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	<title>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Com taxa de desemprego mais baixa em 10 anos, trabalho com carteira assinada bate recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 07:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o IBGE, o desemprego recuou para 7,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo a menor taxa desde 2014. Em paralelo, o volume de trabalhadores formais foi de quase 38,2 milhões, o maior nível dos últimos 12 anos A taxa de desemprego no trimestre encerrado em abril ficou em 7,5%, o menor nível desde 2014. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-9a7532e5abf48a45f3ed51d767f65e06">Segundo o IBGE, o desemprego recuou para 7,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo a menor taxa desde 2014. Em paralelo, o volume de trabalhadores formais foi de quase 38,2 milhões, o maior nível dos últimos 12 anos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de desemprego no trimestre encerrado em abril ficou em 7,5%, o menor nível desde 2014. O índice é considerado estável em relação ao trimestre anterior, em janeiro de 2024, que registrou 7,6% e 1 ponto percentual abaixo do apurado no mesmo período de 2023, de 8,5%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira (29) pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pnad apura todas as formas de ocupação a partir de 14 anos de idade, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. O total de pessoas desocupadas, ou seja, que não trabalhava e estava à procura de alguma ocupação no trimestre, ficou em 8,2 milhões, sem variação significativa em relação ao trimestre móvel encerrado em janeiro de 2024. O número, porém, é 9,7% menor que o apontado no mesmo período de 2023. Isso representa menos 882 mil desocupados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o total de trabalhadores ocupados chegou a 100,8 milhões. O dado é considerado estável em relação ao trimestre terminado em janeiro. Mas em relação a 12 meses atrás, houve acréscimo de 2,8%, o que representa mais 2,8 milhões de pessoas com trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tendências positivas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, o cenário do emprego no país vem apresentando resultados positivos. “É um mercado de trabalho que segue com redução na taxa de desocupação e expansão no número de trabalhadores”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora cita dois elementos sazonais no trimestre encerrado em abril que explicam a estabilidade na desocupação em 2024: a redução do desemprego no comércio e a volta da contratação de trabalhadores do setor público nas áreas de saúde e educação, notadamente no ensino fundamental. “Já na comparação com o ano passado, o cenário é de manutenção de ganhos da população ocupada, trabalho com carteira assinada e rendimento do trabalhador”, completa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Redução do desemprego e aumento da carteira assinada</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da queda no desemprego, o número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 38,188 milhões, um recorde da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O contingente de trabalhadores sem carteira também foi o maior, chegando a 13,5 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, a taxa de informalidade ficou em 38,7% da população ocupada. O que significa 39 milhões de trabalhadores informais, patamar próximo ao do trimestre móvel encerrado em abril de 2023 (38,9%). “A informalidade é muito significativa na composição da nossa população ocupada, mas, nos últimos trimestres, tem ficado relativamente estável”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.151, alta de 4,7% em 12 meses. Os dados do IBGE revelam ainda que a massa de rendimentos, que é a soma das remunerações de todos os trabalhadores do país, chegou a R$ 313,1 bilhões. Outro recorde da série histórica e 7,9% acima do mesmo período de 2023. O resultado também é considerado positivo, uma vez que esse dinheiro serve para dinamizar a economia.</p>
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		<title>Desemprego para o trimestre é o menor desde 2014</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/desemprego-para-o-trimestre-e-o-menor-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2024 06:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aumento na renda]]></category>
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		<category><![CDATA[queda]]></category>
		<category><![CDATA[trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[Desocupação no Brasil é de 7,9%. Número revela aumento de pessoas em busca de trabalho, baixo desemprego para o período e aumento na renda O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou (30/04) os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua). Os dados são relativos ao trimestre entre janeiro e março [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-b0420b64e2d2027eceab73ce79ec1a68">Desocupação no Brasil é de 7,9%. Número revela aumento de pessoas em busca de trabalho, baixo desemprego para o período e aumento na renda</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou (30/04) os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua). Os dados são relativos ao trimestre entre janeiro e março de 2024. Segundo os números apresentados, a taxa de desocupação no Brasil alcançou 7,9%, representando um aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, encerrado em dezembro de 2023. No entanto, essa taxa ainda se encontra abaixo dos 8,8% registrados no mesmo período de 2023. Esta é a menor taxa de desemprego para o período desde 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da desocupação teve impulso no crescimento no número de pessoas em busca de trabalho. Isso revela o bom momento da economia brasileira. Isso porque representa um acréscimo de 6,7% em relação ao trimestre anterior, totalizando 542 mil pessoas a mais na população desocupada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desemprego em baixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator que contribuiu para o aumento da taxa de desocupação foi a redução na população ocupada do país, que apresentou um declínio de 0,8% em comparação com o trimestre anterior. No entanto, esse contingente ainda se encontra 2,4% acima do número de trabalhadores registrado pela PNAD Contínua no primeiro trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, explicou que “o aumento da taxa de desocupação foi ocasionado pela redução na ocupação. Esse panorama caracteriza um movimento sazonal da força de trabalho no primeiro trimestre de cada ano, com perdas na ocupação em relação ao trimestre anterior”. Ela também observou que, apesar do aumento na comparação trimestral, essa taxa de desocupação foi a menor já registrada para um trimestre encerrado em março desde 2014, quando chegou a 7,2%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Rendimento do trabalho em alta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das oscilações na taxa de desemprego, o rendimento médio das pessoas ocupadas continuou em ascensão, alcançando R$ 3.123,00 no trimestre, o que representa um aumento de 1,5% em relação ao trimestre anterior e de 4,0% na comparação anual. Entre os diferentes setores de atividade, observou-se um aumento no rendimento em segmentos como transporte, armazenagem e correio (4,3%); outros serviços (6,7%); e serviços domésticos (2,1%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com o primeiro trimestre de 2023, houve altas significativas nos rendimentos da indústria (7,5%); comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%); transporte, armazenagem e correio (7,1%); e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,6%). No entanto, a massa de rendimentos dos trabalhadores permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, devido à redução da população ocupada.</p>
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