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	<title>Organização Mundial da Saúde [OMS] &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Organização Mundial da Saúde [OMS] &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Cloroquina matou 17 mil pessoas na 1ª onda da covid, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2024 10:20:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Originalmente destinada a tratar malária, a cloroquina foi administrada inicialmente a pacientes da covid-19, &#8220;apesar da ausência de evidências de benefícios clínicos documentados&#8221; O uso da cloroquina como forma de lidar com a covid-19 causou a morte de quase 17 mil pessoas nos países ricos, apenas durante a primeira onda da pandemia ainda em 2020. [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Originalmente destinada a tratar malária, a cloroquina foi administrada inicialmente a pacientes da covid-19, &#8220;apesar da ausência de evidências de benefícios clínicos documentados&#8221;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O uso da cloroquina como forma de lidar com a covid-19 causou a morte de quase 17 mil pessoas nos países ricos, apenas durante a primeira onda da pandemia ainda em 2020. Os dados fazem parte da revista científica Biomedicine &amp; Pharmacotherapy, em sua edição que vai circular em fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa foi realizada pelas universidades de Lyon, na França, e Quebec, no Canadá. Os especialistas examinaram os dados de hospitalização em seis países, com pacientes que tinham sido expostos ao remédio. O resultado foi um aumento do risco de morte, principalmente em razão de distúrbios do ritmo cardíaco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Originalmente destinada a tratar malária, a cloroquina foi administrada inicialmente a pacientes da covid-19, &#8220;apesar da ausência de evidências de benefícios clínicos documentados&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na OMS, após uma extensa pesquisa, a agência alertou que não existiam provas de que o remédio traria qualquer impacto positivo para os pacientes da covid-19, enquanto os especialistas alertaram para os efeitos colaterais que o tratamento poderia ter. Em diversos países, o remédio foi retirado dos protocolos contra a covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, no governo de Jair Bolsonaro, a ordem foi a de aumentar o abastecimento. O próprio ex-presidente fez promoção do remédio e anunciou que estava tomando cloroquina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Aplica logo, pô&#8221;, disse Bolsonaro. &#8220;Sabe quando esse remédio começou a ser produzido no Brasil? Ele começou a ser usado no Brasil quando eu nasci, em 1955. Medicado corretamente, não tem efeito colateral&#8221;, afirmou o presidente, sem amparo científico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final do primeiro ano da pandemia, Bolsonaro havia defendido o remédio em 23 discursos. Em 13 de agosto de 2020, por exemplo, o presidente disse: &#8220;Eu sou a prova viva que deu certo&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="940" height="627" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ftp20200916002.webp" alt="" class="wp-image-52107" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ftp20200916002.webp 940w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ftp20200916002-300x200.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ftp20200916002-150x100.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ftp20200916002-768x512.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ftp20200916002-600x400.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/ftp20200916002-20x13.webp 20w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /><figcaption class="wp-element-caption">Edu Andrade/Fatopress</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 29 de agosto de 2020, em Caldas Novas (GO), ele insistiu: &#8220;A hidroxicloroquina tem salvo milhares e milhares de vidas pelo Brasil.&#8221; Em outubro daquele ano, Bolsonaro ainda afirmou que &#8220;Deus foi tão abençoado que nos deu até a hidroxicloroquina&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos EUA, o então presidente Donald Trump chegou a sugerir que o remédio fosse tomado. &#8220;O que você tem a perder? Tome-o&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a pesquisa examinou os dados da França, da Bélgica, da Itália, da Espanha, dos EUA e da Turquia. E o resultado aponta para o fato de que 16,9 mil pessoas poderiam ter morrido em razão do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os pesquisadores, o estudo nasceu a partir de dados que indicavam, na revista Nature em 2021, um aumento de 11% na taxa de mortalidade diante da prescrição da cloroquina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas os autores do estudo alertam que esses números seriam apenas o começo da história de uma pesquisa que deve apurar a real dimensão do impacto. Afinal, o remédio foi distribuído em diversos outros países nos primeiros meses da pandemia, enquanto, no caso do Brasil e dos EUA, o tratamento entrou na agenda defendida pela extrema direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses números provavelmente representam apenas a ponta do iceberg, subestimando amplamente o número de mortes relacionadas à HCQ (hidroxicloroquina) em todo o mundo.Trecho do estudo sobre a cloroquina</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A prescrição off-label pode ser apropriada quando os médicos julgam ter evidências suficientes para sugerir o benefício da medicação. Entretanto, a primeira série que relatou o efeito da HCQ mostrou eficácia limitada ou nenhuma eficácia na redução da mortalidade&#8221;, alertou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o estudo, &#8220;a toxicidade da HCQ em pacientes com covid-19 é parcialmente devida a efeitos colaterais cardíacos, incluindo distúrbios de condução&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O aumento do risco de morte por causas cardíacas corresponde à metade do aumento da mortalidade por todas as causas, sugerindo que as mortes relacionadas à HCQ também estão relacionadas a causas não cardíacas&#8221;, apontou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo ainda cita uma pesquisa realizada no Brasil, que testou a hidroxicloroquina e onde foi observado um &#8220;aumento nos efeitos colaterais hepáticos e cardíacos, manifestados principalmente por doenças cardíacas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Entre os pacientes hospitalizados com Covid-19 leve a moderada, o uso de hidroxicloroquina, sozinha ou com azitromicina, não melhorou o estado clínico em 15 dias em comparação com o tratamento padrão&#8221;, disse. O estudo em questão havia sido financiado pela Coalizão Covid-19 Brasil e EMS Pharma, liderado por Alexandre Cavalcanti, Fernando G. Zampieri, Regis G. Rosa, Luciano C.P. Azevedo e outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em conclusão, o número de mortes relacionadas à hidroxicloroquina é estimado em 16.990, embora esse número provavelmente esteja subestimado devido à falta de dados da maioria dos países&#8221;, diz o estudo francês e canadense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mais importante ainda, este estudo ilustra as limitações da extrapolação do efeito do tratamento de condições crônicas para condições graves sem dados precisos&#8221;, completou.</p>
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		<title>Vacina contra covid será incluída no Programa Nacional de Imunizações</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/vacina-contra-covid-sera-incluida-no-programa-nacional-de-imunizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 08:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Vacinação anual passa a valer a partir de 2024 A partir de 2024, a dose da vacina contra a covid-19 passará a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A recomendação do Ministério da Saúde é que estados e municípios priorizem crianças de 6 meses a menores de 5 anos e grupos com maior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Vacinação anual passa a valer a partir de 2024</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 2024, a dose da vacina contra a covid-19 passará a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A recomendação do Ministério da Saúde é que estados e municípios priorizem crianças de 6 meses a menores de 5 anos e grupos com maior risco de desenvolver formas graves da doença: idosos; imunocomprometidos; gestantes e puérperas; trabalhadores da saúde; pessoas com comorbidades; indígenas, ribeirinhos e quilombolas; pessoas em instituições de longa permanência e trabalhadores; pessoas com deficiência permanente; pessoas privadas de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; funcionários do sistema de privação de liberdade; e pessoas em situação de rua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma mudança importante, alinhada com a Organização Mundial da Saúde [OMS], em que a vacina contra a covid-19 passa a incorporar o nosso Programa Nacional de Imunizações. Durante a pandemia, foi criado um programa paralelo, para operacionalização da vacina contra a covid-19, fora do nosso programa nacional. O que fizemos este ano foi trazer a vacina contra a covid-19 para dentro do Programa Nacional de Imunizações. A vacina passa a ser recomendada no calendário de crianças. Para todas as crianças nascidas ou que estejam no Brasil, com idade entre 6 meses e menores de 5 anos, a vacina passa a ser obrigatória no calendário vacinal”, destacou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do ministério, Ethel Maciel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além disso, alinhados com a recomendação da Organização Mundial da Saúde recente, a gente passa a incorporar a dose no calendário anual de vacinação para grupos prioritários. Aqui no Brasil, ampliamos um pouco o grupo que a OMS recomenda, que é mais restrito. Vamos, na campanha de 2024, manter os mesmos grupos de 2023. Essas são as duas mudanças fundamentais”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária lembrou ainda que a vacina bivalente segue disponível em todo o país, e recomendou que quem ainda não recebeu a dose este ano busque a imunização. “A vacina vai ser anual. Se a pessoa tomou a dose deste ao, já está com a dose em dia. Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde agora, dose anual”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Demais grupos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">“Como sempre fazemos em outras campanhas, abrimos para grupos prioritários e, depois, havendo sobra de vacina, a gente abre para os demais. Essa tem sido sempre a recomendação do Ministério da Saúde. A gente vai focar nos prioritários porque o principal foco da doença agora, no mundo inteiro, é diminuição de gravidade, hospitalização e óbito”, destacou Ethel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos já elementos muito robustos e contundentes que indicam a segurança e a efetividade da vacina. No Brasil, tínhamos 4 mil pessoas morrendo todos os dias por covid. Hoje, temos 42. Essa é a maior prova da efetividade da vacina”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para os adultos em geral, pessoas que são imunocompetentes, como nós falamos quando não há uma doença de base, as doses que você tomou ainda te protegem. Você ainda tem proteção contra a gravidade da doença”, acrescentou. “A gente tem a infecção respiratória, mas a gente não tem a gravidade da doença. As vacinas também protegem contra a covid longa, os estudos já mostram isso. Então, para os adultos imunocompetentes, a gente não precisaria de uma nova dose até o momento. Lembrando que é uma doença nova. Se surge uma nova variante que tem um escape das vacinas que temo, a gente precisa sempre mudar nossas recomendações”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Covid longa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pasta informou que já contratou um estudo nacional de base populacional para entrevistar cerca de 33 mil pessoas com foco em covid longa. “É algo que também nos preocupa aqui no Ministério da Saúde, porque não temos estimativas internacionais nem nacionais ainda que nos deem elementos para a criação de políticas públicas. Esse estudo está sendo coordenado pelo pesquisador da Universidade Federal de Pelotas Pedro Hallal. O estudo vai à casa das pessoas saber quantas vezes teve covid, se teve sintomas, se eles persistem. A gente vai a campo agora no final de novembro e a gente espera, até o fim do ano, termos dados para que a gente possa pensar, em 2024, como a gente vai lidar também com a covid longa”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Números</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo o Ministério da Saúde, o Brasil segue uma tendência observada globalmente e registra oscilação no número de casos da doença. Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam aumento de casos na população adulta do Paraná, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo. Em Minas Gerais e no Mato Grosso do Sul, há sinalização de aumento lento nas ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) decorrente da covid-19 na população de idade avançada, mas sem reflexo no total de casos identificados. O Distrito Federal, Goiás e o Rio de Janeiro, que anteriormente apresentavam alerta de crescimento, demonstraram indícios de interrupção no aumento de notificações.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>#SeLiga</strong>&nbsp;<a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/sindicato-dos-bancarios-de-santos-e-regiao-lanca-canal-no-whatsapp/">Sindicato dos Bancários de Santos e Região lança canal no WhatsApp</a></h4>
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