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	<title>Oxfam &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Imposto de 5% sobre super-ricos do G20 acabaria com a fome, aponta Oxfam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 14:47:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidade revela ainda que tributo também ajudaria países de baixa e média renda a se adaptarem às mudanças climáticas Um relatório da Oxfam Brasil aponta que a criação de um imposto de 5% sobre as pessoas mais ricas do G20 arrecadaria dinheiro suficiente para acabar com a fome global e também ajudaria países de baixa e média renda a [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-fd1628fd22847dfe2fad48be6dec62d2">Entidade revela ainda que tributo também ajudaria países de baixa e média renda a se adaptarem às mudanças climáticas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um relatório da Oxfam Brasil aponta que a criação de um<strong> imposto de 5% sobre as pessoas mais ricas</strong> do G20 arrecadaria dinheiro suficiente para acabar com a fome global e também ajudaria países de baixa e média renda a se adaptarem às mudanças climáticas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Imposto sobre os mais ricos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi divulgado às vésperas da primeira reunião dos ministros de Economia e presidentes de Bancos Centrais do G20. O evento será realizado nesta semana, em São Paulo. A informação é da Folha de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Oxfam, o imposto arrecadaria cerca de US$ 1,5 trilhão (R$ 7,5 trilhões) por ano. O montante também permitiria que o mundo cumprisse as metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas e investisse US$ 546 bilhões em serviços públicos e ação climática nos países do G20.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade aponta, ainda, que diversas pesquisas revelam que a maioria das pessoas em diversos países apoia um aumento dos impostos sobre os mais ricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), citados pela Oxfam, a tributação sobre a riqueza nos países do G20 corresponde a&nbsp;<strong>um quarto da arrecadação sobre o consumo</strong>. Com isso, os impostos acabam pesando mais sobre a população mais pobre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Oxfam, 32% da arrecadação dos países que compõem o G20 são da tributação de bens e serviços, como&nbsp;<strong>alimentos e outros itens essenciais</strong>&nbsp;que têm impacto maior sobre as famílias de baixa renda, enquanto somente 8% vem de tributos sobre renda e patrimônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa máxima de imposto sobre o rendimento pessoal em 1980 era de 59,5%, em média, em 17 países do G20. Em 2022, esse teto era de 40,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Um sistema justo de impostos poderia frear as desigualdades e promover sociedades mais saudáveis e inclusivas”, afirma Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desigualdade maior</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/ainda-mais-desigual/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório da própria Oxfam Brasil</a>, chamado de Desigualdade S.A, divulgado no mês passado, aponta que a desigualdade global está agora em um nível comparável à encontrada na África do Sul, o país mais desigual do planeta e a pobreza nos países de renda mais baixa é ainda maior do que era em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento diz que “a distância entre o Norte e o Sul do mundo aumentou pela primeira vez em 25 anos”. Desde 2020, quase 5 bilhões de pessoas em todo o planeta empobreceram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A fortuna dos cinco bilionários mais ricos do mundo mais do que dobrou desde o início desta década, enquanto 60% da humanidade ficou mais pobre”, diz o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento da Oxfam ressalta que os <strong>preços estão ultrapassando os salários</strong>, e centenas de milhões de pessoas têm dificuldades de fazer com que seus ganhos rendam um pouco mais a cada mês.</p>
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		<title>Renda de trabalhador caiu 6,9% e dividendos de acionistas subiram 24% em 2022</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/renda-de-trabalhador-caiu-69-e-dividendos-de-acionistas-subiram-24-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 13:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Oxfam]]></category>
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		<category><![CDATA[Salário caiu]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório da Oxfam mostra que a renda do trabalhador caiu no Brasil, no ano passado, mais do que a média mundial de 3,19%, mas os dividendos pagos a acionistas subiram 14% a mais do que a média mundial de 10% No último ano do governo de Jair Bolsonaro (2022), a renda dos trabalhadores e das [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Relatório da Oxfam mostra que a renda do trabalhador caiu no Brasil, no ano passado, mais do que a média mundial de 3,19%, mas os dividendos pagos a acionistas subiram 14% a mais do que a média mundial de 10%</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">No último ano do governo de Jair Bolsonaro (2022), a renda dos trabalhadores e das trabalhadoras brasileiros caiu em relação a 2021, mais do que a média de 50 países do mundo, mostra relatório divulgado no domingo (30/4), do Comitê de Oxford para Alívio da Fome, uma organização independente sem fins lucrativos com atuação no país desde 2014. Em contrapartida os ricos ficaram ainda mais ricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O salário médio teve queda de 6,9% enquanto o de diretores subiu 9%. Já o rendimento dos acionistas de empresas brasileiras chegou a 24% dando a eles um lucro US$ 34 bilhões, quase o mesmo montante do que trabalhadoras e trabalhadores do país tiveram em cortes em seus salários, informou a entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, o salário mensal médio no Brasil era de R$ 2.480,80. Em 2022, o salário foi de R$ 2.540,33 mensais, o que dá uma alta de 2,14%. No entanto, a inflação de 9% corroeu esse ganho, deixando a correção do valor real do salário no país menor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório confirma a desigualdade social no país. No mundo a média de queda da renda do trabalhador foi de 3,19%, menos da metade da queda no Brasil. A média do rendimento dos acionistas nos países pesquisados pela Oxfam foi menos da metade do que lucraram os brasileiros, de 10%. Ou seja, no Brasil o salário do pobre cai e o lucro dos ricos aumenta ainda mais do que no restante do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No Brasil, a recuperação do emprego tem se dado às custas, principalmente, de trabalho informal, mais precário, com menos acesso a direitos e renda média menor”, avaliou o coordenador de justiça econômica da Oxfam Brasil, Jefferson Nascimento, em entrevista ao G1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Oxfam, os pagamentos feitos aos acionistas, considerados “exorbitantes”, beneficiam os mais ricos da sociedade, aumentando os níveis já altos de desigualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo, segundo a organização, 1 bilhão de trabalhadoras e trabalhadores de 50 países tiveram um corte médio de US$ 685 em seus salários em 2022. A perda coletiva foi de US$ 746 bilhões em salários reais (caso os pagamentos tivessem sido reajustados pela inflação).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tributar os mais ricos</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das direções apontadas pela Oxfam como solução para os problemas elencados no relatório é tributar devida e proporcionalmente a parcela mais rica em todos os países. A ONG lembra, por exemplo, que os impostos sobre a renda de dividendos e ações caíram de 61%, em 1980, para 42% na atualidade, um dado relevante para a discussão, já que é a partir da cobrança desses encargos que se pode ampliar as verbas públicas em áreas como saúde e educação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jefferson, essa margem de lucro entregue aos acionistas deve ser uma das partes que compõem a discussão em torno da reforma tributária, tendo em vista a possibilidade de contrapartida à sociedade que se pode abrir. Ele explica que, no Brasil, a obrigação não se aplica à pessoa física e salienta que a medida já conta com aprovação de ampla parcela da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um tema que se conecta com esse debate que está se tendo no Brasil, nesse momento, no âmbito da reforma tributária. A gente está debatendo no Congresso Nacional, focando, principalmente agora, no imposto sobre o consumo. Mas, em um segundo momento, e isso tem sido dito no Congresso, se pretende trabalhar com reforma do imposto sobre bens e patrimônio, e é fundamental falar também sobre o retorno da tributação sobre lucros e dividendos”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trabalho não remunerado das mulheres</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A conclusão é de que a jornada mensal de mulheres e meninas tem, pelo menos, 380 bilhões de horas de atividades de cuidado não remuneradas, o que prova que certos estereótipos de gênero, como a função de se responsabilizar, de forma central, pela criação dos filhos, ainda pesam sobre elas. Com frequência, assinala a Oxfam, trabalhadoras acabam encurtando seus expedientes ou mesmo abandonam os empregos por causa dessas atividades. Além disso, também enfrentam discriminação, assédio e recebem salários mais baixos do que os homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jefferson Nascimento, complementa as colocações da entidade com um dado relacionado ao assunto, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em março deste ano. Segundo o órgão, as trabalhadoras do país recebem um salário 22% menor do que os trabalhadores do gênero masculino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Até a pandemia, até 2020, havia uma tendência de diminuição da diferença de remuneração entre homens e mulheres, que foi revertida. Tem vários fatores por trás disso. A maior parte do desemprego é de mulheres, a maior taxa de trabalhadores informais é entre mulheres. A gente sabe que o trabalho informal paga, em média, menos do que o trabalho formalizado. Então, de alguma maneira, a precarização do trabalho, esses instrumentos que a incentivam, como a reforma trabalhista de 2017, criaram as condições para que houvesse esse aumento de diferença”, diz Jefferson.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Metodologia</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização não governamental adotou como referência dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para fazer os cálculos. Uma das constatações, que instigam a se pensar no contexto de desigualdades sociais, é o corte médio de US$ 685 na conta de um bilhão de trabalhadores de 50 países, que acabaria significando uma perda coletiva de US$ 746 bilhões em salários reais, caso os salários tivessem sido reajustados pela inflação.</p>
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