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	<title>não fecha agências &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Sindicatos levam nota técnica do BB à auditoria de um especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BB protocolos]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação no BB]]></category>
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					<description><![CDATA[MPT aceita pedido do movimento sindical para submeter comunicado sobre mudanças no Manual do Trabalho do Banco do Brasil (BB) à consultoria de um médico sanitarista O Ministério Público do Trabalho realizou, quinta-feira (27), a continuidade da audiência de mediação, solicitada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), para o Banco do Brasil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>MPT aceita pedido do movimento sindical para submeter comunicado sobre mudanças no Manual do Trabalho do Banco do Brasil (BB) à consultoria de um médico sanitarista</p>
<p></p>
<p>O Ministério Público do Trabalho realizou, quinta-feira (27), a continuidade da audiência de mediação, solicitada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), para o Banco do Brasil explicar a decisão unilateral de alterar o Manual de Trabalho Presencial, que dita os protocolos de segurança sanitária contra a Covid-19 e outras doenças virais.</p>
<p> No encontro anterior de mediação, realizado em 12 de janeiro, ficou acordado que o Banco do Brasil (BB) faria uma Nota Técnica explicando a retirada do item que determinava o encerramento de expediente da dependência no mesmo dia da confirmação de funcionário com teste positivo para Covid-19.</p>
<p> </p>
<p>Os sindicalistas receberam a Nota Técnica e não estão satisfeitos com a resposta, por não trazer respaldo de estudos e dados de entidades da Saúde.</p>
<p> Diante deste fato, os representantes dos trabalhadores solicitaram tempo para submeter a Nota Técnica à consulta de um médico sanitarista. A audiência, então, foi suspensa e sua continuação agendada para o dia 8 de fevereiro, às 10h, sendo que o movimento sindical apresentará o resultado da avaliação da nota sob a ótica de um especialista até o dia anterior.</p>
<p> </p>
<p><strong>Banco indicou que a mediação estaria esvaziada</strong></p>
<p>Durante o encontro quinta-feira, os representantes do banco ameaçaram não prosseguir mais com a audiência de conciliação, pelo fato de alguns sindicatos terem obtido liminares na Justiça para o home office e para aplicação do Manual de Trabalho Presencial anterior às mudanças feitas pelo banco.</p>
<p> Os representantes dos funcionários responderam que as ações na Justiça foram promovidas pelas bases sindicais, que têm autonomia para utilizar este caminho. “O problema [do alto índice de adoecimento de funcionários no BB] é um problema nacional, maior em alguns locais, menor em outros, mas é um problema que precisa de uma decisão ampla, única, ponderada e, portanto, eu entendo que aqui [no MPT] ainda é um fórum hábil possível de conversa e de avanço”, ponderou a advogada Renata Cabral, da Crivelli Advogados.</p>
<p> </p>
<p> O subprocurador-geral Marques de Lima questionou se o banco está exigindo atestado de vacinação dos funcionários. A resposta foi que não existe a exigência, “por questão de direito individual”. O banco exige o ciclo vacinal completo apenas às pessoas enquadradas no grupo de risco, mantendo o trabalho presencial.</p>
<p> </p>
<p><strong>Na Baixada Santista</strong></p>
<p>“Em nossa região não tenho conhecimento de fechamento de agências com casos comprovados para sanitização e não distribuem máscaras PFF2 aos que retornaram do home office, denunciam os colegas”, afirma André Elias, dirigente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e funcionário do BB.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Por isso, estivemos dia 27, na última quinta, entregando 1.000 cartas abertas denunciando aos clientes, usuários e funcionários a falta de protocolos corretos, a convocação de todos ao trabalho presencial num momento de explosão de casos, o não fechamento de agências para higienização e que todos podem se contaminar dentro das agências com a política imposta pelo governo federal à direção geral do BB em negar os cuidados com a doença. O que coloca a vida das pessoas em risco de morte&#8221;, explica Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<p><img decoding="async" title="Sindicatos levam nota técnica do BB à auditoria de um especialista" src="https://santosbancarios.com.br/uploads/images/2022/01/12044-1643634115.jpg" alt="Sindicatos levam nota técnica do BB à auditoria de um especialista" /></p>
<p> </p>
<p> <strong>Aberrações</strong></p>
<p>Os sindicalistas destacaram que em Brasília, por exemplo, estão distribuindo máscaras PFF2, enquanto em outras regiões do Brasil não. E ainda que o Escritório de Negócios, na Superintendência do Banco do Brasil no estado de Rondônia, está com 50% dos funcionários com Covid-19 ou sintomas gripais, sendo que os que estão com sintomas gripais seguem trabalhando. “A maioria das pessoas com sintomas gripais sequer fazem teste e, quando o fazem, precisam aguardar 24h na fila do teleatendimento da Cassi”, pontuaram.</p>
<p>Fonte: Contraf com edição da Comunicação SEEB de Santos e Região</p>
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