuem safras relevantes no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Já era de se esperar, desde o começo do ano, e esse comportamento, ao longo do tempo, foi piorando, muito por conta das questões climáticas da seca, que têm acontecido no Brasil”, diz Rebeca Palis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE destaca que a melhora no mercado de trabalho, que se reflete no aumento da massa salarial, e programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, colaboraram para o consumo das famílias crescer 5,5% na comparação com o terceiro trimestre de 2023 – 14º trimestre seguido de alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma comparação, a despesa do governo cresceu 1,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de investimento no terceiro trimestre de 2024 foi de 17,6%, o que representa um crescimento em relação à observada no mesmo período do ano anterior (16,4%).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acumulado do ano</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado do ano até o terceiro trimestre de 2024, o PIB cresceu 3,3% em relação a igual período de 2023. Nessa comparação, a agropecuária (-3,5%) caiu, enquanto a indústria (3,5%) e os serviços (3,8%) apresentaram expansão.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Revisão para cima</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE informou também que o PIB de 2023, anteriormente um crescimento de 2,9%, foi revisto para 3,2%.</p>
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		<title>Atividade econômica supera projeções e volta a crescer em agosto</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/atividade-economica-supera-projecoes-e-volta-a-crescer-em-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia em alta 2024]]></category>
		<category><![CDATA[PIB 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerado uma prévia do PIB, Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve alta de 0,2% sobre julho. Em relação a agosto de 2023, o avanço foi ainda maior, 3% Uma nova constatação do ritmo positivo da economia brasileira veio a público nesta segunda-feira (14). A atividade econômica em agosto registrou alta de 0,2%, [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-68e8abc7b1507719a5b47d391142ae77">Considerado uma prévia do PIB, Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve alta de 0,2% sobre julho. Em relação a agosto de 2023, o avanço foi ainda maior, 3%</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova constatação do ritmo positivo da economia brasileira veio a público nesta segunda-feira (14). A atividade econômica em agosto registrou alta de 0,2%, na comparação com julho, dado que mais uma vez surpreendeu analistas e o mercado financeiro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados fazem parte do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) a soma dos bens e serviços produzidos no país.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com o mês de agosto de 2023, o avanço foi ainda maior, batendo em 3%. A subida registrada no trimestre finalizado em agosto foi de 1,5% em relação aos três meses anteriores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano, o índice soma uma alta de 2,9%. Já no acumulado de 12 meses, o IBC-Br cresceu 2,5%. &nbsp; Com relação a julho deste ano, o&nbsp;índice teve uma&nbsp;retração de 0,4%, a primeira desde março e a maior desde maio de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo noticiou o jornal&nbsp;<em>Valor Econômico,&nbsp;</em>o resultado de agosto ficou acima da mediana das estimativas captadas pelo Valor Data junto ao mercado financeiro, de elevação de 0,10%, mas ficou dentro do intervalo das projeções, que iam de queda de 0,39% a crescimento de 0,50%. Outra pesquisa, feita pela agência Reuters, apontou que a projeção do setor era de estabilidade, após queda 0,6% em julho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado obtido no IBC-Br é mais um de uma série de dados que apontam para um cenário de maior robustez e estabilidade da economia, ao contrário do que em geral é apontado pelo mercado financeiro, que costuma jogar para baixo os avanços do país.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na semana passada, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) aumentou em um ponto percentual sua projeção para o crescimento do país em 2024, passando de 2,4% para 3,4%. E, no início do mês, a agência Moodys elevou a nota brasileira de Ba2, dois níveis abaixo do grau de investimento, para Ba1, um nível abaixo dessa categoria, e ainda apontou para a possibilidade de uma nova alta nos próximos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, o Brasil viu o número de pessoas empregadas chegar a 101,8 milhões no segundo trimestre de 2024, de um total de 109,4 milhões que compõem o universo da força de trabalho. Os índices são os melhores já verificados desde 2012, quando teve início a série histórica da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>CNI aumenta de 2,4% para 3,4% a projeção de crescimento do PIB de 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/cni-aumenta-de-24-para-34-a-projecao-de-crescimento-do-pib-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 12:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento do PIB 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Mais carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[PIB 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Consumo das famílias e mercado trabalho aquecido explicam aumento O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve subir de 2,4% para 3,4% em 2024, projeta o&#160;Informe Conjuntural&#160;do 3º Trimestre, divulgado pela&#160;Confederação Nacional da Indústria (CNI)&#160;nesta quinta-feira (10). O superintendente de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles explica o que levou a entidade a rever o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-755d0d30f39d05c9475c384c631bdf62">Consumo das famílias e mercado trabalho aquecido explicam aumento</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve subir de 2,4% para 3,4% em 2024, projeta o&nbsp;Informe Conjuntural&nbsp;do 3º Trimestre, divulgado pela&nbsp;Confederação Nacional da Indústria (CNI)&nbsp;nesta quinta-feira (10).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O superintendente de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles explica o que levou a entidade a rever o crescimento do PIB deste ano de forma expressiva: “A CNI aumentou a previsão do PIB de 2024, principalmente, por causa do desempenho da economia no primeiro semestre, que foi muito positivo, acima das nossas expectativas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, segundo Telles, &#8220;os fatores que têm contribuído para o crescimento não devem desaparecer até o fim do ano e o segundo semestre vai ter como base de comparação o período mais fraco da atividade em 2023”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as razões para o desempenho da economia, sobretudo para sustentar a demanda e o investimento, estão o aumento do consumo das famílias, consequência de um mercado de trabalho aquecido; a alta da massa salarial e a maior oferta de crédito; além dos gastos do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de prever menor intensidade, a confederação acredita que esses fatores seguirão impulsionando a atividade na segunda metade de 2024.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crescimento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A nova edição do&nbsp;Boletim de Mercado de Trabalho do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada nesta quarta-feira (9), confirma o quadro positivo relativo ao mercado de trabalho apontado pela CNI.&nbsp;Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ipea ressalta que a força de trabalho e a população ocupada estão nos maiores maiores níveis registrados desde o início da série histórica da PNAD Contínua em 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, o Brasil registrou um aumento&nbsp;de&nbsp;1,7% na força&nbsp;de&nbsp;trabalho, alcançando mais&nbsp;de&nbsp;109 milhões&nbsp;de&nbsp;trabalhadores. Já a quantidade&nbsp;de&nbsp;cidadãos ocupados cresceu 3%, totalizando 101,8 mi de pessoas. A taxa&nbsp;de&nbsp;desocupação caiu 6,9%, esse é o menor número&nbsp;desde&nbsp;2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O emprego formal também apresentou&nbsp;crescimento, com uma alta&nbsp;de&nbsp;4 % em comparação ao segundo trimestre&nbsp;de&nbsp;2023, segundo os dados da PNAD Contínua. Além disso, o Novo Caged registrou a criação&nbsp;de&nbsp;1,7 mi de novas vagas com carteira assinada.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boletim Focus: projeção de inflação para 2024 cai e do PIB sobe na semana</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/boletim-focus-projecao-de-inflacao-para-2024-cai-e-do-pib-sobe-na-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 12:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[boletim focus]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[inflação 2024]]></category>
		<category><![CDATA[PIB 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa do IPCA para 2024 ano recuou de 3,87% para 3,86%, enquanto a mediana das projeções para a evolução o PIB neste ano subiu de 1,59% para 1,60% A projeção para a inflação de 2024 feita por analistas voltou a cair nesta semana, enquanto a estimativa para o PIB avançou levemente em ante a semana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9324d27695308a338944bb13ad9080e1">Estimativa do IPCA para 2024 ano recuou de 3,87% para 3,86%, enquanto a mediana das projeções para a evolução o PIB neste ano subiu de 1,59% para 1,60%</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção para a inflação de 2024 feita por analistas voltou a cair nesta semana, enquanto a estimativa para o PIB avançou levemente em ante a semana anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (22) pelo Relatório Focus do Banco Central.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-inflacao">Inflação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa do IPCA para 2024 ano recuou de 3,87% para 3,86%, enquanto a previsão para a inflação de 2025 continua em 3,50% há 26 semanas. A estimativa para 2026 permaneceu nos mesmos 3,50%, nível igual ao dos últimos 29 “Boletins Focus”, o mesmo acontecendo para a projeção de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa para os preços administrados dentro do IPCA para 2024 recuou de 4,29% para 4,16%. Para 2025, a previsão subiu de 3,99% para 4,0%, enquanto para 2026 desceu se manteve em 3,50%, a mesma observada para 2027.Para o IGP-M, a estimativa em 2024 caiu de 4,08% para 4,04% e a de 2025 recuou de 4,0% para 3,99%. Para 2026, a estimativa está mantida em 4,0% há 48 semanas. A de 2027 caiu de para 3,93% para 3,85%.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-pib">PIB</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mediana das projeções para a evolução o PIB para 2024 subiu de 1,59% para 1,60%. A projeção para 2025 também foi mantida em 2,0% pela sexta semana seguida e a de 2026 está em 2,0% há 24 semanas consecutivas. A estimativa também está em 2,0% em 2027, há 27 semanas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-selic">Selic</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Novamente, as projeções para a taxa básica de juros (Selic) não sofreram alterações em todo o horizonte da pesquisa. A projeção para 2024 ficou nos mesmos 9,00%, segundo os analistas. A estimativa para 2025 se manteve em 8,50% e a projeção para 2026, por sua vez, permanece nos mesmos 8,50% há 24 semanas seguidas. A de 2027 também ficou em 8,50%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Câmbio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mediana das projeções para o dólar em 2024 passou de R$ 4,95 para R$ 4,92. A de 2025, por sua vez foi mantida em R$ 5,00 e a aposta para 2026 passou de R$ 5,06 para R$ 5,05. A estimativa para 2027 foi mantida em R$ 5,10.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-resultado-primario">Resultado primário</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção para o resultado primário em 2024 permaneceu em -0,80% do PIB. A projeção para 2025, por sua vez, melhorou, passando de -0,66% do PIB para -0,60% do PIB. A projeção para 2026 foi mantida no déficit de -0,50% do PIB e a de 2027 continuou em -0,20% do PIB.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-divida-publica">Dívida pública</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para a dívida líquida do setor público, a projeção de 2024 caiu de 64,25% do PIB para 63,80%. A de 2025 também recuou, de 66,55% do PIB para 66,20% do PIB. A de 2026 caiu em 69,20% para 68,60% do PIB. A de 2027 recuou de 71,40% do PIB para 70,0% do PIB.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-balanca-comercial">Balança comercial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção para a balança comercial brasileira em 2024 subiu pela segunda semana seguida, de US$ 75,0 bilhões para US$ 75,90 bilhões, enquanto a de 2025 avançou de US$ 68,50 bilhões para U$ 70,0 bilhões. A estimativa para 2026 também cresceu dos US$ 70,0 bilhões da semana passada para US$ 71 bilhões. Par 2027, a projeção avançou de US$ 70 bilhões para US$ 74 bilhões.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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