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	<title>movimento de mulheres negras &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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		<title>MPF abre consulta pública sobre participação do BB na escravidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiano Couto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 07:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Menor]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
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		<category><![CDATA[pedido de perdão ao povo negro]]></category>
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					<description><![CDATA[Ideia é receber propostas de formas de reparação a serem adotadas O Ministério Público Federal (MPF) abriu consulta pública para que pessoas, entidades e movimentos sociais possam se manifestar sobre inquérito que apura a responsabilidade do Banco do Brasil (BB) na escravidão no país. A ideia é que a população possa apresentar formas de reparação [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-4b4ec2768e5a87370fd403b67057e6b5">Ideia é receber propostas de formas de reparação a serem adotadas</h4>



<p>O <a href="https://www.mpf.mp.br/">Ministério Público Federal (MPF)</a> abriu consulta pública para que pessoas, entidades e movimentos sociais possam se manifestar sobre inquérito que apura a responsabilidade do <a href="https://santosbancarios.com.br/categoria/noticias/banco-do-brasil-noticias/">Banco do Brasil (BB)</a> na escravidão no país. A ideia é que a população possa apresentar formas de reparação a serem adotadas pela instituição financeira.</p>



<p>As propostas podem ser enviadas pelos próximos 60 dias pelo e-mail prrj-prdc@mpf.mp.br ou diretamente pelo protocolo do MPF.</p>



<p>O MPF abriu inquérito em setembro deste ano para investigar o papel do banco estatal no tráfico de pessoas escravizadas durante o século XIX, <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-recebe-estudo-que-mostra-apoio-do-banco-a-escravidao/">a pedido de um grupo de professores universitários</a>.</p>



<p>Em novembro, o banco publicou um comunicado com <a href="https://santosbancarios.com.br/artigo/banco-do-brasil-pede-perdao-ao-povo-negro-por-papel-durante-escravidao/">pedido de perdão</a> ao povo negro pelo seu passado.</p>



<p>“Direta ou indiretamente, toda a sociedade brasileira deveria pedir desculpas ao povo negro por algum tipo de participação naquele momento triste da história. Neste contexto, o Banco do Brasil de hoje pede perdão ao povo negro pelas suas versões predecessoras e trabalha intensamente para enfrentar o racismo estrutural no país”, informa o banco, em seu pedido de perdão.</p>



<p>No mesmo comunicado, o banco anunciou uma série de ações afirmativas adotadas para valorizar servidores negros, financiar instituições do movimento de mulheres negras, fomentar a diversidade na mão de obra de seus fornecedores e apoiar eventos da cultura negra, entre outros.</p>



<p>O MPF considera o pedido de perdão do banco algo histórico por ter quebrado o silêncio de sua própria história. No entanto, segundo os procuradores da República que atuam no inquérito, nem o pedido de perdão nem as medidas anunciadas pelo banco são suficientes.</p>



<p>O MPF sugere, por exemplo, que o banco crie uma plataforma de pesquisas sobre o tema, financie iniciativas de histórias públicas e material didático de ampla divulgação, além de fazer um tratamento adequado de sua história oficial.</p>



<p>Os procuradores consideram positivo o fato de o banco ser presidido, pela primeira vez, por uma mulher negra, Tarciana Medeiros, mas destaca que a maioria do quadro de lideranças do banco ainda é formada por pessoas brancas. Por isso, segundo o MPF, é importante que o banco adote processos internos que lidem com essa situação.</p>



<p>Além disso, o MPF considera ser importante haver uma discussão com a sociedade brasileira sobre um plano de reparação, por isso decidiu pela abertura da consulta pública.</p>



<p>O MPF também deu um prazo de 20 dias para que o BB apresente respostas para questões ainda não respondidas no inquérito, como a existência de pesquisas financiadas pelo banco que detalhem e aprofundem a discussão sobre a sua própria história. Os procuradores também marcaram, para o próximo dia 11, uma reunião com a direção executiva do banco, em Brasília.</p>



<p>Por meio de nota, o BB informou que já tinha confirmado sua participação na reunião com o MPF, no dia 11. &#8220;O BB já vem debatendo com entidades públicas e privadas e movimentos negros, em especial por intermédio do Ministério da Igualdade Racial, e implementando um amplo conjunto de medidas concretas pela igualdade racial, de gênero e em prol da diversidade. A relação completa das iniciativas da empresa pode ser encontrada em <a href="https://www.bb.com.br/site/sustentabilidade/como-bb-atua/diversidade/">página do BB</a>. Em sua carta aberta aos movimentos negros, o BB também reafirmou seu compromisso com o <a href="https://www.bb.com.br/pbb/pagina-inicial/imprensa/n/67708/carta-aberta-do-bb-aos-movimentos-negros#/">combate ao racismo</a> e a prioridade que o assunto assume na organização&#8221;, diz a nota do banco.</p>
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