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	<title>Mobilização 2020 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários de Santos e Região</description>
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	<title>Mobilização 2020 &#8211; SEEB Santos e Região</title>
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		<title>2020 exige mobilização das bancárias(os) por seus empregos e PLRs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Mesquita]]></dc:creator>
		<pubDate></pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilização 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2020, quem não é sindicalizada(o) deve filiar-se imediatamente e se organizar junto aos colegas, porque o banco vai tentar de todas as formas aliciá-la(o) para precarizar totalmente o seu ambiente de trabalho, sem a representação sindical (que tentam enfraquecer) na defesa de seus direitos Em 2020, quem não é sindicalizada(o) deve fazer sua filiação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2020, quem não é sindicalizada(o) deve filiar-se imediatamente e se organizar junto aos colegas, porque o banco vai tentar de todas as formas aliciá-la(o) para precarizar totalmente o seu ambiente de trabalho, sem a representação sindical (que tentam enfraquecer) na defesa de seus direitos</p>
<p>Em 2020, quem não é sindicalizada(o) deve fazer sua filiação imediatamente para se organizar junto a categoria, porque o banco vai tentar aliciá-la(o) para precarizar totalmente o seu ambiente de trabalho, sem a representação sindical (que tentam enfraquecer) para defender seus direitos. Quem já é deve se mobilizar e lutar pelos seus direitos, salários, PLR e, principalmente por seu emprego com carteira assinada, outro alvo dos ataques do atual governo.</p>
<p> </p>
<p>Se não forem as próprias bancárias e bancários a defenderem seus postos de trabalho, direitos, salários e benefícios tenha certeza absoluta que os banqueiros não vão fazer, muito pelo contrário&#8230;</p>
<p> </p>
<p>A história da categoria demonstra isso, nada caiu do céu ou do andar de cima!</p>
<p> </p>
<h4><strong>Privatização</strong></h4>
<p>A sombra da privatização ronda os bancos públicos como a Caixa e o Banco do Brasil. Esse jogo midiático de vai agora, agora não vai mais é cena para retirar a atenção. A intenção, e já foi falado e repetido várias vezes pela equipe econômica de Bolsonaro antes e depois da eleição, que a privatização é uma meta a ser estabelecida ao máximo possível.</p>
<p> </p>
<p>O liberalismo prevê Estado mínimo, portanto, começaram os ataques aos servidores públicos com retirada de direitos aumento do tempo para aposentadoria, como já conseguiram aumentar o tempo para alcançar e diminuir o valor da aposentadoria dos trabalhadores privados.</p>
<p> </p>
<p>Esse dinheiro é para pagar dívidas dos bancos que cobram taxas exorbitantes e impagáveis. Agora, quando o banco sofre algum revés econômico o Banco Central quer impor uma ajuda com dinheiro público retirado da saúde, educação, segurança, previdência social e etc. públicos.</p>
<p> </p>
<h4><strong>Exemplo da luta</strong></h4>
<p>Dia 26/11/2019, em uma negociação dura com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) por quase 10h, o Movimento Sindical garantiu a manutenção da jornada de segunda a sexta-feira, sem aumento de jornada e que a PLR continua sendo negociada com os sindicatos.</p>
<p> </p>
<p>Os bancos iriam rasgar o Acordo Coletivo dos Bancários e impor a Medida Provisória 905/19, que derruba a jornada de 6h e o sábado livre, negociação de PLR coletiva sem a presença do Sindicato. Negociação de PLR e outros ataques à categoria bancária.</p>
<p> </p>
<h4>Bancos têm respaldo para retirar direitos</h4>
<p>“É importante ser esclarecido que os banqueiros têm todo o apoio jurídico respaldado pela Reforma Trabalhista e do atual Governo Federal para subtrair direitos e até mesmo acabar com acordos coletivos entre trabalhadores e patrões. O que impediu a retirada de direitos – até agosto de 2020 &#8211; pelas MP e Reforma Trabalhista foi o Acordo Coletivo assinado por 2 anos”, alerta Ricardo Saraiva Big, secretário geral do Sindicato dos Bancários de Santos e Região e secretário de Relações Internacionais da Intersindical Central da Classe Trabalhadora.</p>
<p> </p>
<h4>Suspensão da MP é parcial</h4>
<p>“Apesar da suspensão dos efeitos da MP ser positiva, trata-se de uma vitória ainda parcial. O nosso CCT encerra em 2020. Depois será uma nova batalha, que precisa ser travada com a mobilização de todos os bancários e bancárias nas ruas se necessário em greve, organizados pelo Sindicato. Somente assim conseguiremos vencer esses ataques e assegurar todos os nossos direitos”, ressalta Eneida Koury, presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.</p>
<h4> Em 2020 os direitos terão que ser reconquistados com mobilização!</h4>
<p>Todos os direitos, inclusive estes que a MP 905 retira, já tiveram que ser reconquistados pelo Sindicato na Campanha Salarial 2019, negociada e assinada por dois anos (válida até agosto de 2020). Porque: com a derrubada da Ultratividade pela Reforma Trabalhista &#8211; em 2017, não existe mais a garantia (antes de assinar o novo Acordo Coletivo) de todos os direitos de acordos coletivos conquistados anteriormente com greves, mobilizações, paralisações e lutas.</p>
<p> </p>
<h4>Direitos retirados pela Reforma Trabalhista e MP 905 reconquistados pelo Sindicato na última Campanha Salarial:</h4>
<p>· Negociação de salário e PLR individual entre patrão e bancário com salário acima de dois tetos (R$ 11.678,90) do INSS e curso superior;</p>
<p> </p>
<p>· Negociação da PLR coletiva somente com o banco;</p>
<p> </p>
<p>· Jornada de 6h diárias de segunda a sexta-feira;</p>
<p> </p>
<p>· Sábado de folga.</p>
<p> </p>
<h4>Fim da Ultratividade significa bancários sem direitos</h4>
<p>A ultratividade era a aplicação de uma norma que foi revogada pela reforma trabalhista de Temer (Lei 13.467/2017). Ou seja, se uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) perde a vigência e não é assinado um novo acordo, os trabalhadores deixam de ter direito às conquistas que estavam estabelecidas na Convenção. Por exemplo, a CCT dos Bancários tem vigência até 31 de agosto. Se não for assinado um novo acordo até esta data, a partir de 1º de setembro (data base) os bancários perdem seus direitos.</p>
<p> </p>
<h4>MP de Bolsonaro ataca diretamente os bancários. Leia o que você perderia sem a intervenção do Sindicato:</h4>
<p>1. Permite a abertura de agências aos sábados;</p>
<p> </p>
<p>2. Fim da jornada de 6h (mantida apenas para função de caixa, mas ainda pode ser ampliada conforme negociação individual, sem o sindicato). Todos trabalharão 8h sem aumento de salário;</p>
<p> </p>
<p>3. O valor devido pelo banco (conforme ação da justiça) relativo a horas extras não pagas será integralmente deduzido ou compensado no valor da gratificação de função e outras remunerações pagas ao empregado;</p>
<p> </p>
<p>4. A MP permite que bancos estabeleçam as regras de cálculo da PLR sem negociação com o sindicato, para diminuir o valor. Os bancários são a 1ª categoria a conquistar PLR (greve de 1995). As regras são definidas na mesa de negociação entre sindicatos e Fenaban;</p>
<p> </p>
<p>5. Dedução de INSS da PLR, além do IR;</p>
<p> </p>
<p>6. O pagamento de qualquer antecipação ou distribuição de prêmios será limitado a 4 vezes ao ano e, no máximo, um no trimestre. Isto deve restringir as remunerações variáveis;</p>
<p> </p>
<p>7. As indenizações trabalhistas NÃO poderão adicionar o valor recebido em prêmios e PLR. Os tribunais de Trabalho costumam levá-las em consideração para cálculo de indenização, que será diminuída;</p>
<p> </p>
<p>8. O demitido terá descontado INSS (de 7,5% até 8,14%) do Seguro Desemprego;</p>
<p> </p>
<p>9. Acidente de percurso não é mais considerado acidente de trabalho.</p>
<p> </p>
<h4 style="text-align: center;"><a href="https://santosbancarios.com.br/sindicalize-se" target="_blank">Sindicalize-se já!</a></h4>
<p>Fonte: Comunicação do SEEB de Santos e Região<br />Escrito por: Gustavo Mesquita</p>
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