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	<title>Paulo Tafner &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Paulo Tafner &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Economistas propõem reforma da Previdência e igualar idade para homens e mulheres em 67 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 08:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Idade mínima de 67 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Tafner]]></category>
		<category><![CDATA[Proposta de nova Reforma daPrevidência]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da Previdência 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[O economista Paulo Tafner, um dos responsáveis por propostas incorporadas à reforma de 2019, apresentou um conjunto de medidas que pode alterar novamente as regras de aposentadoria no Brasil Um grupo de economistas liderado pelo economista Paulo Tafner, estudioso da&#160;Previdência&#160;e um dos responsáveis por propostas incorporadas à reforma de 2019, apresentou um conjunto de medidas [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">O economista Paulo Tafner, um dos responsáveis por propostas incorporadas à reforma de 2019, apresentou um conjunto de medidas que pode alterar novamente as regras de aposentadoria no Brasil</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um grupo de economistas liderado pelo economista Paulo Tafner, estudioso da&nbsp;<a href="https://www.gov.br/previdencia/pt-br" target="_blank" rel="noopener"><strong>Previdência</strong></a>&nbsp;e um dos responsáveis por propostas incorporadas à reforma de 2019, apresentou um conjunto de medidas que pode alterar novamente as regras de aposentadoria no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as<a href="https://iclnoticias.com.br/economia/nova-proposta-reforma-da-previdencia/"><strong>&nbsp;principais mudanças</strong></a>&nbsp;está a criação de uma idade mínima única de 67 anos para homens e mulheres, tanto para trabalhadores urbanos quanto rurais. Atualmente, a idade mínima é de 65 anos para homens e 62 para mulheres na área urbana. No campo, os limites são de 60 e 55 anos, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta também prevê elevar de 15 para 20 anos o tempo mínimo de contribuição exigido de mulheres e trabalhadores rurais. Outra mudança seria a transferência para as empresas da responsabilidade pelo pagamento de benefícios por incapacidade relacionados a acidentes e doenças do trabalho, atualmente cobertos pelo INSS.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Idade mínima teria aumento automático</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A idade mínima não subiria de uma só vez. Segundo a proposta, o limite seria elevado gradualmente, em seis meses por ano, até alcançar os 67 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, seria criado um mecanismo automático vinculado à expectativa de vida. Para cada ano de aumento na expectativa de vida da população brasileira, a idade mínima para aposentadoria subiria quatro meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança tende a provocar debate, principalmente porque a reforma de 2019 já estabeleceu diferenças entre homens e mulheres. Para compensar parcialmente a perda da vantagem feminina, o novo texto prevê um bônus de 1,5 ano de contribuição por filho nascido vivo ou adotado, limitado a cinco filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, uma mulher com 30 anos de contribuição e um filho teria 31,5 anos contabilizados para fins previdenciários. O benefício, porém, não eliminaria a nova idade mínima nem a exigência de 20 anos de contribuição.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Empresas poderiam assumir benefícios por acidentes de trabalho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outra alteração importante envolve os benefícios por incapacidade decorrentes do trabalho. Atualmente, o INSS paga benefícios temporários ou permanentes quando a doença ou o acidente tem relação com a atividade profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela proposta, o auxílio por incapacidade temporária acidentário e a aposentadoria por incapacidade decorrente de acidente ou doença ocupacional passariam a ser responsabilidade das empresas e dos empregadores domésticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os empregadores teriam de contratar seguros para cobrir esses casos. Trabalhadores autônomos também perderiam essa cobertura automática e precisariam contratar um seguro próprio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma alternativa seria permitir que o próprio INSS continuasse prestando o serviço. Nesse cenário, porém, o empregador teria de pagar uma contribuição adicional de 6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança pode gerar resistência porque os benefícios relacionados a acidentes de trabalho estão associados a direitos como estabilidade após o retorno ao emprego e manutenção dos depósitos de 8% do FGTS durante o período de afastamento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Contribuição das empresas seria reduzida</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo em que assumiriam parte dos custos relacionados aos benefícios por incapacidade, as empresas teriam uma redução na contribuição previdenciária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a contribuição patronal é de 20% sobre a folha de pagamentos, acrescida do adicional relacionado ao risco de acidentes de trabalho, chegando a aproximadamente 22%. Pela proposta, a alíquota seria reduzida para 16% até o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os defensores da mudança argumentam que ela ajudaria a reorganizar o sistema diante do aumento das despesas. O estudo estima que o déficit da Previdência ultrapassará R$ 338,6 bilhões em 2026.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>BPC poderia ter valor inferior ao salário mínimo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Benefício de Prestação Continuada (BPC) também seria alterado. Atualmente, idosos de 65 anos ou mais em situação de baixa renda podem receber um benefício equivalente a um salário mínimo, mesmo sem nunca terem contribuído para o INSS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela proposta, o BPC continuaria destinado a idosos de baixa renda, mas seu valor poderia ficar abaixo do salário mínimo. O cálculo seguiria uma fórmula semelhante à das aposentadorias: 60% do benefício, acrescidos de 2% por ano de contribuição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, uma pessoa que nunca contribuiu receberia 60% do piso previdenciário. Com 20 anos de contribuição, o benefício chegaria a 100% do salário mínimo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Aposentadoria especial teria idade mínima maior</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhadores expostos a agentes nocivos também teriam regras mais rígidas. Atualmente, a aposentadoria especial exige idade mínima de 55, 58 ou 60 anos, dependendo do nível de exposição, além de 15, 20 ou 25 anos de contribuição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta acrescentaria dois anos a cada faixa, levando as idades mínimas para 57, 60 e 62 anos, respectivamente. O tempo de contribuição permaneceria inalterado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema, porém, pode enfrentar questionamentos jurídicos, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) já analisou a constitucionalidade da exigência de idade mínima para esse tipo de aposentadoria.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Professores, policiais e servidores também seriam afetados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Professores federais da educação básica passariam a ter idade mínima de 64 anos. Para policiais, a proposta também estabelece limite de 64 anos, além da exigência de 25 anos no cargo efetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos servidores públicos, o texto busca unificar as regras entre União, estados e municípios. As mesmas normas seriam aplicadas aos servidores dos três níveis de governo e aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>MEI teria aumento na contribuição</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O microempreendedor individual (MEI) também seria afetado. Atualmente, a contribuição previdenciária é de 5%, além de valores adicionais que variam conforme a atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela proposta, a alíquota subiria para 11%. A exceção seria para beneficiários do Bolsa Família, que continuariam contribuindo com 5%.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sistema atual seria substituído gradualmente</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das mudanças mais profundas seria a transformação do modelo de Previdência. O sistema atual, baseado na repartição, seria gradualmente substituído por um modelo misto, com 50% de repartição e 50% de capitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na repartição, as contribuições dos trabalhadores que estão na ativa financiam os benefícios pagos aos aposentados. Já na capitalização, os recursos são acumulados para financiar a aposentadoria do próprio trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mais jovens seriam os principais afetados pela transição. Trabalhadores com até 24 anos na data da aprovação da reforma entrariam no novo modelo. Aqueles entre 25 e 49 anos ficariam submetidos a uma regra de transição, enquanto pessoas com 50 anos ou mais permaneceriam no sistema atual, embora sujeitas às novas regras de idade e aos demais parâmetros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças propostas, portanto, vão muito além da idade mínima. O texto altera o tempo de contribuição, a responsabilidade pelo pagamento de benefícios, as alíquotas das empresas e do MEI, o cálculo do BPC e o próprio modelo de financiamento da Previdência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos, caso as medidas sejam aprovadas, seriam diferentes de acordo com a idade do trabalhador, sua atividade profissional e seu histórico de contribuições ao sistema.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Paulo Tafner ajudou Governo Bolsonaro a implantar idade mínima de 65 anos!</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Proposta Inicial:</strong> Antes e logo no início da gestão de Jair Bolsonaro, o grupo ligado a Paulo Tafner formulou estudos técnicos sobre a previdência social que influenciaram as discussões econômicas iniciais da equipe de Paulo Guedes.</li>



<li><strong>Pontos em Comum:</strong> O plano defendido por Tafner continha medidas como o aumento/unificação da idade mínima, alteração no cálculo de pensões e a introdução de um sistema de capitalização (contas individuais). O Globo.</li>
</ul>
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