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	<title>Novo desenrola &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Novo desenrola &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Novo Desenrola promete descontos de até 90% em dívidas e uso do FGTS para quitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 08:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[Descontos]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo também busca evitar que os beneficiários voltem a se endividar rapidamente. O governo federal está prestes a lançar uma nova rodada de medidas para enfrentar o alto nível de endividamento das famílias brasileiras. A iniciativa, que deve ser anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o dia 1º de maio, foi alinhada [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-14f39e5da3e2323c566e840087578796">Governo também busca evitar que os beneficiários voltem a se endividar rapidamente.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal está prestes a lançar uma nova rodada de medidas para enfrentar o alto nível de endividamento das famílias brasileiras. A iniciativa, que deve ser anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o dia 1º de maio, foi alinhada em reunião entre o ministro da <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/fazenda/pt-br">Fazenda</a>, Dario Durigan, e os principais executivos de bancos do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tive a honra de me reunir com os CEOs dos principais bancos, inclusive do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, e passamos em revista todos os pontos do programa. A área técnica me acompanhou, eu arbitrei os pontos finais e vou levar para o presidente amanhã para que ele, nos próximos dias, anuncie esse programa”, disse o ministro</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta prevê condições mais vantajosas para renegociação de débitos, com descontos que podem chegar a até 90% para dívidas mais antigas e taxas de juros significativamente menores — estimadas em cerca de 1,99% ao mês. O objetivo é aliviar o peso de compromissos financeiros com juros elevados, como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal sem garantia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia do governo é incentivar a migração dessas dívidas mais caras para modalidades mais baratas, como crédito consignado ou operações com garantia. Para isso, haverá participação ativa do sistema financeiro, com apoio de instituições públicas e privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa deve atender principalmente pessoas com renda de até cinco salários mínimos e pode alcançar dezenas de milhões de brasileiros. A expectativa é que, após o anúncio oficial, os consumidores sejam orientados a procurar os bancos para renegociar seus débitos em melhores condições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto central é o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A ideia é permitir que trabalhadores utilizem parte do saldo para quitar dívidas, desde que tenham recursos suficientes para liquidar o valor integral. Nesse caso, o saque seria limitado — possivelmente a até 20% do saldo disponível — e vinculado diretamente ao pagamento do débito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo técnicos envolvidos nas discussões, a lógica é simples: faz mais sentido usar um recurso que rende cerca de 3% ao ano para quitar dívidas com juros que podem ultrapassar 10% ao mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para viabilizar descontos mais agressivos, o governo deve utilizar o Fundo Garantidor de Operações (FGO), que funcionará como uma espécie de seguro para os bancos. Em caso de inadimplência, o Tesouro Nacional cobriria parte das perdas. As discussões indicam um possível aporte entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões no fundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estimativas preliminares apontam que o volume total de dívidas renegociadas pode chegar a R$ 140 bilhões, dependendo dos critérios finais, como o tempo de atraso — que ainda estava em negociação entre governo e instituições financeiras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Beneficiários do programa deverão seguir regras para evitar novas dívidas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além de facilitar a renegociação, o governo também busca evitar que os beneficiários voltem a se endividar rapidamente. Entre as medidas em discussão estão restrições temporárias ao acesso a apostas online e a possibilidade de “limpar o nome” do consumidor apenas após o pagamento da primeira parcela do novo acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro destacou que a iniciativa tem caráter excepcional e não deve se tornar recorrente. “Não se trata de um ‘refis’ permanente, mas de uma resposta a um momento específico”, indicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do programa ocorre em um momento delicado, com famílias pressionadas por juros elevados e incertezas no cenário econômico global. Apesar disso, o Ministério da Fazenda avalia que a medida não deve interferir diretamente na trajetória da taxa básica de juros, a Selic, definida pelo Banco Central.</p>
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		<title>Governo avalia novo Desenrola para dívidas de até R$ 20 mil</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/governo-avalia-novo-desenrola-para-dividas-de-ate-r-20-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 13:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola 20 mil]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Novo desenrola]]></category>
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					<description><![CDATA[Desenrola do setor público tem potencial para arrecadar bilhões de reais O governo federal estuda implementar um novo programa de renegociação das dívidas de pequeno porte com a União, nos moldes do&#160;Desenrola Brasil. A ideia, agora, é repactuar débitos de quem deve até R$ 20 mil. De acordo com as estimativas do governo, o Desenrola [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0bf509de760f08a0b512d295457ff4dc">Desenrola do setor público tem potencial para arrecadar bilhões de reais</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal estuda implementar um novo programa de renegociação das dívidas de pequeno porte com a União, nos moldes do&nbsp;<a href="https://desenrola.gov.br/novahome" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Desenrola Brasil</strong></a>. A ideia, agora, é repactuar débitos de quem deve até R$ 20 mil. De acordo com as estimativas do governo, o Desenrola do setor público tem potencial para arrecadar bilhões de reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem, atualmente, 37 milhões de protestos do governo federal contra pessoas físicas e jurídicas. As dívidas somam R$ 569 bilhões, mas têm valor individual relativamente modesto (R$ 15,3 mil por protesto, em média). A informação foi revelada pela CNN Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março, uma mudança decidida pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (<a href="https://www.gov.br/pgfn/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PGFN</strong></a>) aumentou o valor mínimo para se ajuizar execuções fiscais de R$ 10 mil para R$ 20 mil. Mesmo sem execução fiscal, os débitos continuam inscritos na Dívida Ativa da União.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Plano do governo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O plano de uma renegociação das dívidas com o setor público abaixo de R$ 20 mil foi apresentado à equipe econômica pelo ministro do Empreendedorismo, Márcio França.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia é aplicar um desconto sobre o montante total da dívida. É algo diferente de um “Refis” tradicional, em que multas e juros são perdoados, além de haver parcelamento do débito em si.</p>
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