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	<title>#NegociaFenaban &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Bancários fazem a maior greve da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[#NegociaFenaban]]></category>
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					<description><![CDATA[Vamos para o 18º dia de greve nesta sexta-feira (23), na maior greve nacional da história lutando por salário digno e melhores condições de trabalho. Em Santos 90% continuam de braços cruzados. Nas demais cidades 70% Os banc&#225;rios intensificaram a greve em todo o pa&#237;s em resposta ao sil&#234;ncio intransigente dos banqueiros, que se negam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos para o 18º dia de greve nesta sexta-feira (23), na maior greve nacional da história lutando por salário digno e melhores condições de trabalho. Em Santos 90% continuam de braços cruzados. Nas demais cidades 70%</p>
<p>Os banc&aacute;rios intensificaram a greve em todo o pa&iacute;s em resposta ao sil&ecirc;ncio intransigente dos banqueiros, que se negam a retomar as negocia&ccedil;&otilde;es e apresentar proposta justa. &nbsp;Segundo os n&uacute;meros j&aacute; s&atilde;o cerca de 14 mil ag&ecirc;ncias e 40 centros administrativos paralisados nesta quinta (22), aproximadamente 59% dos locais de trabalho. Entre os grandes centros est&atilde;o fechados o Ceic e o CA Brigadeiro do Ita&uacute;; o Prime da Paulista e a Cidade de Deus do Bradesco (que abriga 15 mil banc&aacute;rios), a Torre do Santander; a Superintend&ecirc;ncia do BB e o pr&eacute;dio da Caixa na Paulista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comando dos Banc&aacute;rios re&uacute;ne-se dia 26/9</strong></p>
<p>O Comando Nacional dos Banc&aacute;rios se re&uacute;ne na pr&oacute;xima segunda-feira (26), em S&atilde;o Paulo, a partir das 14h. Os dirigentes sindicais v&atilde;o avaliar as paralisa&ccedil;&otilde;es e mobiliza&ccedil;&otilde;es da maior greve da hist&oacute;ria da categoria e definir os pr&oacute;ximos passos a serem seguidos.</p>
<p>A pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es foi entregue aos bancos no dia 9 de agosto, mas a Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Bancos (Fenaban) insiste na proposta abaixo da infla&ccedil;&atilde;o para rebaixar sal&aacute;rios. J&aacute; foram oito rodadas de negocia&ccedil;&atilde;o sem sucesso. &ldquo;Mesmo ap&oacute;s recordes di&aacute;rios de paralisa&ccedil;&otilde;es, os bancos insistem em se manter em sil&ecirc;ncio tentando desestruturar o movimento grevista com demiss&otilde;es ilegais desmontadas pelo nosso Sindicato como aconteceu no Santander/P&ccedil;a Mau&aacute;/Santos, onde reintegramos um banc&aacute;rio dois dias depois de ser demitido em plena greve&rdquo;, diz Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Banc&aacute;rios de Santos e Regi&atilde;o.</p>
<p>De acordo com Ricardo Saraiva Big, Secret&aacute;rio Geral do Sindicato, o Comando Nacional dos Banc&aacute;rios est&aacute; aberto &agrave;s negocia&ccedil;&otilde;es, mas at&eacute; agora a Fenaban n&atilde;o marcou novas reuni&otilde;es.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lucros astron&ocirc;micos empregos em queda!</strong></p>
<p>Os lucros s&atilde;o astron&ocirc;micos! Em contrapartida, o emprego s&oacute; diminui. Os cinco maiores bancos (Ita&uacute;, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa) lucraram R$ 29,7 bilh&otilde;es no primeiro semestre de 2016, mas, por outro lado, houve corte de 7.897 postos de trabalho nos primeiros sete meses do ano. Entre 2012 e 2015, o setor j&aacute; reduziu mais de 34 mil empregos. Os banqueiros n&atilde;o apresentam nenhuma alternativa sen&atilde;o a proposta rejeitada de 7% e abono &uacute;nico de R$ 3.300,00. Reajuste abaixo da infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Os bancos n&atilde;o agendam negocia&ccedil;&atilde;o. Os trabalhadores querem reajuste justo e os aguardam. S&oacute; dizem que a crise afeta a economia. Sim a infla&ccedil;&atilde;o est&aacute; afetando os trabalhadores, os bancos tem lucros todo trimestre. A verdade &eacute; que tentam rebaixar o piso e os sal&aacute;rios dos banc&aacute;rios e banc&aacute;rias para continuar recolhendo lucros bilion&aacute;rios recordes como nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas&rdquo;, ressalta Eneida. A greve &eacute; unificada, nacional e por tempo indeterminado!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Principais reivindica&ccedil;&otilde;es dos(as)&nbsp;Banc&aacute;rios(as)</strong></p>
<p>Reajuste salarial: reposi&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o (9,62%) mais 5% de reajuste;</p>
<p>PLR: 3 sal&aacute;rios mais R$8.317,90;</p>
<p>Piso: R$3.940,24 (equivalente ao sal&aacute;rio m&iacute;nimo do Dieese em valores de junho &uacute;ltimo);</p>
<p>Vale alimenta&ccedil;&atilde;o no valor de R$880,00 ao m&ecirc;s (valor do sal&aacute;rio m&iacute;nimo);</p>
<p>Vale refei&ccedil;&atilde;o no valor de R$880,00 ao m&ecirc;s;</p>
<p>13&ordf; cesta e aux&iacute;lio-creche/bab&aacute; no valor de R$880,00 ao m&ecirc;s;</p>
<p>Melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho com o fim das metas e do ass&eacute;dio moral que adoecem os banc&aacute;rios;</p>
<p>Emprego: fim das demiss&otilde;es, mais contrata&ccedil;&otilde;es, fim da rotatividade e combate &agrave;s terceiriza&ccedil;&otilde;es diante dos riscos de aprova&ccedil;&atilde;o do PLC 30/15 no Senado Federal, al&eacute;m da ratifica&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o 158 da OIT, que co&iacute;be dispensas imotivadas;</p>
<p>Plano de Cargos, Carreiras e Sal&aacute;rios (PCCS): para todos os banc&aacute;rios;</p>
<p>Aux&iacute;lio-educa&ccedil;&atilde;o: pagamento para gradua&ccedil;&atilde;o e p&oacute;s;</p>
<p>Preven&ccedil;&atilde;o contra assaltos e sequestros: perman&ecirc;ncia de dois vigilantes por andar nas ag&ecirc;ncias e pontos de servi&ccedil;os banc&aacute;rios, conforme legisla&ccedil;&atilde;o. Instala&ccedil;&atilde;o de portas girat&oacute;rias com detector de metais na entrada das &aacute;reas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das ag&ecirc;ncias, fim da guarda das chaves por funcion&aacute;rios;</p>
<p>Igualdade de oportunidades: fim &agrave;s discrimina&ccedil;&otilde;es nos sal&aacute;rios e na ascens&atilde;o profissional de mulheres, negros, gays, l&eacute;sbicas, transsexuais e pessoas com defici&ecirc;ncia (PCDs).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Liminar da OAB/SP n&atilde;o vale na Baixada</strong></p>
<p>A liminar obtida pela OAB/SP, numa decis&atilde;o exarada por juiz de 1&ordf; inst&acirc;ncia da 13&ordf; Vara do Trabalho de S&atilde;o Paulo, contra o Sindicato dos Banc&aacute;rios de S&atilde;o Paulo e a Fetec, que determina a perman&ecirc;ncia de 30% dos funcion&aacute;rios dos Postos Banc&aacute;rios de Atendimento (PAB), do BB e Caixa, nos &oacute;rg&atilde;os judiciais n&atilde;o abrange a regi&atilde;o da Baixada Santista. Portanto a greve &eacute; legal e continua firme e forte nestes e nos demais bancos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Liminar da OAB/ES ca&ccedil;ada e RJ indeferida</strong></p>
<p>J&aacute; no Esp&iacute;rito Santo o desembargador do Trabalho, Carlos Henrique Bezerra Leite, cassou a decis&atilde;o favor&aacute;vel &agrave; OAB e reconheceu o direito leg&iacute;timo do movimento paredista dos banc&aacute;rios e banc&aacute;rias.</p>
<p>Em sua decis&atilde;o, o desembargador destacou: &ldquo;A greve &eacute; o leg&iacute;timo direito de prejudicar. &Eacute; um direito fundamental em um Estado Democr&aacute;tico de Direito previsto expressamente no art. 9&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica (&hellip;) Al&eacute;m disso, a greve &eacute;, a um s&oacute; tempo, direito humano de primeira dimens&atilde;o (direito de liberdade, liberdade individual de aderir), de segunda dimens&atilde;o (direito de igualdade substancial, direito social) e direito de terceira dimens&atilde;o (direito de solidariedade ou fraternidade, direito metaindividual). &Eacute;, pois, dever do Estado e da Sociedade reconhecer, respeitar e garantir esse direito sem preconceitos ou quaisquer outras formas de discrimina&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OAB/RJ: em Angra dos Reis foi indeferida</strong></p>
<p>O Juiz titular de vara do Trabalho de Angra dos Reis, C&eacute;lio Baptista Bittencout, indeferiu o pedido de liminar da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) que interfere na greve dos Banc&aacute;rios.</p>
<p>Para o magistrado, &ldquo;Mas pelo visto o movimento grevista, sobre o qual n&atilde;o paira, ao menos por ora, nenhum questionamento sobre sua legalidade por parte dos pr&oacute;prios empregadores, est&aacute;, agora, a&nbsp;ter um novo ex-adverso perante o poder judici&aacute;rio. Para nossa surpresa e estranheza, trata-se justamente da Ordem dos Advogados do Brasil, institui&ccedil;&atilde;o de quem se espera a defesa dos direitos fundamentais, e n&atilde;o sua mitiga&ccedil;&atilde;o. E &eacute; importante que se diga que o exerc&iacute;cio do direito de greve por parte dos trabalhadores &eacute; fundamental, de 2&ordf; dimens&atilde;o, preconizado pelo art&ordm; 9&ordm; da CRFB/88.&rdquo;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OAB/PB: Desembargador impugna pedido</strong></p>
<p>Na fundamenta&ccedil;&atilde;o da decis&atilde;o impugnada, o Desembargador Relator Paulo Am&eacute;rico Maia de Vasconcelos Filho, ressaltou, dentre outros argumentos jur&iacute;dicos, que a categoria encontra-se em uma greve que vem se desenvolvendo dentro da mais estrita legalidade. E que atender &agrave; classe dos advogados em tempo de greve n&atilde;o &eacute; atividade essencial, como prev&ecirc; a lei 7.783/89, que trata apenas da &quot;compensa&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria&quot;.</p>
<p>O Desembargador chamou ainda a aten&ccedil;&atilde;o para o fato de que a determina&ccedil;&atilde;o de mandar abrir a Caixa Econ&ocirc;mica para atender aos advogados &ldquo;estava repleta de abusividade e de ilegalidade da autoridade coatora e em confronta&ccedil;&atilde;o ao Direito Coletivo do Trabalho, importando em cerceamento do uso do direito de exercer formas de protestos, manifesta&ccedil;&otilde;es e do exerc&iacute;cio da pr&oacute;pria greve, em pr&aacute;tica de atos sindicais leg&iacute;timos, consagrados e assegurados nos postulados do ordenamento jur&iacute;dico em aplica&ccedil;&atilde;o no Estado Democr&aacute;tico de Direito, no tocante &agrave;s garantias de manifesta&ccedil;&atilde;o e do pensamento, do direito de reuni&atilde;o pac&iacute;fica em locais abertos ao publico, consideradas para esse fim as vias p&uacute;blicas, defronte &agrave;s empresas, pra&ccedil;as, logradouros p&uacute;blicos e do direito de ir vir, independente de permiss&atilde;o (art. 5&ordm;, IX e XVI; art. 9&ordm; da CF c/c Lei n. 7.783/89, art. 6&ordm;, I e II)&rdquo;.</p>
<p>Fonte: SEEB de Santos e Região com Contraf<br />Escrito por: Gustavo Mesquita</p>
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