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	<title>Pandemia não tem mais emergência &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Pandemia: OMS põe fim ao estado de emergência sanitária de covid-19 no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 17:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid não é emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[OMS encerra emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[Emergência da covid acabou, mas risco continua “Uma das grandes tragédias é que não precisava ter sido assim”, disse Tedros, denunciando o fracasso da comunidade internacional nesses mais de três anos. “Perdemos vidas que não precisavam ter sido perdidas”, insistiu. “Precisamos prometer a nossos filhos e netos que não voltaremos a cometer esses erros”, disse. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Emergência da covid acabou, mas risco continua</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma das grandes tragédias é que não precisava ter sido assim”, disse Tedros, denunciando o fracasso da comunidade internacional nesses mais de três anos. “Perdemos vidas que não precisavam ter sido perdidas”, insistiu. “Precisamos prometer a nossos filhos e netos que não voltaremos a cometer esses erros”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-executivo da OMS, Michael Ryan, alertou que a emergência acabou, mas o risco continua. “Mas a ameaça não. A batalha não acabou”, disse. “O vírus continua a contaminar. Levou anos para que a pandemia de 1918 terminasse”, afirmou. “Na verdade, a história mostra que uma pandemia só termina quando outra aparece”, insistiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A covid-19 zombou de fronteiras, de ideologias e da postura de líderes supostamente “fortes” que se recusavam a aceitar a gravidade da crise. “Ninguém estava preparado”, disse Jarbas Barbosa, ex-diretor da Anvisa que atualmente dirige a Organização Pan-americana de Saúde (<a href="https://www.paho.org/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Opas</a>).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pandemia marcada por enterros coletivos e desigualdades no acesso ao cuidado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os mais de três anos de pandemia da covid foram marcados inicialmente por medidas de lockdown em grandes capitais internacionais. Pela primeira vez o mundo viu ruas e metrôs vazios, cidades turísticas sem ninguém. E ao mesmo tempo reportagens mostrando hospitais lotados, caminhões frigoríficos para acondicionar corpos e tratores abrindo valas comuns. Seja na Vila Formosa, em São Paulo, em Manaus –&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/saude-e-ciencia/governo-bolsonaro-sabia-escassez-oxigenio-seis-manaus-mortes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">onde o governo de Jair Bolsonaro deixou faltar até oxigênio</a>&nbsp;– como em Nova York. Tudo em meio a disputas pela narrativa política pró e contra a ciência, as medidas preventivas, a falta de investimentos sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A OMS esperava decretar o fim da pandemia há um ano. Nos primeiros meses da crise, em 2020, a expectativa do órgão era de que, até 2022, a pandemia perderia força. No entanto, houve um recrudescimento em 2021. Uma segunda onda veio a onda mais forte. Para piorar, os países pobres foram os últimos a receber as vacinas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Novo coronavírus veio para ficar</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade na distribuição do imunizante, aliás, é um dos capítulos mais dolorosos da crise. E um exemplo do fracasso da comunidade internacional, na avaliação do diretor da OMS. Segundo ele, as desigualdades no acesso a intervenções que salvam vidas também continuam a colocar milhões de pessoas em todo o mundo em risco desnecessário, principalmente as mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“E a fadiga da pandemia ameaça a todos nós. Todos nós estamos doentes e cansados dessa pandemia e queremos deixá-la para trás”, afirmou. “Mas esse vírus veio para ficar, e todos os países precisarão aprender a gerenciá-lo juntamente com outras doenças infecciosas”, completou.</p>
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