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	<title>PEC (Proposta de Emenda Constitucional) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>PEC (Proposta de Emenda Constitucional) &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>PEC que propõe fim da jornada 6×1 avança na Câmara</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/pec-que-propoe-fim-da-jornada-6x1-avanca-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 07:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[Fim da Escala 6 x 1]]></category>
		<category><![CDATA[PEC (Proposta de Emenda Constitucional)]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório foi aprovado de forma unânime pela CCJ e agora segue para análise em comissão especial. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu um passo importante na tramitação da proposta que pretende acabar com a jornada 6×1 — quando o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um. O [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-81ad19a95e759f96cfb4e7252e69a908">Relatório foi aprovado de forma unânime pela CCJ e agora segue para análise em comissão especial.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu um passo importante na tramitação da proposta que pretende acabar com a jornada 6×1 — quando o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um. O colegiado aprovou o parecer favorável à admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que agora segue para análise em comissão especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório, apresentado pelo deputado Paulo Azi (União-BA), foi aprovado de forma unânime em votação simbólica. A deliberação havia sido adiada anteriormente após pedido de vista da oposição, mas foi retomada após o feriado de Tiradentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta etapa, a CCJ avaliou apenas se a proposta está de acordo com a Constituição — sem discutir o conteúdo em si. Ou seja, o mérito da mudança, incluindo os impactos do fim da escala 6×1, ainda será debatido nas próximas fases.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que propõem as PECs</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Duas propostas foram reunidas por tratarem do mesmo tema: uma do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e outra da deputada Erika Hilton (PSOL-SP). Ambas sugerem mudanças na jornada de trabalho no país, com redução da carga semanal e ampliação dos períodos de descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os textos discutem modelos com jornadas de 36 ou 40 horas semanais. Além disso, o relator sugeriu uma transição gradual, reduzindo a carga atual de 44 horas semanais de forma progressiva — com diminuição de uma hora por ano ao longo de quatro anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a aprovação na CCJ, a proposta será analisada agora por uma comissão especial, onde o mérito será discutido e poderão ser feitas alterações. Esse colegiado terá um prazo mínimo de dez sessões antes de votar um novo parecer, embora o ritmo possa ser acelerado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se avançar, a PEC ainda precisará passar pelo plenário da Câmara, onde são necessários ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos. Em seguida, o texto segue para o Senado, onde também precisa ser aprovado em duas votações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o envio de um projeto de lei pelo governo sobre o tema, a Câmara decidiu priorizar a tramitação da PEC. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), justificou a escolha afirmando que uma mudança constitucional oferece mais segurança jurídica e permite um debate mais amplo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fim da jornada 6×1 ainda enfrenta resistência</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do avanço, o tema ainda enfrenta resistências. Parlamentares da oposição têm evitado se posicionar diretamente contra o fim da escala 6×1, mas defendem ajustes no texto, especialmente para reduzir possíveis impactos econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as propostas em discussão estão a ampliação do período de transição e a inclusão de demandas do setor produtivo. Também há divergências sobre quem deve assumir a relatoria na comissão especial, com parte dos deputados defendendo um nome mais ao centro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Críticas também surgiram quanto à velocidade da tramitação e à falta de debate mais aprofundado até o momento. Ainda assim, a tendência é que o texto avance, com negociações sendo feitas ao longo das próximas etapas.</p>
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		<item>
		<title>Erika Hilton protocola PEC para acabar com a escala 6&#215;1</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/erika-hilton-protocola-pec-para-acabar-com-a-escala-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 08:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Coletiva de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[tramitação]]></category>
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					<description><![CDATA[PEC prevê a adoção da carga semanal de quatro dias de trabalho e três dias de descanso A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou hoje, 25, a PEC 8/25 pelo fim da escala de trabalho 6&#215;1, destacando que pretende se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para apresentar o texto e entregar abaixo-assinado com mais de [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-700ff5051f5461173b5b95dd6ae0d986">PEC prevê a adoção da carga semanal de quatro dias de trabalho e três dias de descanso</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou hoje, 25, a PEC 8/25 pelo fim da escala de trabalho 6&#215;1, destacando que pretende se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para apresentar o texto e entregar abaixo-assinado com mais de 3 milhões de assinaturas. A deputada ressaltou que a proposta é um passo importante para garantir melhores condições de trabalho e qualidade de vida aos trabalhadores brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PEC propõe mudança significativa na jornada de trabalho no Brasil. O texto estabelece uma carga semanal de quatro dias de trabalho e três dias de descanso, eliminando a atual escala 6&#215;1, seis dias de trabalho e um de descanso, e limitando a jornada semanal a 36 horas. Atualmente, a Constituição permite jornadas de até oito horas diárias e 44 horas semanais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta da deputada também prevê a possibilidade de compensação de horários e redução da jornada mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. Segundo Erika Hilton, a medida acompanha uma tendência global de flexibilização do trabalho, promovendo melhores condições para os trabalhadores e suas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A situação atual explicita que é o momento de mais uma mudança na legislação, mas agora em favor dos trabalhadores, empregados e desempregados, que é a redução da jornada de trabalho sem redução de salário&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parlamentar, ainda, destacou que algumas categorias profissionais já conquistaram a redução da jornada por meio da negociação coletiva, e que a PEC busca ampliar esse direito para todos os trabalhadores brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Hilton, a iniciativa está alinhada aos princípios de justiça social e desenvolvimento sustentável, buscando um equilíbrio entre as necessidades econômicas das empresas e a qualidade de vida dos trabalhadores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mobilização política e apoio popular</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O texto conseguiu as 171 assinaturas necessárias no último ano, mas a deputada optou por não protocolá-lo antes devido à antiga presidência da CCJ, ocupada por Caroline de Toni (PL-SC), uma das deputadas mais oposicionistas da Casa. Com a mudança no comando da CCJ, Hilton entende que o momento é propício para avançar com a proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a coletiva de imprensa, parlamentares de partidos como PSOL, PT, PCdoB, PSB, Avante e PDT discursaram em apoio à PEC. O vereador do Rio de Janeiro Rick Azevedo, um dos idealizadores da proposta e líder do Movimento Vida Além do Trabalho, convocou os trabalhadores para uma mobilização no dia do trabalhador, em 1º de maio, para pressionar pela aprovação da PEC.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tramitação da proposta</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a PEC 8/25 aguarda análise pela CCJ, que avaliará sua legalidade e constitucionalidade. Caso seja admitida, a proposta seguirá para uma comissão especial antes de ser submetida à votação em dois turnos pelo Plenário da Câmara dos Deputados. A aprovação de uma mudança na Constituição exige apoio de pelo menos 308 deputados em dois turnos, antes de seguir para análise no Senado.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/D5C02B5B85AC54_CD249832481000.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2024/11/D5C02B5B85AC54_CD249832481000.pdf"><strong>Veja a íntegra da proposta</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">As PECs têm tramitação diferente, e não podem ser propostas por apenas um parlamentar, necessitando do apoio de 1/3 da Casa Legislativa para chegar ao Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, ao menos 194 deputados apoiam o debate do tema na Câmara.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja quem são eles:</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Erika Hilton (PSOL-SP) (autora)<br>Afonso Motta (PDT-RS)<br>Airton Faleiro (PT-PA)<br>Alencar Santana (PT-SP)<br>Alexandre Lindenmeyer (PT-RS)<br>Alfredinho (PT-SP)<br>Alice Portugal (PCdoB-BA)<br>Amanda Gentil (PP-MA)<br>Amom Mandel (Cidadania-AM)<br>Ana Paula Lima (PT-SC)<br>Ana Pimentel (PT-MG)<br>André Figueiredo (PDT-CE)<br>André Janones (Avante-MG)<br>Andreia Siqueira (MDB-PA)<br>Antônia Lúcia (Republicanos-AC)<br>Arlindo Chinaglia (PT-SP)<br>Átila Lins (PSD-AM)<br>Augusto Puppio (MDB-AP)<br>Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)<br>Bacelar (PV-BA)<br>Bandeira de Mello (PSB-RJ)<br>Benedita da Silva (PT-RJ)<br>Bohn Gass (PT-RS)<br>Bruno Farias (Avante-MG)<br>Camila Jara (PT-MS)<br>Carlos Henrique Gaguim (União Brasil-TO)<br>Carlos Veras (PT-PE)<br>Carlos Zarattini (PT-SP)<br>Carol Dartora (PT-PR)<br>Célia Xakriabá (PSOL-MG)<br>Célio Studart (PSD-CE)<br>Charles Fernandes (PSD-BA)<br>Chico Alencar (PSOL-RJ)<br>Cleber Verde (MDB-MA)<br>Clodoaldo Magalhães (PV-PE)<br>Coronel Ulysses (União Brasil-AC)<br>Dagoberto Nogueira (PSDB-MS)<br>Daiana Santos (PCdoB-RS)<br>Damião Feliciano (União Brasil-PB)<br>Dandara (PT-MG)<br>Daniel Almeida (PCdoB-BA)<br>Daniel Barbosa (PP-AL)<br>Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ)<br>Dayany Bittencourt (União Brasil-CE)<br>Delegada Adriana Accorsi (PT-GO)<br>Delegada Katarina (PSD-SE)<br>Delegado Bruno Lima (PP-SP)<br>Denise Pessôa (PT-RS)<br>Dilvanda Faro (PT-PA)<br>Dimas Gadelha (PT-RJ)<br>Domingos Neto (PSD-CE)<br>Dorinaldo Malafaia (PDT-AP)<br>Douglas Viegas (União Brasil-SP)<br>Dr. Francisco (PT-PI)<br>Dr. Zacharias Calil (União Brasil-GO)<br>Dra. Alessandra Haber (MDB-PA)<br>Duarte Jr. (PSB-MA)<br>Duda Ramos (MDB-RR)<br>Duda Salabert (PDT-MG)<br>Eduardo Bismarck (PDT-CE)<br>Eduardo Velloso (União Brasil-AC)<br>Elcione Barbalho (MDB-PA)<br>Elisangela Araujo (PT-BA)<br>Emanuel Pinheiro Neto (MDB-MT)<br>Eriberto Medeiros (PSB-PE)<br>Erika Kokay (PT-DF)<br>Euclydes Pettersen (Republicanos-MG)<br>Fausto Pinato (PP-SP)<br>Fausto Santos Jr. (União Brasil-AM)<br>Felipe Carreras (PSB-PE)<br>Fernanda Melchionna (PSOL-RS)<br>Fernanda Pessoa (União Brasil-CE)<br>Fernando Mineiro (PT-RN)<br>Fernando Rodolfo (PL-PE)<br>Flávio Nogueira (PT-PI)<br>Florentino Neto (PT-PI)<br>Geraldo Resende (PSDB-MS)<br>Gerlen Diniz (PP-AC)<br>Gervásio Maia (PSB-PB)<br>Gisela Simona (União Brasil-MT)<br>Glauber Braga (PSOL-RJ)<br>Gleisi Hoffmann (PT-PR)<br>Guilherme Boulos (PSOL-SP)<br>Guilherme Uchoa (PSB-PE)<br>Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE)<br>Heitor Schuch (PSB-RS)<br>Helder Salomão (PT-ES)<br>Henderson Pinto (MDB-PA)<br>Hugo Leal (PSD-RJ)<br>Idilvan Alencar (PDT-CE)<br>Ivan Valente (PSOL-SP)<br>Ivoneide Caetano (PT-BA)<br>Iza Arruda (MDB-PE)<br>Jack Rocha (PT-ES)<br>Jandira Feghali (PCdoB-RJ)<br>Jilmar Tatto (PT-SP)<br>João Daniel (PT-SE)<br>Jonas Donizette (PSB-SP)<br>Jorge Solla (PT-BA)<br>José Airton Félix Cirilo (PT-CE)<br>José Guimarães (PT-CE)<br>Joseildo Ramos (PT-BA)<br>Josenildo (PDT-AP)<br>Josias Gomes (PT-BA)<br>Juliana Cardoso (PT-SP)<br>Juninho do Pneu (União Brasil-RJ)<br>Júnior Ferrari (PSD-PA)<br>Keniston Braga (MDB-PA)<br>Kiko Celeguim (PT-SP)<br>Laura Carneiro (PSD-RJ)<br>Leo Prates (PDT-BA)<br>Leonardo Monteiro (PT-MG)<br>Lídice da Mata (PSB-BA)<br>Lindbergh Farias (PT-RJ)<br>Lucas Ramos (PSB-PE)<br>Luciano Amaral (PV-AL)<br>Luciano Ducci (PSB-PR)<br>Luciano Vieira (Republicanos-RJ)<br>Luiz Couto (PT-PB)<br>Luiza Erundina (PSOL-SP)<br>Luizianne Lins (PT-CE)<br>Marcelo Crivella (Republicanos-RJ)<br>Márcio Jerry (PCdoB-MA)<br>Marcon (PT-RS)<br>Marcos Tavares (PDT-RJ)<br>Maria Arraes (Solidariedade-PE)<br>Maria do Rosário (PT-RS)<br>Marx Beltrão (PP-AL)<br>Mauro Benevides Filho (PDT-CE)<br>Max Lemos (PDT-RJ)<br>Meire Serafim (União Brasil-AC)<br>Merlong Solano (PT-PI)<br>Miguel Ângelo (PT-MG)<br>Moses Rodrigues (União Brasil-CE)<br>Murillo Gouvea (União Brasil-RJ)<br>Natália Bonavides (PT-RN)<br>Nilto Tatto (PT-SP)<br>Nitinho (PSD-SE)<br>Odair Cunha (PT-MG)<br>Orlando Silva (PCdoB-SP)<br>Padre João (PT-MG)<br>Pastor Diniz (União Brasil-RR)<br>Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ)<br>Pastor Sargento Isidório (Avante-BA)<br>Patrus Ananias (PT-MG)<br>Paulão (PT-AL)<br>Paulo Azi (União Brasil-BA)<br>Paulo Guedes (PT-MG)<br>Pedro Aihara (PRD-MG)<br>Pedro Campos (PSB-PE)<br>Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA)<br>Pedro Uczai (PT-SC)<br>Pompeo de Mattos (PDT-RS)<br>Prof. Reginaldo Veras (PV-DF)<br>Professora Goreth (PDT-AP)<br>Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP)<br>Rafael Brito (MDB-AL)<br>Raimundo Costa (Podemos-BA)<br>Raimundo Santos (PSD-PA)<br>Reginaldo Lopes (PT-MG)<br>Reginete Bispo (PT-RS)<br>Reimont (PT-RJ)<br>Renan Ferreirinha (PSD-RJ)<br>Renilce Nicodemos (MDB-PA)<br>Renildo Calheiros (PCdoB-PE)<br>Ricardo Ayres (Republicanos-TO)<br>Ricardo Maia (MDB-BA)<br>Roberto Duarte (Republicanos-AC)<br>Rogério Correia (PT-MG)<br>Rubens Otoni (PT-GO)<br>Rubens Pereira Júnior (PT-MA)<br>Rui Falcão (PT-SP)<br>Ruy Carneiro (Podemos-PB)<br>Sâmia Bomfim (PSOL-SP)<br>Saullo Vianna (União Brasil-AM)<br>Sidney Leite (PSD-AM)<br>Socorro Neri (PP-AC)<br>Stefano Aguiar (PSD-MG)<br>Tabata Amaral (PSB-SP)<br>Tadeu Veneri (PT-PR)<br>Talíria Petrone (PSOL-RJ)<br>Tarcísio Motta (PSOL-RJ)<br>Thiago de Joaldo (PP-SE)<br>Túlio Gadêlha (Rede-PE)<br>Valmir Assunção (PT-BA)<br>Vander Loubet (PT-MS)<br>Vicentinho (PT-SP)<br>Waldenor Pereira (PT-BA)<br>Washington Quaquá (PT-RJ)<br>Weliton Prado (Solidariedade-MG)<br>Welter (PT-PR)<br>Yandra Moura (União Brasil-SE)<br>Zeca Dirceu (PT-PR)<br>Zezinho Barbary (PP-AC)</p>
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		<item>
		<title>Reforma da Previdência é aprovada e aposentadoria fica mais difícil para trabalhador</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/reforma-da-previdencia-e-aprovada-e-aposentadoria-fica-mais-dificil-para-trabalhador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)]]></category>
		<category><![CDATA[Constituição Federal de 1988]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado aprovou, em segundo turno, a reforma da Previdência Social proposta pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL), em janeiro deste ano. Essa reforma tira direitos fundamentais de mais de 100 milhões de brasileiros A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) número seis recebeu 60 votos a favor e 19 contra, a reforma tira direitos fundamentais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, em segundo turno, a reforma da Previdência Social proposta pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL), em janeiro deste ano. Essa reforma tira direitos fundamentais de mais de 100 milhões de brasileiros</p>
<p>A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) número seis recebeu 60 votos a favor e 19 contra, a reforma tira direitos fundamentais de mais de 100 milhões de brasileiros, que estão no mercado de trabalho formal, informal ou já são aposentados e pensionistas. Os destaques individuais apresentados pelos senadores foram rejeitados.</p>
<p> </p>
<p>As lideranças que orientaram as bancadas a votar a favor da <a href="https://santosbancarios.com.br/pesquisa/reforma+da+previd%C3%AAncia/AND/t" target="_blank">reforma da Previdência</a> foram: MDB, Podemos, Republicanos, PSL, PSC, PSDB, Democratas e Progressistas. PT, Rede, PSB e PDT se posicionaram contra. O PSD, Pros e o Cidadania liberam a bancada para votar.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Todos perdem. Não tem ninguém que ainda vai se aposentar que não vai ter algum direito retirado por conta dessa PEC&#8221;, explicou o senador Paulo Paim (PT-RS).</p>
<p> </p>
<p>O relator da reforma foi o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que defendeu as mudanças. &#8220;O texto chega a quase um consenso nessa Casa. Temos que encerrar isso hoje. Não podemos fazer nada que faça esse projeto para a Câmara. O texto não é perfeito, mas dentro da diversidade da Casa é o melhor texto possível&#8221;, argumentou.</p>
<p> </p>
<p>A reforma estabelece uma idade mínima de 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres com tempo mínimo de contribuição de 20 anos e 15 anos, respectivamente. O valor, porém, será equivalente a 60% da média do valor de referência das contribuições, ou seja, o equivalente à renda do trabalhador na ativa.</p>
<p> </p>
<p>Para ter direito ao valor integral, a partir de agora, trabalhadores devem contribuir por 40 anos. Na prática, o trabalhador e a trabalhadora terão que trabalhar muito mais tempo, além do limite da idade mínima, para ter direito ao valor integral.</p>
<p> </p>
<p>Pela regra em vigor anteriormente, o valor integral do benefício era garantido pela fórmula 86/96. A soma da idade e do tempo de contribuição para homem deveria ser igual a 96, sendo obrigatório um mínimo de 35 anos de contribuição. Para as mulheres, a aposentadoria integral poderia ser concedida se a soma da idade e do tempo de contribuição (30 anos no mínimo) atingisse 86 pontos.</p>
<p> </p>
<p>A reforma também acabou com a regra da aposentadoria por idade, que exigia 15 anos de contribuição e idade mínima de 60 anos para a mulher e 65 anos para os homens. De cada dez aposentadorias concedidas, sete eram por idade.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Exemplos</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Atualmente, um trabalhador que hoje tem 65 anos de idade e 29 de contribuição, pela regra antiga da aposentadoria por idade, poderia se aposentar agora. Para a aposentadoria por tempo de contribuição, daqui a seis anos. No entanto, com a regra nova, ele só vai se aposentar com direito ao valor integral do benefício daqui a 11 anos.</p>
<p> </p>
<p>Uma mulher com 56 anos de idade e 26 anos de contribuição precisaria esperar mais quatro anos para conseguir se aposentar (regra 86/96). Com a reforma, essa mesma trabalhadora terá que esperar seis anos para se aposentar com o valor integral.</p>
<p> </p>
<p>O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) destacou que a reforma foi cruel porque só atingiu a classe trabalhadora e os mais pobres.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Não teve nenhuma discussão para falar da tributação sobre o capital acumulado. Sobre as grandes fortunas, sobre a concentração de renda. A investida é contra o trabalhador que está lá dentro da mina, no pesado e ganhando pouco&#8221;, assinalou o Rede.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Rigidez</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Com a alteração das regras, que distanciam os trabalhadores dos benefícios, o Estado deve retirar, no mínimo, R$ 800 bilhões do montante pago em aposentadorias, auxílios e pensões pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), em dez anos, segundo a análise do próprio governo.</p>
<p> </p>
<p>No texto apresentado pelo Executivo no começo do ano, com regras ainda mais rígidas do que as que foram aprovadas nesta terça, a reforma tinha uma previsão de cortar R$ 1,2 trilhão dos benefícios em uma década.</p>
<p> </p>
<p>Para a oposição, a reforma descaracteriza completamente os princípios da Seguridade Social, estabelecidos na Constituição Federal de 1988, como um sistema de distribuição de renda e proteção social em todo território nacional.</p>
<p> </p>
<p>Na votação em primeiro turno, no dia 1° de outubro, a reforma teve 56 votos a favor e 19 contra.</p>
<p> </p>
<p>Nos dez meses de tramitação no Congresso, a proposta de reforma do governo foi perdendo volume, por conta dos protestos da classe trabalhadora e dos movimentos sociais.</p>
<p> </p>
<p>Por exemplo, foi rejeitada a regra de capitalização individual; a regra que determinava um valor menor da pensão caso a viúva não tiver filhos; fim da regra que permitia valores menores que um salário-mínimo para as pensões e benefícios para deficientes carentes.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Pararela</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Os debates no Congresso sobre as regras da Previdência não terminam com a aprovação da PEC 06/19. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) está analisando a PEC 133/19, a chamada PEC paralela. Nela estão os pontos polêmicos que ficaram de fora, por enquanto, da reforma. Por exemplo, a inclusão dos estados e municípios na reforma; a tributação das entidades filantrópicas e o fim da isenção para as exportações do agronegócio.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Transição</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Para os trabalhadores que estão perto de se aposentar terão que cumprir um pedágio, um período a mais de contribuição, de acordo com o tempo de faltaria pela regra antiga, mais idade mínima. As regras mudam para os servidores públicos e para os trabalhadores da inciativa privada. Confira os modelos de transição <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/infograficos/2019/08/regras-de-transicao-para-trabalhadores-em-atividade" target="_blank">veja aqui</a>.</p>
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<p>O senador José Serra (PSDB-SP) argumentou que as regras aprovadas não são suficientes e que espera mais arrochos para reduzir os custos com os pagamentos das aposentadorias e pensões.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato<br />Escrito por: Juca Guimarães &#8211; Edição: Rodrigo Chagas</p>
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