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	<title>Organismos Internacionais &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Brasil quita dívidas com organismos internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 07:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo paga R$ 4,6 bi a instituições estrangeiras O Brasil pagou, em 2023, R$ 4,6 bilhões em compromissos financeiros com organismos internacionais e zerou a dívida com essas instituições, divulgaram nesta quinta-feira (4), em Brasília, os Ministérios das Relações Exteriores (foto) e do Planejamento e Orçamento. O dinheiro foi repassado à Organização das Nações Unidas [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f026cd69ce8769be2fd78d9e6838a618">Governo paga R$ 4,6 bi a instituições estrangeiras</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil pagou, em 2023, R$ 4,6 bilhões em compromissos financeiros com organismos internacionais e zerou a dívida com essas instituições, divulgaram nesta quinta-feira (4), em Brasília, os Ministérios das Relações Exteriores (foto) e do Planejamento e Orçamento. O dinheiro foi repassado à Organização das Nações Unidas (ONU), bancos multilaterais, fundos internacionais e dezenas de instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse total, informou o Ministério do Planejamento, R$ 2,7 bilhões correspondem a valores em aberto em 31 de dezembro de 2022. O R$ 1,9 bilhão restante refere-se a compromissos do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pagamento mais recente ocorreu em 21 de dezembro, quando o governo quitou R$ 289 milhões em contribuições regulares à ONU e pagou R$ 1,1 bilhão em dívidas com missões de paz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem passivos com as Nações Unidas, o Brasil garantiu o direito de voto na Assembleia Geral da ONU em 2024, num ano em que o país preside o G20, grupo das 20 maiores economias do planeta. No segundo semestre de 2023, o Brasil presidiu o Conselho de Segurança do organismo internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse quadro de adimplência, que resulta do trabalho conjunto do Ministério do Planejamento e Orçamento e do Ministério das Relações Exteriores, além de outros órgãos do governo federal, fortalece a imagem do Brasil no cenário internacional global e regional, reafirma o compromisso do país com o multilateralismo e reforça a capacidade de atuação diplomática em prol dos interesses nacionais e dos princípios que regem a política externa brasileira”, destacou nota conjunta dos dois ministérios.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O comunicado listou a recuperação de direito de voto nos seguintes órgãos:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Organização Internacional para as Migrações (OIM);</li>



<li>Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO);</li>



<li>Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA);</li>



<li>Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ);</li>



<li>Tribunal Penal Internacional (TPI).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Outras dívidas</h4>



<h4 class="wp-block-heading">O país ainda saldou dívidas com organismos multilaterais como:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Organização dos Estados Americanos (OEA);</li>



<li>Organização Mundial do Comércio (OMC);</li>



<li>Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco);</li>



<li>Organização Internacional do Trabalho (OIT);</li>



<li>Organização Mundial da Saúde (OMS);</li>



<li>Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Meio ambiente</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo brasileiro também quitou débitos na área de meio ambiente e mudança do clima. Segundo a nota conjunta, o ato reforça a importância do compromisso do país nas duas áreas, à medida que Belém, no Pará, sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Os principais passivos zerados nessas duas áreas foram os seguintes:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contribuições relativas à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC);</li>



<li>Contribuições relativas ao Protocolo de Quioto;</li>



<li>Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB);</li>



<li>Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes (Convenção de Estocolmo);</li>



<li>Convenção sobre Mercúrio (Convenção de Minamata).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">América Latina</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na esfera regional, o Brasil regularizou cerca de R$ 500 milhões em aportes para o Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), em abril. O fundo fornece recursos para projetos em áreas como infraestrutura urbana, segurança, saneamento básico e saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pagamento permitiu que o Brasil acessasse R$ 350 milhões para financiar projetos em municípios brasileiros em regiões de fronteira com os países do Mercosul. Em dezembro, durante a 63ª Reunião Ordinária do Conselho do Mercosul, o governo saldou R$ 14,6 milhões com o Instituto Social do Mercosul (ISM).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outras dívidas com órgãos regionais quitadas em 2023 foram estas:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Associação Latino-Americana de Integração (Aladi);</li>



<li>Secretaria do Mercosul;</li>



<li>Parlamento do Mercosul (Parlasul);</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">O país também pagou contribuições para os seguintes órgãos do Mercosul:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos (IPPDH);</li>



<li>Secretaria do Tribunal Permanente de Revisão (TPR).</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Histórico</h4>



<p class="wp-block-paragraph">No fim de 2022, o gabinete de transição para o governo atual informou que havia cerca de R$ 5 bilhões de dívidas do governo brasileiro com organismos internacionais. No fim de dezembro do mesmo ano, o Itamaraty recebeu R$ 4,6 bilhões, que foram convertidos em restos a pagar para 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe ao Ministério do Planejamento pagar as contribuições a todos os organismos internacionais dos quais o Brasil participa. O ministério também se responsabiliza pela integralização de cotas em bancos multilaterais e pela recomposição de fundos estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para evitar novas dívidas, o Orçamento de 2024 &#8211; aprovado no fim de dezembro &#8211; tornou obrigatórias as despesas com organismos internacionais e compromissos assumidos em tratados externos, o que proíbe o contingenciamento (bloqueio temporário). Segundo o Itamaraty e o Ministério do Planejamento, a mudança “corrige uma inadequação histórica e confere mais previsibilidade à atuação internacional do Brasil em nível multilateral”.</p>
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