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	<title>Parcelas da Cassi &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Parcelas da Cassi &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Justiça acata parcialmente ação dos sindicatos contra a Cassi e determina regras para cobrança de contribuições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 11:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A ação foi motivada pelas cobranças iniciadas pela Cassi, sem negociação prévia e de forma automática sobre valores que o Banco do Brasil, à época, não repassou nem descontou corretamente dos trabalhadores O movimento sindical obteve decisão parcialmente favorável em ação civil pública movida contra a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">A ação foi motivada pelas cobranças iniciadas pela Cassi, sem negociação prévia e de forma automática sobre valores que o Banco do Brasil, à época, não repassou nem descontou corretamente dos trabalhadores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sindical obteve decisão parcialmente favorável em ação civil pública movida contra a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A ação teve como objetivo suspender e estabelecer regras para as cobranças feitas pela Cassi aos associados, referentes a valores recebidos em ações trabalhistas e acordos firmados nas Comissões de Conciliação Voluntária (CCV) ou de Conciliação Prévia (CCP), entre julho de 2010 e setembro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença, proferida pela Justiça do Trabalho, rejeitou as preliminares apresentadas pela Cassi e julgou parcialmente procedentes os pedidos sindicatos. A decisão estabelece que a cobrança das contribuições é legítima apenas sobre verbas de natureza estritamente salarial, mas impõe uma série de condições que devem ser respeitadas antes da cobrança. Entre os principais pontos da decisão, destacam-se:</p>



<p class="wp-block-paragraph">A) Proibição da cobrança de juros de mora e de correção monetária retroativa;<br>B) Obrigatoriedade de apresentação, pela Cassi, de memória de cálculo detalhada, individualizada e com antecedência, contendo:<br>&nbsp; &nbsp; I) Identificação do processo ou acordo que originou a verba;<br>&nbsp; &nbsp; II) Data do recebimento&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; III) Discriminação das verbas recebidas (salariais ou indenizatórias);<br>&nbsp; &nbsp; IV) Base de cálculo;<br>&nbsp; &nbsp; V) Percentual aplicado;<br>&nbsp; &nbsp; VI) Valor histórico da contribuição devida;<br>C) Proibição de cancelamento ou suspensão dos planos de saúde dos associados ou de seus dependentes em razão do não pagamento dessas contribuições, até que todas as exigências acima sejam cumpridas;<br>D) Garantia do direito ao contraditório, assegurando aos associados a possibilidade de contestar os valores cobrados e de optar por formas de pagamento ou parcelamento adequadas às novas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi motivada pelas cobranças iniciadas pela Cassi de forma automática, sem negociação prévia, sobre valores que o Banco do Brasil, à época, não repassou nem descontou corretamente dos trabalhadores.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro &#8211; Contraf</strong><br>Para o secretário-geral da Contraf, Gustavo Tabatinga Jr., a decisão representa um reconhecimento, ainda que parcial, da responsabilidade da Cassi e do banco nessa situação. “A Contraf obteve essa importante vitória na Justiça, reconhecendo, ainda que parcialmente, a nossa tese de que o bancário e a bancária não podem ser responsabilizados pela omissão dolosa do Banco do Brasil e da Cassi na retenção dos valores de contribuição. Ganhamos na primeira instância, mas não temos nada a comemorar. Essa situação deveria ter sido resolvida em mesa de negociação. Infelizmente, a Cassi preferiu não escutar a representação dos funcionários, que clamava por uma solução negociada”, afirmou Tabatinga.</p>
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