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	<title>Mortes em Gaza &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>‘Médicos que chegam de Gaza contam que nunca viram algo tão cruel’, diz diretora do MSF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 13:05:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Renata Reis denuncia uso da fome como arma de guerra e relata rotina de bombardeios que não é diária, mas &#8216;horária&#8217; A&#160;situação em Gaza&#160;não tem precedentes, mesmo para uma organização humanitária com mais de 50 anos de atuação em zonas de conflito extremo. Ao&#160;BdF Entrevista, da&#160;Rádio Brasil de Fato, a diretora-executiva da Médicos Sem Fronteiras [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading has-cyan-bluish-gray-color has-text-color has-link-color wp-elements-621f329a7324311efc458a31e7f8266f">Renata Reis denuncia uso da fome como arma de guerra e relata rotina de bombardeios que não é diária, mas &#8216;horária&#8217;</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/07/15/gaza-libano-e-siria-sao-alvos-de-bombardeios-israelenses-nesta-terca-feira-15/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">situação em Gaza&nbsp;</a>não tem precedentes, mesmo para uma organização humanitária com mais de 50 anos de atuação em zonas de conflito extremo. Ao&nbsp;<em><a href="https://www.brasildefato.com.br/programas/brasil-de-fato-entrevista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BdF Entrevista</a></em>, da&nbsp;<strong>Rádio Brasil de Fato</strong>, a diretora-executiva da Médicos Sem Fronteiras (MSF), Renata Reis, revela que os profissionais que atuam na região relatam “nunca ter visto algo tão cruel como o que hoje acontece em Gaza”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, a população palestina vive sob bombardeios incessantes, “nem são diários, como os nossos colegas hoje dizem, [são] horários”, enquanto tenta sobreviver em meio à escassez total de alimentos e medicamentos. Reis indica que 1.9 milhão de pessoas foram forçadas a se deslocar das suas casas, e estão “vivendo em tendas, em situações subumanas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Médicos Sem Fronteiras está presente na Faixa de Gaza desde os anos 1980 e hoje mantém mais de mil profissionais atuando na região. Ainda assim, segundo a diretora, o trabalho das equipes é limitado pela destruição da infraestrutura e pela impossibilidade de entrada de ajuda humanitária. “É absolutamente inaceitável que no momento de distribuição de comida as&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/07/16/gaza-15-palestinos-morrem-asfixiados-com-gas-enquanto-esperavam-por-comida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pessoas sejam alvejadas</a>, e é essa a realidade que a gente tem em Gaza hoje”, denuncia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fome, acrescenta Reis, se tornou uma arma de guerra. “O último&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/07/08/medicos-sem-fronteiras-tem-12o-profissional-morto-em-gaza-profissional-esperava-por-distribuicao-de-farinha/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colega que nós perdemos</a>&nbsp;estava na fila para buscar um saco de farinha para sua família”, relata. Abdullah Hammad foi o 12º funcionário da organização morto na região. A diretora menciona que o preço de um quilo de farinha chega a R$ 150 na região. “Os mantimentos que entram são uma gota no oceano diante das necessidades”, lamenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a dirigente do MSF, o cenário é de “tragédia humanitária completa, de limpeza étnica”, e exige uma resposta internacional urgente.</p>
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