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	<title>negociação sobre assédios &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Sindicatos debatem com bancos o combate ao assédio no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 11:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Assédio nos bancos]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao assédio 2025]]></category>
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		<category><![CDATA[negociação sobre assédios]]></category>
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					<description><![CDATA[Movimento sindical propõe medidas para melhorar a aplicação de cláusulas de combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho, conquistadas pela categoria na última CCT O Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários se reuniu, nesta quarta-feira (26), na capital paulista, com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em mais uma [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-6228caa0ff5465db2085c5ed76194fe6">Movimento sindical propõe medidas para melhorar a aplicação de cláusulas de combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho, conquistadas pela categoria na última CCT</h4>



<p></p>



<p>O Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários se reuniu, nesta quarta-feira (26), na capital paulista, com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em mais uma rodada da <strong>&#8220;Negociação nacional sobre assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho bancário&#8221;</strong>.<br><br>O objetivo do encontro foi avaliar a evolução das medidas tomadas pelos bancos relacionadas as cláusulas de combate a qualquer tipo de violência no ambiente de trabalho, conquistadas na renovação mais recente da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><br><strong>Essas medidas determinavam aos bancos:</strong></h4>



<p>&#8211; A disponibilidade de canais para denúncias e para o acolhimento humanizado, com garantia de proteção e sigilo às vítimas e aos denunciantes;<br>&#8211; Campanhas internas e externas de repúdio ao assédio moral, sexual e outras formas de violência no ambiente laboral;<br>&#8211; Disponibilizar aos empregados orientações sobre as atitudes que podem ser tomadas diante desses tipos de violência.<br><br>Em fevereiro, quando ocorreu a primeira mesa de negociação sobre o tema, a Fenaban informou que um levantamento feito com 42 bancos e que representam 97,8% da categoria, ou 409.317 funcionários e funcionárias, mostrava que, em 2024:<br><br>&#8211; 100% das empresas já tinham canais de denúncia e acolhimento;<br>&#8211; 85% haviam produzido materiais para informar e orientar os trabalhadores; e<br>&#8211; 89% as declarações de repúdio contra esses tipos de violência.<br><br>Em novo levantamento, apresentado hoje, a entidade que representa os bancos destacou que:<br>&#8211; 88% haviam produzido matérias para informar o orientar os trabalhadores contra assédio moral, sexual e outras formas de violência no trabalho; e<br>&#8211; 95% as declarações de repúdio.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Resposta sobre melhora dos canais de denúncias</strong></h4>



<p>Os trabalhadores também haviam exigido redução do prazo de resolução dos casos de violência, hoje de 45 dias corridos, podendo ser prorrogados por igual período, levando muitos casos a terem um tempo de resolução de até 90 dias.<br><br>Sobre esse ponto, a Fenaban destacou que aumentou o percentual de casos resolvidos dentro de 45 dias. Enquanto, nas denúncias recebidas em 2024, 68,9% foram resolvidas em até 45 dias, no primeiro semestre deste ano 78,3% foram solucionados neste prazo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>SIPAT</strong></h4>



<p>Outra reivindicação do Comando Nacional era a garantia de participação de representantes do movimento sindical na Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT). Segundo a Fenaban, 100% das empresas aderiram a essa exigência</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Gestão ética da tecnologia</strong></h4>



<p>No debate sobre a importância de os bancos incluírem como violência a pressão por metas e resultados, o Comando Nacional reforçou a necessidade de incluir o “assédio por algoritmos”, ou seja, a prática da utilização de sistemas de monitoramento, cobrança e pressão sobre o trabalhador por meio de ferramentas digitais.<br><br>Ficou acordado, entre ambas as partes, a realização de uma mesa, na segunda-feira, 1º de dezembro, com o tema “Gestão ética da tecnologia”, onde a questão será aprofundada.<br><br>Na data também será discutida os limites do uso da Inteligência Artificial (IA) no setor bancário; e sobre a substituição dos papéis térmicos a base de bisfenol, usados em impressoras dos bancos.  </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Movimento sindical</strong></h4>



<p>Foi reforçado pelos sindicatos a importância sobre o sigilo dos canais de denúncias às vítimas de assédios.</p>



<p>Segundo a pesquisa (KPMG), levada pela Contraf, 30% das pessoas pesquisadas relataram sofrer algum tipo de assédio em 2024. Destes assédios, 41% ocorreram no local de trabalho. Porém, 92% dos pesquisados não denunciaram.<br><br><strong>Lembrando que o Sindicato dos Bancários de Santos e Região possui canais para os bancários realizarem denúncias de qualquer violência que estejam sofrendo. </strong><br><br>Também foi solicitado pelos sindicalistas a inclusão na mesa de negociação: da violência e pressão por resultados e metas, como forma de <strong>assédio no trabalho bancário</strong>.</p>
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