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	<title>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>IBGE registra queda de desemprego em 15 estados no 2º trimestre de 2024</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ibge-registra-queda-de-desemprego-em-15-estados-no-2o-trimestre-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 08:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Distrito Federal e outros 11 entes federativos mantiveram taxa de desemprego estável</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A última <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9127-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios.html">Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)</a> Contínua Trimestral do <a href="https://www.ibge.gov.br/" data-type="link" data-id="https://www.ibge.gov.br/">IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)</a>, divulgada nesta quinta-feira (15), revelou que houve uma queda no índice de desemprego em 15 das 27 unidades da federação (UFs) brasileiras, no segundo trimestre de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Federal e outros 11 estados mantiveram a taxa de desemprego estável. Esses dados são em comparação com o 1º trimestre de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiveram queda na taxa de desemprego:</strong> Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Pará, Ceará, Maranhão, Espírito Santo, Acre, Tocantins, Alagoas, Amazonas, Piauí e Bahia;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tiveram estabilidade:</strong> Pernambuco, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amapá, Paraíba, Roraima, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O local qua apresentou a maior índice de desemprego foi o estado de Pernambuco (11,5%), seguido pela Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%), enquanto Santa Catarina (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Rondônia (3,3%), apresentaram a menor taxa de desemprego do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a lista onde é possível observar a variação do índice de desemprego nos estados entre o 1º e o 2º trimestre de 2024:</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="736" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp" alt="" class="wp-image-56483" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-736x1024.webp 736w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-216x300.webp 216w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-108x150.webp 108w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-768x1068.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-600x835.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04-20x28.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.04.webp 1000w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação entre o 1º e 2° trimestre de 2024 — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quando comparada com o 2º trimestre de 2023, é possível observar que houveram 15 quedas, apesar de 2 altas estatisticamente altas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima e Rondônia foram as UFs que cresceram em pessoas desocupadas. Por outro lado Goiás, Pará, Maranhão, São Paulo, Alagoas, Rio de Janeiro, Amazonas, Paraíba, Espírito Santo, Acre, Piauí, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Amapá mostram uma queda, enquanto os demais estados permaneceram iguais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja na tabela:</h4>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp" alt="" class="wp-image-56482" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-800x1024.webp 800w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-234x300.webp 234w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-117x150.webp 117w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-768x983.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-600x768.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06-20x26.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/whatsapp-image-2024-08-15-at-09.53.06.webp 1000w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comparação do 2° trimestre de 2024 com o mesmo período do ano anterior — Foto: Reprodução/IBGE</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Desemprego nas regiões e no Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados coletados pelo IBGE, a taxa de desocupação nas refiões brasileiras soi a seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Norte:</strong> queda de 8,2% para 6,9%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nordeste:</strong> queda de 11,1% para 9,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Centro-Oeste:</strong> queda de 6,1% para 5,4%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sudeste:</strong> queda de 7,6% para 6,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sul:</strong> queda de 4,9% para 4,7%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o desemprego no Brasil foi de 6,9% no fechameto do 2º trimestre. Quando comparado ao trimestre anterior –encerrado em março–, é possível observar a queda de 1 ponto percentual na taxa de desemprego, quer era 7,9%. O mesmo trimestre em 2023, tinha o índice de desocupação de 8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse resultado é o melhor para um trimestre encerrado em julho, desde 2014, quando a taxa também foi de 6,9%. Na série comparável, é a menor taxa desde o quarto trimestre de 2014 (6,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a queda no número de desempregados foi de 12,5% contra o trimestre anterior, o que significa que cerca de 7,5 milhões de pessoas foram impactadas. Quando comparado com o 2º trimestre de 2023, o recuo aumenta ainda mais, indo para 12,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, acredita que os bons números de 2023 se deve a menor influência da recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia de Covid. Em 2024, o avnaço está mais relacionado ao aquecimento da economia brasileira.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sexo e etnia</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os números mostram que mulherem ocupam um percentual maior que os homens no índicie de pessoas desempregadas, apesar da taxa de desemprego ter caído para ambos os sexos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de mulheres:</strong> de 9,8% para 8,6%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desocupação de homens:</strong> de 6,5% para 5,6%.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse trimestre o nível de ocupação das mulheres chegou a 48,1%, o maior índice já alcançado desde 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A divisão feita por raça, mostra que pretos e pardos seguem abaixo no índice</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Brancos:</strong> 6,2% para 5,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pretos:</strong> 9,7% para 8,5%;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pardos:</strong> 9,1% para 7,8%.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento em alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Frente ao trimestre anterios, o rendimento real habitual aumentou, passando de R$ 3.158 para R$ 3.214. No ano anterior, era de R$ 3.037.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Na divisão por sexo:</strong> os homens registram renda média real de R$ 3.424, enquanto as mulheres têm renda, em média, de R$ 2.696;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Por estados, apenas quatro tiveram aumento do rendimento médio real no trimestre</strong>: Rondônia (8,7%), Pernambuco (8,5%), Ceará (7,2%) e Rio Grande do Sul (5%). Todos os demais tiveram estabilidade;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Contra o mesmo trimestre de 2023, 10 estados tiveram alta:</strong> Rio Grande do Norte (19,8%), Bahia (15,9%), Rondônia (13,3%), Maranhão (9,2%), Rio Grande do Sul (8,9%), Minas Gerais (7,5%), Paraná (6,7%), Mato Grosso (6,3%), São Paulo (6%) e Santa Catarina (5,5%). Todos os demais tiveram estabilidade.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai a 7,1%, menor nível desde 2014</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-a-71-menor-nivel-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Jun 2024 10:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
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		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice no trimestre encerrado em maio representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8% A taxa de desocupação no trimestre encerrado em maio ficou em 7,1%, alcançando o menor patamar para o período desde 2014. O índice de desemprego representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Índice no trimestre encerrado em maio representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8%</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desocupação no trimestre encerrado em maio ficou em 7,1%, alcançando o menor patamar para o período desde 2014. O índice de desemprego representa um recuo em relação ao trimestre móvel anterior, terminado em fevereiro, quando marcou 7,8%. Além disso, fica abaixo do nível registrado no mesmo período de 2023, quando era 8,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se comparados com todos os trimestres da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, iniciada em 2012, o indicador é o menor desde o período de três meses encerrado em janeiro de 2015. Na época, a taxa de desemprego ficou em 6,9%. O menor índice já registrado foi 6,6% no fim de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados de desemprego foram divulgados nesta sexta-feira (28/6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento aponta que, em maio, a população desocupada – pessoas com 14 anos ou mais de idade que não tinham trabalho e procuravam emprego – era de 7,8 milhões. Isso representa uma diminuição de 751 mil pessoas em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2024 e de 1,2 milhão em comparação ao trimestre encerrado em maio de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pnad apura todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ocupados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A população ocupada chegou a 101,3 milhões de pessoas, um recorde da série histórica do IBGE. Esse contingente é 1,1 milhão superior ao do trimestre encerrado em fevereiro e 2,9 milhões acima do registrado no mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, “o crescimento contínuo da população ocupada tem sido impulsionado pela expansão dos empregados, tanto no segmento formal como informal. Isso mostra que diversas atividades econômicas vêm registrando tendência de aumento de seus contingentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ilustrar a avaliação, o número de empregados com carteira assinada (38,3 milhões) foi recorde. “Esse recorde não acontece de uma hora para outra. É fruto de expansões a cada trimestre”, diz Adriana Beringuy.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contingente de empregados sem carteira também foi o maior já registrado (13,7 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na passagem de três meses, se destacaram na criação de vagas os grupamentos de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (4,4%, ou mais 776 mil pessoas). Apresentaram redução os setores de transporte, armazenagem e correio (2,5%, ou menos 146 mil pessoas). Os demais grupamentos não tiveram variações significativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recorde na massa salarial</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio dos trabalhadores no trimestre encerrado em maio ficou em R$ 3.181, estável em relação ao trimestre anterior (R$ 3.161) e 5,6% maior na comparação anual. Esse valor é o mais alto já registrado para um trimestre encerrado em maio. Quando a comparação é geral, é o maior desde o outubro de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em 2020 havia rendimento elevado, mas com perda de população ocupada”, explica Adriana, se referindo ao período em que a economia sofria efeitos da pandemia, que forçaram o corte de postos de trabalho de menor remuneração e informais, principalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A massa de rendimentos, que é o total de renda que os trabalhadores recebem, atingiu o recorde de R$ 317,9 bilhões. Esse valor funciona como um combustível para movimentar a economia, seja com consumo ou poupança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de informalidade foi 38,6% da população ocupada, o que representa 39,1 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior o índice era de 38,7 % e, um ano atrás, de 38,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse grupamento informal inclui, principalmente, empregados sem carteira, empregador e trabalhador por conta própria sem CNPJ.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contribuição para a previdência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE sobre desemprego revelou que o país alcançou recorde no número de trabalhadores com contribuição para a previdência social. Foram 66,171 milhões no trimestre encerrado em maio. Esse volume tem crescido seguidamente desde o início de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse dado representa que 65,3% dos trabalhadores contribuíram para a previdência no trimestre terminado em maio. O maior patamar registrado foi 66% no início de 2016.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IBGE: quase 94% da população brasileira se vacinou contra covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ibge-quase-94-da-populacao-brasileira-se-vacinou-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 May 2024 07:58:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura vacinal]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD Contínua Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[VACINAÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[PNAD Contínua Covid-19 mostra que mulheres se vacinaram mais No primeiro trimestre de 2023, 188,3 milhões de pessoas de 5 anos ou mais de idade tinham tomado pelo menos uma dose de vacina contra a covid-19, o que representa 93,9% da população dessa faixa etária no Brasil. Entre os homens, 90,8 milhões declararam ter tomado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6">PNAD Contínua Covid-19 mostra que mulheres se vacinaram mais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro trimestre de 2023, 188,3 milhões de pessoas de 5 anos ou mais de idade tinham tomado pelo menos uma dose de vacina contra a covid-19, o que representa 93,9% da população dessa faixa etária no Brasil. Entre os homens, 90,8 milhões declararam ter tomado pelo menos uma dose (93%), e, entre as mulheres, esse número alcançou 97,5 milhões (94,8%). A vacinação começou em janeiro de 2021 pelos idosos, para quem tinha comorbidades e imunossuprimidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua: covid-19 (2023) divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação à situação do domicílio, 94,2% (164,2 milhões) de pessoas de 5 anos ou mais de idade residentes em áreas urbanas tomaram pelo menos uma dose de algum imunizante contra a covid-19, enquanto nas áreas rurais esse percentual foi 92,3% (24,1 milhões). A Região Sudeste, que é a mais populosa do Brasil, registrou a maior proporção maiores de 5 anos com pelo menos uma dose de vacina (95,9%), seguida das regiões Nordeste (94%); Sul (93,1%); Centro-Oeste (91,0%); e Norte (88,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas de 5 a 17 anos de idade vacinadas contra a covid-19, 84,3% tinham tomado pelo menos duas doses do imunizante até o primeiro trimestre de 2023, sendo o esquema vacinal primário completo o mais comum: 50,5% com duas doses. Os que tomaram a dose complementar com pelo menos um reforço 33,8% das pessoas dessa faixa etária. Das crianças e adolescentes, 13,6% haviam tomado apenas uma dose de imunizante contra a covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Entre os adultos, nota-se que o esquema vacinal com alguma dose de reforço se mostrou majoritário, sendo adotado por 76,9% deles com pelo menos três doses de imunizante contra a covid-19”, diz o IBGE. “Cabe lembrar que a imunização dos adultos se iniciou pelo grupo de idosos e de prioritários. Por conta disto, muitas pessoas que seguiram as recomendações vacinais no tempo adequado já estavam com quatro ou mais doses no primeiro trimestre de 2023, alcançando 42,4% dos adultos”, aponta o estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Ministério da Saúde considera que uma dose dava alguma proteção para a pessoa em relação à covid, mas o esquema que eles consideravam mínimo para ser eficaz era de pelo menos duas doses da vacina. Eles tinham uma meta de cobertura com essas duas doses de 90% da população. Em geral, 88,2% das pessoas tinham tomado duas doses”, disse a analista do IBGE Rosa Dória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem não tinha tomado todas as doses recomendadas da vacina contra a covid-19, foi perguntado qual o principal motivo para tal. Dentre as alegações, “esquecimento ou falta de tempo” foi a mais citada (29,2%), seguida por “não acha necessário, tomou as doses que gostaria e/ ou não confia na vacina” (25,5%). Motivações como “está aguardando ou não completou o intervalo para tomar a próxima dose” e “medo de reação adversa ou teve reação forte em dose anterior” também foram frequentes, apontadas, por, respectivamente, 17,5% e 16,5% das pessoas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Não vacinados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria da população brasileira com mais de 5 anos de idade tomou pelo menos uma dose de vacina contra a covid-19; no entanto, 11,2 milhões de pessoas nessa faixa etária declararam não tê-lo feito até o primeiro trimestre de 2023, o que correspondia a 5,6% do grupo considerado. Desse total, 6,3 milhões eram homens; 4,9 milhões eram mulheres; 5,7 milhões tinham 5 a 17 anos; e 5,5 milhões, 18 anos ou mais de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi perguntado sobre o principal motivo dessa escolha. “Nota-se que, entre as crianças e adolescentes, o “medo de reação adversa ou de injeção” correspondeu ao maior percentual (39,4%), vindo, em seguida, as alegações: “não acha necessário, acredita na imunidade e/ou já teve covid” (21,7%) e “não confia ou não acredita na vacina” (16,9%). Vale ressaltar que, no caso das crianças e adolescentes, é possível que tal decisão tenha sido dos pais ou responsáveis”, diz o estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os adultos, o motivo mais citado foi “não confia ou não acredita na vacina” (36%), porém se mostraram também importantes as seguintes alegações: “medo de reação adversa ou de injeção” (27,8%) e “não acha necessário, acredita na imunidade e/ou já teve covid” (26,7%).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Casos de covid-19</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que 55 milhões de pessoas tiveram, pelo menos uma vez, covid-19 confirmada por teste ou diagnóstico médico até o primeiro trimestre de 2023. Isso significa um percentual de 27,4% da população de 5 anos ou mais de idade no Brasil, dos quais 25,1 milhões eram homens e 29,9 milhões, mulheres (25,7% e 29,1% dos totais de homens e mulheres, respectivamente, dessa faixa etária).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observa-se, ainda, que 49,9 milhões de adultos, isto é, pessoas de 18 anos ou mais de idade, declararam ter testado positivo ou ter tido diagnóstico médico de infecção por covid-19, enquanto entre as crianças e adolescentes, isto é, pessoas de 5 a 17 anos, esse número foi 5,1 milhões. “Vale ressaltar que esses dados se diferenciam daqueles publicados no painel covid-19 no Brasil, do Ministério da Saúde, pois alguns casos podem não ter sido notificados nos sistemas oficiais, ou pode ter sido realizado o autoteste, sem que a pessoa tenha procurado um serviço de saúde para realizar a notificação do caso confirmado”, observa o IBGE.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sintomas e internação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Para quem teve ou considera que teve covid-19, também foi perguntado sobre a ocorrência de sintomas na primeira (ou única) vez em que teve a doença: 89,7% tiveram sintomas, enquanto 10% foram assintomáticos. Entre os sintomáticos, 4,2% precisaram ser internadas”, aponta o estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Verificou-se que, entre os não vacinados, o percentual de internados foi maior do que entre os vacinados, e, entre esses, quanto mais doses de vacina, menor o percentual de internados. Entre quem não tomou nenhuma dose, 5,1% foram internados, quem tomou uma dose, 3,9% foram internados, e para quem tomou duas ou mais doses, 2,5% foram internados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Covid longa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do estudo mostram que 23% das pessoas de 5 anos ou mais de idade que tiveram covid-19 ou consideram tê-la desenvolvido afirmaram ter tido permanência ou surgimento de sintomas após 30 dias: 7,3% entre as de 5 a 17 anos e 24,7% entre aquelas de 18 anos ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Entre as pessoas que declararam ter apresentado sintomas recorrentes ou persistentes após a infecção do SARS-CoV-2, buscou-se identificá-los, sendo cansaço/fadiga o mais frequentemente citado (39,1%). Outros sintomas muito comuns foram: perda/ alteração de olfato e paladar (28,8%); dor no corpo, muscular (mialgia) ou nas articulações (28,3%); e problema de memória/atenção ou dificuldade na fala com (27,1%)”, diz o IBGE.</p>
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		<title>Desemprego cai a 7,6% no trimestre até outubro, menor taxa desde 2015</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-cai-a-76-no-trimestre-ate-outubro-menor-taxa-desde-2015/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 06:51:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Formalidade]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[O número representa uma queda de 0,3 ponto percentual (7,9%) na taxa de desocupação A taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,6% no trimestre terminado em outubro deste ano. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (30/11), pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE. O número representa uma queda de 0,3 [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8">O número representa uma queda de 0,3 ponto percentual (7,9%) na taxa de desocupação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,6% no trimestre terminado em outubro deste ano. A informação foi divulgada, nesta quinta-feira (30/11), pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número representa uma queda de 0,3 ponto percentual (7,9%) na taxa de desocupação, em comparação ao trimestre anterior, entre maio e julho. A taxa trimestral é a menor desde fevereiro de 2015, quando chegou a 7,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo trimestre do ano passado, a taxa era de 8,3%. O número absoluto de desocupados teve baixa de 3,1% contra o trimestre anterior, chegando a 8,3 milhões de pessoas, o que representa o menor número desde o trimestre móvel encerrado em abril de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao trimestre anterior, são 261 mil pessoas a menos no contingente de desocupados. Comparado ao mesmo período de 2022, o recuo é de 8,5%, ou 763 mil trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve crescimento de 0,9% na população ocupada, que chegou ao recorde de 100,2 milhões de pessoas, maior número da série histórica iniciada em 2012. No ano, o aumento foi de 0,5%, com mais 545 mil pessoas ocupadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Formalidade volta a subir</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa do IBGE também destaca o crescimento no número de pessoas com empregos de carteira assinada no Brasil. O setor privado chegou a 37,6 milhões de trabalhadores, o maior contingente desde junho de 2014. O número de empregados na formalidade reprensenta um aumento de 1,7%, ou 620 mil pessoas em relação ao trimestre anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de trabalhadores por conta própria atingiu, no trimestre encerrado em outubro, 25,6 milhões de pessoas, alta de 1,3% contra o trimestre anterior. Os contingentes de empregados sem carteira no setor privado, trabalhadores domésticos, de empregadores e de empregados no setor público ficaram estáveis no trimestre e na comparação interanual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de subutilização, que faz a relação entre desocupados, quem poderia trabalhar mais e quem não quer trabalhar contra o total da força de trabalho, também registrou queda. A taxa registrou 17,5% de subutilização, o que representa 20 milhões de pessoas subutilizadas no país. Essa é a menor taxa desde o trimestre móvel encerrado em dezembro de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento real habitual teve alta de 1,7% frente ao trimestre anterior, estimado em R$ 2.999. No ano, o crescimento foi de 3,9%. O IBGE atribui o aumento à expansão continuada entre ocupados com carteira assinada, que têm rendimentos maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a massa de rendimento real habitual foi estimada em R$ 295,7 bilhões, mais um recorde da série histórica do IBGE. O resultado subiu 2,6% frente ao trimestre anterior, e cresceu 4,7% na comparação anual.</p>
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