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	<title>negativado &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Banco condenado a pagar R$ 10 mil à idosa que foi negativada injustamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SEEB Santos e Região]]></dc:creator>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A consumidora apresentou vários prints de SMS enviados pela instituição financeira, sobre dívida que já havia sido paga</p>
<p>O 3º Juizado Especial Cível da Comarca de Rio Branco (AC) responsabilizou o Itaú por realizar restrição indevida. O demandado apontou o nome de sua cliente junto a órgão de restrição ao crédito por dívida que já havia sido paga, por isso foi condenado a indenizar a idosa em R$ 10 mil, pelos danos morais.</p>
<p> </p>
<p>O Juízo confirmou a inexistência do débito questionado e ratificou que a condenação tem caráter pedagógico, para que a instituição ofensora evite outras práticas desse porte.</p>
<p> </p>
<h4>Entenda o caso</h4>
<p>Segundo os autos, a reclamante foi negativada em 2019, por uma dívida referente a um empréstimo contratado em 2013. As cobranças foram efetuadas por diferentes canais de comunicação, assim a requerente apresentou as mensagens que atestam a conduta inadequada.</p>
<p> </p>
<p>A consumidora comprovou ainda que todas as parcelas foram devidamente descontadas de sua aposentadoria, por isso, estava com os débitos quitados, sendo injustificável o cadastro de seu nome junto às entidades de proteção ao crédito. Ela registrou que essa situação lhe impediu de comprar um imóvel.</p>
<p> </p>
<p>Ao analisar o mérito, o juiz de Direito Giordane Dourado assinalou a ocorrência de abalo à imagem e honra objetiva da idosa. Deste modo, solucionou o litígio com base nos preceitos do Código de Defesa do Consumidor. Da decisão cabe recurso.</p>
<p>Fonte: TJAC</p>
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