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	<title>MP &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>MP &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>Governo Federal assina MP que reduzirá de 3,5% a 5% a conta de luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conta de luz]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto também permite investimentos de R$ 165 bilhões em energia limpa O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na tarde desta terça-feira (9), no Palácio do Planalto, uma medida provisória (MP) para permitir investimento em geração de energia sustentável e redução de reajustes anuais nas contas de luz até 2026. A proposta prevê R$ [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-0c1f2ff0846899fcaaf71eb8d5a8f9c9">Texto também permite investimentos de R$ 165 bilhões em energia limpa</h4>



<p></p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na tarde desta terça-feira (9), no Palácio do Planalto, uma medida provisória (MP) para permitir investimento em geração de energia sustentável e redução de reajustes anuais nas contas de luz até 2026.</p>



<p>A proposta prevê R$ 165 bilhões em geração hidroelétrica, eólica, solar e de biomassa. Segundo o governo, a proposta pode gerar até 400 mil empregos com os investimentos privados. Para que isso seja viabilizado, a MP, segundo o governo, permite adequação de prazos de projetos de geração de energia limpa e renovável ao cronograma de implantação das linhas de transmissão leiloadas pelo governo para escoamento para o centro de carga. Os empreendimentos de energia renováveis poderão acrescentar até 34 gigawatts (GW) de potência ao Sistema Interligado Nacional (SIN), segundo projeções do Ministério de Minas e Energia (MME).</p>



<p>A proposta também antecipa recebimento de recursos a serem pagos no processo de privatização da Eletrobras. Esses recursos pagariam os custos adicionais de energia pelo efeito da pandemia e da crise hídrica de 2021. A medida pode reduzir entre 3,5% a 5% os reajustes anuais nas contas de luz, de acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.</p>



<p>&#8220;Vamos corrigir um erro grotesco que o setor elétrico conhece bem, do governo anterior. Alguém, em algum momento, achou uma ótima ideia&nbsp;fazer negócios com juros elevadíssimos e jogar o boleto no colo dos brasileiros e brasileiras mais pobres e da classe média, que são os consumidores regulados&#8221;, destacou o ministro, que disse que os recursos serão usados para quitar empréstimos cujos juros estavam sendo repassados ao consumidor final.</p>



<p>&#8220;Vamos quitar, vamos trabalhar para isso, os empréstimos criados a juros abusivos, contraídos durante a [pandemia de]&nbsp;covid e durante escassez hídrica para minimizar e impedir mais aumento de energia. Devemos R$ 11 bilhões para diminuir a conta dos brasileiros. Essas duas contas foram contraídas de forma irresponsável e nunca deveriam ter sido jogadas no colo do consumidor de energia&#8221;, acrescentou.</p>



<p>O ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse que o governo vai buscar medidas para não onerar os consumidores.</p>



<p>&#8220;O Brasil já tem as condições mais competitivas de produção de energia limpa do mundo. Portanto, nós agora temos que aproveitar todo o investimento que foi feito para caminhar no sentido da desoneração da energia do consumidor. E ao dizer isso, nós queremos só reforçar que o nosso desejo, a nossa expectativa é que esses investimentos possam rapidamente contribuir para a geração de emprego.&#8221;</p>



<p>A proposta de MP será publicada em edição regular do Diário Oficial da União (DOU), nesta quarta-feira (10). O texto tem validade imediata, mas precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional em até 120 dias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Amapá</h4>



<p>A MP também&nbsp;adequa à&nbsp;média da Região Norte os reajustes da energia do Amapá. O estado&nbsp;tinha previsão de reajuste neste ano de 44%.</p>



<p>&#8220;Essa medida corrige a injustiça que estava sendo feita com o povo Tucuru. O estado do Amapá tinha um aumento previsto de 44% na conta de luz. Isso era um absurdo&#8221;, disse Silveira.</p>



<p>Em novembro de 2020, mais de 90% da população do Amapá passou mais de 20 dias praticamente sem energia elétrica ou com fornecimento limitado, num dos maiores e mais longos apagões de energia da história do país.</p>



<h4 class="wp-block-heading"></h4>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caixa e HSBC são multados em R$ 1,5 mi por falta de segurança</title>
		<link>https://santosbancarios.com.br/artigo/caixa-e-hsbc-sao-multados-em-r-1-5-mi-por-falta-de-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Diegues]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[multas]]></category>
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					<description><![CDATA[Um milh&#227;o e meio de reais. Esse &#233; o valor aproximado das multas aplicadas aos bancos Caixa Econ&#244;mica Federal e HSBC, nas duas &#250;ltimas semanas pela diretoria regional de Campina Grande do MP-Procon (Programa de Prote&#231;&#227;o e Defesa do Consumidor do Minist&#233;rio P&#250;blico da Para&#237;ba). Com isso, desde o m&#234;s de maio, os seis maiores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>Um milh&atilde;o e meio de reais. Esse &eacute; o valor aproximado das multas aplicadas aos bancos Caixa Econ&ocirc;mica Federal e HSBC, nas duas &uacute;ltimas semanas pela diretoria regional de Campina Grande do MP-Procon (Programa de Prote&ccedil;&atilde;o e Defesa do Consumidor do Minist&eacute;rio P&uacute;blico da Para&iacute;ba). Com isso, desde o m&ecirc;s de maio, os seis maiores bancos brasileiros que atuam na Para&iacute;ba j&aacute; foram penalizados pelo &oacute;rg&atilde;o ministerial em multas que totalizam cerca de R$ 20 milh&otilde;es.</p>
<p>Assim como as demais institui&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias penalizadas anteriormente, a Caixa Econ&ocirc;mica Federal e o HSBC foram punidos por infra&ccedil;&atilde;o ao C&oacute;digo de Defesa do Consumidor, ao n&atilde;o tomarem as medidas necess&aacute;rias para garantir a seguran&ccedil;a eficiente no interior de suas ag&ecirc;ncias e terminais de autoatendimento, gerando sensa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a e impot&ecirc;ncia &agrave; coletividade.</p>
<p>A Caixa foi multada em R$ 1,3 milh&atilde;o devido &agrave;s 19 infra&ccedil;&otilde;es penais (entre assaltos, arrombamentos e explos&otilde;es) ocorridas em ag&ecirc;ncias e caixas eletr&ocirc;nicos, entre 2011 e 2015, segundo levantamento realizado pelo Grupo de Atua&ccedil;&atilde;o Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do MPPB. J&aacute; o HSBC foi multado na semana passada em R$ 210 mil por tr&ecirc;s infra&ccedil;&otilde;es penais dessa mesma natureza em ag&ecirc;ncias e terminais de autoatendimento.</p>
<p>Em maio, o Ita&uacute; foi condenado ao pagamento de multa de R$ 1,6 milh&atilde;o, em fun&ccedil;&atilde;o das 23 infra&ccedil;&otilde;es penais registradas nos &uacute;ltimos cinco anos em todo o Estado. O Banco Santander foi condenado &agrave; multa de R$ 3,7 milh&otilde;es em decorr&ecirc;ncia de 53 infra&ccedil;&otilde;es penais ocorridas em terminais de autoatendimento e ag&ecirc;ncias, entre janeiro de 2011 e abril deste ano.</p>
<p>J&aacute; o Banco do Brasil e o Bradesco foram multados, em maio, pelo MP-Procon de Campina Grande, em R$ 6 milh&otilde;es, cada um. O primeiro foi condenado em raz&atilde;o das 129 infra&ccedil;&otilde;es penais registradas no &uacute;ltimo quinqu&ecirc;nio e o segundo, por 175 infra&ccedil;&otilde;es penais registradas nesse mesmo per&iacute;odo.</p>
<p><span style="color:#FF0000"><strong>Repara&ccedil;&atilde;o</strong></span></p>
<p>Conforme explicou o diretor regional do MP-Procon de Campina Grande e promotor de Justi&ccedil;a de Defesa do Consumidor, Jos&eacute; Leonardo Clementino Pinto, o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor estabelece que os prestadores de servi&ccedil;os respondem, independentemente da exist&ecirc;ncia de culpa, pela repara&ccedil;&atilde;o dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos &agrave; presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e que o servi&ccedil;o &eacute; defeituoso quando n&atilde;o oferece a seguran&ccedil;a que o consumidor espera.</p>
<p>Ele destacou ainda que a atividade desenvolvida pelos bancos naturalmente se constitui em atrativo a marginais e quadrilhas organizadas. &quot;N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que quem exerce esse tipo de exerc&iacute;cio econ&ocirc;mico funcional atrai para si riscos correspondentes. Ao negar a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o com medidas de seguran&ccedil;a eficazes e &iacute;ndices de ocorr&ecirc;ncias aceit&aacute;veis, a institui&ccedil;&atilde;o requerida prevarica em deveres de seguran&ccedil;a (deixar de investir em novas formas de prote&ccedil;&atilde;o contra a a&ccedil;&atilde;o de delinquentes) e repassa o risco ao consumidor&quot;, argumentou.</p>
<p>Ainda segundo o diretor regional do MP-Procon, n&atilde;o procede a defesa dos bancos em querer imputar responsabilidade exclusiva pela criminalidade praticada contra ag&ecirc;ncias e terminais de autoatendimento ao poder p&uacute;blico, j&aacute; que n&atilde;o &eacute; obriga&ccedil;&atilde;o do Estado fornecer seguran&ccedil;a privada no interior e imedia&ccedil;&otilde;es desses estabelecimentos. &quot;A responsabilidade prim&aacute;ria pela seguran&ccedil;a &eacute; exclusiva do pr&oacute;prio estabelecimento. O Estado n&atilde;o presta servi&ccedil;o particular de seguran&ccedil;a &agrave; institui&ccedil;&atilde;o financeira, n&atilde;o sendo o policial militar vigilante banc&aacute;rio&quot;, disse.</p>
<p>Fonte: MP &#8211; Procon</p>
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