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	<title>pesquisa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Apr 2026 13:06:37 +0000</lastBuildDate>
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	<title>pesquisa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Campanha Salarial: Responda a Consulta Nacional dos Bancários 2026</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/campanha-salarial-responda-a-consulta-nacional-dos-bancarios-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 13:06:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[pauta]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Sindicato orienta a todos e todas responderem, para ajudar na construção da pauta de reivindicações da Campanha Salarial deste ano A Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026 já iniciou seu processo de organização, com a Consulta Nacional dos Bancários e Bancárias. A pesquisa, feita online, está disponível de 17 de abril até 31 de maio. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-253114231f3d346b12aedcf78ba595dd">Sindicato orienta a todos e todas responderem, para ajudar na construção da pauta de reivindicações da Campanha Salarial deste ano</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026 já iniciou seu processo de organização, com a Consulta Nacional dos Bancários e Bancárias. A pesquisa, feita online, está disponível de 17 de abril até 31 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sindicato orienta a todos e todas responderem, para ajudar na construção da pauta de reivindicações da Campanha Salarial da Categoria.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://consultabancarios2026.votabem.com.br/"><strong>Clique aqui para responder a pesquisa</strong></a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A realização da consulta foi aprovada pelo Comando Nacional dos Bancários após discussões realizadas em dezembro de 2025 e ratificadas em reunião no dia 3 de março de 2026, em Brasília (DF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O questionário traz questões voltadas ao impacto das metas na saúde do trabalhador, aos efeitos da tecnologia no setor bancário e à opinião da categoria sobre a redução da jornada sem redução salarial, além de abordar as expectativas das bancárias e dos bancários para as negociações com o setor patronal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa mostra que brasileiro prefere emprego com carteira assinada</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pesquisa-mostra-que-brasileiro-prefere-emprego-com-carteira-assinada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 07:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada (CLT)]]></category>
		<category><![CDATA[Confederação Nacional da Indústria (CNI)]]></category>
		<category><![CDATA[Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento da CNI mostra que CLT lidera entre jovens. Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f9691916efe3b4871d808abe603fb7b6">Levantamento da CNI mostra que CLT lidera entre jovens.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Principais números da pesquisa</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>9,3% preferem abrir o próprio negócio;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>20% não encontraram oportunidades atrativas.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Preferência entre jovens</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Claudia Perdigão, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Renda complementar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Alta satisfação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>95% estão satisfeitos com o emprego atual;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>70% se dizem muito satisfeitos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>4,6% estão insatisfeitos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>1,6% muito insatisfeitos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A mobilidade no mercado é limitada:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>20% buscaram outro emprego recentemente;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O tempo no emprego também influencia:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/entenda-o-que-esta-em-discussao-sobre-o-fgts-e-o-endividamento-dos-brasileiros/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/entenda-o-que-esta-em-discussao-sobre-o-fgts-e-o-endividamento-dos-brasileiros/">Entenda o que está em discussão sobre o FGTS e o endividamento dos brasileiros</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, diz Datafolha</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/apoio-ao-fim-da-escala-6x1-cresce-e-chega-a-71-dos-brasileiros-diz-datafolha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 07:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fim da Escala 6×1]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[presidente Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa mostra avanço em relação a 2024 e indica que maioria vê melhora na qualidade de vida com redução da jornada. A maioria dos brasileiros é favorável ao fim da escala de trabalho 6×1. Pesquisa do Datafolha aponta que 71% defendem a redução do número máximo de dias trabalhados por semana, enquanto 27% são contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-48e9ee2e2a3d61773cea87cd59618124">Pesquisa mostra avanço em relação a 2024 e indica que maioria vê melhora na qualidade de vida com redução da jornada.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos brasileiros é favorável ao fim da escala de trabalho 6×1. Pesquisa do Datafolha aponta que 71% defendem a redução do número máximo de dias trabalhados por semana, enquanto 27% são contra e 3% não opinaram. As informações são da Folhapress.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento foi realizado entre 3 e 5 de março, com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 137 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O apoio à mudança cresceu em relação ao levantamento anterior do instituto, realizado em dezembro de 2024, quando 64% dos entrevistados se declararam favoráveis e 33% contrários à proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema está em debate no Congresso Nacional, onde tramitam propostas para alterar a jornada de trabalho no país. O governo do presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> tem indicado que a prioridade é reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, a lei poderia estabelecer a redução da jornada, enquanto a definição da escala —com dois dias de descanso na semana— seria negociada entre empresas e trabalhadores. A posição é considerada mais flexível que a proposta apresentada pela deputada <strong>Erika Hilton</strong>, que prevê a redução da jornada para 36 horas semanais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também analisou o perfil dos trabalhadores. Entre os brasileiros economicamente ativos, 53% afirmam trabalhar até cinco dias por semana, enquanto 47% dizem trabalhar seis ou sete dias. Mesmo entre aqueles que trabalham mais dias, o apoio ao fim da escala 6×1 permanece majoritário: 68% são favoráveis, contra 76% entre os que trabalham até cinco dias semanais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os entrevistados, 66% disseram trabalhar até oito horas por dia, 28% entre mais de oito e até 12 horas, e 5% mais de 12 horas diárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando questionados sobre os impactos da mudança, 76% afirmam que a redução da jornada seria ótima ou boa para a qualidade de vida dos trabalhadores. Sobre os efeitos para as empresas, as opiniões se dividem: 39% acreditam em impactos positivos e outros 39% em efeitos negativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à economia brasileira como um todo, 50% avaliam que o fim da escala 6×1 teria impacto positivo, enquanto 24% acreditam que os efeitos seriam negativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também mostra diferenças de percepção entre grupos da população. Entre jovens de 16 a 24 anos, 83% apoiam a redução da jornada, enquanto o índice cai para 75% entre pessoas de 35 a 44 anos e chega a 55% entre entrevistados com 60 anos ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte por gênero, as mulheres demonstram maior apoio à medida, com 77% favoráveis, enquanto entre os homens o percentual é de 64%.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se/">Fortaleça <strong><em>suas</em></strong> lutas. Sindicalize-se!</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imposto para super-ricos resultaria em justiça social, diz pesquisa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/imposto-para-super-ricos-resultaria-em-justica-social-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jun 2025 07:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda (IR)]]></category>
		<category><![CDATA[Isenção]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça social]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[super-ricos]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxação viabiliza isenção de IR para 14,5% da população Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (13/6) pelo Ministério da Fazenda revela que uma alíquota “mínima” do Imposto de Renda para Pessoas Físicas (IRPF) para quem ganha salário acima de R$ 50 mil mensais garantiria um número maior de contribuintes isentos nas camadas mais pobres. O estudo ratifica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-513375100a5a91e52863f5655098e7a5">Taxação viabiliza isenção de IR para 14,5% da população</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (13/6) pelo Ministério da Fazenda revela que uma alíquota “mínima” do Imposto de Renda para Pessoas Físicas (IRPF) para quem ganha salário acima de R$ 50 mil mensais garantiria um número maior de contribuintes isentos nas camadas mais pobres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo ratifica tese defendida pelo governo federal, tendo por base dados relativos ao ano de 2022 das declarações de IRPF e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADC-A).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A implementação isolada da desoneração, sem a compensação via imposto mínimo sobre os super-ricos, além de gerar impacto fiscal negativo, não mitiga as distorções de progressividade na tributação direta no Brasil e pode até ampliar a desigualdade de renda”, diz o estudo Impactos da reforma do IRPF sobre a renda das pessoas físicas proposta no PL 1.087/25 na progressividade e na desigualdade de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O “imposto mínimo” (IRPFM) incidiria, segundo a proposta apresentada pelo governo federal, nos 0,2% dos contribuintes mais ricos do país &#8211; os chamados “super-ricos” &#8211; que são aqueles que recebem salário mensal de pelo menos R$ 50 mil – o que corresponde R$ 600 mil por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir deste valor, a alíquota vai aumentando gradativamente até atingir 10% para rendas a partir de R$ 1,2 milhão por mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O imposto mínimo para os super-ricos possibilitaria, segundo o governo, custear a redução do IRPF para 14,5% da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção de IRPF seria total para quem ganha até R$ 5 mil por mês; e parcial para quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7 mil mensais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do Ministério da Fazenda, a reforma integral proposta no PL nº 1.087 é “essencial para promover um sistema tributário mais justo e equitativo e para contribuir para a redução da desigualdade de renda no Brasil”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va5Tooy1dAw2eWQooL1K" data-type="link" data-id="https://whatsapp.com/channel/0029Va5Tooy1dAw2eWQooL1K">Siga o canal do Sindicato no WhatsApp</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Cenário 1</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento apresenta três cenários de análise para, então, concluir que “somente a aprovação da proposta que combina a isenção com o imposto mínimo reduzirá a desigualdade” no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro deles mostra o modelo atual de IRPF, tendo como ano-base 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A permanência de tributação efetiva muito baixa para estratos já muito elevados, isto é, para os ainda mais ricos que os 0,7% dos declarantes (ou 0,2% da população) apresenta três problemas, segundo o estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de não seguir os princípios de justiça fiscal e justiça social, esse cenário não corrigiria a distorção de regressividade no topo da distribuição. Por fim, ampliaria ainda mais a desigualdade no país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cenário 2</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo cenário simula a implementação de isenção e descontos sobre a base de contribuintes caso tivesse ocorrido em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso – de isenção para quem ganha até R$ 5 mil e de desoneração parcial àqueles que ganham até R$ 7 mil, sem imposto mínimo –, o efeito seria “pequeno sobre a progressividade do IRPF”, acompanhado de “piora na distribuição de renda do país, considerando-se toda a população”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cenário 3</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro cenário mostra como ficaria a situação, caso as medidas de desonerações fossem implementadas de forma conjunta com a tributação mínima dos super-ricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado seria, segundo o levantamento, uma diminuição da “distorção de regressividade do IRPF no topo da distribuição”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, com a ampliação da progressividade, não se comprometeria a sustentabilidade fiscal. O estudo, então, conclui que a desigualdade de renda no país seria, de fato, reduzida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conclusão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“No que tange à distribuição de renda entre toda a população adulta com algum rendimento, a proposta integral (isenção + IRPFM) é a única que efetivamente reduziria a desigualdade em relação ao cenário atual”, conclui o estudo, tendo por base reflexos das medidas para o chamado Índice de Gini – medição estatística que indica desigualdade na distribuição de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a proposta do governo tivesse sido aprovada, esse índice, que atualmente está em 0,6185 diminuiria para 0,6178, “promovendo mais justiça fiscal e menor desigualdade de renda”, diz o estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Já o cenário que contempla apenas a isenção e descontos às rendas mais baixas, sem a contrapartida do imposto mínimo sobre as altas rendas, geraria piora da desigualdade de rendimentos no país (índice de Gini do cenário igual a 0,6192)”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, representaria “uma ameaça à sustentabilidade fiscal, pois não haveria compensação com a arrecadação tributária majorada nos rendimentos do topo da pirâmide distributiva, que atualmente pagam alíquotas efetivas muito mais baixas do que contribuintes de menores rendas”, complementou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Autor de livro sobre o Sindicato dos Bancários fala da importância de valorizar o movimento sindical</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/autor-de-livro-sobre-o-sindicato-dos-bancarios-fala-da-importancia-de-valorizar-o-movimento-sindical/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 16:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio Artequilino]]></category>
		<category><![CDATA[Combativo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[lutas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Em vídeo recente no seu canal do Youtube, o doutor, historiador, escritor e professor Antônio Artequilino reforça que valorização dos sindicatos é &#8220;tarefa inadiável&#8221; e cita livro onde pesquisa a atuação do Sindicato dos Bancários de Santos e Região A atuação combativa do Sindicato dos Bancários de Santos e Região virou livro, após ser tema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-e9a5997f257f6790a3e120bdfdc8454f">Em vídeo recente no seu canal do Youtube, o doutor, historiador, escritor e professor Antônio Artequilino reforça que valorização dos sindicatos é &#8220;tarefa inadiável&#8221; e cita livro onde pesquisa a atuação do Sindicato dos Bancários de Santos e Região</h4>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Valorizar os sindicatos é uma tarefa inadiável" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/XGPtT4vMksM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A atuação combativa do Sindicato dos Bancários de Santos e Região <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/livro-revela-trajetoria-revolucionaria-em-defesa-dos-bancarios-de-santos/">virou livro</a>, após ser tema de pesquisa de Doutorado. você sabia disso?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo que virou livro foi feito pelo Doutor em Linguística Aplicada, Mestre em Educação, Historiador, Escritor, Professor, Palestrante e Consultor Antônio Artequilino. Ele também foi trabalhador bancário do Banco do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vídeo recente no seu canal <a href="https://www.youtube.com/@arte-quilino">&#8220;Pensar com Arte&#8221;</a>, no Youtube, Artequilino comenta sobre seu livro “<a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/livro-revela-trajetoria-revolucionaria-em-defesa-dos-bancarios-de-santos/">Sindicatos dos Trabalhadores Bancários – Formações Discursivas em Concorrência</a>”, além de pontuar que &#8220;valorizar os sindicatos é uma tarefa inadiável&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira o vídeo acima com a fala na íntegra do professor Artequilino . É para que a valorização do movimento sindical continue sendo ampliada e fortalecida, é fundamental que você e seus colegas de banco sejam sindicalizados! <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">Clique aqui para acessar a ficha de associação</a> ao Sindicato dos Bancários de Santos e Região. <a href="https://santosbancarios.com.br/sindicaliza-formulario/">Não fique só! Fique Sócio!</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia também:</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"> <strong><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/livro-revela-trajetoria-revolucionaria-em-defesa-dos-bancarios-de-santos/">Livro revela trajetória revolucionária em defesa dos bancários de Santos</a></strong></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba quais são os cursos superiores com maior empregabilidade</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/saiba-quais-sao-os-cursos-superiores-com-maior-empregabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 07:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes)]]></category>
		<category><![CDATA[cursos superiores]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[empregabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[MERCADO DE TRABALHO]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa ouviu mais de 8.500 alunos e egressos do Ensino Superior brasileiro Um estudo recente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) revelou que aproximadamente 69% dos recém-formados conseguiram emprego até um ano após a formatura. Os dados da pesquisa mostram fatores da empregabilidade dos cursos superiores no país. A empregabilidade é a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0bd7b1535579275597e76249e9d302cc">Pesquisa ouviu mais de 8.500 alunos e egressos do Ensino Superior brasileiro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo recente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) revelou que aproximadamente 69% dos recém-formados conseguiram emprego até um ano após a formatura. Os dados da pesquisa mostram fatores da empregabilidade dos cursos superiores no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empregabilidade é a busca constante dos profissionais por aprimoramento de habilidades, com o objetivo de tornarem-se aptos a atender às demandas do mercado de trabalho. É a empregabilidade que define se os profissionais são competentes ou não para concorrerem a vagas no mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o estudo da Abmes realizado durante a pandemia, os cursos com maior empregabilidade no Brasil eram TI, Engenharia, Saúde e Direito. Os profissionais de TI ocupavam o topo da lista. Segundo a pesquisa, 82% dos profissionais da área declararam ter conseguido emprego logo após a formatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro levantamento, realizado pelo Instituto Semesp em parceria com a Simplicity, em 2021, também mediu quais são os cursos com maior empregabilidade. A pesquisa ouviu mais de 8.500 alunos e egressos do Ensino Superior brasileiro. Veja a lista:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cursos superiores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicina: 100%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Medicina lidera o ranking de empregabilidade. Segundo a pesquisa, todos os egressos (100%) estavam atuando na área durante o período do estudo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Engenharia da Computação: 92,6%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com alto índice de inserção no mercado, Engenharia da Computação teve 92,6% dos formados trabalhando na área no momento da pesquisa, conforme aponta a 3ª Pesquisa de Empregabilidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ciência da Computação: 90,5%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ciência da Computação também apresenta excelentes números, com 90,5% dos profissionais formados exercendo atividades na área de atuação durante o levantamento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Farmácia: 79,3%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Farmácia figura entre os cursos com bons índices de empregabilidade: 79,3% dos egressos estavam empregados na área no período do estudo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Odontologia: 78,9%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Outro destaque da área da saúde, Odontologia apresentou 78,9% de profissionais formados atuando no setor correspondente à sua formação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fisioterapia: 64,4%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Entre os cursos da saúde, Fisioterapia também mostra bom desempenho, com 64,4% dos egressos empregados na área de formação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arquitetura e Urbanismo: 63,5%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O curso de Arquitetura e Urbanismo apresentou índice de 63,5% de empregabilidade entre seus formados, que atuavam no setor durante a realização da pesquisa.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Psicologia: 61,1%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Com 61,1% de egressos inseridos no mercado de trabalho em sua área de formação, Psicologia se destaca entre os cursos com boa empregabilidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Publicidade e Propaganda: 60,5%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Na área da comunicação, Publicidade e Propaganda lidera em empregabilidade, com 60,5% dos profissionais atuando no setor no momento do estudo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contabilidade: 60,5%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contabilidade é outro curso que se destaca pela empregabilidade dos egressos. De acordo com dados do estudo, 50,5% dos formados em Contabilidade estavam trabalhando na área no momento da realização da pesquisa.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa: Nove a cada dez mulheres já sofreram assédio no ambiente de trabalho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pesquisa-nove-a-cada-dez-mulheres-ja-sofreram-assedio-no-ambiente-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 08:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agressor]]></category>
		<category><![CDATA[Assediador]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[assédio no ambiente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[equidade]]></category>
		<category><![CDATA[espaço discriminatório]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Levantamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[O número alarmante consta no trabalho “Equidade de Gênero e Trabalho no Brasil em 2024” As mulheres ainda encaram o ambiente de trabalho como um espaço discriminatório e com outros graves problemas, como assédio. A prova é que nove a cada dez profissionais já foram assediadas, sexualmente ou moralmente, ao longo da carreira. O número [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5ebffd4f5e078b74e99d95b17a50ccc6">O número alarmante consta no trabalho “Equidade de Gênero e Trabalho no Brasil em 2024”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres ainda encaram o ambiente de trabalho como um espaço discriminatório e com outros graves problemas, como assédio. A prova é que nove a cada dez profissionais já foram assediadas, sexualmente ou moralmente, ao longo da carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número alarmante consta na pesquisa “Equidade de Gênero e Trabalho no Brasil em 2024”, realizada pela Éssi Consultoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento foi divulgado no último dia 13, em alusão ao mês da mulher. No total, entre os dias 1º de maio e 14 de junho do ano passado, foram ouvidas, de forma online e anônima, 1.419 respondentes, com representantes de quase todos os estados brasileiros, exceto Acre e Amapá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apontaram que 91% das entrevistadas afirmaram já ter sofrido algum tipo de assédio no ambiente de trabalho. Além disso, 59% acreditam que seriam prejudicadas caso denunciassem a situação de assédio. O estudo também identificou que 54% relataram ter sido vítimas de discriminação no ambiente profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados apontam que o assédio e a discriminação ainda são realidades persistentes no mercado de trabalho. A percepção de que a denúncia pode trazer prejuízos à carreira reforça a necessidade de políticas eficazes para garantir um ambiente mais seguro e igualitário para as mulheres”, destacou Gisele Müller, fundadora da Éssi Consultoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Gisele, iniciativas para mitigar microagressões, manifestações sutis que reforçam desigualdades e dificultam a ascensão profissional também são necessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este panorama também se refletiu na pesquisa, pois 48,4% das entrevistadas disseram que são alvos de piadas machistas. Já 31% afirmaram que, nas empresas em que trabalham, atribuições de tarefas administrativas são feitas com base em estereótipos de gênero. Além disso, metade das participantes declarou que ser mulher compromete a avaliação do desempenho profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento revelou, ainda, que quatro a cada dez mulheres precisam interromper colegas para serem ouvidas em reuniões e só têm suas ideias aceitas quando repetidas por outra pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já cinco a cada dez mulheres relataram frequentemente duvidar de si mesmas após exporem um fato ou ideia. Além disso, sempre ou frequentemente, homens explicam situações óbvias como se elas fossem incapazes de entender sozinhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este cenário reforça desigualdades estruturais e afeta diretamente a confiança e a trajetória profissional. Criar ambientes corporativos mais inclusivos requer ações concretas para minimizar esses impactos”, ressaltou Gisele.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Equidade no trabalho</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando questionadas sobre equidade no ambiente de trabalho, 47% das entrevistadas falaram que há igualdade em termos de remuneração, promoções e oportunidades de carreira. No entanto, outras 42% discordaram, citando que quase metade das colaboradoras ainda percebe disparidades de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E mais: 43% das mulheres concordaram que suas empresas possuem programas ou benefícios voltados para a equidade de gênero. Em contrapartida, 42% ainda não percebem ações que revisem práticas e políticas que possam representar obstáculos às suas carreiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse número reflete uma realidade preocupante: a autocobrança excessiva e a falta de confiança são barreiras significativas que impedem muitas profissionais de avançarem em suas trajetórias. Essa tendência pode estar relacionada a estereótipos de gênero e a um ambiente que, muitas vezes, não encoraja as mulheres a assumirem riscos ou a se verem como merecedoras de posições de destaque”, acrescentou Gisele Müller.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais dados e todas as conclusões do estudo podem ser acessados por meio do site da <a href="https://www.essi.com.br/" data-type="link" data-id="https://www.essi.com.br/">Éssi Consultoria</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Se Liga <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-lanca-curso-de-formacao-para-exame-cea-com-vantagens-para-associados/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-lanca-curso-de-formacao-para-exame-cea-com-vantagens-para-associados/">Sindicato lança curso de formação para exame CEA com vantagens para associados</a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CAIXA: A insatisfação de caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor com condições de trabalho</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-a-insatisfacao-de-caixas-tesoureiros-e-avaliadores-de-penhor-com-condicoes-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 06:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Acúmulo de Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[avaliadores de penhor]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[caixas]]></category>
		<category><![CDATA[Carreiras]]></category>
		<category><![CDATA[Condições de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[falta de perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae)]]></category>
		<category><![CDATA[insatisfação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Tesoureiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa realizada a pedido da Fenae destaca acúmulo e desvios de função e falta de perspectivas para a carreira Entre os dias 17 e 24 de outubro, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) realizou uma pesquisa para avaliar o cenário atual de caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor que atuam no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-73b1b9564550c5695aff1665c6be882e">Pesquisa realizada a pedido da Fenae destaca acúmulo e desvios de função e falta de perspectivas para a carreira</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 17 e 24 de outubro, a <a href="https://www.fenae.org.br/portal/fenae-portal/" data-type="link" data-id="https://www.fenae.org.br/portal/fenae-portal/">Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae)</a> realizou uma pesquisa para avaliar o cenário atual de caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor que atuam no banco. O levantamento, composto por 29 perguntas, traçou o perfil dos 3.980 respondentes e aprofundou questões sobre condições de trabalho, expectativas de carreira, ações judiciais, impacto das novas tecnologias e o futuro das funções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados revelaram que 38% dos caixas (efetivos ou por prazo/minuto) acumulam também a função de tesoureiro, seja de forma habitual ou esporádica. Essa prática reforça a necessidade de nomeações efetivas para essa função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado preocupante é que 17% dos empregados declararam exercer suas funções por minuto/prazo de maneira habitual, devido à ausência de titulares designados. O levantamento ainda aponta que 60% dos respondentes informaram que exercem atividades não previstas em suas atribuições, configurando desvio de função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As manifestações nas respostas à pesquisa demonstraram uma profunda insatisfação dos empregados com o tratamento dado pela <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">Caixa</a>. Os problemas relacionados às condições de trabalho e falta de perspectivas em relação à carreira e ao futuro da função passam a impressão de abandono e de descaso por parte da direção”, destacou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto. “Se a Caixa pretende mudar esta percepção, ela precisa estar aberta a estabelecer de fato um processo negocial e apresentar soluções para os problemas que tem causado aos empregados ao longo dos anos”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fenae irá divulgar o relatório com os resultados completos da pesquisa nos próximos dias. A expectativa é que os dados reforcem a importância de um processo de negociação que priorize a valorização dos empregados e a melhoria das condições de trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sete em cada 10 transações bancárias são feitas via celular</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/sete-em-cada-10-transacoes-bancarias-sao-feitas-via-celular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 07:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agências físicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia bancária]]></category>
		<category><![CDATA[terminais de autoatendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Transações Bancárias]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2023 foram feitas 130,7 bilhões de operações por smartphones Sete em cada dez transações bancárias realizadas no ano passado foram feitas por meio do celular. Esse percentual sobe para oito em cada dez transações se forem consideradas também operações feitas pela internet ou por meio de mensagens instantâneas (como sms, apps ou chatbox). Isso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ebdba47a20268509db580b8606f74574">Em 2023 foram feitas 130,7 bilhões de operações por smartphones</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sete em cada dez transações bancárias realizadas no ano passado foram feitas por meio do celular. Esse percentual sobe para oito em cada dez transações se forem consideradas também operações feitas pela internet ou por meio de mensagens instantâneas (como sms, apps ou chatbox). Isso é o que aponta o segundo volume da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, feita pela Deloitte, divulgada na tarde desta quarta-feira (26/6), durante o evento Febraban Tech, no Transamérica Expo Center, na capital paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2019 e 2023, as transações que utilizaram um smartphone cresceram 251% no Brasil. Só no ano passado foram feitas 130,7 bilhões de operações bancárias por meio de smartphones, o que significou um aumento de 22% em relação ao ano de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O celular se consolidou como o canal preferido dos brasileiros para suas operações bancárias. A pesquisa mostra mais uma vez a grande aceitação do público com o mobile banking, devido à eficiência e praticidade nas operações do dia a dia”, disse Rodrigo Mulinari, diretor responsável pela pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com esse levantamento, os brasileiros estão utilizando cada vez mais os serviços bancários. No ano passado, houve um crescimento de 19%, com um total recorde de 186 bilhões de transações bancárias tendo sido realizadas por meio dos diversos canais de atendimento oferecidos pelos bancos, seja por meio de agências físicas, canais digitais ou terminais de autoatendimento, entre outros. Segundo Mulinari, a utilização dos canais físicos para as transações bancárias vem decrescendo nos últimos anos, mas continuam sendo importantes no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse total de transações, 79% foram feitas por meio dos canais digitais, como o celular, o internet banking e também os aplicativos de mensagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostrou ainda que as transações que são feitas por meio de aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, apresentaram um crescimento de 76% no período, passando de 70,9 milhões para 125,2 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária foi realizada entre janeiro e abril deste ano com 21 bancos, o que representa 80% dos ativos da indústria bancária do país.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pix</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado apontado pela pesquisa é que o Pix continua muito popular e em crescimento no país. Em 2023, as instituições financeiras observaram uma alta de 16% no total de usuários cadastrados. Segundo dados do Banco Central, o Pix adicionou 71,5 milhões de usuários no sistema financeiro nacional, o que ajudou a promover a bancarização no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do aumento na quantidade de usuários, foi observado também um crescimento na quantidade de transações realizadas com o Pix: ele cresceu 74% entre 2022 e 2023, passando de 24,1 bilhões para 41,9 bilhões, segundo dados do Banco Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Pix veio para revolucionar o mercado financeiro e continua constantemente nos surpreendendo. Suas operações continuam em ascensão e batem consecutivos recordes”, destacou Rodrigo Mulinari.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vale refeição do brasileiro dura cerca de 11 dias, aponta pesquisa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/vale-refeicao-do-brasileiro-dura-cerca-de-11-dias-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 06:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios voltados à alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro trimestre]]></category>
		<category><![CDATA[Vale refeição]]></category>
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					<description><![CDATA[Valor médio dos benefícios voltados à alimentação no Brasil é de R$ 480,48 por mês De acordo com um levantamento de uma empresa global de benefícios, no primeiro trimestre deste ano, o vale refeição do brasileiro, que deveria durar 30 dias, acaba antes de duas semanas. Segundo o estudo, o benefício acaba em média em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1df707f467c1ba9449f3d279273805a9">Valor médio dos benefícios voltados à alimentação no Brasil é de R$ 480,48 por mês</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com um levantamento de uma empresa global de benefícios, no primeiro trimestre deste ano, o vale refeição do brasileiro, que deveria durar 30 dias, acaba antes de duas semanas. Segundo o estudo, o benefício acaba em média em 11 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa da Pluxee mostra que a maioria do valor é gasta no almoço (40%), seguida pelo jantar (31%), café da tarde (16%) e café da manhã (13%). O valor médio por transação foi de R$ 51,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os trabalhadores que recebem o vale alimentação, gastam em média 39% do benefício na primeira semana do mês. A maior parte das compras (43%) são realizadas em supermercados, 20% nos atacados e 12% em minimercados. O gasto médio registrado no período foi de R$ 94,70.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor médio dos benefícios voltados à refeição e alimentação no Brasil é de R$ 480,48 por mês. No centro oeste (R$ 490,74), sudeste (R$ 491,82) e sul (R$ 490,74) o valor fica acima da média, enquanto no norte (R$ 459,85) e nordeste (R$ 397,06) abaixo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Vale-refeição do trabalhador brasileiro acaba em apenas onze dias, revela levantamento" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/NNJbkdsxw2M?start=140&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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