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	<title>Notícias Falsas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Notícias Falsas &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Receita Federal desmente fake news sobre suspensão de contas bancárias e cartões de crédito de contribuintes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 07:27:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[organizações criminosas]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Órgão orienta cidadão que sofrer alguma cobrança com ameaça de suspensão de conta ou cartão a denunciar o golpe imediatamente à polícia. É mentira a informação que tem circulado na internet de que a Receita Federal irá suspender contas bancárias e cartões de crédito de contribuintes. Isso simplesmente não existe, nem pode existir no Brasil. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-cb6f41c2a0896c0b828821e225858c76">Órgão orienta cidadão que sofrer alguma cobrança com ameaça de suspensão de conta ou cartão a denunciar o golpe imediatamente à polícia.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">É mentira a informação que tem circulado na internet de que a <a href="https://www.instagram.com/p/DUdrOMSEdib/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DUdrOMSEdib/">Receita Federal</a> irá suspender contas bancárias e cartões de crédito de contribuintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso simplesmente não existe, nem pode existir no Brasil. A Receita Federal não tem atribuição, instrumentos, nem interesse nessa suposta suspensão, que seria ilegal e inconstitucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem divulga essas notícias falsas ajuda organizações criminosas, que aproveitam a desinformação para aplicar golpes, fazendo-se passar pela Receita e exigindo pagamentos indevidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Denuncie sites e veículos de “notícias” criminosos que mentem e favorecem bandidos. Se você sofrer alguma cobrança com ameaça de suspensão de conta ou cartão, denuncie à polícia: <strong>é golpe!</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>INSS não deixará de pagar aposentadoria a quem não tem nova identidade</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/inss-nao-deixara-de-pagar-aposentadoria-a-quem-nao-tem-nova-identidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 06:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biometria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
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		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Falsas]]></category>
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					<description><![CDATA[Circulam notícias falsas de que o INSS deixaria de pagar benefícios. As redes sociais foram inundadas nesta segunda-feira (26/1) com notícias falsas de que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de pagar aposentadoria a quem não tem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Na verdade, nada muda para quem já recebe os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-053bc35f6fe126c06adc44170c397a39">Circulam notícias falsas de que o INSS deixaria de pagar benefícios.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As redes sociais foram inundadas nesta segunda-feira (26/1) com notícias falsas de que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de pagar aposentadoria a quem não tem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Na verdade, nada muda para quem já recebe os benefícios atuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro, o INSS iniciou um processo que exige a biometria digital para os pedidos de novos benefícios, sem afetar os benefícios atuais. Na fase atual, a biometria é exigida apenas para os pedidos de futuras aposentadorias e pensões, com o INSS podendo usar os dados biométricos tanto da CIN, como da carteira de habilitação e do título de eleitor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de 1º maio, a biometria digital passará a ser obrigatória para os novos pedidos de salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e pensão por morte. Também a partir dessa data, quem pedir qualquer benefício do INSS e não tiver biometria em nenhum desses documentos precisará emitir a CIN para dar andamento ao pedido. No entanto, as biometrias do título de eleitor e da carteira de motorista continuarão aceitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente a partir de 1º de janeiro de 2028, a CIN será o único documento exigido para pedidos e manutenção de benefícios do INSS. O órgão informará tudo aos segurados por meio do aplicativo e do site <a href="https://meu.inss.gov.br/#/" data-type="link" data-id="https://meu.inss.gov.br/#/">Meu INSS</a> e também nos postos de atendimento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Manutenção de benefícios</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo federal, aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios em manutenção não precisarão tomar nenhuma providência imediata. A implementação para esse público será gradual e não haverá bloqueio automático de pagamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso o INSS identifique a necessidade de atualização biométrica de algum beneficiário ativo, o cidadão será comunicado individualmente e com antecedência, sem impacto no recebimento dos valores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Exceções</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Durante todo esse período haverá exceções para a exigência de biometria, baseada na capacidade de os estados emitirem a CIN e na dificuldade de acesso a serviços públicos por alguns grupos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A exigência será dispensada, enquanto não houver alternativas oferecidas pelo poder público, para:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pessoas com mais de 80 anos;</li>



<li>pessoas com dificuldade de deslocamento por motivo de saúde, mediante comprovação;</li>



<li>moradores de áreas de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas atendidas pelo PREVBarco;</li>



<li>migrantes, refugiados e apátridas;</li>



<li>residentes no exterior.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O INSS também mantém uma lista oficial de municípios considerados localidades de difícil acesso, com base no Índice de Acessibilidade 2018 do IBGE, que inclui regiões classificadas como remotas ou muito remotas. A relação pode ser consultada <a href="https://www.gov.br/inss/pt-br/assuntos/cadastro-biometrico-passa-a-ser-obrigatorio-para-novos-pedidos-de-beneficios-no-inss/copy_of_BiometriaexcecoesPortariaConjunta76.pdf" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/inss/pt-br/assuntos/cadastro-biometrico-passa-a-ser-obrigatorio-para-novos-pedidos-de-beneficios-no-inss/copy_of_BiometriaexcecoesPortariaConjunta76.pdf">neste link</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cronograma</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro, a comprovação biométrica passou a ser obrigatória para novos pedidos de benefícios do INSS. A obrigação está prevista no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-12.561-de-23-de-julho-de-2025-643870556" data-type="link" data-id="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-12.561-de-23-de-julho-de-2025-643870556">Decreto 12.561/2025</a>, que regulamenta a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L15077.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L15077.htm">Lei 15.077</a>. A exigência tem como objetivo reforçar o combate a fraudes, ampliar a segurança dos dados e garantir que os recursos cheguem a quem tem direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O INSS estabeleceu um cronograma escalonado para a adoção da biometria:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desde 21 de novembro de 2025: todo novo pedido de benefício exigirá cadastro biométrico. Serão aceitas biometrias da Carteira de Identidade Nacional (CIN), da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou do Título de Eleitor;</li>



<li>A partir de 1º de maio de 2026: quem solicitar benefício e não tiver biometria em nenhum desses documentos precisará emitir a CIN para dar andamento ao pedido;</li>



<li>A partir de 1º de janeiro de 2028: a CIN será o único documento com biometria aceito para requerimentos e manutenção de benefícios no INSS.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Recomendação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a unificação estar prevista apenas para 2028, a orientação é que os cidadãos busquem, o quanto antes, os órgãos estaduais de identificação para emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN). A recomendação, informa o INSS, ajuda a evitar filas futuras e reforça a segurança dos dados pessoais e do benefício previdenciário.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jovem Pan se desculpa por FAKE NEWS sobre taxação do Pix, após programa Pânico voltar a espalhar mentiras</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/jovem-pan-se-desculpa-por-fake-news-sobre-taxacao-do-pix-apos-programa-panico-voltar-a-espalhar-mentiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 05:55:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[isenção do Imposto de Renda]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias Falsas]]></category>
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		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério da Fazenda e Receita Federal alertam para volta das informações falsas nas redes sociais. A Rede Jovem Pan pediu desculpas e publicou um “Erramos”, nesta segunda (29/12), por disseminar fake news sobre a falsa taxação do Pix. A retratação acontece após o Ministério da Fazenda e Receita Federal publicarem alertas do retorno de notícias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-78626c747e15c3d9989909fd6e452d15">Ministério da Fazenda e Receita Federal alertam para volta das informações falsas nas redes sociais.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Rede Jovem Pan pediu desculpas e publicou um <a href="https://jovempan.com.br/noticias/economia/erramos-receita-federal-nao-vai-taxar-transacoes-financeiras-a-partir-de-r-5-mil.html" data-type="link" data-id="https://jovempan.com.br/noticias/economia/erramos-receita-federal-nao-vai-taxar-transacoes-financeiras-a-partir-de-r-5-mil.html">“Erramos”</a>, nesta segunda (29/12), por <strong>disseminar fake news</strong> sobre a <strong>falsa taxação do Pix</strong>. A retratação acontece após o Ministério da Fazenda e Receita Federal <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202512/nota-de-esclarecimento-3" data-type="link" data-id="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202512/nota-de-esclarecimento-3">publicarem</a> alertas do retorno de <a href="https://www.instagram.com/p/DS2f1dxETba/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DS2f1dxETba/">notícias falsas sobre o Pix nas redes sociais</a>, dias depois do apresentador <strong>Emílio Surita</strong>, do programa Pânico, voltar a falar que transações financeiras acima de R$ 5 mil seriam tributadas pelo governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Jovem Pan pede desculpas pelo erro e reafirma o compromisso com a correção e a veracidade das informações veiculadas em sua programação”, destaca a nota da empresa de comunicação. O Pânico é veiculado nas rádios e canais digitais da Jovem Pan e na Jovem Pan News, canal por assinatura da rede.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota publicada no portal, o Ministério da Fazenda classificou os boatos como uma tentativa deliberada de enganar a população. Além da inexistente cobrança sobre as transferências, o ministério negou a criação de uma multa de 150% para quem não declarasse tais valores, reiterando que a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações financeiras nestes moldes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A única verdade que mensagens falsas não querem contar é que: a partir de janeiro quem ganha até R$ 5 mil estará completamente isento do imposto de renda e quem ganha até R$ 7.350 terá desconto. Isso é o que os autores dessas mensagens falsas não querem que a população saiba. Não caia em fake news!”, disse o comunicado do órgão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Receita Federal também se manifestou, enfatizando que a disseminação de pânico financeiro prejudica o debate público e beneficia apenas grupos interessados em desinformar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 15 de janeiro, o Ministério da Fazenda revogou a normativa da Receita Federal que tratava da medida. A regra apenas elevava os valores das movimentações que os bancos iriam informar sobre transações. Era de R$ 2 mil iria para R$ 5 mil para pessoas físicas e de R$ 6 mil para R$ 15 mil para pessoas jurídicas. A norma não tratava de de tributação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o órgão, o foco da política tributária atual é a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, que passará a beneficiar quem recebe até R$ 5 mil a partir de janeiro, além de oferecer descontos para rendas de até R$ 7.350.</p>



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<div class="jlvid_container"><iframe title="Cynara Menezes: &quot;Emílio Surita é um mentiroso profissional, a Jovem Pan deveria ser tirada do ar&quot;" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/bF7-TJvRnog?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Fake news: saiba como identificar notícias falsas sobre vacinação</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/fake-news-saiba-como-identificar-noticias-falsas-sobre-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 07:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[denunciar fake news]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes de compartilhar mensagens com a família e amigos, aprenda a detectar informações sem qualquer fundamento Ao navegar pela internet, especialmente em redes sociais e grupos de mensagens instantâneas, é muito comum se deparar fake news. Notícias falsas, com chamadas fortes que apelam à emoção, são cada vez mais frequentes. Por isso, todo cuidado é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8d960ba254096c319624ebd8f16d9807">Antes de compartilhar mensagens com a família e amigos, aprenda a detectar informações sem qualquer fundamento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao navegar pela internet, especialmente em redes sociais e grupos de mensagens instantâneas, é muito comum se deparar fake news. Notícias falsas, com chamadas fortes que apelam à emoção, são cada vez mais frequentes. Por isso, todo cuidado é pouco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/saude/pt-br">Ministério da Saúde</a>, narrativas falsas podem ser sofisticadas e parecer até verdadeiras, com uso de sites confiáveis, citações de médicos renomados e imagens de pessoas reais em situações distorcidas. No entanto, muitas vezes, são notícias falsas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como identificar fake news</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira se a fonte é confiável</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Procure informações em sites oficiais e reconhecidos sobre saúde. Verifique se outras fontes com credibilidade abordam o mesmo tema.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Verifique a data de publicação</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Grupos de desinformação frequentemente usam informações verdadeiras fora do contexto. Cheque se a publicação é atual e se o conteúdo está contextualizado corretamente.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desconfie de narrativas apelativas e sensacionalistas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desinformação geralmente usa um tom dramático para gerar medo, dúvida ou indignação. Fique atento a adjetivos exagerados.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquise os fatos e números citados</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Verifique os dados apresentados em sites oficiais. A internet disponibiliza diversos dados públicos para consulta.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Citação de fontes</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fake news frequentemente citam médicos renomados ou pesquisas de universidades famosas que são difíceis de verificar. Pesquise essas fontes em sites de busca confiáveis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como denunciar fake news nas redes sociais</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se você identificou uma notícia falsa, é importante denunciá-la. Cada rede social possui mecanismos para avaliação e remoção de conteúdos enganosos. Confira um passo a passo do Ministério da Saúde para denunciar fake news nas redes sociais Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, TikTok, YouTube, Linkedin e Kwai.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fontes confiáveis</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde alerta que para evitar cair ou reenviar notícias falsas, é possível consultar fontes oficiais e confiáveis. <strong>Veja abaixo:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ministério da Saúde:</strong> responsável por políticas públicas de saúde no Brasil;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz):</strong> instituição científica que realiza pesquisas e desenvolve vacinas e medicamentos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Organização Mundial de Saúde (OMS):</strong> fornece orientações e dados sobre questões de saúde global;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Instituto Butantan:</strong> centro de pesquisa biomédica que produz vacinas importantes, como a da gripe;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Secretarias estaduais e municipais de Saúde</strong>: fornecem informações locais atualizadas sobre saúde.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, estudos e pesquisas comprovam que a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer uma sociedade saudável e resistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Graças à estratégia de microplanejamento, iniciada no ano passado, o Brasil registrou, em 2023, um aumento na cobertura vacinal em 13 das 16 principais vacinas do calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI) , comparado a 2022. A média de aumento foi de 7,1 pontos percentuais, com destaque para a tríplice bacteriana, que subiu de 67,4% para 76,7%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Congresso decide que está liberada a mentira sistemática nas eleições</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/congresso-decide-que-esta-liberada-a-mentira-sistematica-nas-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2024 07:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro Mentiroso]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação enganosa em massa]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Veto Derrubado]]></category>
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					<description><![CDATA[Votação contrariou o Governo Lula e manteve antigo veto de Bolsonaro sobre a lei que afasta a possibilidade de responsabilização criminal para financiadores de fake news (notícias falsas) Em sessão conjunta entre a Câmara dos Deputados e o Senado realizada nesta terça-feira (28), o Congresso Nacional analisou 17 vetos presidenciais que estavam em aberto. Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-98755c50bdb1c31af39b64c999574b80">Votação contrariou o Governo Lula e manteve antigo veto de Bolsonaro sobre a lei que afasta a possibilidade de responsabilização criminal para financiadores de fake news (notícias falsas)</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em sessão conjunta entre a Câmara dos Deputados e o Senado realizada nesta terça-feira (28), o Congresso Nacional analisou 17 vetos presidenciais que estavam em aberto. Um deles, de interesse tanto do Governo Lula como da oposição bolsonarista, era o Veto 26/2021, aplicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (inelegível) à Lei 14.197/21 que revogava a antiga Lei de Segurança Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, Bolsonaro vetou um artigo que tipificava o crime de “comunicação enganosa em massa” e apontava para a criminalização das fake news em contexto eleitoral. O texto previa multa e penas de até 5 anos de prisão para quem promovesse ou financiasse campanha para “disseminar fatos inverídicos capazes de comprometer a higidez do processo eleitoral”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo Lula queria que o veto fosse derrubado, mas os parlamentares decidiram mantê-lo com 317 votos favoráveis à manutenção – 139 votos foram contrários. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, para além das disputas e provocações político-partidárias inerentes ao atual nível mental do parlamento, os parlamentares mandam para a sociedade o recado de que a mentira sistemática, sobretudo aquela financiada e programada no âmbito das disputas políticas, está liberada nas eleições. Haverá impunidade para reedições do gabinete do ódio.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-54813" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-1024x576.webp 1024w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-300x169.webp 300w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-150x84.webp 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-768x432.webp 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-1100x619.webp 1100w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-600x338.webp 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso-20x11.webp 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/05/bolsonaro-mentiroso.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da semana o próprio Jair Bolsonaro se esforçou para que seu veto fosse mantido. Almoçou com a bancada ruralista, uma das mais fortes do Congresso, e conversou com deputados oriundos de diversas outras bancadas à direita para que votassem consigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minoritária na Câmara e no Senado, a esquerda apostava que a distribuição de ministérios e altos cargos para partidos fisiológicos do chamado “centrão” fosse render apoios. Assim como no impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, foi traída. Parlamentares de União Brasil, MDB e PSD – cada um com três ministros – votaram com Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No União Brasil, por exemplo, apenas uma dos seus 58 deputados votou com o governo. Foi Daniela Carneiro (União-RJ), ex-ministra do Turismo. Ela deixou o cargo justamente para acomodar outros nomes da legenda na Esplanada dos Ministérios. O MDB, por sua vez, teve uma pequena maioria votando com Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A leitura dos bolsonaristas e dos amplos setores do “centrão” que aderiram à manutenção do veto é de que o Governo Lula poderia perseguir adversários políticos caso o novo crime passasse a existir. O argumento é de que o texto não deixava claro quem seria ou não punido pelo delito.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Idas e vindas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021 ocorreu o oposto. A maior parte do parlamento queria aprovar a nova lei e a votação acabou sendo simbólica. Bolsonaro era contra mas não teve força política para barrar o projeto. Lhe restou, então, vetar o que era sensível aos seus interesses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os bolsonaristas, o artigo vetado representaria censura nas redes sociais. O PSOL, única força política que também foi contra o texto, argumentava que a ‘nova lei de segurança nacional’ viria a criminalizar movimentos sociais. Mas PP, MDB, Podemos e todo o centrão se juntaram a PT, PCdoB e PSB e aprovaram a lei.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>É falso que aplicativo Celular Seguro monitore usuários</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/e-falso-que-aplicativo-celular-seguro-monitore-usuarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2023 08:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Celular seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Brasileira de Bancos (Febraban)]]></category>
		<category><![CDATA[Furto]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Falsas]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Cappelli]]></category>
		<category><![CDATA[roubo]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphone]]></category>
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					<description><![CDATA[Ferramenta não tem acesso a redes sociais, câmera ou microfone; postagens compartilham alerta enganoso sobre sistema para espionar cidadãos O que estão compartilhando: que o aplicativo Celular Seguro, do governo federal, monitora os usuários. Alerta sobre suposta espionagem afirma que a ferramenta tem acesso a trocas de mensagens em redes sociais, à câmera e ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-810ead5426fa63129fc2e6abe71e1d43">Ferramenta não tem acesso a redes sociais, câmera ou microfone; postagens compartilham alerta enganoso sobre sistema para espionar cidadãos</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que estão compartilhando:</strong> que o aplicativo Celular Seguro, do governo federal, monitora os usuários. Alerta sobre suposta espionagem afirma que a ferramenta tem acesso a trocas de mensagens em redes sociais, à câmera e ao microfone.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Verifica investigou e concluiu que:</strong> é falso. O aplicativo Celular Seguro, que facilita o registro de ocorrência e o bloqueio de serviços bancários e de telefonia após roubo ou furto de smartphones, não tem acesso a redes sociais, câmera, microfone ou lista de contatos, como alegam postagens. Especialista em segurança cibernética consultado pelo Verifica afirmou que não há indícios de que a ferramenta realize qualquer uma das ações citadas no alerta falso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o Ministério da Justiça informou que a ferramenta não solicita acesso a nenhuma informação de outros aplicativos. Segundo o órgão, todos os dados são protegidos com os recursos de segurança do ministério e em total respeito à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saiba mais:</strong> O falso alerta de que o aplicativo Celular Seguro seria uma armadilha para espionar os smartphones da população brasileira começou a circular poucos dias após o lançamento da ferramenta. O texto orienta as pessoas a não instalar o aplicativo sob a alegação infundada de que o serviço abre portas para que o governo “sequestre” redes sociais, lista de contatos e tudo o que o usuário faz de maneira privada no smartphone.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Jéferson Campos Nobre, professor do Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), não há evidências de que o aplicativo Celular Seguro tenha acesso às informações citadas no alerta falso, ou mesmo que utilize os recursos de microfone e outros do aparelho celular. O professor também lembrou que é possível verificar quais são as permissões que os aplicativos têm nos celulares. Essas permissões são autorizadas pelo próprio usuário quando um aplicativo é instalado. “É uma boa prática verificar com alguma frequência essas permissões”, disse Nobre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos <a href="https://www.gov.br/mj/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/termos-de-uso-politica-privacidade-programa-celular-seguro" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/mj/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/termos-de-uso-politica-privacidade-programa-celular-seguro">termos de uso do aplicativo Celular Seguro</a>, há o detalhamento dos dados que são coletados e uma explicação sobre a finalidade do uso das informações. Os termos de uso são exibidos para o usuário logo após ele efetuar o login e acessar a ferramenta pela primeira vez. Para que os objetivos do aplicativo sejam cumpridos, é necessário que o usuário forneça informações como a marca do celular, modelo, número de série, operadora, telefone, Imei, UF, município, CPF, e-mail, nome e geolocalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aplicativo também possibilita que o usuário cadastre uma pessoa de confiança para que ela possa registrar uma ocorrência se o titular tiver o celular roubado ou furtado. Da pessoa de confiança, são coletados dados como CPF, telefone, e-mail e nome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 21 de dezembro, o secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli, desmentiu boato que circula nas redes sociais sobre o aplicativo. Em <a href="https://www.instagram.com/p/C1ISSSCpkU4/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/C1ISSSCpkU4/">vídeo publicado no Instagram</a>, Cappeli disse que as alegações são desrespeitosas e que os dados dos usuários são protegidos de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Recursos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gov.br/anatel/pt-br/assuntos/noticias/anatel-e-ministerio-da-justica-lancam-aplicativo-para-bloqueio-de-aparelho-roubado-ou-furtado" data-type="link" data-id="https://www.gov.br/anatel/pt-br/assuntos/noticias/anatel-e-ministerio-da-justica-lancam-aplicativo-para-bloqueio-de-aparelho-roubado-ou-furtado">aplicativo Celular Seguro</a> é uma ferramenta que permite que o usuário notifique, de maneira remota, o furto ou roubo de seu aparelho celular pelo aplicativo ou pelo site da iniciativa. Lançado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o projeto conta com a colaboração da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), prestadoras de telecomunicações, instituições financeiras afiliadas à Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e entidades privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após registrar a ocorrência, os bancos e a operadora telefônica do usuário serão alertados para bloquear o acesso remoto às contas bancárias e a linha de celular do aparelho, como forma de evitar que movimentações bancárias sejam efetuadas por criminosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Ricardo Cappelli, a maior parte dos bancos fará o serviço em até 10 minutos, mas o prazo máximo é de 30 minutos. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também bloqueará o aparelho por completo em até 24 horas. Caso o dispositivo seja recuperado, será possível reverter os bloqueios. Até o dia 9 de fevereiro, às vésperas do carnaval, as operadoras desenvolverão um mecanismo para bloquear a linha telefônica a partir do acionamento do aplicativo do governo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Guerra: notícias falsas e conteúdos sensíveis são nocivos à sociedade</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/guerra-noticias-falsas-e-conteudos-sensiveis-sao-nocivos-a-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 11:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra em Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Nocivo à sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Falsas]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores dizem que violências reais causam perplexidade Imagens de conflitos anteriores, informações imprecisas, discursos que nunca ocorreram, vídeos falsificados, guerras de versões. Além das bombas, tiros e outras violências reais que deixam o mundo atônito diante da guerra no Oriente Médio neste momento, a difusão acelerada de desinformação e notícias falsas, principalmente pelas redes sociais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Pesquisadores dizem que violências reais causam perplexidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens de conflitos anteriores, informações imprecisas, discursos que nunca ocorreram, vídeos falsificados, guerras de versões. Além das bombas, tiros e outras violências reais que deixam o mundo atônito diante da guerra no Oriente Médio neste momento, a difusão acelerada de desinformação e notícias falsas, principalmente pelas redes sociais na internet, tem características bélicas e muito perigosas para a sociedade.&nbsp; Conteúdos sensíveis de dor e violência têm sido mais usados, dizem pesquisadores do tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Professor de relações internacionais e pesquisador de assuntos&nbsp;ligados ao Oriente Médio, José Antonio Lima indica que esses conteúdos desinformativos são muito nocivos para quem vive próximo e para as pessoas distantes dos cenários de guerra. Além de professor, Lima integra o&nbsp;<a href="https://projetocomprova.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>projeto Comprova</strong></a>, que reúne jornalistas de veículos brasileiros para investigar informações suspeitas sobre políticas públicas compartilhadas em redes sociais ou aplicativos de mensagens.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele explica que os conteúdos falsos aproveitam-se do que é transmitido no noticiário normal e que, por mais que a imprensa tome os cuidados para lidar, por exemplo, com imagens ou relatos de violência, é possível observar que nas redes sociais o filtro praticamente não existe. “Esse é um fator agravante no cenário atual porque a gente entende que essas emoções fortes acabam por dificultar para as pessoas o&nbsp;processo de identificar o que é ou não real”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o historiador e jornalista Raphael Kapa, que é coordenador de produtos da&nbsp;<a href="https://lupa.uol.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Agência Lupa</strong></a>, o momento de comoção diante da tragédia é utilizado por pessoas ou instituições que querem propagar desinformação. “Neste momento de vulnerabilidade, isso faz com que muitas vezes uma desinformação chegue a&nbsp;uma pessoa que acaba caindo nela porque está num momento sensível”, pondera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele explica que têm sido comuns divulgações envolvendo sofrimento de crianças e mutilação de corpos. “Na hora de checar essas informações e, além de dizer se ela é verdadeira ou falsa, avisamos que aquele conteúdo pode ser sensível. Pode&nbsp;gerar dor nas pessoas”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais mentiras disponíveis</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O pesquisador José Antonio Lima entende que a guerra é um momento em que as pessoas devem estar mais alertas para o recebimento de desinformação. “A gama de materiais que está disponível para quem quer desinformar é grande. Por exemplo, há imagens antigas de bombardeios na Síria que são divulgadas como se fossem atuais”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Raphael Kapa, da Lupa, afirma que ainda não há como mensurar a quantidade de desinformação que se acumula nas redes, mas é possível já ter uma primeira impressão sobre o teor. “Já conseguimos ver um certo padrão no uso de imagens de guerras anteriores, do uso de vídeos de extrema dor e violência, mas sendo descontextualizados para este momento”.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Compartilhamentos sem responsabilidade</h4>



<p class="wp-block-paragraph">José Lima, do projeto Comprova, chama a atenção para o fato que a violência da desinformação nem sempre tem característica dolosa. “Às vezes, são pessoas que não têm aquela informação e acabam passando informação adiante sem saber se aquilo é verdade, o que é um comportamento extremamente danoso”. Ele entende que há características em comum entre as informações falsas transmitidas durante o período da pandemia e agora na guerra.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Lima, o caso brasileiro ilustra que há uma tentativa de usar os eventos que estão ocorrendo&nbsp;no Oriente Médio para provocar desastre em adversários políticos. “Eu não tenho dúvida nenhuma de que as redes de desinformação existentes no Brasil têm conexões com a classe política. Isso é um problema grave”, afirma.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kapa, da Agência Lupa, define que o olhar e até o compartilhamento das postagens obedecem a um “viés de confirmação”, que há pessoas com uma lógica de querer ler ou ouvir informações que seguem as próprias preferências políticas e ideológicas. “Transforma-se em fato aquilo que pode ser meramente outra crença. Então, a gente está pensando muito nisso, uma movimentação de uma indústria de descontextualização mexendo com as posições políticas e ideológicas que estão envolvidas em um contexto de guerra”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das investigações feitas pela equipe do Comprova e que foi ao ar no dia 13 de outubro apontava que o Brasil teria doado US$ 25 milhões para o Hamas. “Na verdade, a doação foi feita à Autoridade Palestina”. Ele explica que há um contexto de preocupação no Brasil em vista de um ambiente polarizado. Essa questão de Israel-Palestina é, mesmo antes desse conflito, um dos fatores que coloca água nesse moinho da polarização no Brasil”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais defendem que é necessário estar atento para não compartilhar conteúdos dos quais&nbsp;não se conheça a procedência. “Como uma cena violenta, por exemplo, que tem só o vídeo com ou sem informação de texto. Se você não sabe quem filmou, qual foi o contexto, ou quando ocorreu, não compartilhe. Há chance muito grande de ter um teor enganoso”, afirma Lima.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro alerta feito por ele&nbsp;é sobre o cuidado com mensagens que têm tom de urgência, letras maiúsculas, emojis, sinais de sirene e pontos de exclamação. É preciso desconfiar ainda de conteúdos com teor conspiratório. “Basta a pessoa fazer uma busca, seja na imprensa brasileira ou internacional porque há reportagens plurais. O tom conspiratório sempre é um indicativo de desinformação”, acrescenta.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desconhecimento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A aridez e o desconhecimento do tema (que envolve história e relações internacionais) acabam sendo condicionantes que aceleram a desinformação, segundo os pesquisadores. “A dificuldade que é, para muitas pessoas, ter informação de qualidade a respeito de um determinado assunto&nbsp;acaba também abrindo as portas para a desinformação”, diz&nbsp;Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro contexto é que as redes sociais são efetivamente esse cenário de desinformação pela natureza delas e dos algoritmos que funcionam. “As redes sociais combinadas com os aplicativos de mensagens acabam formando um ecossistema que é propenso à desinformação. E isso é extremamente preocupante”.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">“Plataformas devem ter responsabilidade”</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores avaliam que as redes sociais controladas por grandes empresas de tecnologia devem ter responsabilidade&nbsp;sobre o que é divulgado. “A gente vê alguns alertas, mas está muito aquém do necessário para este momento. As plataformas devem ter uma responsabilidade grande nesse momento com a veiculação de vídeos e de fotos”, diz Raphael Kapa, da Lupa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor de relações internacionais José Lima considera que as redes enfrentam dificuldades de equilibrar liberdade de expressão com combate à desinformação. “Mas acredito que, como em outras situações, elas poderiam fazer muito mais nessa seara para tornar o ambiente de discussão mais saudável”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Luiz Cláudio Ferreira com e</strong>dição de Graça Adjuto</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Senso crítico é arma para combater FAKE NEWS</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/senso-critico-e-arma-para-combater-fake-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Compartilhamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes]]></category>
		<category><![CDATA[Mentiras]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Falsas]]></category>
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					<description><![CDATA[Para especialistas, sociedade deve fazer esforço coletivo pela alfabetização digital. A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como vem acorrendo no Brasil atualmente.   “Tem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para especialistas, sociedade deve fazer esforço coletivo pela alfabetização digital.<br />
</p>
<p>A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como vem acorrendo no Brasil atualmente.</p>
<p> </p>
<p>“Tem de vir da grande imprensa, do professor, da família, de todos os lados”, diz a diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, que realiza checagem de informações do noticiário brasileiro. “Até porque não há nenhum sinal de que a produção de notícias falsas vai diminuir.” Para ela, o entendimento sobre como o noticiário é produzido deve ser uma prioridade no combate às fake news.</p>
<p> </p>
<p><a href="https://www.facebook.com/santosbancarios/" target="_blank"># Curta a página do Sindicato no Facebook</a></p>
<p> </p>
<p>A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.</p>
<p> </p>
<p>A editora executiva da agência de checagem Aos Fatos, Tai Nalon, destaca a importância da criação de políticas públicas com foco na análise crítica da mídia. “Acho que dificilmente conseguiremos uma mudança cultural sem passar pela educação de massa da sociedade”, afirma.</p>
<p> </p>
<p><em><a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista?url=artigo/nao-fique-so-fique-socio-e-defenda-se-contra-a-reforma-trabalhista" target="_blank"># Não fique só, Fique Sócio!</a></em></p>
<p> </p>
<p>Para o professor do Departamento de Informática da PUC-Rio, Daniel Schwabe, o público não conhece os meios pelos quais pode ser manipulado na internet. “Em relação às mídias tradicionais, as pessoas já aprenderam a identificar sinais de demagogia”, diz. “Nesse cenário de novos canais, há uma certa vulnerabilidade porque não se sabe mediar a absorção da informação que se recebe.” Segundo ele, é necessário criar uma cultura de questionamento.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>Como identificar (e não compartilhar) fake news</strong></span></p>
<p>Evitar ser alvo de informações falsas é ainda mais fundamental em períodos de tomadas de decisão, como em disputas eleitorais. Para descobrir se o conteúdo que você recebe por Facebook, Twitter ou WhatsApp é verdadeiro e não ser enganado por fake news durante as eleições de 2018, confira as dicas a seguir, apontadas por Cristina, da Agência Lupa, Tai, da Aos Fatos, e Angie Holan, editora do site de checagem americano Politifact.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>1) Não leia só o título</strong></span></p>
<p>Uma estratégia muito utilizada pelos criadores de conteúdo falso na internet é apelar para títulos bombásticos. Ler o texto completo é um passo básico para evitar compartilhar fake news. “Às vezes, um título é provocativo, mas ele não necessariamente está sendo honesto com a própria reportagem”, indica Cristina. “Os títulos são feitos para chamar a atenção. Então, você precisa ler o que está escrito para ver se o título se confirma no texto.”</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>2) Verifique o autor</strong></span></p>
<p>Ver quem escreveu determinado texto é importante para dar credibilidade ao que está sendo veiculado. “Na checagem de fatos, ver o autor é interessante. A notícia foi assinada por alguém que você nunca viu na vida?”, questiona Cristina. Para Tai, se a matéria é assinada por um repórter, o site demonstra responsabilidade pela qualidade da informação.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>3) Veja se conhece o site</strong></span></p>
<p>Não deixe de olhar a página onde está a notícia. Navegar mais no site ajuda a analisar sua credibilidade. “Investigar que página é essa, ir lá no ‘Quem somos’ e saber se dá para ligar para essa redação e falar com um responsável é fundamental”, afirma Cristina. Na mesma linha de pensamento, Tai acredita que procurar pelo expediente do site e tentar achar o básico sobre a hierarquia da empresa são dicas valiosas. “É preciso saber quem é o responsável legal pelas publicações.” Também vale checar o endereço do site. Segundo Cristina, algumas páginas tentam simular o endereço de um veículo importante, alterando apenas uma letra, um número ou um símbolo gráfico.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>4) Observe se o texto contém erros ortográficos</strong></span></p>
<p>As reportagens jornalísticas prezam pelo bom vocabulário e pelo uso correto das normas gramaticais. Por outro lado, os sites com notícias falsas ou mensagens divulgadas pelo WhatsApp tendem a apresentar uma escrita fora do padrão, com erros de português ou quantidade exagerada de adjetivos. “Os manuais sérios dos grandes jornais orientam o jornalista a não adjetivar quando fizer uma reportagem”, explica Tai. “Se você está diante de um site de notícias falsas, já tem adjetivo no título. Existe uma linguagem que é muito particular do jornalista que não é utilizada em um site de notícia falsa.”</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>5) Olhe a data de publicação</strong></span></p>
<p>Identifique quando a notícia foi publicada. Muitas vezes, o texto está simplesmente fora de contexto. “Cansei de ver notícia falsa que na verdade não é falsa, só é velha”, conta Cristina.</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>6) Saia da bolha da rede social</strong></span></p>
<p>Para estar bem informado, o eleitor deve ler e acompanhar o noticiário não somente nas redes sociais. “Ele deve fazer um esforço para estar mais informado, encontrando uma nova fonte na qual ele confia e que tenha um bom histórico”, recomenda Angie. “Não espere apenas que as notícias cheguem até você porque você pode ter uma imagem muito distorcida do que está acontecendo.”</p>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><strong>7) Tome cuidado com o sensacionalismo</strong></span></p>
<p>As fake news tendem a conter palavras ou frases que despertam emoções ou mexem com as crenças das pessoas, atingindo um maior potencial de divulgação e compartilhamento nas redes sociais. “Se tiver uma manchete, uma foto, um meme ou um vídeo que comova você, ou que fale diretamente com aquilo que acredita, duvide, porque pode ter sido feito para isso”, avalia Cristina.</p>
<p> </p>
<p><em><strong>&gt;&gt; Cadastre-se no whatsapp do Sindicato: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5513992092964" target="_blank">clique aqui (pelo celular)</a> e informe banco onde trabalha e seu nome.</strong></em></p>
<p> </p>
<p>Fonte: Estadão<br />Escrito por: Marina Dayrell, Matheus Riga e Pedro Ramos</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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