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	<title>Nova Reforma Previdenciária &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Nova Reforma Previdenciária &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>O preço da Nova Reforma Previdenciária de Flávio Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 06:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade social]]></category>
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		<category><![CDATA[Nova Reforma Previdenciária]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto do candidato de elevar a aposentadoria para 70 anos (homens) e 67 (mulheres) condena o trabalhador à exaustão e ignora a desigualdade social do país. A promessa de um futuro seguro após décadas de trabalho árduo parece estar se transformando em uma miragem cada vez mais distante para o trabalhador brasileiro. Nos bastidores [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">O projeto do candidato de elevar a aposentadoria para 70 anos (homens) e 67 (mulheres) condena o trabalhador à exaustão e ignora a desigualdade social do país.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A promessa de um futuro seguro após décadas de trabalho árduo parece estar se transformando em uma miragem cada vez mais distante para o trabalhador brasileiro. Nos bastidores e nas propostas econômicas que orbitam a campanha de Flávio Bolsonaro, gesta-se uma nova investida contra os direitos sociais: a imposição de idades mínimas extenuantes para a aposentadoria, ventilando patamares de até 70 anos para homens e 67 anos para mulheres. Sob o verniz técnico de &#8220;ajuste fiscal&#8221; e &#8220;sustentabilidade de longo prazo&#8221;, esconde-se uma proposta que flerta abertamente com a desumanização do trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A Desconexão com a Realidade do Brasil Profundo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Discutir exigências de permanência no mercado de trabalho até os 70 anos ignora por completo a realidade socioeconômica do país. O Brasil real é aquele onde a informalidade assola milhões, onde a pejotização precariza as relações de emprego e onde a expectativa de vida saudável varia drasticamente dependendo da região e da classe social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exigir que um trabalhador permaneça na ativa até essa idade é, na prática, condená-lo a uma condenação perpétua ao desgaste físico. Para a imensa maioria da população, essa idade mínima não funciona como uma regra de transição, mas sim como uma barreira intransponível: uma licença para morrer antes de conseguir se aposentar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O Peso Desproporcional sobre as Mulheres</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Embora discursos neoliberais tentem emplacar a unificação e o encarecimento das regras sob o argumento de igualdade, a medida desconsidera a histórica divisão sexual do trabalho. As mulheres brasileiras acumulam jornadas duplas ou triplas, somando o trabalho formal ou informal ao peso invisível do cuidado doméstico e familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elevar o patamar exigido para o descanso significa ignorar que o corpo feminino e a exaustão mental acumulada ao longo de décadas não recebem a devida reparação social. A proposta penaliza justamente quem já carrega as maiores vulnerabilidades do mercado de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Para Quem é a Conta?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O aspecto mais revoltante dessas diretrizes econômicas reside na seletividade do sacrifício. Enquanto o trabalhador urbano e rural é instado a suar a camisa até a velhice avançada para &#8220;salvar as contas públicas&#8221;, categorias de privilégio histórico — como altos cargos do Judiciário e as patentes militares — continuam intocadas em seus regimes próprios e generosas aposentadorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conta da suposta crise fiscal recai, invariavelmente, sobre o elo mais fraco da corrente. Em vez de combater privilégios, taxar grandes fortunas ou auditar a dívida pública que drena o orçamento da União, prefere-se apostar na exaustão do povo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conclusão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A nova investida reformista ventilada pela ala bolsonarista revela uma visão de Estado onde o cidadão é visto apenas como engajamento produtivo até a última gota de energia. Negar o direito ao descanso digno na velhice é roubar a perspectiva de uma vida pós-trabalho minimamente humana. O Brasil não precisa de reformas que enterrem o futuro dos seus trabalhadores; precisa, isso sim, de coragem para cobrar de quem realmente pode pagar a fatura do desenvolvimento nacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/o-que-flavio-bolsonaro-propoe-aos-trabalhadores/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/artigo/o-que-flavio-bolsonaro-propoe-aos-trabalhadores/">O que Flávio Bolsonaro propõe aos trabalhadores?</a></h4>
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		<title>Desoneração vai sobrecarregar a Previdência e forçar nova reforma, adverte advogado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 11:29:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da Folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Reforma Previdenciária]]></category>
		<category><![CDATA[Oneração da Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à TVT, Jorge Folena afirma que o custeio do sistema de seguridade social precisa ser feito por toda a sociedade, e não com alívio para as empresas, como estabelece lei do Congresso Na última terça-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado (e do Congresso), Rodrigo Pacheco [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4">Em entrevista à TVT, Jorge Folena afirma que o custeio do sistema de seguridade social precisa ser feito por toda a sociedade, e não com alívio para as empresas, como estabelece lei do Congresso</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última terça-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado (e do Congresso), Rodrigo Pacheco (PSD-MG), conversaram sobre o destino da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2023-2026/2023/Mpv/mpv1202.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Medida Provisória 1.202, de 29 de dezembro</a>, que reonera a folha de pagamento de 17 setores da economia. No dia seguinte, a conversa foi entre Pacheco e o secretário-executivo e ministro da Fazenda em exercício, Dario Durigan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O apresentador Gustavo Conde recebeu o advogado Jorge Folena, que alertou para possíveis consequências da desoneração, na forma como aprovada pelo Congresso no ano passado. Para Folena, o parlamento exagerou na dose, não apenas mantendo a desoneração, como ampliando o número de setores. Isso terá impacto direto na Previdência Social, adverte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos ter um problemão”, afirma o advogado. “Não adianta só os trabalhadores contribuírem. A Constituição determina que todos nós temos que manter a Seguridade Social (Previdência, saúde e assistência social)”, acrescenta Folena. “Acabamos de sair, em 2019, de um processo duríssimo contra os trabalhadores, que foi a reforma da Previdência. (<em>Com a desoneração</em>) Daqui a pouco vamos ter que fazer outra. E quem vai pagar a conta, como sempre, são os trabalhadores.”</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desde 2012</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a desoneração da folha de pagamento foi implementada em 2012 (governo Dilma), como medida temporária. Foi sendo prorrogada desde então. No final do ano passado, o Congresso aprovou a desoneração até 2027, por meio da&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/lei/l14784.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%2014.784%2C%20DE%2027%20DE%20DEZEMBRO%20DE%202023&amp;text=Prorroga%20at%C3%A9%2031%20de%20dezembro,2004%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 14.784</a>. Lula vetou a lei, mas o veto presidencial foi derrubado pelo parlamento. Em seguida,&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/economia/haddad-anuncia-reoneracao-gradual-e-teto-para-empresas-abaterem-prejuizo/">o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou a MP de reoneração gradual</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa desoneração, quando foi instituída, era no intuito de criar empregos. E esses empregos não foram criados”, lembra Folena. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“É preciso ter custeio. E esse custeio é feito por toda a sociedade, e pelos poderes públicos”, reforça Folena. “A Seguridade Social é fundamental para um pais que quer ser soberano e desenvolvido.”</p>
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