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	<title>Multa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 May 2025 07:22:01 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Multa &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<item>
		<title>Caixa deve reduzir em 50% jornada de bancário com filho autista</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-deve-reduzir-em-50-jornada-de-bancario-com-filho-autista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 07:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acompanhamento]]></category>
		<category><![CDATA[autismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Remuneração]]></category>
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					<description><![CDATA[Juiz reconheceu necessidade de acompanhamento terapêutico intensivo por parte do pai e garantiu manutenção da remuneração Caixa Econômica Federal terá de reduzir pela metade a jornada de bancário que necessita acompanhar tratamento do filho com autismo. A decisão é do juiz do Trabalho Bruno de Paula Vieira Manzini, da 4ª vara do Rio de Janeiro/RJ, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-22e34689bb5317ef2d26dec31e20dbbf">Juiz reconheceu necessidade de acompanhamento terapêutico intensivo por parte do pai e garantiu manutenção da remuneração</h4>



<p><a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/caixa-economica-federal-noticias/">Caixa Econômica Federal</a> terá de reduzir pela metade a jornada de bancário que necessita acompanhar tratamento do filho com autismo.</p>



<p>A decisão é do juiz do Trabalho Bruno de Paula Vieira Manzini, da 4ª vara do Rio de Janeiro/RJ, que reconheceu a necessidade de conciliar a vida profissional com os cuidados essenciais à criança.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Pedido de redução</h4>



<p>O bancário afirmou que solicitou administrativamente à Caixa a redução de sua jornada de trabalho de 30 para 15 horas semanais, sem redução de salário, a fim de garantir o acompanhamento terapêutico intensivo do filho.</p>



<p>Alegou que o pedido se fundamenta na lei <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13370.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13370.htm">13.370/16</a>, que assegura horário especial ao servidor com dependente com deficiência, na lei <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm">13.146/15</a> &#8211; o Estatuto da Pessoa com Deficiência -, além de princípios constitucionais de proteção à família e normas da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">CLT</a>.</p>



<p>A Caixa Econômica Federal contestou o pedido, alegando ausência de previsão legal, impacto no funcionamento da agência e falta de comprovação da necessidade. Requereu, ainda, a realização de perícia para verificar a real necessidade da redução solicitada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Proteção aos PcDs</h4>



<p>Ao julgar o caso, o juiz afastou os argumentos da instituição financeira e destacou que o ordenamento jurídico brasileiro impõe o dever de proteção à família e à pessoa com deficiência.</p>



<p>O magistrado entendeu que os documentos apresentados já bastavam para comprovar a necessidade de acompanhamento, dispensando a perícia técnica.</p>



<p>&#8220;Diante da vasta prova documental carreada aos autos, tem-se totalmente desnecessária a realização da prova pericial, a fim de se comprovar a real [necessidade] de acompanhamento parental ao infante.&#8221;</p>



<p>Além disso, frisou que o cuidado parental extrapola a esfera médica e envolve o cotidiano da criança, o que reforça a incompatibilidade com a jornada de 30 horas semanais.</p>



<p>Por fim, rejeitou a alegação de ausência de amparo legal, reconhecendo que a Constituição e a legislação infraconstitucional oferecem respaldo suficiente para autorizar a flexibilização da jornada.</p>



<p>Diante dos fundamentos apresentados, o magistrado julgou parcialmente procedente o pedido e determinou a redução da carga horária do bancário em 50%, sem prejuízo da remuneração mensal e sem necessidade de compensação, enquanto perdurar a necessidade de acompanhamento do filho.</p>



<p>Em caso de descumprimento, fixou multa diária de R$ 1 mil.</p>



<p>Para a advogada Vivianne Landin, do escritório Vivianne Landin Advocacia Personalizada, que atua pelo bancário, a medida&nbsp;representa um avanço na interpretação dos direitos das pessoas com deficiência.</p>



<p>&#8220;A decisão reconhece a realidade enfrentada por trabalhadores que cuidam de&nbsp;dependentes com deficiência, os quais, muitas vezes, precisam conciliar o trabalho&nbsp;com cuidados essenciais à saúde e ao desenvolvimento de seus filhos.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://pje.trt1.jus.br/consultaprocessual/" data-type="link" data-id="https://pje.trt1.jus.br/consultaprocessual/">0100293-40.2024.5.01.0080</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Leia a <a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/5/1415950B560C4A_Caixadevereduzirpelametadejorn.pdf" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2025/5/1415950B560C4A_Caixadevereduzirpelametadejorn.pdf">decisão</a>.</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ mantém multa a pais que recusaram vacinar filha contra covid-19</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/stj-mantem-multa-a-pais-que-recusaram-vacinar-filha-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 07:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Tutelar]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[STJ (Superior Tribunal de Justiça)]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministros entenderam que recusa caracterizou negligência e violou obrigações parentais A 3ª turma do STJ, decidiu, por unanimidade, manter multa aplicada a um casal que recusou vacinar a filha contra a covid-19, mesmo após recomendações das autoridades sanitárias. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que destacou a obrigatoriedade da imunização infantil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-5597ebe0f28c6250e4a74d015f9affe2">Ministros entenderam que recusa caracterizou negligência e violou obrigações parentais</h4>



<p>A 3ª turma do STJ, decidiu, por unanimidade, manter multa aplicada a um casal que recusou vacinar a filha contra a covid-19, mesmo após recomendações das autoridades sanitárias. O colegiado seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi, que destacou a obrigatoriedade da imunização infantil prevista no <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm" data-type="link" data-id="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm">ECA</a>.</p>



<p>No caso, o MP/PR ajuizou representação, apontando descumprimento das obrigações parentais por parte dos genitores que impediram a vacinação da filha.</p>



<p>Conforme relatado no processo, houve diversas tentativas de conscientização por parte da rede de proteção da criança, incluindo escola e Conselho Tutelar, sem sucesso.</p>



<p>Na 1ª instância, a Justiça determinou a aplicação de multa de três salários-mínimos aos pais, fundamentada no art. 249 do ECA.&nbsp;A decisão foi mantida pelo TJ/PR, que considerou a recusa uma violação aos deveres do poder familiar.</p>



<p>Inconformados, os pais recorreram ao STJ, argumentando que a vacinação contra a covid-19 não estava incluída no Plano Nacional de Imunização e que não poderiam ser punidos por não imunizar a filha.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Obrigatoriedade da vacinação</h4>



<p>Ao analisar o caso, a relatora, ministra Nancy Andrighi ressaltou que a Constituição de 1988 alterou a concepção de autoridade parental, transformando-a em um dever de proteção e cuidado. Segundo a magistrada, a recusa dos pais em vacinar a filha caracteriza negligência parental, passível de sanção estatal.</p>



<p>&#8220;A autoridade parental teve sua significação modificada a partir da Constituição de 88, o que antes se entendia como um poder de chefia do marido para com os filhos, passou-se a entender como um poder-dever dos pais e das mães de cuidarem e protegerem seus filhos&#8221;, afirmou.</p>



<p>A ministra também destacou que o direito à saúde das crianças é resguardado pelo ECA e que a vacinação obrigatória está prevista no art. 14, salvo casos em que haja risco à integridade psicofísica da criança. Para a relatora, a escusa dos pais, sem justificativa médica válida, configura negligência parental.</p>



<p>Diante disso, a ministra concluiu que a vacina contra a covid-19 atendia aos critérios estabelecidos pelo STF, pois foi recomendada nos âmbitos Federal, estadual e municipal em 2022. Assim, manteve a penalidade imposta pelo TJ/PR.</p>



<p>&#8220;O recurso especial é conhecido e desprovido, mantendo-se a condenação dos recorrentes ao pagamento da sanção pecuniária prevista no artigo 249, no patamar de três salários-mínimos vigentes à época do ajuizamento da presente ação&#8221;, decidiu a relatora.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja o voto:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Ministra Nancy Andrighi vota para manter multa a pais que se recusaram a vacinar filha contra covid" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/n9a6DNwShPE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Negligência parental</h4>



<p>A ministra Daniela Teixeira acompanhou integralmente o voto da relatora, enfatizando a necessidade de proteger a saúde das crianças diante do ressurgimento de doenças erradicadas.</p>



<p>&#8220;O voto de S. Exa. vem com muito fundamento, demonstrando que a Constituição brasileira é a única do mundo que prevê que a criança é prioridade absoluta. O constituinte poderia ter escolhido o idoso, o indígena, a mulher, mas escolheu a criança&#8221;, ressaltou.</p>



<p>Para a ministra, a recusa dos responsáveis em vacinar os filhos, quando as vacinas são comprovadamente seguras e testadas pelas agências reguladoras, ultrapassa os limites da autoridade parental e configura negligência.</p>



<p>&#8220;É dever também nosso, do Poder Judiciário, assegurar às crianças e adolescentes brasileiros prioritariamente o direito à vida e à saúde&#8221;, afirmou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Veja a manifestação:</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jlvid_container"><iframe title="Ministra Daniela Teixeira afirma que negar vacina segura a criança é negligência grave" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/Ovnqf_NPRPM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Processo: <a href="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?src=1.1.2&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;num_processo=REsp2138801" data-type="link" data-id="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?src=1.1.2&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;num_processo=REsp2138801">REsp 2.138.801 </a></h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco manipula jurisprudência e é condenado por litigância de má-fé</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-manipula-jurisprudencia-e-e-condenado-por-litigancia-de-ma-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 07:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
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					<description><![CDATA[Instituição financeira alegou que sentença original teria extrapolado pedidos e analisado preliminares, o que não ocorreu A 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve uma sentença que condenou um banco a pagar multa de 1% sobre o valor da causa (que corresponde a apenas R$ 100) por litigância de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-37f7ba6263c81cdf6220c26fe6302dc2">Instituição financeira alegou que sentença original teria extrapolado pedidos e analisado preliminares, o que não ocorreu</h4>



<p>A 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve uma sentença que condenou um <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> a pagar multa de 1% sobre o valor da causa (que corresponde a apenas R$ 100) por litigância de má-fé depois de apresentar embargos que apontavam trechos inexistentes na decisão original.</p>



<p>Além disso, o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> também manipulou a jurisprudência ao omitir trecho de ementa do Superior Tribunal de Justiça que era desfavorável às suas pretensões no caso.</p>



<p>Na ação, o escritório Galera Mari e Advogados Associados cobrava honorários advocatícios de serviços prestados ao <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> em outros dois processos.</p>



<p>A sentença foi desfavorável, e o banco apresentou embargos de declaração alegando que a decisão extrapolou o pedido da banca autora, ao flexibilizar os termos do contrato, e cometeu erro material ao rejeitar uma preliminar de ilegitimidade passiva.</p>



<p>A <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">instituição financeira</a> ainda apontou um precedente do Superior Tribunal de Justiça (<a href="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?termo=AREsp+1.720.988&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;chkordem=DESC&amp;chkMorto=MORTO" data-type="link" data-id="https://processo.stj.jus.br/processo/pesquisa/?termo=AREsp+1.720.988&amp;aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;chkordem=DESC&amp;chkMorto=MORTO">AREsp 1.720.988</a>) que condiciona o recebimento de honorários à vitória do antigo cliente nas demandas.</p>



<p>No julgamento dos embargos, a juíza Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo afirmou que “os fundamentos da sentença coadunam com a causa de pedir”.</p>



<p>Ela também indicou que a sentença original não analisou quaisquer preliminares, pois todas elas foram discutidas na decisão saneadora — na qual se confirma que o processo está em ordem e que a fase probatória pode começar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Embargos infinitos</h4>



<p>“O embargante tem interposto embargos de declaração de todas as sentenças prolatadas advindas da relação com o embargado, insistindo em apontar trechos que não existem na sentença, apesar de este Juízo apontar, em todos, que não existem os trechos”, assinalou Zanolo.</p>



<p>Para ela, o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> “extrapola os limites da boa-fé processual” ao apontar afirmações “que não constam da sentença”.</p>



<p>A magistrada ainda notou que o <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/" data-type="link" data-id="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/bradesco-noticias/">banco</a> omitiu, de forma deliberada, a parte final da ementa do caso do STJ, que não favorecia suas alegações.</p>



<p>O último item do precedente dizia que, se parte significativa da remuneração do escritório estiver condicionada ao êxito, a revogação do mandato durante o processo deve autorizar a banca a apurar a proporção de honorários devidos pelo trabalho desempenhado.</p>



<p>O caso foi levado ao TJ-MT, mas todos os pedidos foram rejeitados e a sentença foi mantida. O tribunal também negou um pedido de recurso especial ao STJ.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/10/sentenca-multa-litigancia-de-ma-fe-banco-embargos-trechos-inexistentes-decisao.pdf" data-type="link" data-id="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2024/10/sentenca-multa-litigancia-de-ma-fe-banco-embargos-trechos-inexistentes-decisao.pdf">Clique aqui para ler a sentença</a></h4>



<h4 class="wp-block-heading">Processo 1030059-76.2022.8.11.0041</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TST condena HSBC por pesquisar dívidas de candidatos a emprego</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/tst-condena-hsbc-por-pesquisar-dividas-de-candidatos-a-emprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
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					<description><![CDATA[A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o HSBC Bank Brasil &#8211; Banco M&#250;ltiplo a pagar R$ 300 mil a t&#237;tulo de dano moral coletivo por pesquisar d&#237;vidas dos candidatos a emprego nos cadastros dos servi&#231;os de prote&#231;&#227;o ao cr&#233;dito, como SPC e Serasa.&#160; O HSBC ficou impedido ainda de realizar este tipo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o HSBC Bank Brasil &#8211; Banco M&uacute;ltiplo a pagar R$ 300 mil a t&iacute;tulo de dano moral coletivo por pesquisar d&iacute;vidas dos candidatos a emprego nos cadastros dos servi&ccedil;os de prote&ccedil;&atilde;o ao cr&eacute;dito, como SPC e Serasa.&nbsp;</p>
<p>O HSBC ficou impedido ainda de realizar este tipo de pesquisa, ou de utilizar qualquer m&eacute;todo seletivo que viole a &quot;esfera &iacute;ntima e privada do candidato&quot;, sob pena de multa de R$ 5 mil por candidato prejudicado.</p>
<p>O processo &eacute; uma a&ccedil;&atilde;o civil ajuizada pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho do Paran&aacute; em dezembro de 2008, em que a institui&ccedil;&atilde;o acusa o banco de atitude discriminat&oacute;ria. Com a decis&atilde;o, a Turma reformou julgamento do Tribunal Regional do Trabalho do Trabalho da 9&ordf; Regi&atilde;o (PR), que havia absolvido o banco da indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral, imposta originalmente pelo juiz de primeiro grau no valor de R$ 500 mil. Embora tenha considerado a conduta do banco il&iacute;cita, o Tribunal Regional entendeu que o dano n&atilde;o teria ficado comprovado, pela falta de prova de que tenha havido preju&iacute;zo moral aos candidatos.</p>
<p>No entanto, o ministro Jos&eacute; Roberto Freire Pimenta, relator do processo na Segunda Turma, ressaltou que o dano moral, no caso, decorre &quot;da pr&oacute;pria natureza das coisas, prescindindo, assim, de prova da sua ocorr&ecirc;ncia concreta, em virtude de ele consistir em ofensa a valores humanos&quot;. Assim, para sua comprova&ccedil;&atilde;o, bastaria a &quot;demonstra&ccedil;&atilde;o do ato il&iacute;cito ou antijur&iacute;dico em fun&ccedil;&atilde;o do qual a parte afirma ter ocorrido a ofensa ao patrim&ocirc;nio moral&quot;.</p>
<p>Quanto ao valor da indeniza&ccedil;&atilde;o, o relator destacou que, como o ato praticado pelo banco n&atilde;o &quot;tem conte&uacute;do econ&ocirc;mico palp&aacute;vel imediato&quot;, a indeniza&ccedil;&atilde;o deve considerar os aspectos como a natureza, a gravidade e a repercuss&atilde;o da les&atilde;o, al&eacute;m da situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do banco e os seus reflexos, &quot;n&atilde;o somente para a classe trabalhadora, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade&quot;.&nbsp;</p>
<p>Dentro dessa perspectiva, e levando em conta ainda a necessidade de prevenir reincid&ecirc;ncias futuras, o valor foi arbitrado pela Turma em R$ 300 mil.&nbsp;</p>
<p>Fonte: TST</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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