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	<title>pensão integral &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>pensão integral &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>TST eleva indenização de gerente sequestrado por ter acesso a cofre de agência do Bradesco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 07:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Colegiado majorou reparação de R$ 50 mil para R$ 300 mil diante da gravidade do crime e das sequelas psíquicas. A 2ª turma do TST elevou de R$ 50 mil para R$ 300 mil a indenização por danos morais devida a gerente bancário sequestrado com familiares em razão do acesso ao cofre da agência. O [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Colegiado majorou reparação de R$ 50 mil para R$ 300 mil diante da gravidade do crime e das sequelas psíquicas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª turma do TST elevou de R$ 50 mil para R$ 300 mil a indenização por danos morais devida a gerente bancário sequestrado com familiares em razão do acesso ao cofre da agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado considerou o valor anterior irrisório diante da gravidade do episódio e das sequelas psíquicas sofridas pelo trabalhador e também reconheceu seu direito a pensão mensal integral.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sequestro e sequelas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O bancário era gerente administrativo e tinha acesso ao cofre da agência. Por causa da função, ele e seus familiares foram alvo dos criminosos, embora o sequestro tenha ocorrido fora do local e do horário de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A perícia constatou estresse pós-traumático, episódios depressivos e incapacidade temporária para as atividades profissionais habituais. O trabalhador permaneceu em acompanhamento psicológico e psiquiátrico, com uso de medicação controlada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julgamento anterior, a indenização por danos morais havia sido reduzida para R$ 50 mil. Ao recorrer ao TST, o gerente sustentou que o montante era desproporcional à violência sofrida e às consequências do crime. Também pediu pensão integral em razão da incapacidade para o trabalho bancário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pensão integral</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Relatora, a ministra Delaíde Miranda Arantes considerou que o art. 950 do CC leva em conta a atividade para a qual o trabalhador ficou incapacitado, e não sua capacidade genérica para exercer outro emprego.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É o próprio ‘ofício ou profissão’ do trabalhador que deve servir de parâmetro para a fixação do valor da pensão.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como a perícia apontou incapacidade integral para as atividades habituais até a melhora clínica, a relatora reconheceu o direito a pensão mensal correspondente a 100% da última remuneração. Eventual trabalho em outra função, segundo a ministra, não afasta a reparação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pagamento será mensal até o fim da convalescença, já que a duração da incapacidade é indefinida e impede o cálculo preciso de uma parcela única.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Valor irrisório</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto aos danos morais, a relatora destacou que o TST admite rever indenizações quando o montante se mostra excessivamente baixo ou elevado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso, considerou que os R$ 50 mil não eram compatíveis com a violência do sequestro, as consequências psicológicas e a incapacidade temporária constatada por perícia. Também citou precedentes envolvendo sequestros de bancários e familiares com indenizações em patamares superiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por essas razões, considerando que o valor arbitrado pelo Tribunal Regional não se revela razoável diante dos danos sofridos pelo autor, verifica-se a violação do art. 944 do Código Civil.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a 2ª turma fixou a indenização por danos morais em R$ 300 mil e reconheceu o direito à pensão mensal de 100% da última remuneração.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do" data-type="link" data-id="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do">523-59.2015.5.20.0016</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Confira o <a href="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/9/2AEC56FEFFA424_RR-523-59_2015_5_20_0016(1)_an.pdf" data-type="link" data-id="https://arq.migalhas.com.br/arquivos/2026/9/2AEC56FEFFA424_RR-523-59_2015_5_20_0016(1)_an.pdf">acórdão</a>.</h4>
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