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	<title>pedreiro &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Caixa indenizará pedreiro negro obrigado a retirar o sapato em agência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 07:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhador foi obrigado a retirar suas botinas, enquanto um colega de pele branca teve acesso liberado. A CEF &#8211; Caixa Econômica Federal foi condenada a indenizar em R$ 50 mil por danos morais servente de pedreiro negro que foi obrigado a retirar os calçados para acessar uma agência bancária. Na sentença, a juíza Federal Camila [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d2418e35924864f31a6c9873e7ae4c40">Trabalhador foi obrigado a retirar suas botinas, enquanto um colega de pele branca teve acesso liberado.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">CEF &#8211; Caixa Econômica Federal</a> foi condenada a indenizar em R$ 50 mil por danos morais servente de pedreiro negro que foi obrigado a retirar os calçados para acessar uma agência bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sentença, a juíza Federal Camila Lapolli de Moraes, do JEC da Unidade Avançada de Atendimento de Araranguá/SC, entendeu que a conduta configurou discriminação racial direta, já que, logo depois, um colega de pele clara entrou normalmente no local usando o mesmo tipo de calçado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalhador relatou que tentou entrar quatro vezes na agência. A porta travava por causa das botinas com ponteira metálica, usadas como EPI &#8211; Equipamento de Proteção Individual na construção civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vigilante exigiu que ele retirasse os calçados, o que o obrigou a permanecer descalço durante o atendimento. Instantes depois, seu colega de trabalho, de pele clara, entrou normalmente com o mesmo tipo de calçado, sem qualquer restrição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No processo, imagens do circuito interno e depoimentos de testemunhas, incluindo o do colega, confirmaram a sequência dos fatos e o tratamento desigual dispensado pela vigilância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em defesa, a Caixa alegou que os calçados dos dois trabalhadores seriam confeccionados com materiais diferentes, o que justificaria o travamento da porta apenas para um deles. O argumento, no entanto, foi rejeitado pela juíza, que considerou tratar-se de &#8220;afirmação genérica, desprovida de qualquer respaldo probatório&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada destacou ser razoável presumir que EPIs fornecidos pela mesma empresa sejam idênticos e, portanto, se o calçado de um provocou o travamento da porta, o mesmo deveria ocorrer com o do outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nas provas, reconheceu a conduta discriminatória da instituição financeira: &#8220;Ao exigir que o autor retirasse os sapatos e permanecesse descalço […] e, em seguida, autorizar o ingresso de colega de trabalho, de pele mais clara, calçando sapatos idênticos […], incorreu a instituição ré em inequívoca prática de discriminação direta em face do autor&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, observou que, ainda que o vigilante tenha negado a conduta, &#8220;causa estranheza o fato de o autor ter sido submetido à situação vexatória descrita, enquanto seu colega adentrou livremente na agência&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a juíza ressaltou que &#8220;no Brasil, a discriminação racial nem sempre se manifesta de forma ostensiva&#8221;, destacando que o preconceito, muitas vezes, surge &#8220;de modo velado, como balizador de tratamento desigual entre pessoas que se encontram em idênticas condições&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, concluiu que o caso configurou discriminação direta, uma vez que o trabalhador foi intencionalmente tratado de forma desigual com base na cor da pele.</p>
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