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	<title>MST &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>MST &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Socióloga lança livro sobre Movimento dos Sem Terra, em Santos, dia 15 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 08:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[editora Contracorrente]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento dos Sem Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)]]></category>
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		<category><![CDATA[MST: a construção do comum]]></category>
		<category><![CDATA[Realejo Livraria]]></category>
		<category><![CDATA[Susana Bleil]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento será na Realejo Livraria (Rua Marechal Deodoro, 2, no Gonzaga), às 18h, com a presença da autora e debate Publicada, originalmente, em francês, em 2012, sob o título “Vie et luttes des Sans Terre au sud du Brésil” (em tradução livre “Vida e lutas dos sem-terra no sul do Brasil”), a obra da professora-doutora [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-1941921a7ba7b8d45faa4e369131c4e2">Evento será na Realejo Livraria (Rua Marechal Deodoro, 2, no Gonzaga), às 18h, com a presença da autora e debate</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Publicada, originalmente, em francês, em 2012, sob o título “Vie et luttes des Sans Terre au sud du Brésil” (em tradução livre “Vida e lutas dos sem-terra no sul do Brasil”), a obra da professora-doutora Susana Bleil é o resultado de longo trabalho de campo, realizado entre os anos de 2000 e 2003, no assentamento Santa Maria, com os sócios da Cooperativa de Produção Agropecuária Vitória Ltda (Copavi), em Paranacity, no noroeste do Paraná. Assentamento fundado há 31 anos, em 1993. Foram utilizadas diferentes ferramentas metodológicas: análise histórica, entrevistas abertas, histórias de vida e a observação participante. A pesquisa foi feita quando Bleil era doutoranda na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), Universidade do Havre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 15 e 19 de julho, a autora lançara o livro no país. Em Santos, Susana Bleil conversará com o público, na Realejo Livraria, no dia 15 (segunda-feira), às 18h, à Avenida Marechal. Deodoro, 2 &#8211; Gonzaga. A obra chega aos leitores brasileiros, neste ano de 2024, pelas mãos da editora <a href="https://www.editoracontracorrente.com.br/" data-type="link" data-id="https://www.editoracontracorrente.com.br/">Contracorrente</a>, com o título “MST: a construção do comum”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra se insere no estudo da “luta pelo reconhecimento”, objeto de pesquisa em Ciências Sociais. Para Bleil, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) trava luta histórica para se tornar conhecido como organização social e, como cidadãos brasileiros, merecedores de uma terra para plantar e viver.<br>Além de registrar a história de uma das mais bem-sucedidas experiências do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Bleil se ampara na sociologia para analisar a complexidade e os desafios de convivência, produção e resistência na luta pela reforma agrária no Brasil, permeando a construção de um mundo comum. Com seu trabalho etnográfico, a autora revela, em detalhes, o funcionamento da cooperativa, as decisões políticas e as dificuldades da construção coletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraponto à desinformação, o livro se apresenta como leitura importante para compreensão dos processos históricos sociais brasileiros, situando o MST na sua real origem, dimensão e compromisso: a criação de oportunidades aos milhares de trabalhadores rurais sem terra para o cultivo de alimentos para a população brasileira com práticas sustentáveis de manejo de sementes, cultivo, colheita e produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra pode ser adquirida pelo site <a href="https://www.editoracontracorrente.com.br/product/mst-a-construcao-do-comum" data-type="link" data-id="https://www.editoracontracorrente.com.br/product/mst-a-construcao-do-comum">www.editoracontracorrente.com.br</a> e no lançamento do livro na Realejo Livraria.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1015" height="1024" src="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-06-at-12.43.55-1-1015x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-55715" srcset="https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-06-at-12.43.55-1-1015x1024.jpeg 1015w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-06-at-12.43.55-1-297x300.jpeg 297w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-06-at-12.43.55-1-150x150.jpeg 150w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-06-at-12.43.55-1-768x775.jpeg 768w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-06-at-12.43.55-1-600x606.jpeg 600w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-06-at-12.43.55-1-20x20.jpeg 20w, https://santosbancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-06-at-12.43.55-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1015px) 100vw, 1015px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading">SERVIÇO</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Santos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15 de julho – 18h</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Realejo Livraria</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Avenida Marechal Deodoro, 2 – Gonzaga</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bate-papo animado pela jornalista Cidinha Santos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>São Paulo</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>17 de julho – 18h</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Livraria da Vila</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Rua Fradique Coutinho &#8211; Vila Madalena</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bate-papo animado pelo jornalista Alberto Villas</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>18 de julho – 18h</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Livraria da Travessa Vila Lobos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Av. Dra. Ruth Cardoso, 4777 &#8211; Segundo Piso &#8211; Jardim Universidade Pinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bate-papo animado pelo jornalista Ney Stronsak</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>19 de julho – 18h30</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Livraria Expressão Popular</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alameda Nothmann, 806 &#8211; Campos Elíseos</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ruralistas incitam violência contra trabalhadores e tentam deslegitimar reforma agrária</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/ruralistas-incitam-violencia-contra-trabalhadores-e-tentam-deslegitimar-reforma-agraria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 14:51:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio e produtores familiares]]></category>
		<category><![CDATA[CPI MST]]></category>
		<category><![CDATA[Criminalização do MST]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
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					<description><![CDATA[Feira agropecuária no interior da Bahia utilizou faixas para mentir e espalhar o ódio contra o MST. Na CPI do MST, movimento prepara dossiê para reagir a ataques da bancada ruralista O Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) reagiu aos ataques feitos pelos organizadores da 51ª Exposição Agropecuária do município de Itapetinga, na Bahia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color">Feira agropecuária no interior da Bahia utilizou faixas para mentir e espalhar o ódio contra o MST. Na CPI do MST, movimento prepara dossiê para reagir a ataques da bancada ruralista</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) reagiu aos ataques feitos pelos organizadores da 51ª Exposição Agropecuária do município de Itapetinga, na Bahia. Os ruralistas aproveitaram o evento, que terminou neste domingo (21), para pendurar faixas com ataques ao MST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O MST espalha terror, o produtor espalha sementes”; “O MST cultiva destruição”, “Você pode até não saber, mas mais cedo ou mais tarde, as invasões de terra também vão atingir você”, estampavam os materiais utilizados na feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta, a direção nacional do MST soltou&nbsp;<a href="https://mst.org.br/2023/05/19/mst-na-bahia-repudia-ataques-de-ruralistas-em-itapetinga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nota</a>&nbsp;em que repudia o que considera conteúdo “discriminatório” que “incita a violência contra trabalhadores do campo, na tentativa vil de deslegitimar a luta do Movimento Sem Terra”. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição é uma iniciativa do Sindicato dos Produtores Rurais de Itapetinga, com apoio da prefeitura, do governo estadual e federal. O MST denunciou a utilização de recursos públicos para atacar o movimento dos trabalhadores, inclusive com alegações mentirosas. “Você pode até não saber, mas mais cedo ou mais tarde, as invasões de terra também vão atingir você”, dizia outra faixa dos ruralistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cortina de fumaça</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O MST destaca que Itapetininga está localizada numa das regiões da Bahia com grande concentração fundiária. Também citam “práticas de trabalho escravo”, e ressaltam que a área é “palco de diversos conflitos agrários”. Desse modo, “o agronegócio e os latifundiários buscam como estratégia deslegitimar a luta das organizações do campo pela Reforma Agrária”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, segundo o MST, trata-se de uma “cortina de fumaça” para omitir os reais problemas da região. Assim, eles denunciam o “crescente desmatamento” e a grilagem de terras causados pelos latifundiários, além da contaminação dos bens naturais pelo uso de agrotóxicos, que acabam chegando na casa da população baiana.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Embates na CPI</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A propaganda preconceituosa é uma amostra do que esperar da&nbsp;<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/politica/mst-salles-e-zucco-nao-tem-legitimidade-para-conduzir-qualquer-tipo-de-investigacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CPI do MST</a>, dominada pelos ruralistas. A comissão, que inicia efetivamente os trabalhos nesta terça (23), é presidida pelo deputado Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS). Ele já apresentou projeto de lei para excluir dos programas sociais aqueles que ele chama de “invasores” e “terroristas”. O relator é o ex-ministro bolsonarista Ricardo Salles (PL-SP), que ficou conhecido por falar em aproveitar o auge da pandemia para “<a href="https://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/em-reuniao-de-ministros-salles-defendeu-que-governo-bolsonaro-passe-a-boiada-no-meio-ambiente/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">passar a boiada</a>” em normas de proteção ao meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para reagir aos ataques dos ruralistas, o MST prepara um dossiê contra Salles e outros membros da CPI. O objetivo, conforme nota do jornal&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2023/05/mst-elabora-dossie-contra-ricardo-salles-e-outros-deputados-da-cpi.shtml"><em>Folha de S.Paulo</em></a>, é construir um posicionamento combativo durante a comissão, a partir de informações coletadas desde já. Outras organizações estão colaborando com o desenvolvimento do dossiê, como o observatório do agronegócio brasileiro&nbsp;<a href="https://deolhonosruralistas.com.br/"><em>De Olho nos Ruralistas</em></a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, os integrantes da CPI já apresentaram 37 requerimentos de convocação ou convite a autoridades e lideranças do MST. Na lista dos possíveis depoimentos estão os ministros da Agricultura, Carlos Fávaro, e da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino; o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski; e João Pedro Stédile, da coordenação nacional do MST.</p>
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