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	<title>OMS &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Quando o esgotamento vira acidente de trabalho: empresas terão de agir pela saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 06:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova classificação da OMS reconhece burnout como fenômeno ocupacional e reforça a responsabilidade do ambiente profissional. Durante muito tempo, o trabalho foi sinônimo de esforço e sacrifício. Mas essa visão simplifica um tema mais complexo. O ambiente profissional, quando bem estruturado, organiza a rotina, fortalece vínculos, desenvolve talentos e oferece sentido à vida. É no [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Nova classificação da OMS reconhece burnout como fenômeno ocupacional e reforça a responsabilidade do ambiente profissional.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante muito tempo, o trabalho foi sinônimo de esforço e sacrifício. Mas essa visão simplifica um tema mais complexo. O ambiente profissional, quando bem estruturado, organiza a rotina, fortalece vínculos, desenvolve talentos e oferece sentido à vida. É no trabalho que muitos constroem identidade, criam laços e encontram propósito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, esse mesmo espaço pode gerar riscos quando dominado por cobranças excessivas, insegurança emocional ou ausência de apoio. Por isso, o debate sobre saúde mental nas empresas precisa sair do discurso e entrar na prática. A falta de cuidado com o emocional afeta diretamente a produtividade, o clima interno e a sustentabilidade do negócio.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Propósito e rotina para todas as idades</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A ruptura com a atividade profissional pode desestabilizar jovens e idosos. No Brasil, o suicídio já é a terceira causa de morte entre pessoas de 10 a 24 anos, segundo o Ministério da Saúde. Já a Organização Mundial da Saúde aponta que 27% das mortes por suicídio no mundo ocorrem em pessoas com mais de 60 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, a perda do propósito está ligada à saída forçada ou definitiva do mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho é mais que obrigação. Ele estrutura horários, dá sentido aos dias e constrói autoestima. É também espaço de afeto, de convivência e de formação de vínculos. Discutir saúde mental no trabalho é falar sobre identidade e dignidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sofrimento emocional tem sinais físicos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ambientes profissionais com baixa segurança psicológica estão entre os principais gatilhos de sofrimento emocional. O medo de errar ou de ser punido cria um ambiente silencioso e adoecedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sinais físicos como insônia, gastrite, tensão muscular, dor de cabeça e queda de cabelo surgem como sintomas da sobrecarga emocional. Esses sintomas indicam que o corpo entrou em alerta constante, sem tempo de recuperação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Censo de Saúde Mental da Vittude, 31% dos profissionais brasileiros estão em presenteísmo — ou seja, estão fisicamente no trabalho, mas sem condições emocionais para produzir.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Acidente de trabalho pode ser psicológico</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com impacto comprovado, o sofrimento emocional ainda é pouco discutido no ambiente corporativo. Burnout, ansiedade e depressão também afastam e invalidam — mas continuam sendo tratados como questões individuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário começa a mudar com a chegada do CID-11 ao Brasil em 2027. A nova classificação inclui o burnout como fenômeno ligado ao trabalho, obrigando empresas a adotarem ações preventivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), atualizada em 2024, já caminha nesse sentido. Ela determina que os riscos psicossociais sejam mapeados e acompanhados, com escuta ativa e plano de ação. O foco deixa de ser a punição e passa a ser a proteção.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cultura de cuidado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Oferecer ambientes emocionalmente seguros deixou de ser diferencial. Hoje, é compromisso. Isso inclui preparar lideranças, revisar metas desproporcionais, garantir equilíbrio entre esforço e recompensa, respeitar limites e incentivar relações saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde mental precisa ser parte da estratégia de gestão. Isso significa criar políticas claras, canais de escuta confiáveis e indicadores que orientem as ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resume Tatiana Pimenta, CEO da Vittude: “Não existe EPI contra a humilhação, mas existe liderança preparada, cultura segura e empresa que entende que prevenir não é custo — é compromisso.”</p>
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		<title>Casos de covid-19 aumentam 80% no mundo; mortes têm queda de 57%</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/casos-de-covid-19-aumentam-80-no-mundo-mortes-tem-queda-de-57/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 08:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coronavirus aumenta]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Óbitos]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[Total de novos casos ficou em 1,5 milhão e de óbitos, em 2,5 mil Cerca de 1,5 milhão de novos casos de covid-19 foram registrados em todo o mundo entre 10 de julho e 6 de agosto – um aumento de 80% em relação ao período anterior. Durante os mesmos 28 dias, o vírus causou [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Total de novos casos ficou em 1,5 milhão e de óbitos, em 2,5 mil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 1,5 milhão de novos casos de <a href="https://santosbancarios.com.br/?s=covid+19" data-type="URL" data-id="https://santosbancarios.com.br/?s=covid+19">covid-19</a> foram registrados em todo o mundo entre 10 de julho e 6 de agosto – um aumento de 80% em relação ao período anterior. Durante os mesmos 28 dias, o vírus causou ainda 2,5 mil mortes – uma queda de 57% em relação ao período anterior. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números mostram que, enquanto diversos países registraram queda de novos casos e de óbitos provocados pela doença, a região do Pacífico Ocidental identificou aumento de novas infecções em meio a uma redução nos óbitos. Desde o dia 6 de agosto, mais de 769 milhões de casos foram reportados globalmente, além de cerca de 6,9 milhões de mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Atualmente, os casos relatados não representam com precisão as taxas de infecção devido à redução de testes e relatórios globalmente. Durante esse período de 28 dias, 44% (103 de 234) dos países relataram pelo menos um caso à OMS – uma proporção que vem diminuindo desde meados de 2022”, destacou a entidade em comunicado.</p>
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		<title>Transexualidade é retirada da lista de doenças mentais da OMS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/transexualidade-e-retirada-da-lista-de-doencas-mentais-da-oms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Transexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nova edição de suas classificações, organização inclui vício em videogame como doença A Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a classificação da transexualidade como transtorno mental, segundo a nova edição da Classificação Internacional de Doenças (CID), publicada nesta segunda-feira (18). A última revisão desta norma havia sido feita 28 anos atrás.   A CID é uma codificação padronizada de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em nova edição de suas classificações, organização inclui vício em videogame como doença</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a classificação da transexualidade como transtorno mental, segundo a nova edição da Classificação Internacional de Doenças (CID), publicada nesta segunda-feira (18). A última revisão desta norma havia sido feita 28 anos atrás.</p>
<p> </p>
<p>A CID é uma codificação padronizada de todas as doenças, distúrbios, condições e causas de morte. Essa norma serve para que os países obtenham dados estatísticos e epidemiológicos. Cada país, no entanto, precisa se adaptar à nova CID, com prazo até 1º. de janeiro de 2022.</p>
<p> </p>
<p>Até antes da publicação, as pessoas que não se identificavam com o sexo que lhes foi atribuído ao nascer eram consideradas doentes mentais pela OMS, o que foi motivo de reivindicações de entidades LGTBI por anos, como transtorno de identidade de gênero. Porém, a mudança da OMS mantém a transexualidade dentro da classificação para que uma pessoa possa obter ajuda médica se assim desejar, pois em muitos países o sistema sanitário público ou privado não reembolsa o tratamento se o diagnóstico não estiver na lista.</p>
<p> </p>
<h4>Videogames</h4>
<p>Outra modificação importante é a inclusão do vício em videogames como doença mental. Este transtorno se caracteriza por um padrão de comportamento de jogo &#8220;contínuo ou recorrente&#8221;. A OMS estima que entre 2% e 3% dos jogadores de videogames têm um comportamento abusivo, mas salienta que por enquanto &#8220;faltam dados empíricos&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>O diretor do departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS, Shekhar Saxena, esclareceu que o fato de jogar um game não é nocivo por si só. O problema, diz, ocorre quando o consumo é abusivo e altera o comportamento da pessoa. &#8220;Se a criança, adolescente ou adulto que joga faz isso sem parar e deixa de sair com seus amigos, deixa de fazer atividades com seus pais, se isola, não estuda, não dorme e só quer jogar, esses são sinais de alerta de que poderia ter um comportamento aditivo e que precisa procurar ajuda&#8221;, alertou Saxena.</p>
<p>Fonte: Rede Brasil Atual</p>
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