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	<title>movimentos populares &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>Mercado financeiro e a mídia não podem ditar as regras para o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 08:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidades lançam manifesto contra pressões &#8220;de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes&#8221; Dezenas de entidades da sociedade civil organizada divulgaram ontem (11/11) um manifesto contra o corte de gastos do Estado com políticas públicas. Eles afirmam que existe uma intensa pressão da mídia e do mercado financeiro neste sentido, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-2">Entidades lançam manifesto contra pressões &#8220;de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes&#8221;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dezenas de <a href="https://tvtnews.com.br/g20-sindicatos-cobram-trabalho-justo-e-sustentavel/" data-type="link" data-id="https://tvtnews.com.br/g20-sindicatos-cobram-trabalho-justo-e-sustentavel/">entidades da sociedade civil </a>organizada divulgaram ontem (11/11) um manifesto contra o corte de gastos do Estado com políticas públicas. Eles afirmam que existe uma intensa pressão da mídia e do mercado financeiro neste sentido, além da manutenção dos juros altos. Estas medidas impactam a vida dos mais pobres. Enquanto isso, forças de direita e extrema direita, aliadas a instituições ligadas ao capital, impedem avanços como o fim da jornada exaustiva de 6×1 ou até mesmo a cobrança de impostos sobre grandes fortunas. O texto foi intitulado de: “Mercado financeiro e a mídia não podem ditar as regras para o país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades destacam que essas pressões “partem de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes”. De fato, apesar de o governo federal ter liderado uma reforma tributária, o Congresso, dominado pelo interesse dos mais ricos, vetou avanços importantes. Por outro lado, seguem isenções a grandes empresários ou mesmo a produtos de luxo, como helicópteros e iates. Trata-se de um sistema regressivo de tributação, onde o pobre paga mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vereadora mais bem votada da história do PT, Luna Zarattini, destacou a relevância do documento. “Muito importante a nota assinada pelos partidos de esquerda e movimentos populares. O Brasil precisa de investimento público e justiça social, não de chantagem de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinam o manifesto centrais sindicais como a <a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/">Intersindical</a>, organizações como as frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, além de partidos do campo democrático, como PT, PDT, <a href="https://psol50.org.br/psol-assina-manifesto-de-movimentos-sociais-contra-ajuste-fiscal/" data-type="link" data-id="https://psol50.org.br/psol-assina-manifesto-de-movimentos-sociais-contra-ajuste-fiscal/">PSOL</a> e PCdoB. Eles argumentam que o país precisa de um governo que consiga liberdade para avançar em direitos e não o contrário. Enquanto isso, reconhecem avanços importantes, como o baixo desemprego, elevação do poder de compra, retorno da industrialização, entre outros. Contudo, essas forçar opostas tentam boicotar mais conquistas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia o manifesto sobre mídia e mercado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Temos acompanhado, com crescente preocupação, notícias e editoriais na mídia que têm o objetivo de constranger o governo federal a cortar “estruturalmente” recursos orçamentários e outras fontes de financiamento de políticas públicas voltadas para a saúde, a educação, os trabalhadores, aposentados e idosos, bem como os programas de investimento na infraestrutura para o crescimento do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São pressões inaceitáveis que partem de uma minoria privilegiada por isenções de impostos e desonerações injustas e indecentes; dos que manipulam a fixação das maiores taxas de juros do planeta e que chantageiam o governo e o país, especulando com o dólar e nas bolsas de valores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No momento em que o governo federal, eleito para reconstruir o país, vem obtendo resultados significativos na recuperação do nível de emprego, do salário e da renda da população, tais avanços são apresentados como pretexto para forçar ainda mais a elevação da taxa básica de juros, quando o país e suas forças produtivas demandam exatamente o contrário: mais crédito e mais investimento para fazer a economia girar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O poder financeiro, os mercados e seus porta-vozes na mídia agitam o fantasma de uma inexistente crise fiscal, quando o que estamos vivendo é a retomada dos fundamentos econômicos, destruídos pelo governo anterior. Onde estavam esses críticos quando Bolsonaro e Guedes romperam os orçamentos públicos e a credibilidade do Brasil? Onde estavam quando a inflação caminhava para 12%?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora querem cortar na carne da maioria do povo, avançando seu facão sobre conquistas históricas como o reajuste real do salário-mínimo e sua vinculação às aposentadorias e ao BPC, o salário-desemprego, os direitos do trabalhador sobre o FGTS, os pisos constitucionais da Saúde e da Educação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E nada falam sobre o maior responsável pelo crescimento da dívida pública, que é a taxa de juros abusiva e crescente. Nada falam sobre as desonerações de setores que lucram muito sem gerar empregos, inclusive a mídia; a imoral isenção de impostos sobre lucros e dividendos nem sobre a recusa de taxar grandes fortunas, por parte de uma maioria do Congresso que se apropria de fatias cada vez maiores do Orçamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chega de hipocrisia e de chantagem! Cortar recursos de quem precisa do Estado e dos investimentos públicos só vai levar o país de volta a um passado de exclusão e injustiça que os movimentos sociais e o povo lutam há tempos, todos os dias, para transformar numa sociedade melhor e mais justa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Assinam:</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Frente Brasil Popular<br>Frente Povo sem Medo<br>MST<br>MTST<br>CUT<br><a href="https://intersindicalcentral.com.br/" data-type="link" data-id="https://intersindicalcentral.com.br/">INTERSINDICAL</a><br>CONTAG<br>CNTE<br>CONTEE<br>CMP<br>MTC<br>INESC<br>MBP<br>MPA<br>MNU<br>MAM<br>MMM<br>Sem Direitos<br>Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito<br>PT<br>PDT<br><a href="https://psol50.org.br/psol-assina-manifesto-de-movimentos-sociais-contra-ajuste-fiscal/" data-type="link" data-id="https://psol50.org.br/psol-assina-manifesto-de-movimentos-sociais-contra-ajuste-fiscal/">PSOL</a><br>PCDOB<br>Instituto de Finanças Funcionais para o Desenvolvimento – IFFD<br>Rede MMT Brasil<br>Transforma Unicamp<br>Subverta<br>Fogo no Pavio<br>Sindicato dos Servidores De Ciencia, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública – ASFOC/SN<br>Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social – CNTSS<br>Federação Nacional das/os Assistentes Sociais<br>CANDACES<br>Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnicos Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil – FENAPSI<br>Federação Nacional dos Psicólogos<br>Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais – Abecs<br>Fineduca assina<br>ABGLT<br>Rua<br>Juventude Manifesta<br>Resistência<br>ANPAE<br>FNPE<br>Confederação Sindical Educação dos Países de Língua Portuguesa – CPLP</strong></p>
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