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	<title>PIB 2022 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>PIB 2022 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Serviços sustentam PIB em 2022: governo Bolsonaro cresceu menos de 1,5% por ano, abaixo dos antecessores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jhuly Esteves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 13:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[No último ano da gestão, alta foi de 2,9%, quase toda devido ao setor de serviços. Agropecuária caiu O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 2,9% em 2022, com alta puxada principalmente pelos serviços (4,2%). O resultado veio dentro do previsto. A indústria avançou 1,6%, enquanto a agropecuária caiu 1,7% (-11,4% no caso da soja). [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="has-cyan-bluish-gray-color has-text-color wp-block-heading">No último ano da gestão, alta foi de 2,9%, quase toda devido ao setor de serviços. Agropecuária caiu</h4>



<p>O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 2,9% em 2022, com alta puxada principalmente pelos serviços (4,2%). O resultado veio dentro do previsto. A indústria avançou 1,6%, enquanto a agropecuária caiu 1,7% (-11,4% no caso da soja). Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (2) pelo IBGE. Assim, o PIB somou R$ 9,9 trilhões.</p>



<p>“Desses 2,9% de crescimento em 2022, os serviços foram responsáveis por 2,4 pontos percentuais. Além de ser o setor de maior peso, foi o que mais cresceu, o que demonstra como foi alta a sua contribuição na economia no ano”, afirma a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.</p>



<p>Assim, o governo anterior teve PIB de 1,2% em 2019, -3,3% em 2020, 5% em 2021 e 2,9% em 2022. Na média, em torno de 1,4% por ano. Marcada também pela pandemia, que negligenciou, a gestão Bolsonaro na economia ficou abaixo dos antecessores: 2,5% em média no primeiro governo FHC, 4,6% ao ano no primeiro governo Lula e 2,4% nos primeiros quatro anos de Dilma Rousseff.</p>



<p>Os resultados de 2022 mostram crescimento concentrado em serviços e perda de fôlego ao longo do ano. Um dos efeitos dos juros sobre a economia, que deverá continuar enfrentando dificuldades.</p>



<p>De acordo com o instituto, a taxa de investimento correspondeu a 18,8% do PIB, praticamente no mesmo nível de 2021 (18,9%). Já a taxa de poupança passou de 17,4% para 15,9%.</p>



<p>Indicador de investimento, a Formação Bruta de Capital Fixo subiu 0,9% em 2022. Já o consumo das famílias aumentou 4,3% e o governo, 1,5%. Enquanto as exportações cresceram 5,5%, as importações subiram 0,8%.</p>
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		<title>Boletim Focus: expectativa de inflação para 2022 volta a subir, para 5,92</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[PIB 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[A expectativa para a taxa de juros básica (Selic) subiu de 11,50% para 11,75% em 2023, e a de 2024 foi elevada de 8,25% para 8,50% Subiu novamente a projeção de inflação e PIB para o Brasil, segundo estimativas do mercado financeiro divulgadas nesta segunda-feira (5) no Boletim Focus, do Banco Central. Segundo as instituições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A expectativa para a taxa de juros básica (Selic) subiu de 11,50% para 11,75% em 2023, e a de 2024 foi elevada de 8,25% para 8,50%</p>
<p></p>
<p>Subiu novamente a projeção de inflação e PIB para o Brasil, segundo estimativas do mercado financeiro divulgadas nesta segunda-feira (5) no Boletim Focus, do Banco Central. Segundo as instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC, a expectativa para o IPCA deste ano passou de 5,91%, há uma semana, para 5,92%. Para 2023, subiu de 5,02% para 5,08% e, para 2024, seguiu em 3,50%.</p>
<p> </p>
<p>A projeção de alta do PIB de 2022 foi elevada, de 2,81% para 3,05% para este ano e também avançou, de 0,70% para 0,75% em 2023. A de 2024 subiu de 1,70% para 1,71%.</p>
<p> </p>
<p><strong>Câmbio e juros</strong></p>
<p>A estimativa para o dólar caiu R$ 5,25 por US$ 1 em 2022. A de 2023 foi mantida em R$ 5,25 Para 2024, subiu de R$ 5,20 para R$ 5,23.</p>
<p> </p>
<p>A expectativa para a taxa de juros básica (Selic) continuou mantida em 13,75% para este ano (24 semanas de estabilidade). Para 2023, subiu de 11,50% para 11,75%, e a de 2024, foi elevada de 8,25% para 8,50%.</p>
<p> </p>
<p><strong>Dívida pública e resultado primário</strong></p>
<p>As projeções do mercado financeiro para a dívida pública do setor público continuaram a apresentar piora para os próximos anos. Para 2022, a estimativa subiu foi mantida em 57,70% no novo Boletim Focus. Mas para 2023, cresceu de 61,00 do PIB para 61,50%. A de passou de 64,00% para 64,50% e  a 2025 foi elevada de 66,50% para 66,60% do PIB.</p>
<p> </p>
<p>A estimativa para o resultado primário do setor público melhorou para 2022, de um esperado superávit de 1,25% do PIB para 1,29%. Mas o déficit estimado para 2023 passou de 0,80% para 0,90% do PIB. Para 2024, foi 0,35% do PIB para 0,50%. Para 2025, foi mantida em 0,40% do PIB.</p>
<p>Crédito: CTB<br />Fonte: Infomoney<br />Escrito por: Roberto de Lira</p>
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