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	<title>Paralisação vitoriosa 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Paralisação vitoriosa 2026 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Bancários em Campanha Salarial paralisaram agências na Baixada, nesta quinta (20)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:55:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Maior]]></category>
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		<category><![CDATA[Paralisação vitoriosa 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 40 agências bancárias da Baixada Santista foram paralisadas, nesta quinta-feira (20). A mobilização foi vitoriosa e deve continuar, para que a categoria consiga manter seus direitos e garanta reajuste acima da inflação! Os bancários e bancárias da Baixada Santista paralisaram, nesta quinta-feira (20/08), 40 agências na Baixada Santista, no centro de Santos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Cerca de 40 agências bancárias da Baixada Santista foram paralisadas, nesta quinta-feira (20). A mobilização foi vitoriosa e deve continuar, para que a categoria consiga manter seus direitos e garanta reajuste acima da inflação!</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os bancários e bancárias da Baixada Santista paralisaram, nesta quinta-feira (20/08), 40 agências na Baixada Santista, no centro de Santos e Gonzaga, os maiores polos comerciais da região, todas foram fechadas. Além de unidades nas cidades de São Vicente, Guarujá e Praia Grande, por 24h.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1600" height="1200" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Paralisacao-200826-Itau-gonza-Elcio-guto-1.jpg" alt="" class="wp-image-69929"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“A paralisação foi vitoriosa nacionalmente e demonstrou nossa força. Mas a categoria deve se manter participativa e mobilizada para manter nossos direitos, conquistar novos e reajuste acima da inflação”, explica Élcio Martins da Quinta, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Paralisações nacionais</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">As paralisações foram em todo o Brasil, quando a proposta foi recusada, em assembleias (17/08), por 97% da categoria e a paralisação aprovada por 90%. A Campanha Salarial Unificada, compõem bancos públicos e privados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1185" height="790" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Paralisacao-200826-Big-gigante-eneida-andre-1.jpg" alt="" class="wp-image-69934"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Para manter a unidade e a força da categoria precisamos dar continuidade na mobilização. Os bancos querem desmontar a mesa única dos bancários e, com isso, não reajustar salários, PLR e vales. Todos se lembram quando nós bancários do BB e Caixa, bancos públicos, sofremos grandes perdas salariais entre 1995 e 2003, período anterior à consolidação da mesa única de negociação”, diz Ricardo Saraiva Big, secretário-geral do Sindicato.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Bancos retiram itens rebaixados, mas não apresentam reajuste</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na 8ª Rodada de Negociação (18/8), com a rejeição de 97% da categoria, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) retirou propostas de reajustes por faixas salariais, não reajustar os vales refeição e alimentação nas cidades do interior e litoral; e congelar o piso de ingresso para os novos bancários. Apesar do recuo, a representação dos bancos não apresentou nenhuma proposta de índice de reajuste até esta última rodada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Banqueiros enrolam nas negociações adiando proposta, para pressionar com fim da ultratividade</strong></h4>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>24/06 &#8211; Comando Nacional dos Bancários e das Bancárias entregou minuta de reinvindicações à Fenaban;</strong></li>



<li>2/7 – <strong>1ª Rodada de negociação da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026;</strong></li>



<li><strong>7/7 &#8211; 2ª Rodada</strong> <strong>— Emprego e Tecnologia;</strong></li>



<li><strong>16/7 &#8211; 3ª Rodada — Igualdade de Oportunidades</strong>;</li>



<li><strong>21/07 &#8211; 4ª Rodada — Saúde e Condições de Trabalho;</strong></li>



<li><strong>30/07 &#8211; 5ª Rodada — Cláusulas Econômicas;</strong></li>



<li><strong>04/8 &#8211; 6ª Rodada &#8211; Retorno dos banqueiros;</strong></li>



<li><strong>13/8 &#8211; 7ª Rodada &#8211; Retorno dos banqueiros;</strong></li>



<li><strong>18/8 – 8ª Rodada – Retorno dos banqueiros, sem proposta.</strong></li>
</ol>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fim da ultratividade, aprovada na Reforma Trabalhista, favorece banqueiros</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia dos bancos, de postergar a apresentação de uma proposta para uma data cada vez mais próxima da data-base da categoria (1º de setembro), está relacionada com o fim da ultratividade (garantia da validade de um acordo coletivo de trabalho, além da sua vigência, até a assinatura da sua renovação), aprovado na Reforma Trabalhista (2017), durante o governo de Michel Temer, com amplo apoio de parlamentares da direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com o fim da ultratividade, caso não seja assinada a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) até a data-base da categoria, os mais de 100 direitos dos bancários garantidos, pela luta sindical de quase um século, no Acordo Coletivo, perdem a validade”, define Élcio Quinta, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Próxima negociação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; 24/08: retomada das negociações entre Comando Nacional e Fenaban.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>De olho nos números</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; O patrimônio líquido do setor bancário atingiu, em 2025, o montante de R$ 1,2 trilhão. O lucro no período R$ 255 bilhões, segundo o Banco Central.<br>&#8211; Enquanto o setor bancário fechava 88 mil postos e 9,5 mil agências, entre 2015 e 2025, os cinco maiores bancos aumentavam em 49% os contratos com correspondentes bancários, terceirizando seus serviços.<br>&#8211; A remuneração média anual dos altos executivos dos três maiores bancos privados chegará a R$ 12,5 milhões em 2026 — valor 120 vezes superior à remuneração anual de um escriturário (somando salário, 13º, férias, tíquetes e PLR).<br>&#8211; Em 2025, foram realizadas 7,2 bilhões de transações em agências bancárias físicas, número que corresponde a uma média de aproximadamente 28,6 milhões de transações por dia útil.<br>&#8211; O lucro por empregado nos bancos é de R$ 438 mil, comprovando a alta rentabilidade gerada pelos bancários.<br>&#8211; Entre maio de 2025 e maio de 2026, 40% das bancárias e bancários usaram medicamentos controlados (antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes).<br>&#8211;&nbsp;Corte nas despesas com pessoal:&nbsp;Desde 2016, a folha de pagamento dos bancos caiu 7% (sem contar a PLR, a queda é de 11%).<br>&#8211;&nbsp;PLR:&nbsp;Em 1995, os bancos privados distribuíam um percentual de PLR que chegava a alcançar 14%; em 2025, distribuíram em média apenas 5,9%.<br>Entre os bancos públicos, os percentuais mudam. A Caixa, por exemplo, atingiu o teto de 15% de CCT, e Banco do Brasil se aproximou do índice, com distribuição de 11%.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Os principais eixos da pauta de reivindicações da categoria são:</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">– 5% de aumento real no salário e nas demais verbas, como PLR, VA e VR;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Fim das metas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Manutenção do formato atual da PLR (percentual do salário mais parcela fixa e adicional);</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Manutenção dos direitos conquistados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Manutenção da mesa única, da CCT para toda a categoria e dos direitos já conquistados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Defesa do emprego bancário;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Defesa dos bancos públicos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– Distribuição melhor dos ganhos da tecnologia, com o fim do monitoramento excessivo no teletrabalho, preservando a privacidade do bancário.</p>
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