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	<title>PCMSO &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>PCMSO &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Caixa: confira data e regras para pagamento do Delta</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-confira-data-e-regras-para-pagamento-do-delta-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 08:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE-Caixa)]]></category>
		<category><![CDATA[Critérios]]></category>
		<category><![CDATA[Delta]]></category>
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		<category><![CDATA[resultado da GDP]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Caixa]]></category>
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					<description><![CDATA[Critérios para pagamento foram motivo de embate entre trabalhadores e direção do banco, que tentou colocar o resultado da GDP como parâmetro para o recebimento. A proposta do banco deixaria parcela considerável dos empregados sem direito à promoção por mérito e foi afastada em negociação A Caixa Econômica Federal divulgou semana passada que irá pagar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5b0c755e62eebcbe12bb7c2dd7f5767e">Critérios para pagamento foram motivo de embate entre trabalhadores e direção do banco, que tentou colocar o resultado da GDP como parâmetro para o recebimento. A proposta do banco deixaria parcela considerável dos empregados sem direito à promoção por mérito e foi afastada em negociação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">Caixa Econômica Federal</a> divulgou semana passada que irá pagar no próximo dia 20 de abril a Promoção por Mérito, que corresponde ao pagamento do delta (aumento de 2,35% a 4,6% no salário padrão). Os critérios para pagamento foram motivo de embate entre a direção da Caixa Econômica Federal e os representantes dos trabalhadores. Isso porque o banco queria colocar o resultado da GDP como parâmetro para o empregado receber ou não o delta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/negociacao-caixa-sindicalistas-conquistam-avanco-na-promocao-por-merito/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/negociacao-caixa-sindicalistas-conquistam-avanco-na-promocao-por-merito/">proposta feita inicialmente</a> pela Caixa, teriam direito a receber o delta os empregados que tivessem como resultado da GDP os quadrantes Superior, Excepcional ou Eficaz. Aqueles que se enquadrassem nos demais quadrantes (Incipente, Emergente R1, Emergente R2, Emergente E1 e Emergente E2) não teriam direito. Ou seja, em apenas 4 resultados de 9 possíveis o empregado teria direito, o que deixaria mais de 30% dos bancários de determinadas funções sem delta, de acordo com números apresentados pela própria Caixa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Nova formulação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa proposta era absolutamente inaceitável porque além de sermos contra a concepção da GDP, ela deixaria uma parcela considerável dos empregados sem direito à promoção por mérito”, reforça Leonardo Quadros, dirigente da Fetec/SP e da Apcef/SP.“Depois de um processo muito extenso de negociação, que chegou a ser suspenso durante um longo período por conta da intransigência da Caixa em aceitar outros critérios que não levassem a GDP em consideração, conseguimos chegar a uma outra formulação junto à direção do banco”, explica Leonardo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sistemática definida consiste em 70 pontos possíveis de serem atingidos. O empregado conseguirá obter o delta se atingiu 40 desses 70 possíveis. Os pontos puderam ser alcançados através de critérios objetivos e subjetivos. Os critérios objetivos representam 50 dos 70 totais e os critérios subjetivos 20 dos 70 pontos. Ou seja, só com os critérios objetivos o empregado consegue um delta.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Critérios para recebimento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os critérios objetivos eram curso da Universidade Caixa (até 30 pontos possíveis); frequência (15 pontos possíveis) e PCMSO – exame médico periódico – (5 pontos possíveis). Os cursos da Universidade Caixa eram os mesmos que pontuavam a agência, o que estimulou os próprios gestores das agências a incentivarem os empregados a realizarem os cursos, pois se os bancários os concluíssem, a agência pontuava positivamente. Os 20 pontos do critério subjetivo eram relativos a avaliação de estímulo, cujo resultado só seria conhecido agora em março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formulação definida para o pagamento do delta em 2020 acabou ficando semelhante com as aplicadas em 2015, 2016 e 2017. Em 2018, o delta foi alcançado só com critérios objetivos, só que não houve a possibilidade do segundo delta porque não ficou definido nenhum critério que determinasse classificação entre os empregados. Desta vez, o pagamento do delta não será retroativo porque o E-social impede o crédito retroativo de verba de natureza salarial, portanto, só será pago agora em abril e não retroage a janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Contudo, nós entendemos que apesar de não haver essa retroação no pagamento, foi extremamente positivo que a gente conseguisse fechar uma sistemática que afastasse o resultado da GDP do resultado final da promoção por mérito, porque se fosse feita essa aplicação, um número extremamente elevado de empregados não conseguiria atingir o delta”, avalia Dionisio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE-Caixa).</p>



<h4 class="wp-block-heading">PCS é fruto da mobilização</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano de Cargos e Salários (PCS) 2008 garante a promoção por antiguidade (a cada dois anos, os trabalhadores têm aumento de um delta) e a promoção por mérito, que aumenta até dois deltas sobre o salário a cada ano. O PCS 2008 é resultado da mobilização dos empregados da Caixa e foi implantado para dar isonomia entre os bancários que trabalhavam no banco antes de 1998 e os que entraram após aquele ano, quando a empresa pública estava na iminência de ser privatizada no governo de Fernando Henrique Cardoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os empregados voltaram a ter um plano de carreira digno do nome. Por exemplo, o teto do PCS, que no plano de 1998 era de R$ 3.631 saltou para R$ 8.633 no plano conquistado, em 2008, em valores atuais. “O PCS é uma conquista histórica fruto da organização e mobilização dos trabalhadores que foram mantidas na Campanha Nacional 2018 através da assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho com validade de dois anos, em meio a uma conjuntura extremamente desfavorável causada pela aprovação da nova lei trabalhista e da eleição de um governo que não esconde sua inclinação privatista”, afirma Dionisio.</p>
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		<title>Fenaban recusa debater PCMSO com trabalhadores</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fenaban-recusa-debater-pcmso-com-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[PCMSO]]></category>
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					<description><![CDATA[Reivindicação foi feita durante mesa bipartite de saúde; bancários também reforçaram mais uma vez que reabilitação é tarefa do Estado e não do empregador O movimento sindical cobrou mais uma vez da federa&#231;&#227;o dos bancos (Fenaban) que abra o debate sobre o Programa de Controle M&#233;dico e Sa&#250;de Ocupacional (PCMSO) com os trabalhadores. A reivindica&#231;&#227;o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reivindicação foi feita durante mesa bipartite de saúde; bancários também reforçaram mais uma vez que reabilitação é tarefa do Estado e não do empregador</p>
<p><span style="line-height:1.6em">O movimento sindical cobrou mais uma vez da federa&ccedil;&atilde;o dos bancos (Fenaban) que abra o debate sobre o Programa de Controle M&eacute;dico e Sa&uacute;de Ocupacional (PCMSO) com os trabalhadores. A reivindica&ccedil;&atilde;o foi apresentada durante mesa de negocia&ccedil;&atilde;o sobre sa&uacute;de do trabalhador, realizada na quarta-feira 20.</span></p>
<p>Mas ao inv&eacute;s de promover discuss&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o do PCMSO, a Fenaban insistiu em realizar question&aacute;rio entre os banc&aacute;rios sobre os exames ocupacionais. Os exames ocupacionais s&atilde;o apenas um dos itens previstos no PCMSO, que &eacute; bem mais amplo e prev&ecirc;, entre outras coisas, medidas de preven&ccedil;&atilde;o a doen&ccedil;as ligadas ao trabalho e de readapta&ccedil;&atilde;o do trabalhador quando retorna do afastamento m&eacute;dico.</p>
<p>Outro argumento usado pela Fenaban para negar o debate &eacute; que o PCMSO j&aacute; seria discutido nas Cipas (Comiss&atilde;o Interna de Preven&ccedil;&atilde;o de Acidentes). Primeiro: n&atilde;o &eacute; o que acontece, esse debate n&atilde;o ocorre nas Cipas. Segundo: nem todos os locais de trabalho t&ecirc;m Cipa institu&iacute;da. E, por &uacute;ltimo, &eacute; preciso levar em conta que 50% dos integrantes de uma Cipa s&atilde;o representantes do banco. Portanto, essa discuss&atilde;o tem de ser feita com os sindicatos, que s&atilde;o por ess&ecirc;ncia as entidades de representa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e t&ecirc;m toda a legitimidade para faz&ecirc;-la.</p>
<p>
<strong>Exames</strong></p>
<p>Os representantes dos trabalhadores na mesa bipartite de sa&uacute;de tamb&eacute;m reivindicaram o acesso aos dados dos programas de retorno ao trabalho das institui&ccedil;&otilde;es financeiras. E novamente frisaram que cuidar da reabilita&ccedil;&atilde;o do trabalhador &eacute; uma atribui&ccedil;&atilde;o exclusiva do Estado, que n&atilde;o pode ser exercida pela empresa. A reabilita&ccedil;&atilde;o &eacute; um direito do trabalhador e um dever do Estado, como determina a lei. N&atilde;o pode ficar nas m&atilde;os do empregador, sob o risco de mascarar a rela&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a com o ambiente de trabalho.</p>
<p>Os banc&aacute;rios tamb&eacute;m fizeram cr&iacute;ticas aos exames realizados pelos bancos, pois verificou-se que muitos utilizam m&eacute;dicos terceirizados que n&atilde;o s&atilde;o m&eacute;dicos do trabalho. Os bancos tamb&eacute;m deixam de fazer exames demissional e peri&oacute;dicos.</p>
<p>A pr&oacute;xima mesa bipartite ser&aacute; s&oacute; em novembro, portanto, esses temas ser&atilde;o discutidos na Campanha Nacional deste ano. Na Confer&ecirc;ncia dos Banc&aacute;rios, que ocorrer&aacute; entre os dias 29 e 31 de julho, um dos grupos de debate discutir&aacute; sa&uacute;de do trabalhador.</p>
<p>
<strong>PCMSO</strong></p>
<p>O PCMSO &eacute; regulamentado pelo Minist&eacute;rio do Trabalho e estabelece a realiza&ccedil;&atilde;o de exames m&eacute;dicos admissionais, peri&oacute;dicos, retorno ao trabalho, mudan&ccedil;a de fun&ccedil;&atilde;o e exame demissional. Tem tamb&eacute;m o objetivo de prevenir, monitorar e controlar poss&iacute;veis danos &agrave; sa&uacute;de e integridade do empregado e detectar riscos pr&eacute;vios, especialmente no que diz respeito a doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho.</p>
<p>Como exemplo, o PCMSO pode exigir a an&aacute;lise do ambiente de trabalho a fim de identificar riscos que podem agravar a sa&uacute;de dos trabalhadores. Por conta disso pode ser solicitada uma s&eacute;rie de exames cl&iacute;nicos e complementares espec&iacute;ficos para cada tipo de n&iacute;vel de risco da empresa.</p>
<p><strong><a href="http://www.santosbancarios.com.br/index.php?det=detalhes&amp;id_titulo=2&amp;id=5897" target="_blank">Debate no Sindicato: riscos do trabalho e formas de preven&ccedil;&atilde;o</a></strong></p>
<p>Fonte: Com informações da Seeb SP</p>
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