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	<title>Paternidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Paternidade &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Trabalhador com filho autista tem jornada reduzida em 50%</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/trabalhador-com-filho-autista-tem-jornada-reduzida-em-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 06:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção Internacional sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
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		<category><![CDATA[Direito Trabalhista]]></category>
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		<category><![CDATA[Paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do espectro autista (TEA)]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (Grande São Paulo e litoral paulista)]]></category>
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					<description><![CDATA[Criança portadora de TEA (Transtorno do Espectro Autista) tem necessidade de receber cuidados especiais A lei não exige que o pai ou a mãe seja solo para ter direito à jornada reduzida para acompanhar filho com transtorno do espectro autista (TEA) em consultas e tratamentos médicos. Além disso, não há qualquer restrição para os pais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-00627b37f3bdb9c9aeedbaabe530444a">Criança portadora de TEA (Transtorno do Espectro Autista) tem necessidade de receber cuidados especiais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A lei não exige que o pai ou a mãe seja solo para ter direito à jornada reduzida para acompanhar filho com transtorno do espectro autista (TEA) em consultas e tratamentos médicos. Além disso, não há qualquer restrição para os pais de filhos com deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse entendimento, a 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (Grande São Paulo e litoral paulista) determinou que a Fundação Casa de São Paulo reduza em 50% a jornada de um trabalhador, sem prejuízo da remuneração, nem necessidade de compensação, para que possa ser acompanhante do filho, que é portador de TEA. A medida vale enquanto comprovada a necessidade, exigindo-se apenas prova de vida anual da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão modificou sentença de primeira instância que indeferiu o pedido com base no princípio da legalidade, previsto no Direito Administrativo, concluindo que não havia base legal para autorizar a diminuição das horas de trabalho. A negativa também se deu com a alegação de que não se trata de pai solo, que a escala 2 x 2 do homem permitia tais cuidados com o filho e que os acompanhamentos feitos não provocaram sanções administrativas ao profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, segundo a juíza-relatora do acórdão, Eliane Aparecida da Silva Pedroso, o caso envolve também epilepsias fármaco-resistentes e é complexo o suficiente para que a análise considere as convenções internacionais ratificadas pelo Brasil (como a Convenção Internacional sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência), a Constituição da República e as leis ordinárias, hierarquicamente. Ela citou, por fim, jurisprudência recente envolvendo o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada sustentou que a lei não obriga que a jornada diária seja de oito horas, nem condiciona o deferimento da redução à probabilidade ou não de punições administrativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A lei não faz nenhuma restrição para os pais de filhos com deficiência e, onde a lei não distingue, não cabe ao intérprete fazê-lo, muito menos para adotar entendimento que acabe por prejudicar aquele a quem o preceito visa a proteger”, afirma a julgadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a empresa descumpra o determinado, pagará multa diária de R$ 1 mil, a ser revertida em favor de entidades de amparo a crianças com transtorno do espectro autista.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Congresso aprova licença-paternidade de 20 dias</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/congresso-aprova-licenca-paternidade-de-20-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Regulatório]]></category>
		<category><![CDATA[Paternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida faz parte do Marco Legal da Primeira Infância, que segue para sanção presidencial O Senado aprovou nesta semana o Marco Legal da Primeira Inf&#226;ncia. O projeto prev&#234; um conjunto de a&#231;&#245;es de prote&#231;&#227;o aos primeiros seis anos de vida da crian&#231;a, desde sua gesta&#231;&#227;o. Entre as medidas, destaca-se a amplia&#231;&#227;o da licen&#231;a-paternidade dos atuais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Medida faz parte do Marco Legal da Primeira Infância, que segue para sanção presidencial</p>
<p><span style="line-height:1.6em">O Senado aprovou nesta semana o Marco Legal da Primeira Inf&acirc;ncia. O projeto prev&ecirc; um conjunto de a&ccedil;&otilde;es de prote&ccedil;&atilde;o aos primeiros seis anos de vida da crian&ccedil;a, desde sua gesta&ccedil;&atilde;o. Entre as medidas, destaca-se a amplia&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a-paternidade dos atuais cinco dias para 20 dias, inclusive em casos de ado&ccedil;&atilde;o. O texto segue agora para a san&ccedil;&atilde;o presidencial.</span></p>
<p>O novo prazo para os pais, se sancionado, n&atilde;o ser&aacute; obrigat&oacute;rio, valendo apenas para empregadores que aderirem ao Programa Empresa-Cidad&atilde;, a exemplo da licen&ccedil;a-maternidade ampliada de 180 dias, conquistada pelos banc&aacute;rios em 2009.&nbsp;</p>
<p>O movimento sindical far&aacute; mobiliza&ccedil;&atilde;o para que o texto seja sancionado e depois disso, caso vire lei, vai cobrar dos bancos que adotem a medida.</p>
<p>
<strong>Projeto</strong></p>
<p>O Marco Legal da Primeira Inf&acirc;ncia estabelece como quest&otilde;es priorit&aacute;rias a sa&uacute;de, alimenta&ccedil;&atilde;o, educa&ccedil;&atilde;o, conviv&ecirc;ncia familiar e comunit&aacute;ria, assist&ecirc;ncia social, cultura, lazer, espa&ccedil;o e meio-ambiente.</p>
<p>O texto determina que gestantes e fam&iacute;lias com crian&ccedil;as na primeira inf&acirc;ncia dever&atilde;o receber orienta&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o sobre maternidade e paternidade respons&aacute;veis, aleitamento materno, alimenta&ccedil;&atilde;o complementar saud&aacute;vel, crescimento e desenvolvimento infantil integral, preven&ccedil;&atilde;o de acidentes e educa&ccedil;&atilde;o sem uso de castigos f&iacute;sicos. A ideia &eacute; a forma&ccedil;&atilde;o e a consolida&ccedil;&atilde;o dos v&iacute;nculos afetivos e o est&iacute;mulo ao desenvolvimento integral da crian&ccedil;a de 0 a 6 anos.</p>
<p>Tamb&eacute;m prev&ecirc; identifica&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o dos casos de viol&ecirc;ncia contra gestantes ou crian&ccedil;as, em mecanismo semelhante aos j&aacute; adotados em outros pa&iacute;ses, por meio do sistema de sa&uacute;de. A proposta aprovada desonera e facilita o registro de crian&ccedil;as, al&eacute;m de prever o acompanhamento cont&iacute;nuo das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, como sugere a Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU).</p>
<p>O projeto ainda expande a educa&ccedil;&atilde;o para as crian&ccedil;as de 0 a 3 anos. As instala&ccedil;&otilde;es e os equipamentos devem obedecer aos padr&otilde;es de infraestrutura estabelecidos pelo Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, o poder p&uacute;blico dever&aacute; organizar e estimular a cria&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;os l&uacute;dicos em locais onde h&aacute; circula&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as.</p>
<p>O Marco Legal tamb&eacute;m obriga a Uni&atilde;o a manter registros com os dados do crescimento e desenvolvimento da crian&ccedil;a. Al&eacute;m disso, a Uni&atilde;o dever&aacute; informar &agrave; sociedade quanto gastou em programas e servi&ccedil;os para a primeira inf&acirc;ncia. A mesma obriga&ccedil;&atilde;o ter&atilde;o os estados e munic&iacute;pios.</p>
<p>Fonte: Com informações da Contraf, Agência Senado e Agência Brasil</p>
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