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	<title>negociação Caixa 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Sep 2024 15:05:14 +0000</lastBuildDate>
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	<title>negociação Caixa 2024 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Cláusulas sobre caixas e tesoureiros serão avaliadas fora do ACT</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/clausulas-sobre-caixas-e-tesoureiros-serao-avaliadas-fora-do-act/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 15:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Caixas e tesoureiros caixa 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[negociação Caixa 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[PLR será em média 17% superior e paga 1 dia depois da assinatura, prevista para o dia 16, caso aprovada nas assembleias; reconhecimento de outras verbas na incorporação da gratificação de função e debate sobre teto do Saúde Caixa são dois avanços preservados O Comando Nacional dos Bancários e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d4d05ed63b8c5b350a60d5161b15d401">PLR será em média 17% superior e paga 1 dia depois da assinatura, prevista para o dia 16, caso aprovada nas assembleias; reconhecimento de outras verbas na incorporação da gratificação de função e debate sobre teto do Saúde Caixa são dois avanços preservados</h3>



<p></p>



<p>O Comando Nacional dos Bancários e a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal avalia que as cláusulas sobre caixas e tesoureiros, trazidas para debate nesta terça (10) e quarta-feira (11), precisam ser avaliadas com mais tempo, com a decisão pelo público de interesse sendo postergada para daqui a 50 dias.<br><br>“Iniciamos a negociação questionando a Caixa se havia alguma proposta de melhoria da questão econômica e o banco deixou claro, que o que havia já tinha sido tratado na mesa única com a Fenaban”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira. “É importante lembrar que os direitos previstos no ACT (ultratividade) são garantidos pela Caixa somente até o dia 17 (próxima terça-feira)”, completou.<br><br>O banco disse que neste ano haverá um aumento médio de 17% no valor recebido a título de PLR pelos empregados, devido ao aumento do lucro. O banco também se comprometeu com o pagamento da PLR no dia seguinte ao da assinatura do acordo. Entre os cinco principais bancos do país, a Caixa é o que distribui o maior percentual do lucro a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), em torno de 19% em 2023.</p>



<p><strong>Incorporação de função</strong></p>



<p>Juvandia ressalta também a possibilidade, por meio de CCV, de inclusão da incorporação da gratificação de função, do Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado (CTVA), do Complemento Temporário de Cessão (CTC), do Porte Unidade e do Adicional Pessoal Provisório de Adequação ao PFG (APPA), para os empregados contratados até 10 de novembro de 2017, e o tenham exercido por dez anos ou mais e que tenham sido destituídos da função gratificada por motivos de interesse da administração. “Esta era uma reivindicação antiga da categoria, que aumenta a importância desse acordo”, disse<br><br>O Comando Nacional do Bancários destacou a importância de separar as questões de caixas e tesoureiros do ACT para esclarecer todos os pontos da redação da cláusula e submeter a decisão do grupo de interesse. Segundo os coordenadores, não havia tempo para debater suficientemente para resolver a divergência de redação. Por isso, o tema ficou para ser analisado e a decisão será tomada em até 50 dias.</p>



<p><strong>Saúde Caixa</strong></p>



<p>O coordenador da CEE, Rafael de Castro, ressalta que o ACT 2024/2026 traz avanços em relação ao acordo que perdeu a vigência no final de agosto, com garantia de direitos até o dia 17 de agosto (ultratividade). “As negociações foram muito duras, mas o acordo já trazia melhorias em cláusulas sociais e mantém o compromisso de começarmos a discutir o fim do teto de custeio pela Caixa dos gastos com saúde de seus empregados, bem como a possibilidade de os contratados depois de 2018 terem direito ao plano de saúde após à aposentadoria, nas mesmas condições dos empregados com mais tempo de banco”, disse.</p>



<p><strong>Veja outros avanços</strong></p>



<p>Se a proposta for aprovada nas assembleias que serão realizadas nesta quinta-feira (12), o novo ACT dos empregados da Caixa manterá os direitos em relação à PLR Social e à promoção por mérito (deltas), entre outros, bem como avançará em direitos, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Incorporação da função e do CTVA via acordo</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Compromisso da Caixa em viabilizar inclusão da incorporação da função gratificada e do Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado (CTVA) na CCP/CCV, para empregados contratados até 13/07/2017 (publicação da lei n. 13.467/2017), conforme regras</strong>:</li>
</ul>



<p>A)Contempla todas as rubricas (função, CTVA, porte, APPA);</p>



<p>B)Recebido CTVA por 10 anos, sem interrupção;</p>



<p>C)Empregados que tenham sido destituídos da função por interesse da administração;</p>



<p>D)Não tenha transcorrido prazo prescricional de 5 anos;</p>



<p>E)Empregados com ação judicial em andamento podem optar pelo acordo, ele decide;</p>



<p>F)Compromisso da Caixa com a promoção da diversidade e inclusão;</p>



<p><strong>Previdência/Funcef</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compromisso da Caixa de debater com as entidades sindicais e dar continuidade aos estudos sobre equacionamento, contencioso e outras questões da FUNCEF.</li>
</ul>



<p><strong>Saúde Caixa</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compromisso de discutir o fim do teto de custeio do banco com a saúde dos empregados;</li>



<li>Compromisso de discutir o direito dos empregados admitidos após 2018 de manter o plano de saúde (Saúde Caixa) após a aposentadoria.</li>
</ul>



<p><strong>PLR Social</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mantida a regra do ACT 2022/2024, sem alterações, garantindo o pagamento de forma integral.</li>
</ul>



<p><strong>Parentalidade</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cessão dos 60 dias de prorrogação da licença-maternidade para o pai, se tiver interesse da mãe (a cessão somente é possível se o/a cônjuge também trabalhar em empresas optante do programa Empresa Cidadã);</li>



<li>Possibilidade de conversão da prorrogação da licença maternidade de 60 para 120 dias com redução de 50% da jornada neste período.</li>
</ul>



<p><strong>Licença-paternidade</strong></p>



<p>Poder iniciar em até 120 dias do nascimento ou da alta da criança (não sendo obrigatório o início imediato após o nascimento).</p>



<p>Jornada dos responsáveis por dependentes PcD</p>



<p>Flexibilidade na jornada;</p>



<p>Priorização no trabalho remoto;</p>



<p>Redução de jornada em até 25% nos dias de acompanhamento do dependente PcD/TEA.(garantindo situação mais benéfica nos casos em que haja decisão judicial)</p>



<p><strong>Transferências PcD</strong></p>



<p>Prioridade aos empregados PcD e empregados pai/mãe de dependente PcD na movimentação.</p>



<p><strong>Cascata</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ampliação das agências com possibilidade substituição, que passa daquelas com 2 gerentes para agências com até 4 gerentes (aumento de 37,5% no número de agências)</li>
</ul>



<p><strong>Substituição</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução de 8 dias para o mínimo de 5 dias em caso de outras ausências como exemplo licença médica, APIP, Luto, Casamento (hoje = 8 dias consecutivos);</li>



<li>Permitir que a substituição ocorra no dia útil seguinte, caso a ocorrência seja no final de semana (luto sábado, licença segunda).</li>
</ul>



<p><strong>Diversidade e inclusão</strong></p>



<p>Participação das entidades nos comitês;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Composição representativa dos membros das comissões conforme eixos;</li>



<li>Manutenção dos eixos existentes e possibilidade de revisão / criação de outros.</li>
</ul>



<p><strong>Saúde do trabalhador</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compromisso com prevenção e promoção à saúde e foco em saúde mental;</li>



<li>Retomada do GT Saúde do Trabalhador.</li>
</ul>



<p><strong>Saúde financeira</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compromisso com ações de educação financeira para prevenção do superendividamento;</li>



<li>Caixa assume o compromisso em trazer opções de taxa, créditos e outras opções que auxiliem os empregados na redução do endividamento.</li>
</ul>



<p><strong>Compensação de horas</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compromisso para registro de texto explicitando que é “vedada a composição do banco de horas negativas de outra forma” para reforçar que o gestor não pode obrigar que o empregado crie banco de horas negativas;</li>



<li>postergar prazo de compensação de horas negativas e positivas para 6 meses;</li>



<li>O empregado continuará recebendo 50% das horas-extras realizadas de forma imediata, mantendo-se a regra de pagamento de 100% de HE para agências com até 20 empregados.</li>
</ul>



<p><strong>Licença Médica</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adiantamento/antecipação do benefício por incapacidade temporária até recebimento do benefício, mediante comprovação do agendamento da perícia presencial ou documental;</li>



<li>Devolução do adiantamento/antecipação conforme margem de 35%;</li>



<li>Opção de acerto por meio de horas de trabalho, sob análise do volume de horas, em caso de indeferimento do benefício pelo INSS;</li>



<li>Ajuste de redação do ACT considerando a redação da regra interna que não prevê a dispensa automática de função em 6 meses (nova redação terá o compromisso de garantir condição mais benéfica)</li>
</ul>



<p><strong>Adicional Embarcado</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento do valor diário pago a empregados embarcados de R$ 55 para R$ 100;</li>



<li>Reajuste anual, acompanhando índice Febraban / CCT;</li>



<li>Conceito da regra de “trabalho em agência barco” para “empregado embarcado”;</li>



<li>A Caixa vai estudar uma possível ampliação da quantidade de dias de folga.</li>
</ul>



<p><strong>Vale Transporte</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Opção de reembolso na inexistência de transporte público;</li>



<li>Limite de distância 200km / dia;</li>



<li>Ciência do gestor.</li>
</ul>



<p><strong>Férias</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não obrigatoriedade do adiantamento de salário nas férias.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Veja as conquistas das negociações com a Caixa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/veja-as-conquistas-das-negociacoes-com-a-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 13:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas caixa 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[negociação Caixa 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Acordo traz vários avanços para as empregadas e empregados, assembleia presencial amanhã quarta, 04/09, no sindicato, às 18h, para deliberação As negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal foram duras. Mas, com muita firmeza, sempre considerando o que era o melhor para as colegas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-ff4f112ae3fb94e627b444ab8572b1e4">Acordo traz vários avanços para as empregadas e empregados, assembleia presencial amanhã quarta, 04/09, no sindicato, às 18h, para deliberação</h3>



<p></p>



<p>As negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) das empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal foram duras. Mas, com muita firmeza, sempre considerando o que era o melhor para as colegas e os colegas de trabalho no banco, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), representando o Comando Nacional do Bancários, conseguiu obter diversos avanços, como a possibilidade de incorporação da gratificação de função, Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado (CTVA), porte de agência e do Adicional Pessoal Provisório de Adequação, via acordo na Comissão de Conciliação Voluntária (CCV); retorno da nomeação efetiva de novos caixas e tesoureiros, com o fim da designação de função por minuto; a discussão sobre o fim do teto de gastos do banco com a saúde do quadro de pessoal e extensão aos contratados depois de 2018 do direito de manutenção do plano do Saúde Caixa após a aposentadoria; e o debate sobre o equacionamento dos déficits, o contencioso e outras questões da Funcef.<br>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Retorno das designações efetivas de função</strong></h4>



<p>A efetivação dos empregados não-efetivos que atuam como caixa e tesoureiro minuto vinha sendo pedida pelos empregados desde quando o banco passou a designar atividade de caixas e tesoureiros minuto, o que deixava essas empregadas e esses empregados sem diversos direitos que os efetivos têm.</p>



<p><strong>Veja detalhes abaixo</strong><br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Retorno das designações efetivas para as funções de caixa e tesoureiro com jornada de 6h;<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Efetivação de 500 novos empregados na função de caixa e tesoureiro com jornada de 6 horas;<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;CCV para 7ª e 8ª horas para tesoureiros, com livre adesão dos sindicatos;<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Indenização para quebra de caixa.<br>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Incorporação de função e do CTVA (via CCV) </h4>



<p>Desde a famigerada reforma trabalhista, todos os funcionários públicos, inclusive as empregadas e empregados da Caixa, tinham perdido o direito da incorporação da gratificação de função mesmo tendo a exercido por 10 anos ou mais. As negociações garantiram o retorno da incorporação.<br>Veja detalhes abaixo</p>



<p>1)&nbsp;&nbsp; &nbsp;Compromisso da Caixa para sensibilização sobre importância das soluções educacionais para lideranças e sucessores;<br>2)&nbsp;&nbsp; &nbsp;Compromisso da Caixa com a promoção da diversidade e inclusão;<br>3)&nbsp;&nbsp; &nbsp;Compromisso da Caixa em viabilizar inclusão da incorporação da função gratificada e do Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado (CTVA) na CCP/CCV, para empregados contratados até 13/07/2017 (publicação da lei n. 13.467/2017), conforme regras:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;a)&nbsp;&nbsp; &nbsp;Contempla todas as rubricas (função, CTVA, Porte, Appa);<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;b)&nbsp;&nbsp; &nbsp;Recebido CTVA por 10 anos, sem interrupção;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;c)&nbsp;&nbsp; &nbsp;Empregados que tenham sido destituídos da função por interesse da administração;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;d)&nbsp;&nbsp; &nbsp;Não tenha transcorrido prazo prescricional de 5 anos;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;e)&nbsp;&nbsp; &nbsp;Empregados com ação judicial em andamento podem optar pelo acordo, ele decide.<br></p>



<h4 class="wp-block-heading">GT para discutir fim do teto de custeio do Saúde Caixa</h4>



<p>Existe um acordo coletivo específico do Saúde Caixa em vigência até o final de 2025. Por isso, a Caixa não queria discutir questões do plano de saúde das empregadas e empregados na mesa de negociações deste ano. Mas, por insistência do Comando Nacional dos Bancários, representado pela CEE, o banco se comprometeu a discutir o fim do teto de gastos com a saúde dos empregados e também a extensão do direito de manutenção do plano após à aposentadoria para os admitidos depois de 2018.<br>Veja detalhes abaixo:<br><br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Compromisso de discutir o fim do teto de custeio pelo banco com a saúde dos empregados;<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Compromisso de discutir o direito dos empregados admitidos após 2018 de manter o plano de saúde (Saúde Caixa) após a aposentadoria.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Discussão sobre equacionamento de déficits e outras questões da Funcef</h4>



<p>Os déficits do plano REG/Replan Saldado, o contencioso judicial da Caixa que é empurrado para a Funcef (e consequentemente os empregados participantes) pagar, o direito de os empregados participantes participarem das decisões sobre seus recursos&#8230; Estas são algumas das reivindicações que já vinham sendo feitas à Caixa faz algum tempo. Nas negociações deste ano, a Caixa assumiu o compromisso de debater com as entidades sindicais de representação dos empregados e dar continuidade aos estudos sobre equacionamento e as demais questões que envolvem a Funcef, a Caixa e as empregadas e empregados participantes dos planos de previdência da Funcef.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa responde reivindicações, mas empregados querem avanço nas negociações</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-responde-reivindicacoes-mas-empregados-querem-avanco-nas-negociacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 11:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[Empregados da CEF querem avanços 2024]]></category>
		<category><![CDATA[negociação Caixa 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas d Caixa negociação 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[A direção da Caixa Econômica Federal apresentou, quarta-feira 14/08, algumas devolutivas para as reivindicações dos bancários, expostas pela Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa) em negociações anteriores para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos empregados da Caixa Saúde do trabalhador Já há muitos anos, o movimento sindical cobra que a Caixa revise seu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-c631d086e9c76250e35f0fff89f76cd4">A direção da Caixa Econômica Federal apresentou, quarta-feira 14/08, algumas devolutivas para as reivindicações dos bancários, expostas pela Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa) em negociações anteriores para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos empregados da Caixa</h4>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading">Saúde do trabalhador</h4>



<p>Já há muitos anos, o movimento sindical cobra que a Caixa revise seu Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e desenvolva, com recursos próprios (mas a participação das entidades sindicais na construção), campanhas para zelar e promover a saúde e a qualidade de vida do conjunto de seus empregados.</p>



<p>A ideia é que a participação dos trabalhadores na construção destas campanhas e programas se dê por meio do GT de Saúde do Trabalhador, do GT de Condições de Trabalho e da reativação dos Fóruns Regionais de Condições de Trabalho.</p>



<p>“Nos fóruns regionais pode-se apresentar os problemas, para que se busque a solução sem a necessidade de estes serem levados até a matriz, pois pode ser coisa que dá para ser resolvida localmente. Os GTs são os canais para se resolver aquilo que não se pôde resolver localmente e para pensar estratégias de prevenção aos acidentes de trabalho e às doenças de trabalho, decorrentes da atividade profissional (B91) e até ao suicídio”, explicou Rafael de Castro, coordenador da CEE.</p>



<p>A Caixa disse que, em atendimento ao que pede o movimento sindical, está revisando seu PCMSO, para que ele seja mais efetivo na prevenção. O banco disse está reestruturando as equipes internas de Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) e que está aberto a discutir com o movimento sobre a reformulação do PCMSO e dos programas de promoção da saúde e prevenção de doenças e acidentes de trabalho.</p>



<p>As demandas com relação ao Saúde Caixa também foram lembradas, quando a Caixa citou que vai promover uma mudança em seu estatuto, pois poderia mudar também com relação ao tema, para retirar o teto de gastos com a saúde de seus empregados. A mudança afirmou que fará é para definir que sua diretoria e vice-presidência sejam compostas por, pelo menos, 30% de mulheres.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Igualdade de oportunidades</h4>



<p>Além da inclusão no estatuto da cota mínima de 30% de mulheres nas diretorias e vice-presidência, a Caixa disse que, apesar de já existir uma norma sobre as comissões regionais de diversidade, vai incluir esta regulamentação também no Acordo Coletivo de Trabalho, garantido a participação das entidades sindicais de forma representativa, restando apenas definir a redação da cláusula, para que ela não impeça a criação de novos eixos temáticos na medida que haja alteração no perfil do quadro de pessoal.</p>



<p>Com relação à ampliação das pessoas nos cargos de chefia das unidades, a meta é que até 2028 a chefia das unidades seja composta por 45% de mulheres e 27% de pessoas pretas, pardas ou indígenas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Horas de estudo</h4>



<p>A representação sindical das empregadas e empregados lembrou que a cláusula 59 do atual ACT diz que “os empregados deverão dispor de 6 horas mensais para estudos na metodologia a distância &#8211; EAD, junto a Universidade Caixa dentro da jornada de trabalho, em local apropriado na unidade”, mas que é preciso melhorar.</p>



<p>Segundo a Comissão, para que haja efetividade desta cláusula, estas seis horas precisam ser respeitadas e o empregado precisa ter condições de ter este tempo para sua formação, sendo inclusive positiva a formação em curso presencial.</p>



<p>A Caixa aceita debater sobre o tema para promover mudanças na cláusula.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cobrança de metas e respeito à jornada</h4>



<p>A CEE mostrou preocupação com o uso abusivo do WhatsApp e do Teams nos celulares dos empregados.</p>



<p>Os dirigentes sindicais ressaltam que o celular é pessoal e deve-se estabelecer regras para que não se extrapole o uso, inclusive fora do período de expediente, por meio do Teams e de outros aplicativos de comunicação, como o WhatsApp.</p>



<p>A representação dos empregados alega que estes aplicativos têm sido utilizados para cobrança de metas, mesmo fora da jornada de trabalho.</p>



<p>Com relação às metas, a CEE também salientou que elas são estabelecidas e alteradas para maior durante o período de seu cumprimento. “Não podemos deixar que haja aumento de meta no decorrer do período de cumprimento. É preciso que haja perenidade e que, em caso de descumprimento sazonais, não haja prejuízo ao desenvolvimento da carreira do trabalhador”, observou o coordenador da CEE.</p>



<p>“Além disso, não podemos ser obrigados a vender um serviço, um produto, a um cliente que não precisa dele. Apenas para que a meta seja cumprida. Isso tem adoecido nosso quadro de pessoal”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Teletrabalho</h4>



<p>Em atendimento às reivindicações do movimento sindical, a Caixa está estudando mecanismos para garantir o respeito à desconexão e à jornada de trabalho e sugeriu que a proposta seja debatida e elaborada na próxima de mesa de negociações, que será realizada no dia 21, ou 22 de agosto.</p>



<p>“Com relação ao teletrabalho, queremos discutir o público-alvo, as prioridades, os critérios, se é permanente, ou rotativo, a questão da estrutura para o trabalho, a ajuda de custo e que deixe de ser uma moeda de troca nas mãos de gestores que liberam, ou não, para o teletrabalho como forma de prêmio, ou um castigo”, disse Rafael de Castro.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Taxas e isenções</h4>



<p>A cláusula 17 do ACT em vigência até 31 de agosto, estabelecem isenção aos empregados da anuidade de dois cartões crédito. O movimento sindical reivindica que a isenção seja para todos os cartões.</p>



<p>A cláusula 18 trata sobre os juros do cheque especial e enquadra os empregados na “faixa 5”, exclusivamente na conta em que eles recebem seus salários e/ou proventos. “Sabemos que outros grupos de clientes têm taxas menores do que a oferecida aos empregados. Queremos que seja oferecida aos empregados a menor taxa que oferecida pelo banco”, disse Rafael.</p>



<p>O movimento sindical também reivindica que sejam mantidas as isenções de tarifas de serviços bancários a todos os empregados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sinistro de sequestro</h4>



<p>O movimento sindical reivindica que, em caso de sequestro que atinja ou vise atingir o patrimônio da empresa, a Caixa custeie as mesmas assistências (médica, psicológica e jurídica), previstas na cláusula 35 do atual ACT, não apenas aos dependentes, mas também às demais pessoas que estiverem na residência no momento.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa: Sindicatos cobram reconhecimento do trabalho de todas e todos</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-sindicatos-cobram-reconhecimento-do-trabalho-de-todas-e-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 12:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Cláusulas econômicas caixa 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[negociação Caixa 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Valorização empregado caixa 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar de ter acolhido reivindicações, banco ainda não trouxe nenhuma resposta concreta para as demandas apresentadas desde o início das negociações para renovação do ACT O movimento sindical cobrou, quarta-feira (7), durante reunião de negociação com a Caixa, para renovação do Acordo Coletivo, que o banco reconheça o trabalho de todas as empregadas e empregados [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-8896d87887bbb72b58ca0028b4a9b726">Apesar de ter acolhido reivindicações, banco ainda não trouxe nenhuma resposta concreta para as demandas apresentadas desde o início das negociações para renovação do ACT</h3>



<p></p>



<p>O movimento sindical cobrou, quarta-feira (7), durante reunião de negociação com a Caixa, para renovação do Acordo Coletivo, que o banco reconheça o trabalho de todas as empregadas e empregados no pagamento do Bônus Caixa. Outra demanda apresentada nesta quarta-feira foi para que se promova a chamada “substituição em cascata”, nos casos de colegas que precisem cobrir as tarefas daqueles que precisarem se afastar temporariamente, e pague os devidos salários das funções que sejam realizadas.<a><br> </a></p>



<p>Também foram cobradas soluções para o endividamento dos trabalhadores e que o banco aplique a menor taxa que concedida pelo banco para os empregados da ativa e aposentados que solicitem empréstimos consignados.<br>&nbsp;</p>



<p>Outra cobrança foi para que sejam observados os pedidos de transferências registrados no Movimenta.Caixa, antes das contratações de novos empregados aprovados no último concurso público.<br>&nbsp;</p>



<p>A representação dos empregados também cobrou a rápida estruturação das Gipes e Repes, para que elas possam, o mais rápido possível começar a desempenhar sua função e, desta forma, sejam solucionados problemas regionais que prejudicam o dia a dia de trabalho e a qualidade de atendimento do Saúde Caixa.<br>&nbsp;</p>



<p>“O banco tem acolhido nossas reivindicações e dito que podem ser estudas soluções, mas ainda não trouxe nada de concreto para que a gente possa apresentar para o conjunto das empregadas e empregados”, disse o diretor da Contraf-CUT e coordenador da CEE, Rafael de Castro. “A promessa era a de que no início de agosto as devolutivas sobre nossas reivindicações nos seriam apresentadas. Esperamos que na semana que sejam trazidas as respostas”, completou.<br>&nbsp;</p>



<p><a href="https://contrafcut.com.br/noticias/mesmo-com-aumento-nos-lucros-banqueiros-choram-e-propoem-precarizar-salarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Na mesa única de negociações</a>&nbsp;entre o Comando Nacional dos Bancários com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), as respostas dos bancos não têm sido tão diferentes e a representação sindical dos trabalhadores já agendou para o dia 12 de agosto (segunda-feira), um dia de mobilização nacional&nbsp;para cobrar respostas satisfatórias às reivindicações da categoria. “A orientação é para que as empregadas e empregados da Caixa participem ativamente das atividades e estejam mobilizados para cobrar respostas da Caixa e da Fenaban”, disse Rafael de Castro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empregados cobram fim das funções por minuto na Caixa</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/empregados-cobram-fim-das-funcoes-por-minuto-na-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 11:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Equiparação de salário Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[função por minuto Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[negociação Caixa 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Aqueles que exercem a função de forma não efetiva, seja por prazo, ou por minuto, precisam ser efetivados, sem a necessidade de passar por PSI, uma vez que já desempenham a função A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reuniu com o banco, quinta-feira (1º/8), para dar continuidade às negociações para [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-d8627b3a59b32c11b06d420a0cdbb3ed">Aqueles que exercem a função de forma não efetiva, seja por prazo, ou por minuto, precisam ser efetivados, sem a necessidade de passar por PSI, uma vez que já desempenham a função</h4>



<p>A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reuniu com o banco, quinta-feira (1º/8), para dar continuidade às negociações para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho das empregadas e empregados da Caixa. O debate foi sobre o artigo 4º da&nbsp;<a href="https://contrafcut.lumis.com.br/data/files/5A/12/AD/FA/8EC9091042B60709820808A8/Minuta%20de%20Pauta%20-%202024%20-%20Caixa.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pauta de reivindicações</a>, que trata das designações de função.<br>&nbsp;</p>



<p>Os empregados cobram que a Caixa apenas faça a designação das funções de forma efetiva ou por substituição, findando com qualquer tipo de designação por minuto. Na proposta apresentada pelos trabalhadores ao banco, as bancárias e bancários que desempenhem funções por minuto devem ser efetivados na função que exercem, sem a necessidade de passar pelo Processo de Seleção Interna (PSI), uma vez que já cumprem tais tarefas.<br>&nbsp;</p>



<p>“Quem exerce função de caixa, tesoureiro e avaliador de penhor por minuto não têm os mesmos direitos daqueles que são efetivos. E não podemos permitir que quem cumpre as mesmas tarefas tenham remunerações e direitos diferentes”, disse o coordenador da CEE, Rafael de Castro. O adicional de quebra de caixa é um destes direitos que deixam de ser pagos a quem exerce função por minuto.<br>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outras funções</h4>



<p>Mas outras funções também são contempladas pelas reivindicações. O parágrafo sexto do artigo quatro da pauta diz que “a Caixa equiparará a remuneração de todas as funções gerenciais das agências físicas e digitais, que atualmente têm remuneração inferior aos atuais Gerentes de Carteira, à remuneração dessa função/cargo comissionado, incluindo o pagamento referente ao porte das unidades.”<br>&nbsp;</p>



<p>O parágrafo sétimo, diz que “a Caixa equiparará as funções de Assistentes nas agências e superintendências executivas de varejo com a de assistente da superintendência regional.”<br>&nbsp;</p>



<p>Na Caixa os assistentes de varejo lotados nas SEVs têm a mesma responsabilidade e tarefas do que os Assistentes das SRs. Se fazem o mesmo serviço e têm a mesma responsabilidade, precisam ter a mesma remuneração, cobraram os sindicalistas.<br>&nbsp;</p>



<p>No parágrafo oitavo, o pedido é para a equiparação entre a função de Gerente Executivo de Varejo com a função de Gerente de Rede.</p>



<p>Os sindicatos exigem que seja criado um grupo de trabalho para tratar das questões de PFG (Plano de Funções Gratificadas) e PCS (Plano de Cargos e Salários).<br>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Funcef</h4>



<p>A representação dos trabalhadores voltou a cobrar participação no debate da proposta de equacionamento do déficit do plano REG/Replan, da Funcef.</p>
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		<title>Caixa: Empregados exigem fim da cobrança abusiva de metas</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-empregados-exigem-fim-da-cobranca-abusiva-de-metas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 11:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[metas na caixa]]></category>
		<category><![CDATA[negociação Caixa 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Políticas de saúde do banco precisam ser efetivas para a melhoria do ambiente de trabalho A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reuniu, sexta-feira (26), com o banco para tratar sobre os diversos problemas do dia a dia que afetam a saúde do trabalhador.&#160; “Não é possível que quase 76% dos [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-f41287e1e0ad785febf4131bb6a910c6">Políticas de saúde do banco precisam ser efetivas para a melhoria do ambiente de trabalho</h3>



<p></p>



<p>A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal se reuniu, sexta-feira (26), com o banco para tratar sobre os diversos problemas do dia a dia que afetam a saúde do trabalhador.<br>&nbsp;</p>



<p>“Não é possível que quase 76% dos casos de afastamentos para tratamento de saúde de empregados da Caixa, devido a questões relacionadas ao trabalho (B91), sejam por causa problemas mentais ou comportamentais”, disse o coordenador da CEE/Caixa, Rafael de Castro, se referindo aos dados mais recentes do INSS levantados pelo Dieese. “E todos nós aqui, de ambos os lados da mesa, sabemos que esses problemas são causados pelas ferramentas adoecedoras utilizadas pelo banco para fazer a gestão de pessoas e a cobrança abusiva de metas, além de falta de orientação da direção para gerir as equipes de forma humanizada de fato”, completou.<br>&nbsp;</p>



<p>O levantamento citado, realizado pelo Dieese, aponta que, entre os principais motivos de afastamentos acidentários (B91) das empregadas e empregados da Caixa, 75,4% são devido a tratamentos de doenças mentais e comportamentais; 12,8% a doenças osteomusculares e do tecido conjuntivo; 3,1% a fraturas; e 0,2% a problemas nervosos.<br>&nbsp;</p>



<p>Segundo a Caixa, a taxa de absenteísmo no banco é de 3,51%, e todos os empregados que tenham sido cobrados por tratamentos de doenças relacionadas ao trabalho (B91), devem entrar em contato com o banco para serem ressarcidos, pois os custos são de responsabilidade do banco.<br>&nbsp;</p>



<p>Segundo o representante da Federa-RJ, Rogério Campanate, a forma como a Caixa apresentou os números de absenteísmo e de doenças mentais no banco deu a aparência de que o número de afastamentos na Caixa é pequeno. “Embora o número absoluto de que 1 bilhão de pessoas no mundo sofre de depressão/ansiedade chame a atenção, ele representa aproximadamente 12,5% da população mundial. No caso da consulta nacional aos bancários, esse número fica em torno de 40% (mais de três vezes a média mundial), condizente com a pesquisa realizada pelo Dieese no âmbito do estado do Rio de Janeiro”, observou. “E no caso do absenteísmo, a Caixa traz a informação em percentuais, com 0,37% dos empregados, a cada mês, licenciados por acidente de trabalho. Fazendo o exercício inverso e convertendo esse percentual em números absolutos temos, por mês, mais de três centenas de empregados adoecidos pela empresa, fora as subnotificações, e isso é inaceitável! Especialmente quando se tem a informação de que até 85% dos empregados atribuem esse adoecimento às metas e as formas de cobrança para seu atingimento”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">É preciso resolver</h4>



<p><br>“A Caixa precisa olhar para todos os instrumentos de acompanhamento que possui e observá-los enquanto instrumentos adoecedores que são. O TDV (time de vendas), por exemplo, coloca indivíduos para disputar individualmente, o tempo todo para estar no time, mas não são um time, já que não é um trabalho de equipe. E esse instrumento tem sido imprescindível para a avaliação individual e promoções”, disse a representante da Fetec-SP, Vivian Sá.<br>&nbsp;</p>



<p>Além dos instrumentos adoecedores, o coordenador da CEE/Caixa citou exemplos de práticas adoecedoras: cobrança pelo WhatsApp, Teams, ligações-ponte; e controle de hora em hora no meio e até depois do expediente. &#8220;É desvirtuamento completo da relação cliente-empregado, onde o foco é o resultado do banco e não a necessidade do cliente que atendemos”, disse Rafael.<br>&nbsp;</p>



<p>A Caixa se comprometeu a acabar com o&nbsp;<em>feedback&nbsp;</em>de caráter punitivo e utilizar o mecanismo apenas para contribuir com o desenvolvimento das empregadas e empregados.<br>&nbsp;</p>



<p>Os empregados também lembraram que faz dois anos que toda a mídia divulgou as denúncias de assédio moral e sexual envolvendo o ex-presidente do banco, Pedro Guimarães, e que não houve punição para o principal denunciado. Cobraram solução para o caso para evitar que empregados e empregadas fiquem com receio de denunciar e ainda serem punidos por fazerem a denúncia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Políticas de prevenção</h4>



<p><br>Os empregados também exigiram a melhoria do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), com mais credenciamento de profissionais e clínicas de saúde para a realização dos exames e também com políticas efetivas de prevenção.<br>&nbsp;</p>



<p>“A Caixa joga nas costas dos empregados a responsabilidade pela sua saúde com programas voltados para prática de esporte, lazer e atividades lúdicas, entretanto, ações práticas para o fim da estrutura adoecedora não foram apresentadas, como o fim de metas abusivas, o fim da gestão por medo e do assédio moral e a garantia da remuneração, com o medo do descomissionamento arbitrário”, observou o representante da Fetec-CN, Antonio Abdan. “Esperamos da empresa o desenvolvimento de um ambiente de trabalho que não adoeça”, completou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Derruba o teto</h4>



<p><br>A CEE também cobrou o fim do teto de 6,5% da folha de pagamentos para gastos da Caixa com a saúde dos empregados. Lembraram que o teto foi inserido no estatuto do banco por causa de uma leitura equivocada do CPC33, que limita os gastos das empresas de economia aberta com a saúde dos empregados. A representação sindical dos trabalhadores observou que, como a Caixa não possui ações na Bolsa de Valores, não teria a obrigação de se enquadrar ao CPC33.</p>



<p>“Foi uma conquista a manutenção do modelo 70/30 para o custeio do Saúde Caixa. Mas, por causa do teto de 6,5%, nos últimos anos a Caixa não tem arcado com os 70% dos custos que lhe caberia. Precisamos retirar este teto do estatuto do banco para que ele arque, efetivamente, com os 70% dos custos que cabe”, defendeu o representante da Feeb-BA/SE, Emanoel de Souza.<br>&nbsp;</p>



<p>Além disso, os empregados cobraram que todos os custos que a Caixa joga para o Saúde Caixa, que não seja efetivamente de saúde, como os custos da escola inclusiva, sejam arcados pela Caixa, como os custos da escola inclusiva para os filhos neurodivergentes de empregadas e empregados e aqueles gerados por doenças ocupacionais (B91).<br> </p>



<p>A Caixa se dispôs a realizar uma reunião do GT de Saúde, para tratar de questões específicas que envolvem o Saúde Caixa na terça-feira (30), ainda sem horário definido e, a pedido dos empregados, divulgou a relação de nomes dos responsáveis pelas Gipes, que começam a funcionar a partir de 5 de agosto.</p>



<p>Gipes Belém – Emelyn Azevedo<br>Gipes BH – Ricardo Lopes Broto<br>Gipes DF – Diogo Almeida<br>Gipes Curitiba – Marcia Shizue<br>Gipes São Paulo – Leandro José Correia<br>Gipes Salvador – Claudia Mierlo<br>Gipes Rio de Janeiro – Rodrigo Pereira<br>Gipes Fortaleza em aberto</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empregados cobram maior compromisso da Caixa com igualdade e diversidade no banco</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/empregados-cobram-maior-compromisso-da-caixa-com-igualdade-e-diversidade-no-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 11:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[negociação Caixa 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Caixa se comprometeu a incluir cláusulas sobre diversidade e inclusão no ACT e criar um canal específico para atender denúncias de discriminação; CEE reiterou cobrança de negociação sobre a Funcef A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal reiterou a cobrança, sexta-feira (19/07), em reunião de negociações realizada em São Paulo, para que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5259aec03210b214f138d1f7b1bc7edc">Caixa se comprometeu a incluir cláusulas sobre diversidade e inclusão no ACT e criar um canal específico para atender denúncias de discriminação; CEE reiterou cobrança de negociação sobre a Funcef</h4>



<p>A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal reiterou a cobrança, sexta-feira (19/07), em reunião de negociações realizada em São Paulo, para que o banco tenha mais compromisso com a promoção de medidas de respeito à diversidade e de inclusão das pessoas com deficiência (PcD) e neurodivergentes.<br>&nbsp;</p>



<p>Representantes do Comitê de Diversidade da Caixa também participaram da reunião e entregaram ao banco&nbsp;<a href="https://contrafcut.com.br/data/files/7C/C4/1E/E2/848C091095CB5C09820808A8/2024.06.19%20-%20DOCUMENTO%20COMITES%20DE%20DIVERSIDADE%20_1_.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um documento</a>&nbsp;com considerações sobre o Programa de Diversidade e Inclusão da Caixa.<br>&nbsp;</p>



<p>O texto recorda que, após cobrança das entidades sindicais, a Caixa retomou o Programa de Diversidade e Inclusão, em julho do ano passado, mas que não se percebeu avanços nas políticas específicas. “Há um ano, quando fomos empossados no Comitê de Diversidade, ficamos muito felizes com a possibilidade de retomar debates e políticas de inclusão e igualdade na Caixa. Passado esse tempo, o balanço de mudanças efetivas está aquém do que esperávamos. Precisamos ter avanços concretos”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Tatiana Oliveira, que faz parte do Comitê de Diversidade da Caixa pela Região Norte.<br>&nbsp;</p>



<p>Outro ponto ressaltado pelo texto é que “tanto os membros das comissões (de diversidade), quanto os demais empregados e empregadas da empresa, demonstram insatisfação em relação à postura da Caixa no que diz respeito ao programa de diversidade.”<br>&nbsp;</p>



<p>“Há um distanciamento muito grande entre aquilo que a Caixa nos apresenta e sobre a forma que diz conduzir estas políticas, do que diz nossos colegas que hoje estão aqui representando o Comitê de Diversidade. Precisamos discutir a organização das comissões regionais de diversidade para que haja soluções efetivas para os problemas que afetam esse público”, cobrou o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e coordenador da CEE/Caixa, Rafael de Castro, ao propor uma reunião de organização das ações antes do evento específico para este público, que a Caixa vai realizar no dia 26 de julho.<br>&nbsp;</p>



<p>O banco se comprometeu a manter contato com as gerências regionais de pessoas (Gipes) e as representações regionais (Repes), que estão previstas para voltar a funcionar no dia 5 de agosto, para acertar esta organização e, na semana que vem, antes do evento específico que será realizado pela Caixa no dia 26, se reunir com os representantes do Comitê.<br>&nbsp;</p>



<p>O representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetrafi) de Santa Catarina, Edson Heemann, citou a frase “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”, de Aristóteles, para destacar que a Caixa deve reforçar não apenas a igualdade, mas buscar a equidade entre seus empregados. “Pais e mães de PcD têm uma jornada diária muito diferente da nossa. Para fazer o acompanhamento dos filhos, têm um trabalho muito grande. Por isso, a Caixa precisa ter um olhar diferente sobre essas pessoas”, disse.<br>&nbsp;</p>



<p>A representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP), Vivian Sá, destacou o pedido de redução de jornada para quatro horas diárias para pais de PcD. “Existem diversas questões que precisam ser observadas e clausuladas para que haja a garantia do direito às pessoas PcD”, disse. “Na Caixa existem muitas coisas, como cadeiras inadequadas, piso elevado quebrado, mobiliário do caixa que atrapalham o dia a dia de pessoas sem deficiência, as que têm deficiência isso é muito pior”, observou.<br>&nbsp;</p>



<p>Os representantes da Caixa afirmaram que o banco não é contrário a inclusão de cláusulas em relação à diversidade no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e, diante dos muitos pontos a serem tratados, se dispôs a continuar as negociações sobre as políticas voltadas às PcD em uma mesa específica, no mês de agosto. Mas disseram que as reivindicações que envolvem custos para o banco precisam ser negociadas com a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).<br>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Igualdade salarial</h4>



<p><br>Diante da afirmação da Caixa de que no banco não há diferença salarial entre homens e mulheres e que a remuneração é definida de acordo com os cargos ocupados, a representação dos empregados observou que, neste caso, o problema está na falta de ascensão na carreira. “Não há salário diferente para o mesmo cargo, mas os dados mostram que as mulheres têm menos acesso aos cargos de direção. Os cargos com salários maiores são restritos aos homens e aí se dá a diferença”, observou Rafael de Castro. “E quando apontamos esta questão, tem gente que vem com argumentos ultrapassados e preconceituosos de que para ascender na carreira é preciso ter qualificação. E, mais uma vez, os dados mostram que as mulheres, mesmo tendo melhor qualificação, são preteridas nas seleções para cargos de direção e têm remuneração menor do que as dos empregados homens”, completou.<br>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Invisibilidade e preconceito</h4>



<p><br>O representante da Federação das Trabalhadoras e Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ), Rogério Campanate, apontou o problema da inviabilização e preconceito sofrido pelas empregadas e empregados LGBTQIA+. “A inviabilização sempre foi e continua sendo um grande problema que impede qualquer avanço na carreira”, disse. “A gente, da comunidade LGBT, é assediado moralmente. Principalmente por gestores de religiões que questionam a comunidade LGBT. São estes que farão as rodas de diálogo com os empregados sobre a questão do preconceito?”, questionou o dirigente, se referindo à proposta da Caixa de realizar rodas de diálogo sobre o tema. “A Caixa precisa ter uma orientação sobre estas atividades, para evitar que isso aconteça”, cobrou.<br>&nbsp;</p>



<p>A CEE criticou a efetividade de programas apresentados pela Caixa, como o formato e a condução das &#8220;Rodas de Diálogo&#8221;, uma vez que não há um tempo efetivo para os empregados se dedicarem aos temas, e muitas vezes não há treinamento, nem identificação do gestor responsável pelas “rodas” com o tema.</p>



<p>“Precisamos trabalhar a efetividade. Nas rodas de conversa vemos que muita coisa é feita apenas para cumprir o protocolo. É preciso selecionar pessoas que se interessem em fazer o debate sobre o tema, para que ela se envolva e consiga envolver seus colegas”, sugeriu o representante da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito (Fetec) do Centro-Norte, Antonio Abdan.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Discriminação racial</h4>



<p><br>A representante da Fetrafi/NE, Chay Cândida, disse que, com relação às medidas para o enfrentamento ao racismo, o que a Caixa apresentou está em sintonia com que é reivindicado pelos empregados.<br>&nbsp;</p>



<p>“Precisamos de um canal específico para receber denúncias, tanto de quem sofreu a violência, quanto de quem a presenciou. Com pessoas capacitadas para receber as denúncias e um regramento do que deve ser feitio, para evitar o que acontece com casos de violência contra mulheres”, completou, acrescentando que todos sabem da existência do racismo cultural e que é preciso enfrentá-lo.<br>&nbsp;</p>



<p>A Caixa afirmou que o banco vai criar um canal específico para atender exclusivamente as denúncias de discriminação.<br>&nbsp;</p>



<p>“Precisamos colocar isso no nosso Acordo Coletivo de Trabalho, para que não haja risco de deixar de existir”, cobrou a representante da Fetrafi-NE.<br>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Gestão pelo medo</h4>



<p><br>A diretora executiva da Contraf, Eliana Brasil, citou casos de denúncias levadas à Caixa por empregadas vítimas de violência doméstica que foram expostas. “Se existe um canal de atendimento às mulheres vítimas de violência na Caixa, este canal é muito mal divulgado. Uma superintendência recebeu uma denúncia e, ao invés de dar o encaminhamento devido, levou o caso para a ouvidoria do banco”.<br>&nbsp;</p>



<p>A diretora da Contraf lembrou também das denúncias que foram “engavetadas” na gestão passada e, depois que foram divulgadas pela imprensa levou à queda de Pedro Guimarães, então presidente da Caixa.<br>&nbsp;</p>



<p>“Faz dois anos que toda a imprensa divulgou as denúncias de assédio moral e sexual de um ex-presidente da Caixa. E isso permanece sem resposta. O Pedro Guimarães vai continuar impune e fazendo piadinha sobre o caso nas redes sociais? Ele atingiu a todos nós e a imagem do banco e continua atingindo. Como as mulheres vão confiar que podem denunciar se o agressor permanece impune?”, questionou Eliana.<br>&nbsp;</p>



<p>A CEE ressaltou, ainda que, em muitos casos de denúncias, a empregada é transferida para outra unidade para evitar que a vítima tenha que manter contato com o agressor, mas que, por diversas vezes, acaba perdendo a função e a gratificação a ela destinada, gerando queda da remuneração. A reivindicação é para que a Caixa garanta a manutenção da função para evitar a queda na remuneração.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tecnologia e sistemas</h4>



<p>A representante da Fetraf-RJ/ES, Lizandre Borges, falou sobre o incentivo da Caixa à elevação da escolaridade das empregadas e empregados. “A Caixa pode ampliar esse programa. Principalmente com a formação e adaptação dos empregados às mudanças tecnológicas”, disse.<br>&nbsp;</p>



<p>A Caixa disse que defende a ampliação, principalmente para a elevação do número de mulheres na área de tecnologia da informação (TI).<br>&nbsp;</p>



<p>Ainda na área de tecnologia, os empregados reivindicam que a Caixa invista “na aquisição e manutenção de equipamentos, softwares e demais tecnologias, adotando medidas efetivas contra a indisponibilidade de sistemas”.<br>&nbsp;</p>



<p>“A indisponibilidade de sistemas não pode prejudicar a vida funcional dos empregados. Os inúmeros problemas de sistema afetam a vida funcional dos empregados e isso precisa ser resolvido”, disse o coordenador da CEE, Rafael de Castro.<br>&nbsp;</p>



<p>Ele defende, porém, que estes investimentos sejam feitos com responsabilidade e pensando em solucionar problemas dos trabalhadores, não única e exclusivamente pensando no aumento da produtividade. “Recentemente, a Caixa passou a utilizar tecnologia artificial para ajudar seus empregados a responderem questões dos clientes. E isso me fez lembrar de uma fala do Átila Iamarino em nosso último Conecef. Ele falou sobre o caso de uma empresa aérea que usa IA para atender seus clientes, mas que não quis se responsabilizar pelo desconto oferecido pela tecnologia a um cliente que comprou uma passagem. Alegaram que a tecnologia ofereceu um desconto que não existia. A Justiça deu ganho de causa ao cliente, claro!”, lembrou Rafael. “O que quero dizer, é que a Caixa não pode responsabilizar o empregado se houver algum desvirtuamento na resposta que ele der seguindo a orientação dada pela IA que a Caixa implementou. Os sistemas oferecidos pela Caixa não podem causar prejuízo à vida funcional do empregado, seja pela queda no sistema, seja pelo desvirtuamento da IA”, completou.<br>&nbsp;</p>



<p>Rogério Campanate lembrou que os constantes problemas de sistema afetam o cumprimento de metas. “Para não causar prejuízo ao empregado, é preciso que, no estabelecimento de metas, a Caixa leve em consideração a média de tempo que o sistema fica fora do ar”, disse.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outros pontos</h4>



<p><br>Sobre as ausências permitidas, além das que já constam no ACT, foram inseridas na minuta de reivindicações entregue à Caixa, a permissão de ausências para acompanhar parentes em internações sem limite de dias, ausências específicas com relação a sintomas menstruais graves, ausências para acompanhar dependentes PcD em tratamentos e terapias.<br>&nbsp;</p>



<p>Também foram feitas alterações nas reivindicações sobre escala de férias. “Existem muitos conflitos na definição da escala de férias e defendemos que haja priorização para todos que tenham filhos em idade escolar e para pais e mães de PcD”, disse a representante da Fetec/SP, Vivian Sá.<br>&nbsp;</p>



<p>No artigo sobre o parcelamento do adiantamento de férias, a reivindicação é para que haja opção de o empregado escolher se quer, ou não, receber o adiantamento. “Para os empregados que quiserem receber adiantado o pagamento referente ao mês de férias, nada muda. A devolução do valor adiantado poderá continuar sendo em até 10 parcelas. Com a mudança proposta, o empregado poderá escolher se quer receber o valor adiantado, ou se quer receber na data normal em que receberia seu salário”, explicou o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários (Feeb) de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Tesifon Quevedo Neto. “Sem prejuízo de ele receber o adicional de 1/3 estabelecido em Lei de forma adiantada”, completou.<br>&nbsp;</p>



<p>O representante da Feeb-BA/SE, Emanoel Souza, defendeu o artigo que trata da necessidade de a Caixa continuar a pagar o vale-cultura aos seus empregados. “O vale cultura continua a existir, mas, sem o incentivo de dedução no imposto a ser pago pela empresa, ele deixou de ser pago. Mas, além de ser um estímulo para que o trabalhador consuma cultura, existe o aspecto de fortalecimento da cadeia de produção cultural do país, que gera muitos empregos. A Caixa, como empresa pública, poderia manter o pagamento do vale-cultura para contribuir com o incentivo à cultura e o desenvolvimento econômico do país”, explicou.</p>



<p>Outro artigo defendido por Emanoel é o que trata dos custos da escola inclusiva para filhos PcD ou neurodivergentes. Os trabalhadores defendem que este custo deixe de ser arcado pelo Saúde Caixa e passe a ser de responsabilidade da gestão da empresa.<br>&nbsp;</p>



<p>“Isso não é questão de saúde! Os recursos não devem sair do Saúde Caixa. A empresa deve ser a responsável pela garantia deste direito”, disse.</p>



<p>Outro ponto destacado pelos empregados foi o artigo referente às transferências de local de lotação. “A Caixa precisa ter uma política transparente relacionada às transferências de empregados. Todos precisam conhecer as opções disponíveis e poder se candidatar a elas, pois é natural que as pessoas queiram trabalhar em um local mais próximo de casa ou, que se adeque melhor à sua rotina; em alguns casos isso é também uma necessidade e por este motivo a nossa minuta prevê algumas preferências nestas alocações”, disse o representante da Fetrafi-RS, Lucas Cunha.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Funcef</h4>



<p><br>O Coordenador da CEE lembrou que a Contraf, a Fenae e a própria CEE, vem cobrando há algumas semanas a instauração de uma mesa de negociações sobre diversas questões que envolvem a Funcef. “A Funcef vem nos chamando para debater, mas é a Caixa e a CEE que devem debater a solução para os problemas da Funcef, por mais que outros atores sejam ouvidos”, disse. “O diálogo em nossa mesa de negociações está fluindo bem. Podemos dar uma demonstração de maturidade e mostrar que somos capazes de resolver isso”, disse.<br>&nbsp;</p>



<p>Os representantes da Caixa disseram que estão discutindo esta possibilidade, mas que ainda não há uma resposta. “Precisamos que isso seja resolvido logo, pois há muitos empregados e beneficiários que são afetados pela demora nesta solução”, ressaltou o coordenador da CEE.<br>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Calendário</strong></h4>



<p><strong>Julho</strong><br>26 de julho – Saúde e Absenteísmo</p>



<p><strong>Agosto</strong><br>7 de agosto<br>14 de agosto<br>21 de agosto<br>28 de agosto</p>
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